A maratona sub-2 e a tentação de explicar o inexplicável
28/04/2026 | 16h06
A cada grande performance na maratona, surge quase um movimento automático: cada área tenta reivindicar para si a explicação do feito.

Uns apontam para a revolução dos supertênis.

Outros para a nutrição — e, de fato, há uma transformação importante em curso. Se antes protocolos com 60 g de carboidratos por hora já eram considerados agressivos, hoje se discute 100, 120 g por hora, estratégias individualizadas, blends glicose-frutose e até compostos voltados à fadiga central.

Há também os que olham para os métodos de treinamento: zonas mais refinadas, controle de carga, especificidade e microajustes.

A fisioterapia e a ciência da recuperação destacam o papel do recovery — sono, regeneração, capacidade de sustentar qualidade em blocos sucessivos.

A psicologia do esporte chamará atenção para a dimensão cognitiva: tolerância ao sofrimento, foco e regulação do esforço.

E todos têm razão. Mas talvez parcialmente.

Porque existe uma provocação que me parece inevitável: e se o fator primordial ainda for genética?

Em alto nível, quase todos treinam muito parecido. Quase todos têm acesso a boa nutrição, ciência aplicada, materiais avançados e excelentes estruturas.

Mas poucos possuem aquilo que não se fabrica: economia de corrida extraordinária, eficiência metabólica rara e tolerância fisiológica incomum.

Cada área tende a puxar a narrativa para si: foi o tênis, foi o gel, foi o recovery, foi o trabalho mental. Mas talvez pai, avô e bisavô tenham participado mais do que se admite.

Outro ponto pouco comentado é que muitos desses grandes maratonistas são, antes de tudo, homens da pista. Vieram dos 5.000 e 10.000 metros. E talvez isso importe muito.

Porque a maratona continua sendo, em grande medida, uma expansão dessa base. Curiosamente, o dado que talvez mais impressione não é o protocolo nutricional ou o tênis — é o negative split. Correr a segunda metade da maratona mais rápida do que a primeira não é marketing. É fisiologia. É sinal de controle, reserva e domínio do esforço.

No fim, tudo importa: tênis ajudam, nutrição ajuda, recovery ajuda, método ajuda.

Mas talvez o fenômeno extraordinário comece em outro lugar. Na genética.

E talvez a verdadeira sofisticação esteja em reconhecer que performance extrema nunca nasce de um único fator — mas da interação entre todos eles.
Por vezes, na maior parte das vezes, o simples tem um papel bem importante, vide o relógio Garmin 55 usado pela fera, recordista mundial na distância. Bons treinos!
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Recorde batido na maratona: quem foi o "o culpado"?
27/04/2026 | 12h18
Todos falando do recorde batido ontem (26) na maratona a de Londres - as pessoas debatiam se a fisiologia humana poderia fazer isso. A conquista, outrora inconcebível, foi quebrada não por um corredor, mas por dois! Sabastian Sawe, 1:59:30 e Yomif Kejelcha com 1:59:41.
Sensacional. Muito!
Quais foram os elementos que podem ter feito a diferença para os atletas em questão?
Tênis, alimentação, sono, treinamento, ou ótima condição oferecida aos atletas no pré e no pós treinos?
Difícil ter um só fator para que seja chamado de "o culpado" destas belezuras de resultados. Mas tenho minha opinião, num próximo post, bons treinos. 
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Cinco minutos. Grande impacto. Menos sentar. Mais passos.
15/04/2026 | 15h01
Um novo estudo do The Lancet mostra como pequenas mudanças de hábito - como alguns minutos extras de caminhada por dia - estão ligadas a uma redução significativa do risco de mortalidade precoce.
Pequenas mudanças na atividade física podem fazer uma grande diferença. Meta-análise sugere que 5 minutos extras de atividade física moderada por dia estão associados a uma redução de até 6% de todas as mortes nos adultos menos ativos.
Cinco minutos. Grande impacto. Menos sentar. Mais passos. A longevidade começa com pequenos passos, literalmente. 
Bons treinos!
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Sistema Imunológico e Treinamento Esportivo
08/04/2026 | 06h22
Durante muito tempo, acreditou-se que treinar em alto nível aumentava o risco de doenças, mas hoje entendemos melhor: não é o volume alto que causa o problema. É a falta de adaptação para suportar esse volume.

