Nova cerveja
14/02/2020 | 13h20
A Ambev anunciou hoje o lançamento da cerveja Brahma Duplo Malte. Ela é feita da junção dos maltes pilsner e munich, com o intuito de unir leveza ao sabor maltado e tostado, de forma a equilibrar sabor e refrescância.
A Brahma Duplo Malte chegará ao mercado em dois formatos: lata sleek de 350ml e garrafa de 600ml. A cervejaria quer posicionar a nova cerveja entre a Brahma Chopp e a Brahma Extra, tanto no sabor, quanto no preço.
A nova cerveja é o nono produto da Ambev no portfólio da marca Brahma, que inclui a Brahma tradicional, a Brahma Extra em 3 versões (Lager, Weiss e Red Lager), Malzbier, chope claro, chope escuro e sem álcool. A Brahma Extra Lager também é puro malte.
Fontes: Geek Publicitário, Exame e UOL
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Empregadas domésticas na Disney
13/02/2020 | 20h29
EMPREGADAS DOMÉSTICAS NA DISNEY
Por Artur Andrade*
O ministro da Economia, Paulo Guedes, em fala repercutida ontem, justificou que a alta do dólar é boa para o Brasil, pois incentiva as exportações, por exemplo. Afirmou ainda que o Brasil adotou um outro modelo econômico, que não é o de câmbio baixo e juros altos, modelo esse que teria desindustrializado o País no passado. Ou seja, dentro da nova política econômica, onde a inflação está controlada, o PIB voltou a crescer, o desemprego cai e a taxa de juros nunca foi tão baixa (menor até que a inflação), para ele faz sentido esse câmbio, ainda mais por estarmos sofrendo influências externas, do coronavírus à briga comercial entre China e Estados Unidos, da instabilidade no Oriente Médio ao Brexit. Dólar a R$ 1,80 realmente não seria condizente com a realidade.
Podia ter parado aí, com uma análise técnica da alta do dólar. Mas resolveu exemplificar que na época do dólar a R$1,80 “até as empregadas domésticas iam para a Disneylândia”. O ministro, tentando se corrigir ao sentir que seria criticado pela frase, disse que, na quarta viagem, todos podem conhecer a Disneylândia, mas não quatro vezes ao ano, como na época do dólar a R$ 1,80. Ainda indicou que o brasileiro precisaria conhecer o próprio Brasil antes de ir para a Disneylândia. Citou nossas praias, Foz do Iguaçu e Cachoeiro do Itapemirim, terra onde nasceu Roberto Carlos. (Vejo uma oportunidade de media training e reputação de marca para as autoridades brasileiras. Alô, especialistas. A tarefa é dura, mas necessária).
A afirmação, claro, pegou muito mal, e pode mais uma vez alimentar o pensamento errôneo de que viajar para o Exterior não é importante para a indústria de Viagens e Turismo brasileira, pois é preciso estimular, apenas, as viagens dentro do Brasil, além do receptivo internacional, que é pífio e que nenhum governo, nem do PSDB, PT, PCdoB, PSL, Arena, MDB, PSOL ou qualquer outra sigla, conseguiu estimular e fazer crescer.
As viagens para o Exterior geram receita, criam empregos e ajudam no desenvolvimento pessoal e profissional dos viajantes, além de gerar negócios para empresas de todos os segmentos.
A democratização da viagem em geral, e não só a internacional, deveria também estar na lista de prioridades do governo brasileiro, pois sabemos que é o mercado corporativo que sustenta boa parte dos voos dentro do Brasil, e que para o Exterior, no momento, só a elite consegue viajar. O preconceito com a classe das empregadas domésticas (e dos mais pobres em geral, que se identificam com elas) foi constrangedor.
A fala se referindo às empregadas domésticas só acirra preconceitos e reforça o elitismo do ato de viajar, o que já deixou de ocorrer, no mundo todo, há muito tempo. Menos no Brasil. Quanto mais viagens o brasileiro fizer, no Brasil e no Exterior, mais dinheiro irá para empresas, profissionais, cidades, destinos… e o governo. O Turismo é uma das mais importantes indústrias do mundo. Deixar e estimular as viagens é papel sim dos governos.
DIA SEGUINTE
O presidente Jair Bolsonaro, hoje pela manhã, ao ser perguntado sobre as declarações de Guedes voltou a dizer que não entende de economia, que deixa a equipe tocar, que como cidadão acha que a taxa de câmbio do dólar está “um pouquinho alta” e que a imprensa pergunte ao ministro sobre a fala das empregadas. “Respondo pelos meus atos”, disse.
