Marquinho Bacellar: "Eles querem que Rodrigo fale alguma coisa de Flávio e de Ruas"
“A prisão de Rodrigo nada mais é do que a aperta para falar. Eles querem que o Rodrigo fale alguma coisa de Flávio Bolsonaro e Douglas Ruas para mudar a história da política”, foi o que disse o vereador Marquinho Bacellar (União Brasil), no Folha no Ar, desta terça-feira (9). Ele ainda comentou sobre os supostos motivos da prisão de Rodrigo Bacellar, seu irmão e ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), e as condições impostas pelo sistema penitenciário federal. Além disso, analisou o futuro político da família Bacellar. O vereador também falou sobre a eleição da Câmara dos Vereadores e a gestão Frederico Paes (MDB) à frente da Prefeitura de Campos. Por fim, projetou as eleições de governador do Rio de Janeiro e presidente da República.
Rodrigo pressionado – “Politicamente falando, a prisão de Rodrigo nada mais é do que apertar pra falar. Eles querem que o Rodrigo fale alguma coisa de Flávio Bolsonaro e de Douglas Ruas para mudar a história da política. Então, estão apertando, mas estão apertando demais.”
Acordo político - “Para mim, eles têm um combinado da política com o judiciário. Como é que Lula, lá atrás, em um discurso, diz que o Couto ficaria até outubro, mas se quem decide é o STF, e não tinha decidido ainda? Lula já estava prevendo que iria acontecer no STF? Essas perguntas que ficam.”
Sem respostas – Alexandre de Moraes (ministro do STF) transfere Rodrigo de Bangu para o presídio federal com qual alegação? Até hoje não me deram alegação alguma. Qual risco Rodrigo leva à sociedade estando preso em Bangu?”
Situação em Mossoró – “Rodrigo está há dois meses no presídio federal, sem poder ter visita da família, sem direito a banho de sol, sem direito de qualquer ser humano. Deram opções a Rodrigo para tomar banho de sol com três facções criminosas. Então, o próprio sistema penitenciário federal também é frágil. Como é que não garante a integridade física de um preso a um direito de um banho de sol que não seja com uma facção? É algo absurdo que a gente vem vivendo, só que a gente não fica fazendo charminho e drama. Se fosse qualquer outro grupo, por exemplo o de Garotinho, sem querer ataque, esperneou em cima de uma maca, falou que foi agredido no presídio, é uma linha diferente de se colocar. A gente não se coloca como vítima.”
Dimensão política da prisão de Rodrigo – “O aspecto político de primeira mão foi um abalo, quase encerra uma história política que começou com meu pai (Marco Bacellar). Estamos nesse desafio de mais um pleito aí, de um recomeço, de reescrever a história, de mostrar que a história não começou por Rodrigo e que não vai terminar por qualquer covardia que o Rodrigo venha a sofrer.”
Estilo da família Bacellar – “A gente sempre deixou muito claro que a gente não é político, caímos na política. O povo gosta do nosso estilo Bacellar de fazer política. Mas a política não suporta esse estilo transparente, do embate, de falar o que pensa.”
Situação familiar – “Estamos arrasados. Pai, mãe, filho, neta sentem muito mais. Como irmão, sente, só que a gente é mais cascudo. Você vai no fundo do poço.”
Surpresas com as prisões - “A primeira prisão foi algo surpreendente, ninguém esperava aquilo. A segunda prisão é algo sem pé e sem cabeça. Juridicamente falando, não entendo muito, mas lógico, pesquisando muito e ouvindo muitos advogados e juízes para gente poder se embasar. A transferência de Rodrigo de Bangu pra lá (Penitenciária de Mossoró) foi totalmente ilegal e irregular.”
Motivos para a transferência – “Se especula muito que acharam o celular na cela de Rodrigo, é mentira. Estava lá (Bangu) na quarta-feira, véspera da transferência, e o presídio realmente estava tomado de agentes penitenciários, muito mais que o número normal, vistoriando as celas. Eu falei: “Rodrigo, está acontecendo alguma coisa?” e ele respondeu: “eles estão dando uma geral em todas as celas. Já deram na minha e não acharam nada. Não encontraram nada na cela de Rodrigo. Rodrigo já sabia que queriam a transferência dele para o presídio federal.”
Suposta obstrução de justiça – “Em Bangu, preso, Rodrigo está obstruindo a Justiça, de que forma? Ele (Moraes) está dizendo que o sistema carcerário é frágil e que Rodrigo, de alguma forma, estava tendo influência lá dentro (em Bangu).”