O sistema imunológico não é um inimigo da performance, ele é um indicador de como você está treinando. Se você vive cansado, doente ou quebrado… provavelmente o erro não está na intensidade - mas na estrutura do processo.

Performance sustentável exige: base bem feita, progressão inteligente, recuperação respeitada. Treinar muito é para poucos. Treinar bem é para quem está no caminho não certo.
Saúde e performance caminham juntas e durante anos se acreditou na famosa curva em “J”:

Sedentário = alto risco;

Moderado = menor risco;

Muito treino = risco sobe novamente.

Mas… isso não é tão simples. O que a ciência recente mostra: o problema não é treinar muito, o problema é não estar *otimizado para treinar muito.

Atleta não *otimizado: aumenta carga aumenta risco de doença. Atleta parcialmente *otimizado: consegue sustentar mais, mas com limitações. Atleta bem *otimizado: alta performance com baixo risco.

O que significa estar *otimizado?

-Recuperação adequada;

-Sono de qualidade;

-Nutrição ajustada;

-Controle de carga;

-Base aeróbica bem construída.

Mais treino mais risco? Não!
Mais treino sem controle aumenta o risco. Mais treino com estrutura menos riscos e mais evolução.

O sistema imunológico funciona como um termômetro do seu treino. Se você adoece com frequência, algo não está bem ajustado. Performance de verdade não é só treinar mais. É treinar melhor.
Bons e corretos treinos!
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Corrida APTO+RUN: Esporte, Bem-Estar e Solidariedade
01/04/2026 | 03h46
A corrida parece ter conquistado o coração de todos. E esse mesmo coração, agora mais feliz, também se torna mais forte e preparado.
O movimento cresce de forma consistente — e, ao que tudo indica, veio para ficar. Torna-se cada vez mais sólido, refletindo uma mudança real no comportamento das pessoas, que buscam mais saúde, bem-estar e conexão.

É justamente dentro desse cenário que iniciativas como o APTO + RUN ganham ainda mais sentido.

Mais do que uma simples corrida, o evento nasce como um encontro entre esporte, qualidade de vida e integração. Uma proposta que vai além do desempenho, valorizando a experiência, o convívio e o cuidado com o corpo e a mente — algo cada vez mais presente no universo da corrida.

APTO + RUN: Esporte, Bem-Estar e Solidariedade

Prepare os tênis e o coração! O APTO + RUN chega para transformar a sua manhã de domingo em uma experiência completa de saúde, integração e diversão para toda a família.

Com largada direto do empreendimento, o evento une a energia de um treino de 5km com momentos de relaxamento, música e um café da manhã especial. Mais do que um treino, é um convite a viver o movimento de forma mais leve, coletiva e significativa.

Programação
Data: 19 de abril de 2026
Largada: 07h00 (no Stand do Apto+, na Rua Nações Unidas, nº 88 - Parque Tamandaré)
Distância: 5km (corrida ou caminhada)
O que está incluso
Camisa oficial do evento
Medalha de participação (para todos os concluintes)
Mesa de café da manhã completa no FBC
Pontos de hidratação ao longo do percurso

Premiação
Premiação para os 5 melhores tempos nas categorias:
Masculino
Feminino
Muito além da corrida
O APTO + RUN foi pensado para todos:
Aula de Yoga com Satya Yoga
Aula de alongamento
DJ durante todo o evento
Recreação infantil
Sorteio de brindes exclusivos

Inscrição Solidária
Mais do que participar, é também contribuir.
Além da inscrição, será obrigatória a entrega de 1kg de alimento não perecível, que será destinado a uma instituição de caridade local.

