Desrespeito ao isolamento cresce (1)
20/04/2020 | 11h32
Com o passar das semanas, o desrespeito ao isolamento social cresce. No fim de semana o Morro do Itaoca, popular Morro do Rato, recebeu número recorde de praticantes de atividades físicas, congestionando os acessos, como se não houvesse nem pandemia, nem amanhã. Parecia ter mais gente que em tempos sem coronavírus.
A Prefeitura terá que colocar vigilância no acesso, se quiser ver suas determinações cumpridas. E cabe, principalmente, maior consciência a todos. É possível praticar atividades físicas, seja em casa, seja até ao ar livre, de forma isolada e em horários de baixo fluxo.
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Setor de Turismo indica falência de 10% dos hotéis e 30% dos restaurantes no país
15/04/2020 | 12h09
O avanço da pandemia de Coronavírus (Covid-19) pelo Brasil e a necessidade de isolamento social levou os setores de Turismo e Hospitalidade a amargam grande prejuízo. A Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) estima a falência de 10% dos hotéis.
Já a Confederação Nacional do Turismo (CNTur) estima que 30% dos restaurantes e similares em toda a rede brasileira não suportarão a falta de clientes, totalizando cerca de 200 mil estabelecimentos fechando as portas, gerando uma onda maciça de desemprego num curto espaço de tempo.
De acordo com Wilson Luiz Pinto, presidente do Sindicato dos Restaurantes, Bares e Similares de São Paulo (SindResBar-SP), o grande problema é que restaurantes possuem pouco capital de giro, por ser atividade de alto custo e com margem de lucro baixa. "Um ponto comercial precisa ser num lugar bem visível, com um valor aluguel extremamente caro. A atividade também exige muitos funcionários e, além disso, temos uma alta carga de imposto sob os ombros da categoria. É impossível ficar um mês parado, sem faturar".
"Estudos da JP Morgan mostram que temos menos fôlego pra aguentar a crise, entre todas as atividades econômicas. O documento mostra que setor aguentaria 16 dias fechado, ou seja, já entramos num colapso de vendas, com queda de faturamento de 90%", avalia Paulo Solmucci, presidente Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL).
O delivery não é visto como uma solução definitiva por Solmucci. Segundo ele a entrega ameniza, mas não é o bastante para quitar as contas dos estabelecimentos. "O salão que realmente é responsável pelo faturamento, a maioria absoluta dos restaurantes não consegue pagar nem mesmo a folha salarial com pedidos por telefone. Essa modalidade é uma medida paliativa".
Hotéis são os que mais sentem a crise, alega Alexandre Sampaio, presidente da FBHA. "Fomos os primeiros a sofrer com a pandemia e seremos os últimos a voltar à atividade normal. Estimamos que mais de três mil hotéis e pousadas fechem as portas, durante essa crise, pelo alto custo de manutenção e funcionamento desse tipo de estabelecimento", explica.
Apesar desta situação nacional, felizmente os hotéis de Campos vêm mantendo boa ocupação, conforme relatado aqui no fim de semana passado em uma matéria do Folha 1, em virtude do turismo de negócios propiciado pela cadeia do petróleo e pelo Porto do Açu.
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Campos terá 14 vagas para menor aprendiz nos Correios
14/04/2020 | 17h58
Os Correios abriram a inscrição para o seu Programa Jovem Aprendiz de 2020. São 4.462 vagas em todo o país, mais a formação de um cadastro de reserva. Em Campos serão 14 vagas, sendo 9 de ampla concorrência e 5 para o regime de cotas, sendo 2 para deficientes (PCD) e 3 para pessoas pardas ou negras. Todas as vagas no município são para o período vespertino.
