Show de Zé Ramalho é adiado para o dia 26 de setembro
16/03/2020 | 11h52
O show de Zé Ramalho, que comemoraria o aniversário de Campos e de 1 ano da Folha FM, antes agendado para o próximo dia 28 de março, foi remarcado para 26 de setembro de 2020. A apresentação do artista ocorrerá no mesmo local, a Multiplace, e nas mesmas condições, estando válidos os ingressos já adquiridos.
O adiamento foi necessário em virtude do avanço do coronavírus no país e no estado do Rio. O governador Wilson Witzel baixou um decreto e anunciou um conjunto de medidas para evitar aglomerações de pessoas, buscando mitigar a propagação do vírus, incluindo a proibição de shows.
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Dois pesos, duas medidas
15/03/2020 | 21h22
O decreto do governador do Rio, Wilson Witzel, fechou estabelecimentos como teatros, cinemas e museus do estado. O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, também havia tomado medidas no mesmo sentido, em âmbito municipal.
As igrejas, que também reúnem um grande número de pessoas em um ambiente fechado, em média até em maior quantidade, foram poupadas pelo governador e pelo prefeito. Ambos tiveram o eleitorado evangélico como base em suas eleições.
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Campos sem cinemas
13/03/2020 | 19h40
Com o avanço do coronavírus no país e no estado do Rio, o governador Wilson Witzel baixou um decreto e anunciou um conjunto de medidas para evitar aglomerações de pessoas, buscando mitigar a propagação do vírus. Entre elas está o fechamento de todos os cinemas, teatros e museus.
As duas redes de cinemas que atuam em Campos já anunciaram o fechamento de suas salas em todo o estado. O Kinoplex Avenida já fechou desde o dia de hoje as suas salas, assim como todos os demais cinemas da rede Kinoplex no Rio. O Cine Araújo anunciou o fechamento de todas as suas salas no estado, incluindo as do Boulevard Shopping, a partir de segunda-feira (16 de março).
O fechamento de cinemas foi uma medida adotada em dois dos países que mais tiveram o surto do coronavírus, a China, campeã de casos no mundo, e a Itália, líder de casos na Europa. No Brasil, os cinemas funcionam normalmente nos outros estados, até o momento.
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O Crepúsculo do Petróleo
13/03/2020 | 13h49
O CREPÚSCULO DO PETRÓLEO!
* Por Celso Ming
O petróleo é um produto sujeito a choques. Os mais importantes foram de forte alta. O de agora é choque de baixa. Em 1973, os preços saltaram de US$ 3,50 por barril para cerca de US$ 12. Em 1979, chegaram a US$ 30 e, ao longo dos anos 2000, foram para a altura dos US$ 60. A partir daí, o forte aumento da procura proporcionado pelo crescimento da China e dos tigres asiáticos puxou as cotações para a altura dos US$ 120. A crise de 2008 voltou a derrubá-las. A estocada, que acontece em sentido inverso, acentuou o declínio, da faixa dos US$ 50 a US$ 60 para os US$ 35, em vigor desde domingo.
Essa derrubada determinada pela Arábia Saudita vem sendo vista por certos analistas apenas como resultado do desacordo episódico com a Rússia sobre a proposta de reduzir a oferta, de modo a estabilizar a demanda enfraquecida pela pandemia. Mas deve ser entendida como mais do que consequência desses fatores.
O que há é a primeira manifestação impactante do declínio da idade do petróleo, que já dura 150 anos. O quadro hoje é de superprodução e o mundo está encharcado de óleo. Os grandes produtores enfrentam grandes estoques e capacidade ociosa.
Antes da decisão da Arábia Saudita, tomada no último fim de semana, de aumentar a oferta em 2 milhões de barris diários ou até em 3 milhões, se for o caso, o mercado já mostrava instabilidade e forte dependência de que a Opep reduzisse a produção.
Há 20 anos, preços atraentes em torno dos US$ 100 por barril colocaram em movimento investimentos em óleo e gás em todo o mundo, inclusive aqui no Brasil. A mais importante dessas iniciativas aconteceu nos Estados Unidos na exploração de suas abundantes jazidas de xisto, onde petróleo e gás são liberados em terra por meio de bombardeio de água, areia e produtos químicos. Essa exploração tornou os Estados Unidos não apenas autossuficientes, mas também exportadores.
A primeira derrubada das cotações, por meio de aumento da oferta da Opep, há cinco anos, teve por objetivo tirar do mercado esses produtores americanos que operavam a custos acima de US$ 70 por barril. O resultado, no entanto, foi forte redução de custos desse segmento que, sozinho, produz hoje petróleo e gás em volume equivalente ao que vinha produzindo e exportando a própria Arábia Saudita.