Eventos como esse mostram, na prática, a força desse novo momento da corrida — mais inclusivo, mais humano e cada vez mais presente na vida das pessoas.

Parabéns a todos que já entenderam essa transformação e seguem impulsionando o esporte como ferramenta de saúde, conexão e impacto positivo.
Inscrições por aqui: APTO+RUN.
Bons treinos!
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Sobre a importância do respeito às distâncias nas provas de rua
25/03/2026 | 12h44

Recentemente compartilhei uma reflexão direcionada aos organizadores de provas de rua, destacando a importância de maior atenção e rigor no cumprimento das distâncias previamente divulgadas.
Esse aspecto, embora possa parecer simples para quem não vivencia o dia a dia da corrida, tem impacto direto na experiência e no planejamento de atletas de todos os níveis.

A mensagem teve como objetivo contribuir para o fortalecimento do movimento da corrida na cidade, especialmente em um momento de crescimento significativo do número de eventos. Naturalmente, esse avanço traz consigo novos desafios relacionados à organização e à padronização da qualidade das provas.

Fui informado de que o conteúdo do último post chegou aos organizadores, o que demonstra abertura para o diálogo e para a construção coletiva de melhorias. Ainda assim, de acordo com registros de muitos corredores em seus dispositivos de treino, na prova realizada no domingo, dia 22, a distância proposta não foi plenamente aferida conforme o esperado.

Por outro lado, é justo reconhecer que houve evolução em relação ao evento anterior. As melhorias percebidas representam um sinal positivo para toda a comunidade de corredores e merecem ser valorizadas. Parabenizo, portanto, todos os envolvidos pelo empenho e pelos avanços apresentados.

Acredito que, em atividades esportivas, o conhecimento técnico específico da modalidade e a presença de profissionais experientes são fatores fundamentais para a consolidação de eventos cada vez mais organizados e seguros. Nesse sentido, observa-se que a equipe técnica responsável nesta edição apresentou importantes acertos.

Reforço, de forma respeitosa e construtiva, a importância de que as distâncias divulgadas sejam cada vez mais precisas, garantindo transparência, confiança e valorização do esporte.

Seguimos confiantes na evolução das provas e no fortalecimento do calendário esportivo local.

Bons treinos!
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Carta aberta aos organizadores de corrida
17/03/2026 | 15h50
Diante do crescimento da corrida de rua, nas suas mais variadas distâncias e terrenos, nós, corredores e responsáveis por assessorias de corrida, gostaríamos de destacar que um grande percentual dos praticantes busca evoluir seus tempos nas distâncias clássicas existentes no meio, como 5 km, 10 km e 21,1 km.

Viemos, por meio deste, pedir encarecidamente que as distâncias propostas nas provas sejam rigorosamente respeitadas.

Não há problema que eventuais erros ocorram para mais, mas nunca para menos.

Atenciosamente,

Bons treinos!
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O maior maratonista da história novamente no Brasil
11/03/2026 | 16h28
Eliud Kipchoge, considerado o maior maratonista da história, confirmou presença na NB 42K em Porto Alegre no dia 12 de julho de 2026. A participação faz parte do projeto "Eliud Running World", onde ele planeja correr em sete continentes.
Kipchoge, bicampeão olímpico, sendo a primeira vez na Maratona Olímpica RIO 2016, busca inspirar corredores e impulsionar a cultura de corrida no Brasil.
Devido à presença do atleta, 5 mil novas inscrições serão abertas em 18 de março.
Importante observar que o melhor tempo na distância no País, alcançado exatamente pelo corredor na sua passagem pelo Rio 2016, com o tempo de 2:08'44", onde levou a medalha de ouro.
Detalhes da vinda de Kipchoge ao Brasil:
Prova: NB 42K Porto Alegre (42km, 21km, 10km, 5km).
Data: 12 de julho de 2026.
Local: Porto Alegre, Rio Grande do Sul.
Motivo: Etapa do projeto pessoal de correr uma maratona em cada continente (América do Sul).
Inscrições: Lote extra com 5 mil novas vagas disponível a partir de 18 de março de 2026.
Contexto: A prova é reconhecida com o selo Elite Label da World Athletics.
Em tempo: corredores de Campos e São João da Barra estarão por lá participando da prova. Bons treinos!