Os interessados devem se inscrever aqui, no site dos Correios, onde encontrarão todas as informações sobre o programa e a seleção. As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de abril. Para participar, são necessários alguns pré-requisitos:
- ter entre 14 e 22 anos de idade completos;
- cursar, no mínimo, o 6º ano do Ensino Fundamental;
- estar matriculado e frequentando a escola;
- não ter sido contratado anteriormente como jovem aprendiz dos Correios;
- não ter mantido vínculo empregatício com os Correios
A seleção será feita por meio de comprovação de requisitos referentes à renda familiar, a idade no ato da inscrição, instituição de ensino onde estuda e a partir de pontuação detalhada no edital. Os aprovados irão receber o salário mínimo por hora, no valor de R$ 490,83.
Além do salário, o jovem aprendiz dos Correios terá direito a uniforme, vale-transporte e vale-refeição ou alimentação. No total, a jornada de trabalho será de 20 horas semanais, sendo 4 horas diárias ao longo do Programa de Aprendizagem.
Na região haverá ainda vagas para Bom Jesus do Itabapoana (1) e Macaé (8). 
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O pior presidente do mundo no combate ao coronavírus
14/04/2020 | 16h15
O Washington Post, respeitado jornal dos EUA, publicou hoje um editorial no qual analisa a condução dos líderes mundiais para lidar com a pandemia do coronavírus em seus países. O periódico cita os governantes da Nova Zelândia, Taiwan, Coréia do Sul e Alemanha como os de melhores desempenhos. Estes países foram muito bem sucedidos contra o covid-19 até agora.
Jair Bolsonaro é enquadrado na faixa que reúne os piores do mundo, ao lado de líderes de países de economias inexpressivas, como Bielorrússia, Turcomenistão e Nicarágua, governantes que "rejeitaram a seriedade do vírus e incitaram seus cidadãos a continuar mais ou menos o normal."
O presidente do Brasil é citado como o pior: "Líderes arriscam vidas minimizando o coronavírus. Bolsonaro é o pior". Ele ganhou destaque exclusivo no jornal: "De longe, o caso mais grave de improbidade é o do presidente brasileiro Jair Bolsonaro. Quando as infecções começaram a se espalhar no país de mais de 200 milhões de pessoas, o populista de direita descartou o coronavírus como 'uma gripezinha' e incitou os brasileiros a 'enfrentarem o vírus como homem, caramba, não um garoto'. Pior, o presidente tentou repetidamente minar as medidas tomadas pelos 27 governadores estaduais do país para conter o surto."
A informação do Washington Post foi publicada aqui, no blog de Lauro Jardim, em O Globo.
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O novo antipetismo
12/04/2020 | 16h47
Há algum tempo venho publicando nas redes sociais, no Twitter e no Facebook, as grandes similaridades do petismo e do bolsonarismo, assim como de seus adeptos, os petistas e os bolsonaristas. Na grande maioria dos casos, parecem irmãos siameses, de sinal trocado, por causa da teórica "ideologia" defendida por essas correntes.
Normalmente esses comentários são publicados no Twitter, uma rede muito menos tóxica e muito mais informativa que o Facebook. Ontem o jornalista Merval Pereira publicou um ótimo texto em sua coluna em O Globo, intitulada "Jim Jones tupiniquim" (confira aqui o texto, que republiquei), no qual analisa a péssima condução do presidente durante a pandemia do coronavírus.
Preocupado exclusivamente com a economia e, principalmente, como ela pode afetar as suas chances de reeleição, Jair Bolsonaro briga contra a realidade, tentando subestimar os efeitos da pandemia, que avançou rapidamente e de forma mortal sobre grande parte das economias do mundo, com maior gravidade em países com economia e saúde bem mais fortes do que o Brasil.
Outros líderes ameaçaram adotar tal postura, mas sucumbiram diante da realidade e mudaram de posição, ainda que a condução inicial equivocada tenha provavelmente ceifado centenas de vidas a mais.
