Agência no Calçadão do Bradesco deve mudar de endereço
09/09/2023 | 07h38

O Bradesco deve fazer uma mudança de endereço em Campos, envolvendo a sua principal agência. É a que fica no Boulevard Francisco de Paula Carneiro, certamente subutlizada. A área que o banco ocupa sediou o Cine Teatro Trianon, negociado nos anos 70.
O Bradesco planeja usar um prédio de dois andares, que é próprio, localizado na Praça do Santíssimo Salvador. A informação é do presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Edvar Júnior, dada em entrevista à "Folha FM".
No mês de março, o Bradesco fechou a agência da Av. 28 de Março, justamente quando completou 80 anos. O Sindicato dos Bancários, na época, protestou, porque várias demissões foram feitas.
Em nota oficial, o sindicato lamentou que o Bradesco, ao invés de celebrar o crescimento da instituição e de seus lucros, valorizando os bancários, optou por fechar agências e fazer demissões.
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A cidade de Campos em outros (e melhores) tempos no desfile de 7 de Setembro
08/09/2023 | 11h56
 
A advogada Julieta Vianna em um desfile de 7 de Setembro, nos anos 60. Na época, a Rua Alberto Torres ficava assim - tomada por um público grande para acompanhar as represdentações das instituições de ensino. A foto abaixo é o retrato de hoje, em tempos de Cepop, com uma arquibancada um tanto vazia.
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A Biblioteca Municipal está fechada e as instituições em Campos caladas
07/09/2023 | 07h23


A Biblioteca Municipal Nilo Peçanha está fechada. Desde o governo Rosinha Garotinho foi desalojada do Palácio da Cultura. Por um período, ocupou uma casa alugada na Rua Salvador Corrêa. Mas, há anos, ficou sem teto. Está inacreditavelmente desativada.

Daí que chama a atenção o fato de as instituições na cidade, envolvendo a comunidade acadêmica, estarem caladas, indiferentes. Nenhuma delas se manifesta.
É torcer para que o protesto da professora e escritora Arlete Sendra — doadora de livros à biblioteca — seja o passo inicial para que a sociedade civil reaja. E, afinal, cobre uma posição da silenciosa Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima.

Presidida por Auxiliadora Freitas, a Fundação Cultural está com a sede desativada, razão pela qual a biblioteca, instalada ali, desde a inauguração do prédio, nos anos 1970, no governo Rockfeller de Lima, saiu de cena, após um pouso em uma casa na Rua Salvador Corrêa.

SEM COBRANÇA

E sem a biblioteca, mesmo com todo o seu lastro histórico, estranhamente não há manifestação apolítica e apartidária da sociedade civil. O governo Wladimir Garotinho não é cobrado. Inversamente há uma mobilização em torno do fechamento da livraria Ao Livro Verde.

Registre-se que o jornalista Edmundo Siqueira se manifestou no seu blog, hospedado no site da Folha da Manhã. Ele escreveu: “Em uma cidade que valoriza a cultura uma biblioteca municipal de 150 anos teria lugar de destaque”. É verdade.

Edmundo Siqueira lamenta que a biblioteca esteja desativada, e o seu acervo acondicionado no Arquivo Público, envolvendo inclusive o material doado por Annita Peçanha, viúva do estadista Nilo Peçanha.
NAS REDES SOCIAIS
O fechamento da biblioteca ganhou as redes sociais. E muitos campistas, que residem fora, manifestam inconformismo. Um dos depoimentos é de Ana Chrystina Mignot, professora na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Palavras de Ana Chrystina: “Somo minha indignação à dos campistas que lutam pela educação, cultura e ciência na cidade. Onde estão os livros? O que foi feito dos livros doados pela querida professora Arlete Sendra? Onde está a biblioteca municipal?”.

Solidária com o relato de Arlete Sendra, que cobra o paradeiro dos quase 300 livros que doou à biblioteca, a professora Jane Wagner, moradora no Rio, diz: “Também tenho livros a doar, mas a quem? Saberão dar-lhes o valor que eu lhes dou?”.
OBS: A foto da postagem é antiga, feita antes da biblioteca seja deslojada do Palácio da Cultura.
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Marquinho Bacellar anuncia obra que ligará Estrada dos Ceramistas ao Porto do Açu
05/09/2023 | 18h24
Durante sua agenda no Rio de Janeiro, o presidente da Câmara Municipal de Campos, Marquinho Bacellar, anunciou nesta terça-feira (15) que, em 15 dias, o Departamento de Estradas de Rodagem do Rio de Janeiro (DER-RJ) iniciará uma obra para ligar a RJ-238 (Estrada dos Ceramistas) até o Porto do Açu.