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EXERCÍCIO & ENVELHECIMENTO: 4 pilares fundamentais
02/03/2026 | 19h18
EXERCÍCIO & ENVELHECIMENTO

O caminho para uma vida longa e saudável.
Quando falamos em saúde e longevidade, alguns pilares fisiológicos são fundamentais para que isso aconteça.

Durante muito tempo, a força muscular foi considerada o principal marcador físico associado ao envelhecimento saudável — e ela continua sendo extremamente importante para a autonomia funcional e qualidade de vida.

No entanto, a ciência mais recente tem mostrado que a aptidão cardiorrespiratória, representada principalmente pelo VO? máximo (capacidade do organismo de captar e utilizar oxigênio), se consolidou como um dos mais fortes preditores de longevidade já identificados.

Diversos estudos indicam que níveis mais elevados de aptidão aeróbia estão fortemente associados a menor risco de mortalidade e melhor saúde ao longo da vida.

Isso não significa adotar uma visão reducionista, na qual um sistema seria mais importante que outro.

Pelo contrário.

O que a ciência mostra hoje é que a longevidade funcional depende da integração e do desenvolvimento equilibrado de diferentes capacidades do corpo, entre elas:

aptidão cardiorrespiratória
força muscular
equilíbrio neuromotor
saúde cerebral.

Todos esses sistemas são fundamentais.

Mas é importante reconhecer e valorizar aquilo que as evidências científicas mais recentes têm demonstrado com maior clareza.
A ciência mostra que quatro sistemas do corpo estão fortemente associados à longevidade e à qualidade de vida:

VO? máximo

Força muscular

Equilíbrio

Saúde cerebral

Treinar essas capacidades significa viver mais e melhor.

1- VO2 MÁXIMO

A aptidão cardiorrespiratória é considerada um dos mais fortes marcadores fisiológicos de longevidade. O VO? máximo representa a capacidade do organismo de captar e utilizar oxigênio durante o exercício.

Valores mais elevados estão associados a melhor saúde cardiovascular, maior capacidade funcional e menor risco de doenças crônicas.

Estudos mostram que indivíduos com maior aptidão cardiorrespiratória podem apresentar até 80% menor risco de mortalidade.

Referência: Mandsager K. et al., JAMA Network Open, 2018.


2- FORÇA MUSCULAR

A força muscular é um dos principais determinantes da autonomia funcional. Ela está diretamente relacionada à capacidade de realizar atividades do dia a dia, como levantar da cadeira, subir escadas e manter independência ao longo do envelhecimento.

Pesquisas mostram que indivíduos com maior força muscular apresentam cerca de 31% menor risco de mortalidade.

Referência: García-Hermoso A. et al., Archives of Physical Medicine and Rehabilitation, 2018.


3- EQUILÍBRIO E CONTROLE MOTOR

O equilíbrio depende da integração entre sistema nervoso, visão e propriocepção. Ele é um importante marcador da saúde neuromuscular e da capacidade funcional no envelhecimento.

Um estudo mostrou que pessoas incapazes de permanecer 10 segundos em um pé só apresentaram 84% maior risco de mortalidade.

Esse trabalho, conduzido pelo pesquisador brasileiro Claudio Gil Soares de Araújo, ganhou destaque internacional na área de medicina do exercício.

Referência: Araújo CGS et al., British Journal of Sports Medicine, 2022.

4- SAÚDE CEREBRAL

O exercício físico promove importantes adaptações no cérebro. Entre os principais benefícios estão a melhora da memória, aumento da capacidade cognitiva e maior neuroplasticidade.

A prática regular de atividade física está associada a uma redução de aproximadamente 30% a 35% no risco de declínio cognitivo ao longo do envelhecimento.

Referência: Erickson KI et al., PNAS, 2011.