Brigando contra a inevitável realidade, Bolsonaro perdeu a chance de ser o líder do enfrentamento da pandemia no país. Mostrou a sua total incapacidade de lidar com uma grande crise, perdendo inúmeros eleitores de centro e a chance de aumentar sua popularidade. E deu espaço para que outros líderes ocupem a lacuna de poder deixado, com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, sendo o líder federal e os governadores os líderes em seus estados.
A briga contra a queda na economia, tentando evitar o isolamento social, já era perdida. A recessão, seja aqui ou no mundo, era inevitável e irreversível com a pandemia. Com sua postura equivocada, só acumulou péssimos resultados, ainda que o seu eleitorado cativo, mais extremo, possa aplaudir, como faz com qualquer coisa que ele faça.
Em seu texto, Merval analisa pontos próximos a esses e conclui que Bolsonaro será o próximo PT da eleição, aquele que será preciso afastar do poder, com grande rejeição. Projetando pelo cenário de  hoje (política é sempre mutante), quem conseguir encarnar o antibolsonarismo seria o detentor de maiores chances de vitória em 2022. Como aconteceu em 2018, quando ele encarnou o antipetismo.
Pelo desgaste dos 14 anos de poder, da maior recessão econômica da história na qual enfiou o país, dos crimes de corrupção e da falta de nomes, dificilmente o PT ocupará esse lugar. Fica um espaço enorme aberto para políticos de centro, centro-direita e centro-esquerda tentarem ocupar, encarnando o antibolsonarismo e também impedindo a volta ao poder dos petistas.
Quem ganha espaço hoje são os governadores, especialmente aqueles que têm protegido a população da grave ameaça da pandemia do coronavírus. Nesse ponto, com mais exposição por governarem os maiores centros, João Dória e Wilson Witzel vêm se destacando. Romeu Zema, do Novo, tem ido mal, aliás, como o seu governo. Má estreia do partido que pretende ser "novo".
Além deles, há no governo federal o destaque do Ministro da Saúde, Mandetta, muito bem na gestão da pandemia do coronavírus. Um oásis de esperança, condução técnica e serenidade em um governo errático. Sem contar a sempre boa imagem do Ministro da Justiça, Sérgio Moro, muito mais pelo que ele fez na Lava-Jato no combate à corrupção.
Há ainda no cenário de 2022 os candidatos à presidência derrotados em 2018.
A conferir.
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Jim Jones tupiniquim
12/04/2020 | 16h06
O PT DA PRÓXIMA ELEIÇÃO
Jim Jones tupiniquim
* Por Merval Pereira
O presidente Jair Bolsonaro está cavando um abismo a seus pés lutando contra a realidade trágica da Covid-19. Não há saída honrosa para ele diante da perspectiva de recessão econômica - o ministro da Economia Paulo Guedes já teme um PIB negativo de 4%, há bancos prevendo até 6% - e de um dramático número de mortes, que já está na casa do milhar antes de um mês de quarentena.
As demonstrações diárias de irresponsabilidade acintosa vão ganhando perigosos ares de desequilíbrio comportamental que, em vez de aumentar suas chances de concorrer à reeleição, vão lhe retirando essa possibilidade, reduzindo seu apoio a um grupo de fanáticos.
A mais recente pesquisa DataFolha mostra que 17% dos eleitores que votaram em Bolsonaro no segundo turno estão arrependidos, o que quer dizer que cerca de 10 milhões de pessoas o abandonaram, fazendo com que tivesse hoje, teoricamente, menos votos do que obteve no primeiro turno.
Não quer dizer, porém, que todos os que não se declararam arrependidos estejam contentes com o governo Bolsonaro. Muitos, certamente, não se arrependeram porque consideram que o principal papel de seu voto foi derrotar o PT.
Pesquisas de opinião pública mostram que Bolsonaro mantém um apoio em torno de 30% da população, o mesmo índice que o PT costumava ter antes de chegar ao poder, igual ao percentual de votos que o candidato petista Fernando Haddad obteve no primeiro turno.