Erros de Rodrigo – “O (Carlos) Jordy colocou muito bem agora, o Rodrigo não é perfeito, Rodrigo tem seus defeitos e seus pecados. Mas ligar o Rodrigo há uma facção criminosa, quem conhece e conviveu, nem que seja por pouco tempo, sabe que isso não é verdade. Isso não tem embasamento nenhum.”
Embates de Rodrigo – “Se você for analisar as pesquisas, quando Rodrigo exonerou Washington Reis, ele sobe oito pontos na pesquisa e que não se colocava diretamente como candidato a governador do Estado. Quando o Rodrigo toma uma atitude, logicamente rígida, contra um dos maiores líderes políticos do Estado, acusado de crimes que a gente nem imagina, o carioca olha e fala o quê? É isso que a gente quer. A gente quer um cara de pulso firme para tocar esse estado e fazer esse estado sair da lama que se encontra. Se você olhar a trajetória, quando o Cláudio (Castro) errava, pisava no pé, o Rodrigo não escondia. O Rodrigo mostrava o erro, batia de frente com o erro. Você nunca vai ver um deputado tentando brigar com o governador. O governador é o máximo do Estado. Então, a maioria se curva. Já o Rodrigo, mesmo sendo amigo, ele falava o que pensava e isso paga um preço. Pesquisa no Google exo-neração de Washington e vem vendo o que está acontecendo no judiciário, na política e em cima de Rodrigo. É claro, é evidente, é cristalino, para qualquer pessoa ver.”
Pedido de Flávio negado – “É um erro que eu cometeria. Se enxergo dentro do meu grupo político, um cara que é traidor, que não está vestindo a camisa e não está dando resultado, também tomaria a ini-ciativa de afastar do grupo. A partir do momento que afasto, para voltar atrás de uma palavra, a pessoa tem que me provar que mudou e que vai vestir a camisa. Não vou voltar atrás porque alguém está me pedindo acima de mim. Isso foi um erro político. Dificilmente, um deputado ia negar um pedido de Flávio Bolsonaro, um dos caras favoritos na eleição de presidente. Rodrigo não se curvou. A decisão está tomada e, infelizmente, não posso voltar atrás. Se Cláudio quiser voltar, é um direito dele.”
Relação com TH Joias – “Muitos dizem que Rodrigo mandou uma mensagem para TH Joias. É notório que mandou, a prova está lá. Mas a gente que vive na política, sabe que a gente vive sempre esse temor de que vai ter operação. Agora, então, mais do que nunca.”
Vazamento para TH Joias – “Rodrigo não era detentor de ter aquela informação (operação contra TH Joias), não. Ele era presidente da Alerj, não é judiciário. Macário, sim, tinha o dever de ter aquela informação e de guardar aquela informação. Se ele passou, de alguma forma, e Rodrigo passou para frente, a culpa maior é dele (Macário), que tinha a função de ter e preservar aquela informação. Não acharam hoje, até agora, uma prova concreta que ligue Macário a Rodrigo. Mesmo sem prova concreta alguma, Rodrigo está em um presídio federal.”
Casos de Rodrigo e Moraes – “Nesta semana, a gente é surpreendido, por ironia do destino, a Alexandre de Moraes, supostamente, respondendo ou sendo acusado por a mesma coisa, por vazar uma informação. Ele é o detentor da informação, que não deveria passar a frente, supostamente, está sendo acusado de ter vazado uma informação. Mas ele continua no cargo, trabalhando, com a família, com os amigos e não sofreu, até agora, censura e punição. Diferente de Rodrigo, que mesmo sem ser julgado, paga pena.”
Envolvimento de Moraes com Vorcaro – “Para ser sincero, como família, como irmão de Rodrigo, fiquei muito feliz com essa notícia, mas como brasileiro muito triste. Muita gente ainda não tem a noção, acha que o STF é um órgão muito distante da gente. O STF é a última instância nossa. Se for comprovado esse fato e Moraes não for punido, está deixando claro para qualquer cidadão que não precisa obedecer a Justiça, ele pode cometer crime e se decidir não ser condenado.”
Questão nacional – “O principal problema do Brasil é o judiciário. A gente tem que ter uma reforma do judiciário passando pela política e assim por diante. Não adianta eu só mudar e a política não, a gente tem que mudar na raiz.”
Acordo político - “Para mim, eles têm um combinado da política com o judiciário. Como é que Lula, lá atrás, em um discurso, diz que o Couto ficaria até outubro, mas se quem decide é o STF, e não tinha decidido ainda? Lula já estava prevendo que iria acontecer no STF? Essas perguntas que ficam.”