INTEGRAÇÃO DOS SISTEMAS: A LONGEVIDADE FUNCIONAL
Esses quatro sistemas funcionam de forma integrada. Quando treinamos o corpo, estimulamos simultaneamente o sistema cardiorrespiratório, o sistema muscular, o controle neuromotor e a função cerebral. O movimento regular é um dos mais importantes determinantes de saúde ao longo da vida.

CONCLUSÃO: TREINE PARA VIVER MELHOR

A longevidade funcional depende da preservação de quatro pilares: VO? máximo; Força muscular; Equilíbrio; Saúde cerebral.

Treinar essas capacidades significa preservar saúde, autonomia, mobilidade e qualidade de vida ao longo dos anos.
Bons treinos!

Marcos Almeida - mestre em ciência da motricidade humana
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Planejando sua nutrição pré/intra/pós corrida. Por Fabiana Trindade.
20/02/2026 | 13h06
Você é um corredor (a) apaixonado (a) procurando levar seu desempenho para o próximo nível? Em caso afirmativo, você sabe que a nutrição adequada é importante para alimentar suas corridas e maximizar seus resultados. Seja você um maratonista experiente ou apenas começando, planejar sua nutrição pré, intra e pós corrida é crucial para atingir seus objetivos.
A composição das refeições depende de fatores como horário de início dos exercícios, duração, intensidade, e de questões individuais como facilidade de digestão dos alimentos e preferências. Cuide muito bem da hidratação em todos os momentos, inclusive no dia anterior ao treino ou prova.
A chave para a nutrição pré-treino é comer uma refeição ou lanche com carboidratos e baixo teor de gordura e fibras. Os carboidratos são a principal fonte de combustível para correr e são digeridos de forma rápida e fácil pelo seu corpo. Gordura e fibra, por outro lado, demoram mais para serem digeridas e podem causar problemas gastrointestinais durante o exercício.
O volume de alimentos presente nas refeições varia de acordo com o horário do treino, e quanto tempo depois da refeição você faz o seu treino. A seguir vou deixar alguns exemplos de refeição pré-treino, que variam de acordo com o intervalo da refeição até a hora do treino: Torrada com geleia, Banana com mel ou Suco integral de fruta com pão e queijo, por exemplo.
A reposição de carboidrato durante o treino visa fornecer energia ao corredor e retardar a fadiga, prolongando o tempo de exercício. Temos vários géis de carboidrato e bebidas de carboidrato disponíveis no mercado.
Chegamos nos pós-treino. Os principais objetivos no pós-treino é a recuperação adequada. A refeição após uma sessão de treino deve ser bem completa para garantir uma boa recuperação. Se a refeição após o treino for uma refeição grande (almoço ou jantar) uma sugestão seria: arroz, feijão, proteína (frango, carne, peixe ou ovos) e salada de alface. Lembre-se: o básico funciona.
Se a refeição pós-treino for um lanche, um exemplo seria: pão com ovos mexidos e uma porção de fruta ou um shake: 1 fruta + aveia + Whey protein.

Para treinos mais longos e provas, também é importante a reposição de eletrólitos, que são sais minerais eliminados pelo suor.

Orientações extras:
- Entenda que a comida que entra no seu prato vai aparecer nos seus resultados: na recuperação, no peso, na energia e até no humor;
- Não conte com a água disponível na corrida. Leve a sua garrafinha;
* Não testar nada novo no dia de prova! Por isso, se precisar adequar ou testar alguma suplementação, é necessário que você faça isso
nos treinos longos que antecedem a prova, e não no dia da prova. Para garantir um bom resultado final na prova, é importante planejamento. Como horários, tempo previsto para o percurso, postos de abastecimento, capacidade de transporte de líquidos ou alimentos. Tudo isso deve ser conversado e planejado juntamente com a nutricionista.
Fabiana Trindade CRN 20100548
Nutricionista com especialização em Esportiva e Doenças Crônicas Não Transmissíveis
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Sobre o autor

Marcos Almeida

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