EUA aprovam teste caseiro para detectar vírus da Aids
21/01/2017 | 12h14

A agência norte-americana FDA (Food and Drug Administration), que funciona como a Anvisa, no Brasil, responsável por regular remédios e alimentos, aprovou o primeiro teste caseiro para detectar o vírus da Aids pela saliva, no último dia 3.

O OraQuick, desenvolvido pela empresa OraSure, dá o resultado em 20 a 40 minutos. O produto indica a presença de HIV ao recolher a saliva com uma haste bucal. A FDA destaca que esse método não é 100% preciso – podendo chegar a 92% –, o que significa que o OraQuick poderia falhar em uma pessoa para cada 12 usuárias. Em pacientes que não têm o HIV, o teste se mostrou 99% seguro.

Segundo a agência, o OraQuick deve ser uma alternativa para quem não puder fazer o exame de sangue tradicional. A FDA já aprovou anteriormente vários kits caseiros para detectar o vírus da Aids, mas eles precisavam de uma amostra de sangue, que deveria ser enviada a um laboratório.

Fonte: FDA

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Curitiba é a cidade mais digitalizada do país
21/01/2017 | 12h14

A segunda edição do Índice Brasil de Cidades Digitais (IBCD), divulgado na última terça-feira (3) em São Paulo, premiou Curitiba como a cidade com maior nível de digitalização do Brasil. O Rio de Janeiro e Belo Horizonte ficaram com a segunda e terceira colocação, respectivamente.

Os municípios de Vitória (ES), Tauá (CE) e Guarulhos (SP) apareceram como destaques em acessibilidade, acesso público e serviços e aplicações, nesta ordem.

De modo geral, o levantamento, realizado pelo CpQD em parceria com a Momento Editorial, mostrou que o nível de digitalização dos municípios cresceu no país, acompanhando o aumento dos investimentos no uso de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). Tanto para melhorar a eficiência dos seus processos de gestão como os serviços prestados ao cidadão.

Se, na edição 2011 do IBCD, apenas quatro municípios se encontravam no nível Serviços Eletrônicos – o qual representa metade do caminho para o topo da digitalização –, neste ano, 30 das cem cidades já atingiram esse nível. Já o número de municípios no nível um (o mais baixo na escala de digitalização), chamado Acesso Básico, e no nível dois, Telecentros, permaneceu o mesmo. Foram seis cidades (de uma base de cem) enquadradas no nível um e 64, no nível dois.

Do total de cem municípios do ranking do Índice Brasil de Cidades Digitais 2012, 58 são da região Sudeste (especialmente de São Paulo), 25 do Sul, 12 do Nordeste, três do Centro-Oeste e apenas dois estão na região Norte.

Fonte: http://www.wirelessmundi.inf.br

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Bicicletas elétricas podem ganhar normas para utilização no país
21/01/2017 | 12h14

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) deve apresentar um conjunto de normas para regulamentar a utilização de bicicletas elétricas em todo o país, em breve. A expectativa é de que as novas regras saiam ainda em maio, permitindo que veículos trafeguem em ciclovias e seus condutores não precisem de habilitação específica.

A nova regulamentação deve entrar em vigor antes da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que começa no dia 13 de junho.

De acordo com a proposta estudada pelo Denatran, os veículos com velocidade de até 20km/h e com motor de até quatro quilowatts de potência serão enquadrados em normas específicas de circulação. Também foi discutida a permissão do tráfego dos veículos pelas ciclovias e a isenção da necessidade de licenciamento ou emplacamento.

Além disso, os usuários de bicicletas elétricas também poderão circular sem habilitação específica e sem o risco de serem abordados por agentes da Lei Seca, como aconteceu com um ciclista no Rio de Janeiro, no final do mês de abril.

As regras definitivas ainda estão sendo estudadas por uma comissão do Denatran, que avalia uma forma de definir as novas regras sem ferir o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Pela atual legislação, qualquer modelo de bicicleta elétrica é classificado como veículo ciclomotor, que precisa de emplacamento e habilitação específica. Além disso, os condutores são obrigados a usar capacetes e roupas especiais sob pena de multa e apreensão do veículo e da carteira de habilitação.

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Cibercrimes vão fazer parte do Código Penal
21/01/2017 | 12h14

O simples acesso a qualquer sistema informático realizado de forma indevida e sem autorização pode passar a ser crime, mesmo que o responsável pela invasão não tenha tirado qualquer proveito de informações ou provocado danos à estrutura invadida. É o que sugere a Comissão de Juristas que elabora proposta do novo Código Penal.

O tema foi tratado em reunião ontem segunda-feira (21).

Para punir o chamado crime de intrusão informática, na sua forma mais simples, os juristas sugeriram pena de prisão de seis meses a um ano, ou multa, de forma alternativa, por decisão do juiz no exame do caso. A penalização do mero acesso com prisão envolveu intenso debate, já que parte dos juristas entendia haver a necessidade de dano ou claro proveito por parte do invasor.