Essa nova operação decidida agora parece ter o objetivo imediato de quebrar os produtores de óleo de xisto e também os que vinham operando com produção convencional de alto custo.
Se conseguirá ou não, parece depender da disposição do governo dos Estados Unidos de apoiar o setor.
Mas o encolhimento da demanda mundial não acontece e está sendo acentuada apenas pelo mais baixo crescimento econômico imediato e pelo alastramento do coronavírus. Em todo o planeta crescem as pressões pela redução do consumo de combustíveis fósseis, tanto na produção de energia quanto na movimentação dos motores a explosão. A Comissão Europeia (Poder Executivo da União Europeia) fixou metas drásticas para reduzir até 2050 o consumo e incentivar a produção de carros elétricos e de energia renovável, especialmente as de fontes solar e a eólica.
O súbito barateamento dos preços pode até aumentar temporariamente o consumo e adiar projetos de produção de energia limpa, mas está no horizonte o declínio da importância do petróleo na economia mundial.
Para o Brasil, este é um sinal amarelo de forte intensidade, porque o governo federal e os Estados se tornaram fiscalmente dependentes do petróleo caro. Obtiveram receitas imensas nos leilões de áreas, pagamentos de royalties e contribuições especiais e arrecadação de impostos, especialmente de ICMS pelos Estados, sobre os preços dos combustíveis. As novas cotações derrubarão as receitas do setor público, que já vinham mergulhadas com a baixa atividade econômica.
Qual será a resposta política do governo? Certos setores pedem aumento imediato das despesas públicas com base em emissões de moeda e, portanto, de pressão inevitável sobre a inflação. A outra opção é redução das atribuições do Estado. Os debates sobre esse tema, que já vinham se acentuando com base na definição sobre a apropriação das verbas do Orçamento da União, deverão se ampliar agora. Especialmente depois que a Câmara derrubou o veto presidencial no caso da concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC).
* Publicado ontem pelo Estado de São Paulo e republicado hoje pelo Ex-Blog de Cesar Maia
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Faltam 3 dias
12/03/2020 | 19h29
A CNN Brasil exibirá entrevistas exclusivas, em seu dia de estreia, 15 de março (domingo), com o presidente da República, Jair Bolsonaro; com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli; com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia; e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Elogiada constantemente por Bolsonaro, em contraponto à Globo, a CNN Brasil busca com essa pluralidade marcar posição de independência, fugindo da chapa branca que lhe possa ser imputada. Outra decisão, sábia, foi a de entrar no ar às 20h00, quando as manifestações convocadas pelo bolsonarismo para defender o presidente e atacar o Legislativo e o Judiciário já terão acabado.
A CNN Brasil é uma franquia da CNN americana, tendo como sócio majoritário no Brasil o empresário da construção civil Rubens Menin, da MRV Engenharia, com 65% do capital. É o maior empreiteiro dos programas federais de habitação.
O outro sócio é Douglas Tavolaro, ex-vice-presidente de jornalismo da TV Record e biógrafo de Edir Macedo. Ele tem 35% da CNN Brasil, da qual é o presidente.
Fonte: Folha de São Paulo
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Perdeu
12/03/2020 | 14h57
A TV por assinatura perdeu 224 mil assinantes no país em janeiro.
Fonte: Folha de São Paulo
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Petrobras e Prefeitura entram em acordo sobre heliporto do Farol
11/03/2020 | 18h20
Rafael Diniz se reuniu com diretores da Petrobras
Rafael Diniz se reuniu com diretores da Petrobras / Divulgação
A Petrobras e a Prefeitura de Campos chegaram, nesta quarta-feira (11), a um acordo sobre a administração do Heliporto do Farol de São Thomé. Em reunião realizada na sede da estatal no Rio de Janeiro, que contou com a presença do prefeito Rafael Diniz, a companhia comunicou que concorda com o modelo de concessão proposto pelo município para continuar operando voos no heliporto.
— É um prazer receber aqui o prefeito e a delegação do município e reforçar a mensagem da Petrobras, do nosso compromisso com a região Norte do estado do Rio de Janeiro e o desenvolvimento dessa região. Nós temos a missão de explorar e produzir petróleo e gás natural no Brasil. Somos a empresa líder do Brasil nesse setor, e a nossa presença nos municípios do Rio de Janeiro que são zonas confrontantes com essa área de produção é muito importante — afirmou o diretor executivo de Relacionamento Institucional da Petrobras, Roberto Ardenghy.
A área onde funciona o heliporto do Farol foi cedida à Petrobras em 1994 por um período de 20 anos, prazo que se encerrou em 2014. A pedido da própria estatal, foi negociada com a Prefeitura de Campos uma solução do ponto de vista legal para que as operações continuem dentro da legalidade.