A taxa “um pouquinho” alta tem prejudicado as viagens internacionais no Brasil: no ano passado, dados da Abracorp mostram queda de 9% na emissão de bilhetes, e os números das consolidadoras seguem no mesmo padrão. Em 2019, menos bilhetes foram emitidos (algumas quedas chegaram a 40%), e as vendas finais compensadas em reais por conta da variação para cima do dólar. Mas com menos passageiros, até quando as companhias aéreas manterão seus voos? A recuperação para os Estados Unidos poderá ser afetada?
A taxa “um pouquinho” alta vai manter as viagens internacionais elitizadas? É isso o que queremos? O mercado já sabe que não tem mais espaço o câmbio de R$ 1,80. O governo pode dizer que não controla boa parte dos motivos que elevam o câmbio. Mas culpar os mais pobres ou a democratização das viagens é injusto. Incorreto. Impreciso. Incoerente. Não condiz com os tempos que queremos viver.
Um cenário onde “até empregadas domésticas” viajam não significaria uma economia mais consistente, além de mais emprego, renda e divisas? Não é o que queremos? Ascensão e mobilidade social? Inclusão? Ou as empregadas só poderão embarcar uniformizadas e acompanhando os filhos da elite (tóxica) que quer “voltar a viajar para a Disneylândia quatro vezes ao ano”?
Outros erros na fala do ministro: os brasileiros viajam geralmente para a Disney World, em Orlando, e não para a Disneyland, na Califórnia. Os brasileiros viajam sim pelo Brasil, por isso somos uma das dez maiores economias turísticas do planeta (por causa do Turismo doméstico e não pelo receptivo ou emissivo internacional). E nessas viagens pelo Brasil os meios mais utilizados são o carro e o ônibus.
Os mais de 100 milhões de brasileiros viajando de avião, ministro (não se iluda), são contados por trechos de viagens. Portanto, na contagem por CPF, não chegam a 35 milhões. A grande maioria em viagens a trabalho.
Estimular o lazer acessível dentro do Brasil é também permitir que o avião seja mais usado, mas, veja bem, muito do custo das companhias aéreas é em dólar. Que está um “pouquinho” alto.
Por fim, a Disney pode olhar sob dois ângulos a afirmação do ministro: sempre que se fala em desejo de viagem ao Exterior é ela o destino citado, mas, por outro lado, o destino não quer levar a “culpa” de estar tirando os brasileiros de Cachoeiro do Itapemirim e Foz do Iguaçu, muito menos o “ônus” de ser uma viagem de desejo de todas as classes sociais. Pois não é um problema isso. E que assim continue, pois viajar é muito bom e tem que ser para todos. Empregadas na Disney sim.
#somostodosturismo
* Editor-chefe da PanRotas Editora
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Campos ganha voo direto para São Paulo
13/02/2020 | 17h07
O Aeroporto Bartolomeu Lisandro, de Campos, passará a contar, no final de março, com um voo direto para o Aeroporto de Congonhas em São Paulo. A Voe Pass (Passaredo) operará a frequência com um voo diário, com exceção dos sábados. A previsão é de iniciar a operação no dia 29 de março. A notícia foi divulgada mais cedo aqui no Folha 1.
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De zero a noventa
13/02/2020 | 16h16
Com a inauguração da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Lagoa do Vigário, em Guarus, feita hoje pela Águas do Paraíba junto com a Prefeitura de Campos, a área urbana de Campos passa a ter 90% de seu esgoto tratado.
Antes da privatização do serviço, em 1999, Campos tinha 0% de esgoto tratado. A previsão é que a zona urbana do município, onde vive 80% da população e que abrange a área de concessão do contrato entre concessionária e Prefeitura, chegue a 100% de esgoto tratado em 2021.
Campos é a terceira cidade do estado do Rio em universalidade de tratamento de esgoto, ficando atrás apenas de Niterói e Petrópolis, ambos os municípios também com concessão de água e esgoto para a iniciativa privada, ambos também com o Grupo Águas do Brasil. Os três estão entre os 40 melhores municípios em saneamento do país.
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Novo supermercado vem aí
12/02/2020 | 19h23
Conforme anunciado aqui em agosto do ano passado, o Walmart já não existe mais em Campos. No lugar dele está surgindo o Big. A mudança faz parte da estratégia do Fundo de Investimento Advent, que adquiriu o controle acionário do Walmart Brasil.