Não há indicações de que o PT tenha mantido seu nível de apoio de lá para cá, e o desgaste de Bolsonaro é nítido. Por isso a polarização contra o PT é bom, teoricamente, para os dois, mas especialmente para Bolsonaro se ele já não tivesse provado que não é apenas um antipetista, mas um desequilibrado, técnica e emocionalmente incapaz de enfrentar crises como a que atravessamos, e moralmente corrupto.
Não acredito que o PT tenha, nesses anos recentes, recuperado a imagem de honestidade e credibilidade que conseguiu introjetar no eleitorado, e acho, portanto, que uma repetição da polarização dificilmente acontecerá. Os extremos já se mostraram incapazes de dar uma solução para o país.
O desgaste de Bolsonaro só se acentuará nos próximos anos, já que ele é incapaz de ser outra pessoa. Já era assim antes da campanha, mas era o que tinham os que queriam alijar o PT. O centro político foi incapaz de apresentar uma alternativa ao eleitor de centro-direita que demonstrasse viabilidade eleitoral, diante da radicalização que tomou conta da eleição.
Abre-se um caminho largo até 2022 para candidatos de centro se firmarem no cenário político nacional, e os governadores, que são protagonistas dessa guerra contra a Covid-19, podem colher resultados positivos, como já demonstram as pesquisas de opinião e as redes sociais. Por isso, a cada vez que surge um político que se destaque, passa a ser potencial candidato a presidente: é assim com Mandetta, é assim com Moro.
O comportamento do presidente Bolsonaro, ao sair às ruas em Brasília, é acintoso, atitude que não pode ser vista como normal. Por causa desse comportamento, nossa política de isolamento social está começando a afrouxar, a ser rompida por grupos incentivados pelo presidente.
Não é assim que a economia vai melhorar, e esse afrouxamento provocará mais mortes, mais sofrimento. Não é à toa que a embaixada alemã está recomendando a seus cidadãos que regressem ao seu país.
Bolsonaro será responsabilizado pessoalmente pelo aumento das mortes. Não é possível ter um presidente que estimula a população a se arriscar numa pandemia, como um líder místico levando seus seguidores para o suicídio coletivo. Bolsonaro, nosso Jim Jones tupiniquim, será o PT da próxima eleição, aquele a quem será preciso afastar do poder.
* Publicado em O Globo em 11/04/2020
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Da Folha e você
12/04/2020 | 00h03
Pelos próximos dois meses, a contar de hoje, a Folha da Manhã deixará de circular diariamente. É o período projetado ao pico da Covid-19 em Campos, região e país, que tem no Estado do Rio um dos seus epicentros. Até que esse prazo se cumpra, o jornal impresso circulará apenas aos domingos. A cobertura da pandemia e todos os demais assuntos diários, seguirá normalmente no Folha1, site mais acessado do interior fluminense.
O motivo desse resumo impresso da semana no domingo é simples. Os principais anunciantes do jornal são comércio e empresas, quase todos fechados pela necessidade de isolamento social. Que também afeta diretamente a procura dos anúncios classificados e a venda em bancas. Por sua vez, os assinantes da Folha receberão o mesmo número de exemplares pelo qual pagaram, complementadas assim que a edição impressa diária for retomada.
O dilema crise na saúde x crise econômica é tema de debate em todo o mundo. Embora ninguém responsável possa ter dúvida. Na condição orgulhosa de porta voz de Campos e região há mais de quatro décadas, a Folha da Manhã tem certeza: a prioridade é a preservação da saúde das pessoas, não da economia. Mesmo quando graves e inevitáveis, perdas financeiras podem ser recuperadas; vidas perdidas, não!
Nesta história de mais de 42 anos contando as histórias diárias da sua comunidade, esta talvez seja a maior crise enfrentada por Campos, Norte Fluminense, Estado do Rio, Brasil e mundo. Quem não entender isso agora, poderá ter que fazê-lo da pior forma possível daqui a algumas poucas semanas. O que reafirma a importância das notícias confiáveis do jornalismo profissional, em meio à pandemia das fake news nas redes sociais — anterior à do coronavírus.
