Executivos da Odebrecht vão delatar mais de 100 políticos
22/01/2017 | 15h16

odebrecht

Nas negociações do acordo de delação premiada, executivos da construtora Odebrecht, entre eles, o ex-presidente da empresa Marcelo Odebrecht, apontaram mais de cem deputados, senadores e ministros, entre outros políticos, como beneficiários diretos de desvios de dinheiro público, ou como recebedores de outras vantagens, como repasses de verba para suas campanhas, por exemplo. Há, entre os citados, pelo menos dez governadores e ex-governadores, segundo uma fonte ligada às investigações.

Entre os citados nas negociações preliminares, estão o governadores do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB); de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB); e de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT). Não estão claras ainda as circunstâncias em que cada um dos governadores aparece no roteiro das delações.

Na lista também constam vários ex-governadores, entre eles Sérgio Cabral (PMDB-RJ). As informações sobre Cabral, que já foi citado por outros delatores, entre eles Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, são consideradas consistentes pelos investigadores.

Os acordos de delação de Marcelo e de outros diretores da empresa são os mais temidos desde o início da Operação Lava-Jato, há dois anos. Maior empreiteira do país, a Odebrecht tem obras e contratos com a administração pública dos três Poderes e em praticamente todos os estados do país. Só no ano passado, a empresa faturou mais de R$ 130 bilhões com negócios no Brasil e no exterior.

Depois de uma primeira etapa complicada, com avanços e recuos, os acordos de delação da Odebrecht estão avançando de forma significativa. Após acertos prévios com advogados, os procuradores estavam até agora conversando com os investigados. Nessas conversas prévias, os réus apresentam as linhas gerais das denúncias a serem feitas, conforme as bases estabelecidas nos entendimentos iniciais entre advogados e o Ministério Público Federal. “Foi superada a fase da conversa entre procuradores e advogados. Agora, a conversa é entre procuradores e réus. Nessas conversas eles indicam o que realmente vão dizer”, disse uma fonte que acompanha o caso.

Fonte: Valor Econômico 

veja-768x655

Na mira - Três meses após a Folha revelar a proximidade entre Benedicto Junior, ex-presidente da Odebrecht e a Prefeitura de Campos (aqui), já que ele assinou com a prefeita Rosinha Garotinho (PR) o contrato para a construção de casas populares, a coluna “Radar On-line”, da revista Veja, informou que Benedicto tem munição para comprometer o líder rosáceo. Segundo a nota, os dois eram tão afinados que o ex-governador, ao divulgar as célebres fotos da “gangue do guardanapo”, omitiu a presença do executivo da poderosa empreiteira em Paris (aqui).

CPI – O contrato da Odebrecht em Campos, para a construção de casas populares, é o maior da história do município (R$ 1 bilhão). Vereadores da oposição e do bloco independente assinaram um pedido de CPI para investigar o contrato, mas uma manobra da bancada governista jogou a CPI da Lava Jato para o final da fila e impediu que ela fosse aberta na atual legislatura.

Ação -  O Ministério Público Estadual (MPE) ajuizou ação no Fórum de Campos contra pessoas físicas e jurídicas. Inclusive, o promotor estadual Leandro Manhães foi autorizado pelo juiz federal Sérgio Moro a ouvir Marcelo Odebrecht, em Curitiba. O processo que corre na 4ª Vara Cível de Campos e tem a prefeita Rosinha como ré. Um pedido de busca e apreensão, que havia sido solicitado pelo MPE, foi suspenso.

Compartilhe
PEN fica com Caio e Arnaldo diz que é "golpe"
22/01/2017 | 15h16
[caption id="attachment_42974" align="aligncenter" width="468"]Arnaldo-e-Caio-2 Foto/Montagem: Filipe - Campos 24 Horas[/caption]

E a novela eleitoral ganha mais um capítulo.

Após uma costura “por cima”, o PEN trocou ex-prefeito Arnaldo Vianna pelo seu filho, o presidente do PDT em Campos, Caio Vianna.