Participaram do encontro o vereador campista Igor Pereira e o presidente do DER-RJ, Pedro Ramos. De acordo com Marquinho, a intervenção ocorrerá na altura do Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) de Donana. O trecho será diretamente conectado ao Porto do Açu.
OUTRAS OBRAS 

Ao falar da obra, Pedro Ramos disse que a determinação do governador Cláudio Castro é atender à região.

— Os vereadores trouxeram isso à pauta, e nós tiramos do papel —, frisou Ramos, acrescentando que a intervenção começará a ser feita nos próximos dias.

Pedro Ramos disse mais:

— A empresa foi contratada e temos contrato assinado. É importante destacar que este é o primeiro trecho, e futuramente teremos outras obras. A meta é transformar toda aquela área do Porto do Açu. Já temos a Ponte da Integração, quase concluída, e as estradas RJ-194 e RJ-196, que proporcionarão o escoamento para a região.
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As campistas não desgrudam das séries coreanas
05/09/2023 | 07h17
Grudadas na TV. A febre da dorama envolve, também, as campistas. São raros os grupos de mulheres que não têm pelo menos uma que não acompanha os romances coreanos nas plataformas de streaming.

A versão das que assistem as produções coreanas, cujo formato está sendo exportado para o mundo afora, é a seguinte: “se não quer viciar, não comece a assistir”. Deve ser por aí.


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Onde estão os livros doados pela escritora Arlete Sendra para a Biblioteca Municipal?
03/09/2023 | 07h16
A professora e escritora Arlete Sendra faz uma confidência. Admite que teve a ingenuidade de doar livros para a Biblioteca Municipal Nilo Peçanha, quando funcionava no Palácio da Cultura.
Segundo Sendra, foram aproximadamente 300 livros, ligados à filosofia, ficção, história universal, geografia dos tempos, ensaios sobre a vida, “livros hoje só encontráveis em sebos especiais”, diz.
Com doutorado em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Arlete Sendra resume em poucas palavras o seu inconformismo: “A história de nossos ontens foi jogada no lixo”.
Nome admirado e respeitado na intelectualidade de Campos, Arlete Sendra admite que o seu relato, sobre a doação dos livros, vale como denúncia. “Omito, por ética, quem os recebeu e a data do recebimento”.
PERDA DE MILHARES DE LIVROS

Não se sabe se a doação de Sendra está na leva. Mas a Biblioteca Municipal teve perda de cinco mil livros, pelo menos, quando, no governo Rosinha Garotinho, deixou o Palácio da Cultura, e foi colocada em casa alugada.
A constatação, sobre a perda, está no site da Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura, em diferentes matérias. Antes da mudança da Biblioteca o acervo é citado contendo 30 mil livros.
Depois, há uma menção de 25 mil livros.A propósito, que fim levou a Biblioteca Municipal Nilo Peçanha? Há muito não está em uma casa na rua Salvador Corrêa, nº 117, e muito menos no Palácio da Cultura, desativado de qualquer atividade desde o segundo governo Rosinha.
A Biblioteca Municipal, dotada de rico acervo — parte dele doado pela família de Nilo Peçanha, o campista que alcançou a Presidência da República —, ficou sem sede. Deixou inacreditavelmente de existir.
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Wladimir Garotinho joga na conta dos deputados estaduais
02/09/2023 | 07h17
Quando da reabertura da UBS no Novo Jockey, na noite de quinta-feira (31), uma moradora do bairro comentou que, devido a lama que toma conta do bairro, seria impossível chegar até a unidade de saúde. 
Ao se esquivar da responsabilidade, Wladimir Garotinho respondeu dizendo que ela deveria cobrar dos três deputados estaduais (Bruno Dauaire, Rodrigo Bacellar e Thiago Rangel). As respostas ao gesto do prefeito certamente virão.
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Reitor da Uenf é criticado por ignorar os antecessores na festa dos 30 anos da universidade
31/08/2023 | 18h36

O artigo que a Folha da Manhã publicou no sábado (26), do sociólogo e professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), Roberto Dutra, sobre os 30 anos da instituição, e que contém críticas ao reitor Raul Palacio, repercutiu nas redes sociais.