Em impresso ou digital, o compromisso da Folha da Manhã é com você. Foi construído por tantos outros jornalistas, dia a dia, nos últimos 42 anos. E será mantido. Custe o que custar.
* Editorial publicado hoje, domingo, na Folha da Manhã
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Campos tem primeira morte por coronavírus
11/04/2020 | 16h10
O jornalista Aluysio Abreu Barbosa, sempre à frente das apurações do avanço do coronavírus em Campos, registrou aqui, em seu blog Opiniões, a primeira morte pela doença em Campos. Hudisson Pinto dos Santos, tinha 39 anos, deixa esposa e dois filhos.
Ele, caminhoneiro, estava internado, em estado grave, na UTI do Centro de Controle e Combate ao Coronavírus (CCC), tendo apresentado sintomas há apenas uma semana. Confira todos os detalhes aqui, no blog Opiniões, no Folha 1.
Que essa triste notícia sirva de alerta aos campistas, que insistem em se aglomerar no mercado, nos supermercados, loterias, agências bancárias e avenidas palcos de atividades ao ar livre. Aglomeração é tudo o que coronavírus gosta para se expandir rapidamente.
Uma vez dentro do seu corpo, ele age rápido. E pode ser letal.
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Quais esportes praticar ao ar livre?
09/04/2020 | 11h56
Em tempos de coronavírus e isolamento social, o mestre da motricidade humana Marcos Almeida esclareceu aqui, no blog Ser Motriz, quais atividades físicas podem ser praticadas ao ar livre e em quais condições. Confira aqui.
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Ponto de inflexão
08/04/2020 | 13h43
O jornal O Globo fez uma ótima matéria na sua edição de domingo (aqui, somente para assinantes) com o consagrado repórter fotográfico Sebastião Salgado, de renome internacional, que vem preparando uma exposição sobre a Amazônia.
Habituado a rodar o planeta retratando as maiores tragédias humanas (entre guerras, êxodos ou a fome) e os mais belos e intocados cenários (em expedições para o projeto “Gênesis”), Sebastião Salgado está hoje confinado em casa, com sua esposa, como boa parte do mundo.
Na entrevista, que aborda a visão dele deste momento do mundo, destaco essa passagem, que vale para reflexão de todos:
O Globo - Você fotografou as maiores aglomerações humanas e paisagens intocadas. Qual seu sentimento ao ver, hoje, o mundo parado?
Tenho a impressão de que estamos vivendo um ponto de inflexão. Daqui para frente, certamente será uma outra coisa. Acredito que haverá uma preocupação muito maior com a natureza e com o planeta. Nossa sociedade foi se dirigindo cada vez mais para a superficialidade. Veja o que é o Produto Interno Bruto (PIB) dos países ricos. Quando se anda na rua, se nota a enorme quantidade de lojas de roupas e de alimentação sofisticadas, e de tantas coisas que, se cessarem, não mudará nada para a sociedade, porque nada disso é essencial. Fomos na direção de uma composição do PIB feita de superficialidades, de sofisticações desnecessárias. Quanto mais se é rico, mais se torna consumidor de coisas superficiais, que têm, cada uma delas, um preço para o planeta, por sua marca de carbono, de matérias-primas, de minerais, de petróleo. O conceito de essencial para nós foi mudando. Estamos muito perto da própria morte ou da morte de nossos próximos para dar valor à superficialidade. Penso que com que o agravamento desta epidemia, muitos valores vão mudar na sociedade. Voltaremos a um conceito de essencial, de proteger a natureza, de realmente produzir pelo bem-estar do ser humano, e não por seu egoísmo e por outros valores que foram sendo impostos por todo um sistema. A razão de viver é viver, é o bem-estar.
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Sobre o autor

Christiano Abreu Barbosa

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