Se o diretório municipal, que era presidido por Assuer Junior, defendia a aliança com Geraldo Pudim (PMDB), indicando a atual esposa de Arnaldo (Edilene Silva) como vice, a estadual achou que a melhor opção é caminhar com Caio. Antes mesmo de Arnaldo anunciar que caminharia com Pudim, os entendimentos do grupo de Caio com o PEN já estavam bem adiantados.

Com a articulação, Edilene Silva deixa de ser candidata a vice na chapa de Pudim.

Quem assumiu a presidência do PEN em Campos foi o ex-vereador Carlos Faria, o Café, aliado de Caio.

Porém, o acordo entre Arnaldo e Pudim está mantido. O ex-prefeito já teria um plano B para a vaga de vice. e deve fazer revelações na noite de hoje (29), durante a convenção do PMDB.

A briga é intensa nos bastidores e o nanico PEN virou uma moeda valiosa. O grupo de Assuer e Edilene ainda luta para reverter a decisão.

A reviravolta eleitoral que colocou Arnaldo ao lado de Pudim foi revelada na última segunda-feira (25) pelo blog "Opiniões" (aqui).

Atualização às 12h40 - Alteração no texto após a confirmação do novo diretório no site do TSE.

novo pen

 Atualização às 14h50 - Novo presidente do PEN divulgou nota:

pen

Arnaldo reforça aliança com Pudim - Em vídeo divulgado nesta sexta-feira, divulgado pelo blog "Na Curva do Rio" (aqui), o ex-prefeito Arnaldo Vianna confirmou sua presença e de seu grupo político na convenção do PMDB e apoio à candidatura de Geraldo Pudim, a quem chamou de “irmão”. Clique na imagem para ver o vídeo:

arnaldo pudim
Atualização às 21h30 - Arnaldo fala em "golpe do Coronel Bolinha" - Durante a convenção do PMDB que lançou Geraldo Pudim como candidato à Prefeitura, na noite desta sexta-feira (29), Arnaldo afirmou que a intervenção no PEN, que deixou o partido ao lado de Caio, foi um golpe. "Isso é golpe, uma coisa do Coronel Bolinha. Mas a nacional vai reverter", disparou o ex-prefeito, que colocou a manobra na conta do líder rosáceo e garantiu a esposa Edilene como candidata a vice-prefeita.
Mais informações na edição de amanhã (30) da Folha.
Compartilhe
"Tá comigo"
22/01/2017 | 15h16

Em entrevista à Folha, publicada em março no blog "Opiniões", do jornalista Aluysio Abreu Barbosa (aqui), o vereador Alexandre Tadeu (PRB) foi indagado sobre a possibilidade de voltar ao grupo rosáceo. Sem pensar duas vezes ele afirmou que "o governo já está ultrapassado" e disse: "voltar a me aliar a eles seria uma incoerência muito grande".

Porém, em recente reunião interna, o líder rosáceo brincou: "Sabe o partido do Tô Contigo? Tá comigo!".

Hoje (28), em seu programa de rádio, o secretário de governo afirmou que o PRB, do vereador Tô Contigo, vai estar ao lado do Dr. Chicão (PR), o candidato rosáceo. Veja no blog do Ralfe Reis (aqui).

No último dia 22 o vereador foi indagado sobre a sua posição na majoritária, mas até agora não respondeu .

Compartilhe
Rafael: “Usam maquiagem para esconder uma cidade falida”
22/01/2017 | 15h16

rafael

Em vídeo publicado no Facebook o vereador Rafael Diniz (PPS), que é pré-candidato a prefeito, comentou sobre a “força-tarefa” do governo municipal em ano eleitoral. “Aos 44 do segundo tempo estão pintando meio fio, tapando buracos, fazendo remendos, assumindo controle de ônibus, quando deveria ter fiscalizado lá atrás. Distribuem Cheque Cidadão e fazem listas e mais listas de contratações com prazo para acabar. Para completar, ainda falam em fiscalizar postos de Saúde e cogitam até fechar o PU da Saldanha Marinho. É dessa demagogia que estamos cansados. Uma maquiagem, pelo visto cor de rosa, para tentar esconder uma cidade falida por eles”, disparou.