Sem respostas – Alexandre de Moraes (ministro do STF) transfere Rodrigo de Bangu para o presídio federal com qual alegação? Até hoje não me deram alegação alguma. Qual risco Rodrigo leva à sociedade estando preso em Bangu?”
Situação em Mossoró – “Rodrigo está há dois meses no presídio federal, sem poder ter visita da família, sem direito a banho de sol, sem direito de qualquer ser humano. Deram opções a Rodrigo para tomar banho de sol com três facções criminosas. Então, o próprio sistema penitenciário federal também é frágil. Como é que não garante a integridade física de um preso a um direito de um banho de sol que não seja com uma facção? É algo absurdo que a gente vem vivendo, só que a gente não fica fazendo charminho e drama. Se fosse qualquer outro grupo, por exemplo o de Garotinho, sem querer ataque, esperneou em cima de uma maca, falou que foi agredido no presídio, é uma linha diferente de se colocar. A gente não se coloca como vítima.”
Dimensão política da prisão de Rodrigo – “O aspecto político de primeira mão foi um abalo, quase encerra uma história política que começou com meu pai (Marco Bacellar). Estamos nesse desafio de mais um pleito aí, de um recomeço, de reescrever a história, de mostrar que a história não começou por Rodrigo e que não vai terminar por qualquer covardia que o Rodrigo venha a sofrer.”
Estilo da família Bacellar – “A gente sempre deixou muito claro que a gente não é político, caímos na política. O povo gosta do nosso estilo Bacellar de fazer política. Mas a política não suporta esse estilo transparente, do embate, de falar o que pensa.”
Situação familiar – “Estamos arrasados. Pai, mãe, filho, neta sentem muito mais. Como irmão, sente, só que a gente é mais cascudo. Você vai no fundo do poço.”
Surpresas com as prisões - “A primeira prisão foi algo surpreendente, ninguém esperava aquilo. A segunda prisão é algo sem pé e sem cabeça. Juridicamente falando, não entendo muito, mas lógico, pesquisando muito e ouvindo muitos advogados e juízes para gente poder se embasar. A transferência de Rodrigo de Bangu pra lá (Penitenciária de Mossoró) foi totalmente ilegal e irregular.”
Motivos para a transferência – “Se especula muito que acharam o celular na cela de Rodrigo, é mentira. Estava lá (Bangu) na quarta-feira, véspera da transferência, e o presídio realmente estava tomado de agentes penitenciários, muito mais que o número normal, vistoriando as celas. Eu falei: “Rodrigo, está acontecendo alguma coisa?” e ele respondeu: “eles estão dando uma geral em todas as celas. Já deram na minha e não acharam nada. Não encontraram nada na cela de Rodrigo. Rodrigo já sabia que queriam a transferência dele para o presídio federal.”
Suposta obstrução de justiça – “Em Bangu, preso, Rodrigo está obstruindo a Justiça, de que forma? Ele (Moraes) está dizendo que o sistema carcerário é frágil e que Rodrigo, de alguma forma, estava tendo influência lá dentro (em Bangu).”
Erros de Rodrigo – “O (Carlos) Jordy colocou muito bem agora, o Rodrigo não é perfeito, Rodrigo tem seus defeitos e seus pecados. Mas ligar o Rodrigo há uma facção criminosa, quem conhece e conviveu, nem que seja por pouco tempo, sabe que isso não é verdade. Isso não tem embasamento nenhum.”
Embates de Rodrigo – “Se você for analisar as pesquisas, quando Rodrigo exonerou Washington Reis, ele sobe oito pontos na pesquisa e que não se colocava diretamente como candidato a governador do Estado. Quando o Rodrigo toma uma atitude, logicamente rígida, contra um dos maiores líderes políticos do Estado, acusado de crimes que a gente nem imagina, o carioca olha e fala o quê? É isso que a gente quer. A gente quer um cara de pulso firme para tocar esse estado e fazer esse estado sair da lama que se encontra. Se você olhar a trajetória, quando o Cláudio (Castro) errava, pisava no pé, o Rodrigo não escondia. O Rodrigo mostrava o erro, batia de frente com o erro. Você nunca vai ver um deputado tentando brigar com o governador. O governador é o máximo do Estado. Então, a maioria se curva. Já o Rodrigo, mesmo sendo amigo, ele falava o que pensava e isso paga um preço. Pesquisa no Google exo-neração de Washington e vem vendo o que está acontecendo no judiciário, na política e em cima de Rodrigo. É claro, é evidente, é cristalino, para qualquer pessoa ver.”