Como solução, foi sugerida uma redação situando a multa não mais como uma penalidade adicional, mas como uma alternativa de enquadramento do ato de invasão. Os juristas aprovaram ainda a figura do crime de intrusão qualificada, aplicável aos casos em que ocorra obtenção de conteúdo de comunicações eletrônicas, segredos comerciais e industriais, informações sigilosas ou, ainda, na hipótese de controle remoto não autorizado do sistema invadido.

Na intrusão qualificada, a pena a ser aplicada será de um a dois anos de prisão, além de multa. Poderá ainda haver um aumento, entre um terço e dois terços da pena, quando houver divulgação de dados obtidos.

Ainda sem legislação específica, os crimes cibernéticos estão sendo objeto de proposições em fase de exame no Congresso. Um deles foi recentemente aprovado pela Câmara dos Deputados, logo depois da divulgação pela rede de fotos íntimas da atriz Carolina Dieckman, obtidas por hacker residente em Minas Gerais mediante invasão do computador da atriz.

- Se nossa proposta já estivesse sido convertida em lei, esse seria um crime na modalidade mais grave. A pena chegaria a dois anos, fora aumento de um terço pela divulgação das fotos – comentou o relator da comissão, o procurado da República Luiz Carlos Gonçalves, ao fim da reunião.

De acordo com o procurador, o arsenal de tipos penais hoje existentes é inadequado para o enfrentamento dos crimes cibernéticos. No caso da invasão de sistemas para obtenção de fotos, por exemplo, o tratamento atual seria enquadrar a conduta como roubo.

Como informado pelo relator, a comissão decidiu criar um capítulo específico para os crimes cibernéticos, nele incluindo condutas ainda não tipificadas. Como exemplo, citou as ações dos crackers, que invadem sistemas com o objetivo de destruir ou expor dados. Nos casos mais graves, citou a exploração e comercialização de dados protegidos.

Ao mesmo tempo, conforme disse, a comissão readequou tipos penais já existentes, para incluir situações em que esses crimes são cometidos por meio do uso da internet. Nesse caso, ele citou o crime de falsa identidade, que passa a incluir um aumento de pena quando for cometido no ambiente cibernético.

- Já é crime se passar por terceira pessoa e isso é muito comum na internet – observou.

No crime de falsa identidade, a pena base de seis meses a dois anos de prisão poderá ser ampliada em um terço se o autor tiver utilizado incorporado o nome de outra pessoa para uso em qualquer sistema informático ou redes sociais.

Fonte: Agência Senado

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Lei de acesso à informação gera polêmica sobre necessidade de divulgação de salários
21/01/2017 | 12h14

A divulgação do salário de funcionários públicos foi a primeira polêmica provocada pela Lei de Acesso à Informação, que entrou em vigor na última quarta-feira (16), e obriga órgãos públicos dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e das três esferas (federal, estadual e municipal) a disponibilizar a qualquer cidadão informações públicas que não sejam sigilosas.

No mesmo dia no qual a lei entrou em vigor, a diretora-geral do Senado, Dóris Peixoto, decidiu que os salários dos funcionários da Casa não seriam divulgados por tratar-se de informação pessoal e sigilosa. Em agosto de 2011, lista revelada pelo site Congresso em Foco mostrou que mais de 450 servidores do Senado recebiam salários superiores ao teto da época (R$ 24,5 mil), inclusive a diretora-geral.

Após publicação no Diário Oficial da União do decreto presidencial que regulamenta a lei, no qual determinou-se a divulgação na internet dos salários dos funcionários do governo federal, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS),  e presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro Carlos Ayres Britto, conversaram e decidiram esperar a publicação do ato normativo do Ministério do Planejamento, que dispõe sobre a aplicação da lei, para definir se vão ou não tornar públicos os salários dos funcionários concursados e comissionados.

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Brasileiros estão em sintonia com temas que abrangem fauna e flora
21/01/2017 | 12h14

A União para o Biocomércio Ético (UEBT) divulgou o estudo ‘Barômetro de Biodiversidade 2012’, que avaliou o nível de conhecimento e preocupação da população de oito países - Brasil, Índia, Peru, França, Alemanha, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos - a respeito da fauna e flora, no último dia 16.

De acordo com o estudo, os brasileiros estão bem informados a respeito do assunto - 97% já ouviram falar de biodiversidade e 47% deles souberam definir o termo de forma correta. O segundo lugar desse ranking ficou com a França, onde 95% estão familiarizados com o assunto e 38% sabem explicá-lo, seguida pela Suíça. A pior colocação foi a da Índia. Apenas, 19% dos entrevistados do país já ouviram falar em biodiversidade e só 0,4% deles souberam definir o conceito corretamente.

Quando o assunto é o consumo consciente, os brasileiros também apresentaram resultados satisfatórios. Cerca de 70% dos entrevistados no país afirmam se preocupar em conhecer a origem dos ingredientes naturais usados para produzir cosméticos, alimentos e bebidas, mostrando que se preocupam com a preservação da fauna e flora. Além disso, 69% deixariam de comprar um artigo, caso soubessem que o fabricante não possui boas práticas na cadeia de abastecimento.