O prefeito Rafael Diniz reiterou seu compromisso em trabalhar pela manutenção das operações no heliporto, tendo, inclusive, se reunido com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e com comerciantes do Farol para debater o assunto.
— A todo instante eu venho defendendo um trabalho sério, responsável e correto da nossa gestão, entendendo a necessidade do modelo de concessão. E hoje a diretoria da Petrobras informou que concorda com este modelo, afirmando que essa forma de trabalho não trará prejuízo às suas operações no Farol. A Petrobras concorda plenamente com a forma como a gente vem trabalhando, de forma séria, responsável e correta. Nossa gestão trabalha para manter este importante investimento não apenas para o Farol, mas para a Baixada e também nossa cidade — destacou Rafael Diniz.
As negociações já acontecem há alguns meses, com a realização de várias reuniões com representantes da Petrobras e da Prefeitura de Campos. O acordo já vinha sendo encaminhado nas últimas semanas. Por meio de ofício endereçado ao prefeito Rafael Diniz no dia 13 de fevereiro, o gerente geral de Serviços de Suporte às Operações de E&P confirma “pleno entendimento do processo conduzido por essa Prefeitura no sentido de realizar a concessão do Heliporto do Farol de São Tomé”. O ofício destaca, ainda, que “o processo, da forma como está proposto e conduzido pela Prefeitura, não trará prejuízos à Petrobras, e, portanto, não temos nenhuma objeção a fazer”.
O prefeito criticou as notícias falsas que vêm sendo veiculadas, causando insegurança no comércio da cidade, especialmente no Farol. “Isso acaba mostrando a forma como outros vêm trabalhando, querendo o ‘quanto pior melhor’. Agora a gente continua com reuniões e tratativas para poder avançar e realizar esta concessão. Queremos manter o heliporto, que é um investimento importante para a Prefeitura, a Petrobras e nossa população, especialmente do Farol e da Baixada”, comentou.
Também participaram da reunião desta quarta-feira o procurador-geral do Município, José Paes Neto; o presidente da Companhia de Desenvolvimento do Município de Campos (Codemca), Vinicius Vieira; o secretário executivo do Comitê Gestor de Parceria Público Privada, Thiago Dias; o superintendente de Comunicação, Thiago Bellotti; e os diretores da Petrobras Fábio Sartori, Caroline Vollu, Fernando Borges e Gustavo Cotrim.
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Vip com promoção
11/03/2020 | 17h17
A rede Kinoplex lançou a promoção semana irresistível, que começa amanhã. No Kinoplex Avenida, os ingressos da sala vip (sala Platinum) serão reduzidos para R$ 20,00, de segunda-feira à quinta-feira. Já os da sala KinoEvolution baixarão para R$ 14,00 em filmes 3D e R$ 12,00 para os 2D.
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Bombando
11/03/2020 | 14h07
A Flafitt bateu a marca de 1.400 alunos, em aproximadamente 3 meses e meio de operação. A academia aportou em Campos em novembro, como uma das grandes atrações do Guarus Plaza Shopping, trazida pela Metromalls. Sua chegada na cidade foi anunciada em primeira mão aqui, em agosto.
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Estreia da semana
11/03/2020 | 12h14
O destaque entre as muitas estreias da semana em Campos é "Luta por Justiça". O filme, que entrou em cartaz em circuito nacional nas grandes capitais no mês passado, está programado para estrear amanhã, no Kinoplex Avenida, somente em versão legendada, sendo um dos destaques da sala vip. Ele não será exibido no Cine Araújo.
"Luta por Justiça" conta em seu elenco com dois ganhadores de Oscar. Eric Marlon Bishop, cujo nome artístico é Jamie Foxx, conquistou o Oscar de melhor ator em 2005, por "Ray". Já Brianne Sidonie Desaulniers, cujo nome artístico é Brie Larson, venceu o Oscar de melhor atriz em 2016 por "O Quarto de Jack".
Além de Jamie Foxx e Brie Larson, o elenco traz, no papel principal, Michael B. Jordan, de "Creed". "Luta por Justiça" é baseado em uma história verídica. Bryan Stevenson (Michael B. Jordan) é um advogado recém-formado em Harvard.
Bryan abre mão de uma carreira lucrativa em escritórios renomados da costa leste americana para se mudar para o Alabama e se dedicar a prisioneiros condenados à morte que jamais receberam assistência legal justa.
Ao chegar lá, Bryan se depara com o caso de Walter McMillian (Jamie Foxx), um homem negro falsamente acusado de um assassinato, mas que nunca teve uma defesa apropriada por conta do preconceito racial na região. Confira abaixo o trailer:
Fonte: Adoro Cinema
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Christiano Abreu Barbosa

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