Dutra escreveu que na cerimônia comemorativa pelo aniversário da instituição, a expectativa era que houvesse um ritual de reverência à história da Uenf, “o que incluiria lembrar a contribuição de gerações que criaram e deram prosseguimento à obra coletiva”.

Roberto Dutra disse que tal não aconteceu e que a plateia, perplexa, assistiu a uma blasfêmia ritual, “um esforço tosco e indecoroso do reitor Raul Palacio para exaltar sua própria gestão, em vez de celebrar a obra maior que transcende e ali nos reunia”.
CONTRIBUIÇÕES IGNORADAS 

Dutra citou que três ex-reitores estavam presentes e nenhum deles foi convidado a compor a mesa oficial. Também não foram mencionados por Palacio com o mínimo de deferência. “Suas contribuições à história da Uenf foram dolosamente ignoradas”.

Raul Palacio, na segunda-feira (28), se manifestou no Facebook sobre os 30 anos da Uenf. Mas não fez menção as críticas. Disse que na instituição “todas e todos tem vez e têm que ser tratados com equidade, independentemente da distância”.
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Mistério. A Biblioteca Municipal de Campos desapareceu
30/08/2023 | 07h53
Afinal, que fim levou a Biblicoteca Municipal de Campos? A biblioteca perdeu espaço no bojo da desativação do Palácio da Cultura, sede da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, onde funcionava, para receber obras. O fato ocorreu no governo Rosinha Garotinho.
Nesta operação, o desfecho foi danoso. Sobrou para a Biblioteca Municipal. Ela simplesmente desapareceu.
No histórico do desaparecimento, um detalhe. Em maio de 2016, no último ano, portanto, dos oito que Rosinha ficou à frente da Prefeitura, a Biblioteca Municipal ganhou novo endereço. Foi para uma casa alugada na Rua Salvador Corrêa. E aí perdeu o teto.
Quando a Biblioteca Municipal foi transferida, a Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura divulgou matéria. E deu conta que o novo espaço contava com um acervo composto por mais de 25 mil livros.
QUE FIM LEVOU?

Em 2011, no primeiro dos dois governos de Rosinha, a biblioteca contava com um acervo de mais de 30 mil livros. A própria Prefeitura deu propaganda à quantidade de livros. Houve, portanto, a perda de cinco mil livros. Onde estarão? 
Vale dizer que o acervo é muito valioso. Afinal, parte dele pertenceu a Nilo Peçanha, o campista que alcançou a Presidência da República. Hoje, sem a biblioteca, a Prefeitura deve uma justificativa: que fim levou tal patrimônio?
Com a palavra a presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Auxiliadora Freitas.
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Que fim levou? A cidade de Campos perdeu a sua Biblioteca Municipal
29/08/2023 | 07h48

No bojo da desativação do Palácio da Cultura, sede da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, para receber obras, fato ocorrido no governo Rosinha Garotinho, o desfecho foi danoso. Sobrou para a Biblioteca Municipal Nilo Peçanha (foto à esquerda), então ali instalada e que simplesmente deixou de existir.
Em maio de 2016, no último ano, portanto, dos oito que Rosinha ficou à frente da Prefeitura, a Biblioteca Municipal ganhou novo endereço. Foi para uma casa alugada na Rua Salvador Corrêa (foto). E aí perdeu o teto.
Quando a Biblioteca Municipal foi transferida, a Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura divulgou matéria. E deu conta que o novo espaço contava com um acervo composto por mais de 25 mil livros.
QUE FIM LEVOU?

O detalhe é que, lá atrás, em 2011, no primeiro dos dois governos de Rosinha, a biblioteca contava com um acervo de mais de 30 mil livros. A própria Prefeitura deu propaganda à quantidade de livros.
Vale dizer que o acervo é muito valioso. Afinal, parte dele pertenceu a Nilo Peçanha, o campista que alcançou a Presidência da República. Hoje, sem a biblioteca, a Prefeitura deve uma justificativa: que fim levou tal patrimônio?
Com a palavra a presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Auxiliadora Freitas.
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Sobre o autor

Saulo Pessanha

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