Compartilhe
Hugo Leal com Caio e Gil
22/01/2017 | 15h16
hugo

Um dia após o seu pai anunciar o apoio ao prefeitável Geraldo Pudim (PMDB) (aqui), Caio Vianna reagiu se movimentando no Rio.

Ciente de especulações sobre o PSB, após o senador Romário deixar a presidência da legenda, ele foi ao encontro do deputado Hugo Leal, novo comandante do PSB no estado, e reforçou a parceria com o partido, ao lado do vereador Gil Vianna, que já foi anunciado como pré-candidato a vice-prefeito na chapa do pedetista.

Nas redes sociais, aliados de Caio estão com "sangue nos olhos" e garantem que o movimento de Arnaldo e Edilene não abala o jovem.

Vamos aguardar os próximos capítulos.

Compartilhe
No embalo da Lava Jato, Rosinha e Cabral são alvos de promotores
22/01/2017 | 15h16
cabral-e-rosinha

Por José Casado/O Globo:

"Sexta-feira passada, chegou à mesa do juiz federal Sérgio Moro, em Curitiba, uma carta de um grupo de promotores fluminenses: pediam autorização para uso de provas dos processos sobre corrupção na Petrobras nas investigações de crimes de improbidade administrativa no Estado do Rio. No alvo estão dezenas de pessoas, meia dúzia de estatais e pelo menos 19 empresas privadas. Foram indicados 15 inquéritos em curso sobre ilícitos em negócios do estado e da prefeitura do Rio.

As investigações afetam diretamente os interesses acionários dos seguintes grupos privados nacionais e estrangeiros: Odebrecht, Mitsui, Camargo Corrêa, Carvalho Hosken, Concremat, Ishibrás, MS Control, Delta, Carioca Engenharia, Queiroz Galvão, New Water, Cowan, BBPP Holdings, YPFB Transporte do Brasil, GTB-TBG Holdings, Mubadala Development, Servix, Andrade Gutierrez e OAS.

Atingem, além da Petrobras, estatais locais como Cedae, Emop, Riourbe, Riotrilhos, Edurp e autarquias. Envolvem diretamente dois ex-governadores, Sérgio Cabral e Rosinha Garotinho, e 20 pessoas físicas — de empresários como Fernando Cavendish, da empreiteira Delta, a dirigentes de empresas públicas.

Oito promotores trabalham nesse conjunto de processos civis que, no Rio, representa o principal desdobramento das investigações penais de Curitiba. Em 2014, quando começaram a ser desvendados os casos de corrupção na Petrobras, procuradores federais perceberam a recorrência de fatos e personagens nos inquéritos de Curitiba e do Rio. Pediram, e conseguiram, a transferência de provas de crimes de corrupção obtidas na época pelos promotores fluminenses.

Agora, os promotores estaduais reivindicam contrapartida, uma cooperação nas ações civis paralelas, focadas no conluio de agentes públicos e privados em prejuízo do Erário.

Para pessoas físicas, as punições previstas incluem suspensão de direitos políticos por até oito anos, perda de função e multas. Para empresas privadas, as sanções começam na interdição do acesso a incentivos fiscais e creditícios e chegam à indenização pelos danos à sociedade. Recentemente, em processos por improbidade no caso Petrobras, seis empresas (Camargo Corrêa, Sanko, Mendes Júnior, OAS, Galvão e Engevix) acabaram condenadas a pagar R$ 4,47 bilhões — 20 vezes a soma das sanções por esse tipo de crime em todo o país, até 2014.

Tem sido marcante a cooperação entre Judiciário, Ministério Público, polícia e órgãos como Banco Central, Conselho de Atividades Financeiras e Receita Federal. É novidade originada da ascensão de uma nova geração de servidores públicos concursados, devota da revolução tecnológica e de gestão. Primeiras vítimas dessa mudança foram os escritórios de advocacia privada, que há dois anos se veem obrigados à reinvenção.