Pedido de Flávio negado – “É um erro que eu cometeria. Se enxergo dentro do meu grupo político, um cara que é traidor, que não está vestindo a camisa e não está dando resultado, também tomaria a ini-ciativa de afastar do grupo. A partir do momento que afasto, para voltar atrás de uma palavra, a pessoa tem que me provar que mudou e que vai vestir a camisa. Não vou voltar atrás porque alguém está me pedindo acima de mim. Isso foi um erro político. Dificilmente, um deputado ia negar um pedido de Flávio Bolsonaro, um dos caras favoritos na eleição de presidente. Rodrigo não se curvou. A decisão está tomada e, infelizmente, não posso voltar atrás. Se Cláudio quiser voltar, é um direito dele.”
Relação com TH Joias – “Muitos dizem que Rodrigo mandou uma mensagem para TH Joias. É notório que mandou, a prova está lá. Mas a gente que vive na política, sabe que a gente vive sempre esse temor de que vai ter operação. Agora, então, mais do que nunca.”
Vazamento para TH Joias – “Rodrigo não era detentor de ter aquela informação (operação contra TH Joias), não. Ele era presidente da Alerj, não é judiciário. Macário, sim, tinha o dever de ter aquela informação e de guardar aquela informação. Se ele passou, de alguma forma, e Rodrigo passou para frente, a culpa maior é dele (Macário), que tinha a função de ter e preservar aquela informação. Não acharam hoje, até agora, uma prova concreta que ligue Macário a Rodrigo. Mesmo sem prova concreta alguma, Rodrigo está em um presídio federal.”
Casos de Rodrigo e Moraes – “Nesta semana, a gente é surpreendido, por ironia do destino, a Alexandre de Moraes, supostamente, respondendo ou sendo acusado por a mesma coisa, por vazar uma informação. Ele é o detentor da informação, que não deveria passar a frente, supostamente, está sendo acusado de ter vazado uma informação. Mas ele continua no cargo, trabalhando, com a família, com os amigos e não sofreu, até agora, censura e punição. Diferente de Rodrigo, que mesmo sem ser julgado, paga pena.”
Envolvimento de Moraes com Vorcaro – “Para ser sincero, como família, como irmão de Rodrigo, fiquei muito feliz com essa notícia, mas como brasileiro muito triste. Muita gente ainda não tem a noção, acha que o STF é um órgão muito distante da gente. O STF é a última instância nossa. Se for comprovado esse fato e Moraes não for punido, está deixando claro para qualquer cidadão que não precisa obedecer a Justiça, ele pode cometer crime e se decidir não ser condenado.”
Questão nacional – “O principal problema do Brasil é o judiciário. A gente tem que ter uma reforma do judiciário passando pela política e assim por diante. Não adianta eu só mudar e a política não, a gente tem que mudar na raiz.”
Diferença entre TH Joias e Vorcaro – “Lógico que não (se tivesse contratado o escritório Viviane Barci de Moraes, esposa de Moraes). A única diferença que eu vejo até agora nesse suposto vazamento de informação de Moraes e o de Rodrigo, é uma pergunta. TH Joias: deixo a carne ou tiro? Vorcaro: vou embora do país ou não? Só essa diferença que vejo até agora.”
Intervenção no RJ – “A única forma que tinha de prender Rodrigo, sem flagrante, sem nada, seria ligar ele a um crime federal. A ADPF das Favelas veio com uma função de ser usada para manipular a eleição do Estado do Rio de Janeiro. No Rio, para a esquerda ganhar da direita teria que suar muito. Teria que escolher um nome muito bom e não conseguiram fazer isso até hoje, mesmo com toda a terra arrasada que a direita está passando, com toda a perseguição que a direita está passando, não se coloca nome favorito de esquerda no Estado do Rio de Janeiro. É muito difícil.”
Ingratidão de aliados – “Algumas entendo como normal. Tinha gente que não tinha raiz com a gente, que passou pelo grupo político por um momento e teve gente que veio de raiz. Uns 80% me magoam muito, enxergo muita ingratidão. Se vejo que aconteceu, o mínimo que espero é um vídeo, uma declaração de apoio. Até encontrei com a Madeleine, no sábado, em Farol de São Tomé, conversei com ela, mas o movimento que ela fez para anunciar sua saída do grupo foi muito precoce e radical. Outros que saíram sem declarar nada, é uma mágoa que a gente carrega. Tinha gente que tinha mais contato com o Rodrigo do que eu, que sou irmão.”