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Vício em Facebook já preocupa pesquisadores
21/01/2017 | 12h14

Em março, o Facebook anunciou ter atingido a marca de 901 milhões de usuários ativos – que acessam a rede social ao menos uma vez por mês -, no mundo. No Brasil, o percentual de crescimento no último ano é de 180%, registrando um total de 45 milhões de brasileiros ativos na rede social em março.

O uso da rede social está crescendo rapidamente e, com isso, a preocupação dos pesquisadores em relação à dependência em internet ligada às mídias sociais. Foi pensando nisso que um estudo sobre o vício em Facebook foi realizado pela Universidade de Bergen, na Noruega. A pesquisa coordenada por Cecilie Schou Andreassen foi publicada no periódico Psychological Reports.

Foram descobertos vários fatores sobre a dependência em Facebook, como suas principais vítimas - as mulheres e os mais jovens. Pessoas tímidas, ansiosas e inseguras socialmente também são citadas. De acordo com a pesquisadora, indivíduos com essas características de personalidade têm maior facilidade em se comunicar por meio das mídias sociais do que pessoalmente. De acordo com o estudo, os sintomas do vício em Facebook são semelhantes aos da dependência química.

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Olho biônico acende esperança na Inglaterra
21/01/2017 | 12h14

Uma inovação da medicina foi capaz de devolver a visão a dois homens que não enxergavam há mais de duas décadas na Inglaterra - o microchip eletrônico de apenas 3mm desenvolvido por especialistas ingleses do King´s College e da Universidade de Oxford.

Eles estão confiantes que a implantação do aparelho, ocorrida em meados de abril, será capaz de ajudar pacientes com problema de retinose pigmentar – uma condição genética sem cura que causa cegueira –, a recuperarem a visão.

O jornal britânico ‘Daily Mail’ informou que os pacientes beneficiados com a cirurgia ocular de implantação do “olho biônico” começaram a detectar a luz e distinguir silhuetas em apenas duas semanas.

Em 2010, o governo da Austrália apresentou um protótipo de "olho biônico" que seria capaz de devolver a visão a muitos cegos. Na época, os responsáveis divulgaram o projeto como "o maior marco" desde o desenvolvimento do alfabeto Braille.

Segundo os cientistas australianos, parte do invento se implanta parcialmente no globo ocular e também foi criado para pacientes que sofrem de retinite pigmentosa. O "olho biônico" possui uma mini-câmera, colocada sobre uma lente, que captura imagens e as envia a um processador que pode ser guardado no bolso. O dispositivo transmite um sinal à unidade dentro da retina que estimula os neurônios vivos dentro dela, que por sua vez mandam as imagens ao cérebro.

De acordo com os cientistas, os usuários do "olho biônico" não voltarão a ter uma vista perfeita, mas se espera que possam ser capazes de distinguir pontos de luz que o cérebro poderá reconstruir em imagens.

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Brasil é o segundo país com mais usuários do Facebook
21/01/2017 | 12h14

Novos dados divulgados pelo Social Bakers revelam que o Brasil subiu uma posição no ranking de países com mais usuários do Facebook, ficando em segundo lugar na lista, atrás apenas dos Estados Unidos, onde a rede social foi criada. O Brasil, segundo a Social Bakers, tem 46,3 milhões de usuários do Facebook (23% do total em todo o mundo). O crescimento de 22% no número de usuários em três meses deixa o país à frente da Índia, que tem 45,7 milhões de usuários. Na liderança estão os Estados Unidos, que seguem no topo da lista com folga, com 157,2 milhões de usuários (50,6% do total).

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Estudantes não veem fé como barreira à aceitação da teoria de Darwin
21/01/2017 | 12h14

Uma pesquisa realizada com mais de 2,3 mil alunos do ensino médio no país, coordenada pelo professor Nelio Bizzo, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), constatou que a maioria dos jovens brasileiros vive em paz com suas crenças religiosas e a ciência da teoria evolutiva.

A conclusão foi possível por meio de um questionário sobre religião e ciência respondido por estudantes de escolas públicas e privadas de todas as regiões do país, com média de 15 anos de idade.

O questionário apresentava aos alunos 23 perguntas ou afirmações com as quais eles podiam concordar ou discordar em diferentes níveis. Mais de 70% disseram que se consideram pessoas religiosas e acreditam nas doutrinas de sua religião (52% católicos e 29% evangélicos, principalmente, além de 7,5% sem religião).

Ao mesmo tempo, mais de 70% disseram que a religião não os impede de aceitar a evolução biológica; e 58%, que sua fé não contradiz as teorias científicas atuais. Cerca de 64% concordaram que “as espécies atuais de animais e plantas se originaram de outras espécies do passado”. Só quando a evolução se aplica ao homem e à origem da vida, as respostas ficam divididas. Há um empate técnico, em 43%, entre aqueles que concordam e discordam que a vida surgiu naturalmente na Terra por meio de “reações químicas que transformaram compostos inorgânicos em orgânicos”.

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Leandro Lopes

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