Até há pouco, a experiência em Curitiba podia ser considerada exceção — tempestade perfeita no sistema de Justiça, pela soma de forças em circunstâncias excepcionais, com resultados rápidos e transformadores.

Já não é bem assim. Há evidentes desdobramentos, com objetivo similares, a despeito do burocratismo no Judiciário, que só favorece a impunidade. A iniciativa dos promotores do Rio é outro indício da reciclagem nos órgãos de defesa do interesse público".

Compartilhe
Obras do governo Rockfeller agonizam com Rosinha
22/01/2017 | 15h16

palácio da culturaPU-Saldanha

Em um tempo sem a fartura dos royalties, o ex-prefeito Rockfeller de Lima ergueu o Palácio da Cultura e o PU da Saldanha Marinho.

Agora, mesmo após bilhões injetados nos cofres da Prefeitura, as duas obras de Rock agonizam na gestão Rosinha.

O Palácio da Cultura está fechado há um bom tempo para uma interminável reforma.

Já o PU da Saldanha Marinho, em estado deplorável, corre risco de fechar, como mostrou o blog do Esdras (aqui).

Em 2014, Rock comentou sobre as duas obras. "Na década de 60 nós conseguimos erguer o Samdu da Saldanha Marinho em apenas dois meses. Isso mesmo, 60 dias. Não tínhamos muitos recursos, mas sobrava determinação e dedicação. Também construímos a sede da Apoe e o Palácio da Cultura, que na década de 70 foi considerada a obra mais bonita e moderna de todo o Brasil, com sua maquete exposta no Museu de Arte Moderna", comentou Rock (aqui).

Compartilhe
Arnaldo: "Anuncio o meu apoio à candidatura de Pudim"
22/01/2017 | 15h16
juntos
O PMDB-Campos selou na manhã desta quarta-feira (27) aliança com o ex-prefeito Arnaldo Vianna (PEN) para as eleições municipais de 2016.
O pré-candidato do PMDB à Prefeitura de Campos, Geraldo Pudim, se reuniu no Rio de Janeiro com ex-prefeito Arnaldo Vianna para formalizar a aliança, com as presenças do presidente da Alerj e estadual do PMDB, Jorge Picciani; o líder do PMDB na Alerj, deputado André Lazaroni (PMDB); o líder do governo na Alerj; deputado Edson Albertassi (PMDB); o Presidente do PEN-Campos, Assuer Júnior; e Edilene Vianna (PEN), esposa de Arnaldo Vianna. “Todo nosso processo de negociação se deu através da conjugação de plataformas. Discutimos bastante o projeto do PMDB para Campos, bem como as alternativas a nós apresentadas. Posto isso avançamos para uma aliança político-eleitoral que, se consolidada nas urnas, se desdobrará em uma governança de coalizão. Arnaldo Vianna é um grande médico e político qualificado, que emprestará sua vasta experiência ao projeto. Do ponto de vista pessoal foi muito bom retomar as conversas com doutor Arnaldo, pois sempre tive grande carinho e apreço por sua pessoa, independentemente dos momentos políticos que vivemos. Arnaldo tem visão política e serenidade, características necessárias a qualquer um que queira contribuir na gestão do município”, afirmou Pudim.
Para Arnado, a saída para Campos está na união. “Ao longo dos anos Pudim adquiriu experiência como vice-prefeito, secretário, subsecretário de estado, deputado estadual e federal. Ou seja, transitou em todas as esferas da administração pública tornando-se a melhor opção para Campos. Uma cidade com graves problemas na saúde, educação, transporte e com uma dívida imensa, precisa de um choque de gestão. Somente com muita experiência administrativa será possível retomar as rédeas da cidade a fazê-la voltar a crescer. Com a certeza que nesse momento Campos precisa de uma união de esforços para fazê-la voltar a sorrir e por tudo que estamos passando nesse momento, anuncio o meu apoio à candidatura de Geraldo Pudim, um companheiro de longa data, de várias jornadas. Vencemos juntos a eleição de 2000. Como meu vice-prefeito, foi leal quando estive doente entre a vida e a morte num leito de hospital. Quis o destino que estivéssemos durante um tempo em lados opostos na política, faz parte da vida pública, mas tenho certeza que sempre compartilhamos do mesmo pensamento, de fazer política para os que mais precisam”, afirmou o ex-prefeito.
Para o presidente estadual do PMDB, Jorge Picciani que já em 2015 convidou Pudim para retornar ao partido na condição de ser o candidato à Prefeitura de Campos, ele está preparado para o desafio. “Quem conhece o deputado Pudim, confia. É o caso do Doutor Arnaldo Viana, de quem Pudim foi vice e que agora, dá seu apoio a ele e a própria esposa para compor a vice na chapa. Eu só tive oportunidade de conhecê-lo melhor nesses dois anos que estamos juntos na Alerj. Eu, como presidente, ele, como primeiro-secretário. Descobri nele um homem público que cuida das pessoas e ao mesmo tempo um gestor competente. Daí o convite para o ingresso no PMDB e a candidatura em Campos”.
A convenção do PMDB em Campos será realizada na próxima sexta-feira (29), a partir das 18 horas, no Automóvel Clube Fluminense, com a presença de diversas lideranças políticas locais e de todo o estado, assim como do ex-prefeito de Campos, Arnaldo Vianna.
Fonte: Ascom/PMDB
A aliança entre Arnaldo e Pudim foi noticiada em primeira mão pelo blog “Opiniões”: aqui
Hoje (27), o blog Opiniões já havia adiantado que os caciques do PMDB aprovaram a união (aqui).
Atualização às 19h10 - Arnaldo anuncia Edilene como vice e fala sobre Caio - Em seu perfil no Facebook, a esposa de Arnaldo publicou uma foto com Pudim e uma fala de Arnaldo sobre a aliança. No texto, Arnaldo reforça que irá apoiar Pudim e que a candidata a vice será Edilene. Sobre Caio, chamado por Arnaldo de "meu amado filho", ele diz que o pedetista "tem todo o tempo do mundo e um dia, não tenho dúvidas, vai chegar lá. Mas Campos não pode esperar. A mudança tem que ser agora e pra já". Veja no blog "Na Curva do Rio" (aqui).
arnaldo-e-pudim-2
Compartilhe
Nildo Cardoso busca aliança com PP de Papinha
22/01/2017 | 15h16