Eleição da Mesa Diretora – “Tive com o prefeito (Frederico) por duas vezes ou três, para tratar de problemas e ele falou de Silvinho. A gente brinca que Silvinho é o Pelé da política. Ele passa e não se arranha com ninguém. Só que só tem que combinar com o ex-prefeito (Wladimir Garotinho). Acho que ele ainda tem essa ambição de querer ter uma rédea. Qualquer decisão é depois da eleição, a gente não sabe o que vai acontecer na eleição. Qualquer um que Wladimir botar o dedo, estou fora. Não é segredo para ninguém que não suporto o estilo de fazer política deles. Não suporto a pessoa, Wladimir. Vou tentar ao máximo para que a oposição ganhe.”
Gestão Frederico Paes – “Acho que algumas atitudes e mudanças na cidade já deveriam ter sido feitas, em relação até a pastas e secretarias, porque tem gente ali que não vai somar em nada, é uma ân-cora que ele está carregando. Acho que, realmente, ele só vai começar a tomar atitude a partir de outubro. Vou esperar qual vai ser a atitude dele e vou decidir se eu volto a abrir a caixa de ferramenta dos problemas da minha forma, ou se eu vou procurar um consenso.”
Nota para Frederico – “Cinco porque a metade ou mais ainda é Wladimir. Uma metade é zero e a metade dele (Frederico) é cinco.”
Eleição para governador e presidente – “Vejo uma eleição totalmente aberta, tanto para governador quanto para presidente. Depois do dia 4 (de outubro), vamos discutir quem realmente está pronto para ser nosso presidente e governador. Aqui (Rio), Eduardo Paes contra Douglas Ruas e Lula contra Flávio Bolsonaro.”
Intervenção no RJ – “A única forma que tinha de prender Rodrigo, sem flagrante, sem nada, seria ligar ele a um crime federal. A ADPF das Favelas veio com uma função de ser usada para manipular a eleição do Estado do Rio de Janeiro. No Rio, para a esquerda ganhar da direita teria que suar muito. Teria que escolher um nome muito bom e não conseguiram fazer isso até hoje, mesmo com toda a terra arrasada que a direita está passando, com toda a perseguição que a direita está passando, não se coloca nome favorito de esquerda no Estado do Rio de Janeiro. É muito difícil.”
Ingratidão de aliados – “Algumas entendo como normal. Tinha gente que não tinha raiz com a gente, que passou pelo grupo político por um momento e teve gente que veio de raiz. Uns 80% me magoam muito, enxergo muita ingratidão. Se vejo que aconteceu, o mínimo que espero é um vídeo, uma declaração de apoio. Até encontrei com a Madeleine, no sábado, em Farol de São Tomé, conversei com ela, mas o movimento que ela fez para anunciar sua saída do grupo foi muito precoce e radical. Outros que saíram sem declarar nada, é uma mágoa que a gente carrega. Tinha gente que tinha mais contato com o Rodrigo do que eu, que sou irmão.”
Eleição da Mesa Diretora – “Tive com o prefeito (Frederico) por duas vezes ou três, para tratar de problemas e ele falou de Silvinho. A gente brinca que Silvinho é o Pelé da política. Ele passa e não se arranha com ninguém. Só que só tem que combinar com o ex-prefeito (Wladimir Garotinho). Acho que ele ainda tem essa ambição de querer ter uma rédea. Qualquer decisão é depois da eleição, a gente não sabe o que vai acontecer na eleição. Qualquer um que Wladimir botar o dedo, estou fora. Não é segredo para ninguém que não suporto o estilo de fazer política deles. Não suporto a pessoa, Wladimir. Vou tentar ao máximo para que a oposição ganhe.”
Gestão Frederico Paes – “Acho que algumas atitudes e mudanças na cidade já deveriam ter sido feitas, em relação até a pastas e secretarias, porque tem gente ali que não vai somar em nada, é uma ân-cora que ele está carregando. Acho que, realmente, ele só vai começar a tomar atitude a partir de outubro. Vou esperar qual vai ser a atitude dele e vou decidir se eu volto a abrir a caixa de ferramenta dos problemas da minha forma, ou se eu vou procurar um consenso.”
Nota para Frederico – “Cinco porque a metade ou mais ainda é Wladimir. Uma metade é zero e a metade dele (Frederico) é cinco.”
Eleição para governador e presidente – “Vejo uma eleição totalmente aberta, tanto para governador quanto para presidente. Depois do dia 4 (de outubro), vamos discutir quem realmente está pronto para ser nosso presidente e governador. Aqui (Rio), Eduardo Paes contra Douglas Ruas e Lula contra Flávio Bolsonaro.”