A fachada externa do antiga Walmart já foi pintada, com as cores do hipermercado Big. O nome do Walmart já foi retirado da fachada, assim como da alta caixa d´água que funcionava como "totem". Ainda não foi colocado o nome do Big.
Várias mudanças já foram feitas no layout interno, com redimensionamento e reorganização dos corredores. Dois caminhões lotados de novos carrinhos de supermercado chegaram a Campos anteontem. A previsão é que no mais tarde em março a operação já tenha a cara da nova marca, do Big.
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Estreia da semana
12/02/2020 | 18h27
O destaque entre as estreias da semana em Campos é "O Grito". O filme de terror está programado para estrear amanhã, dia do seu lançamento em todo o país, no Kinoplex Avenida e no Cine Araújo, ambos somente em versão dublada. Confira abaixo o trailer:
Fonte: Adoro Cinema
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Virou moda
11/02/2020 | 17h53
Não bastassem as calçadas maltratadas, os pedestres ganharam mais um (grande) perigo em Campos. Impacientes, motoqueiros têm trafegado por calçadas na área central ao se deparar com alguma retenção no trânsito, por menor que ela seja. O risco de atropelamento é iminente.
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Ele está de volta
11/02/2020 | 13h04
 O experiente e competente empresário Joel Roncetti assumiu o comando do OK Superatacado em Campos. A rede capixaba tem uma unidade no município, anunciada aqui em 2018 e localizada em Guarus, ao lado do Guarus Plaza Shopping.
O OK Superatacado deve também ocupar futuramente o supermercado do Boulevard Shopping, hoje operado pelo Superbom, mas em litígio com os proprietários do imóvel. 
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Encolheu
10/02/2020 | 20h38
O leitor assíduo Cláudio, cliente do Green Fruit, me enviou por WhatsApp um relato sobre as mudanças no hortifruti, buscando ajustar sua operação ao seu mercado atual. A marca chegou a Campos em 2012 e foi anunciada aqui em primeira mão. Confira o relato do leitor:
Christiano, boa tarde!
Achei legal te passar essas informações por conta do seu blog.
Há um tempo venho observando às mudanças que o Green Fruit da Avenida 28 de Março, vem passando.
Aos domingos o ar não é ligado, faltam verduras e alguns legumes.
Mas ontem a coisa ficou mais clara. Semana passada a parte de frios e congelados foi fechada com dry wall, diminuindo o tamanho da loja.
O açougue diminuiu de tamanho e mudou para outra parte da loja e hoje foi a vez da padaria que também vai encolher.
Conversando com uma funcionária ela disse que 23 funcionários foram dispensados recentemente.
Pelo Twitter, dois leitores comentaram após lerem a postagem, falando sobre outras mudanças e uma ampliação. Confira abaixo:
"Mas estão ampliando o estacionamento com um grande terreno nos fundos e o self service tem tido grande movimento no sábado com preço bom e bastante variedade" - Leandro Dutra
"Vão passar o restaurante para os fundos, que hoje está ficando apertado. Foi o pessoal do supermercado que me disse." - Gustavo
Atualização às 21h36 de 10/02/2020: Inclusão de comentários complementares feitos por leitores no Twitter.
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Os com banco
10/02/2020 | 17h55
A mesma matéria do Globo que cita as cidades sem nenhuma agência bancária (entenda aqui), traz, em sua versão online, disponível somente para assinantes, um mapa interativo do Brasil em que é possível saber quantas agências bancárias cada município têm, citando como fonte o Banco Central.
Confira abaixo quantas agências bancárias possuem Campos e os municípios da região, onde felizmente não há nenhum deles sem banco:
Campos - 34 agências bancárias
Macaé - 25
Cabo Frio - 17
Rio das Ostras - 11
Itaperuna - 8
Búzios - 5
São João da Barra - 4
São Francisco de Itabapoana - 4
Quissamã - 4
São Fidélis - 4
Santo Antônio de Pádua - 4
Itaocara - 4
Miracema - 4
Bom Jesus do Itabapoana - 4
Casimiro de Abreu - 4
Italva - 3
Natividade - 3
Porciúncula - 3
Conceição de Macabu - 3
Arraial do Cabo - 3
Cambuci - 2
Aperibé - 2
Cardoso Moreira - 1
Carapebus - 1
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Christiano Abreu Barbosa

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