13709757_1747736588797618_5590664457324714860_n

O vereador Nildo Cardoso (DEM) já avisou que não vai recuar e tenta fortalecer sua pré-candidatura à Prefeitura.

No momento, o parlamentar busca uma aliança com o PP, presidido em Campos pelo ex-vereador Papinha, que também se coloca como prefeitável.

O blog do Beethoven informa que, com as convenções agendadas para a próxima quarta-feira (03), DEM e PP devem confirmar Nildo Cardoso como cabeça de chapa e um vice do PP (aqui).

Compartilhe
Chapa rosácea definida: Chicão e Mauro
22/01/2017 | 15h16
[caption id="attachment_42938" align="aligncenter" width="420"]Foto: Campos 24 Horas Foto: Campos 24 Horas[/caption]

O líder rosáceo, a prefeita Rosinha, vereadores, presidentes de partidos e coordenadores do NOS estão neste momento na CDL para a reunião do "Conselhão", que vai definir o candidato da máquina à Prefeitura de Campos.

Antes mesmo da reunião começar, ganhou força a chapa com Chicão Oliveira (PR) e o vereador Mauro Silva (PSDB).

Porém, há um grupo que defende uma estratégia diferente.

Atualização - Após os discursos de Garotinho e Rosinha, que cobraram união após a decisão, os membros dos partidos começaram a usar a palavra.

Atualização às 20h55 - De acordo com o blog do Ralfe Reis, a chapa Mauro e Chicão foi escolhida (aqui).

Mais informações na edição de amanhã (28) da Folha.

Compartilhe
Sobre o autor

Alexandre Bastos

[email protected]

Arquivos