Sempre pioneiro, o Laboratório Plínio Bacelar, em associação com o co-irmão Proteus, desenvolveu, em uma propriedade da família controladora das empresas, uma usina solar, a maior de Campos, da empresa Green na região e certamente uma das maiores do Norte e Noroeste do estado.
É um grande projeto de sustentabilidade na região, em um investimento que evitará que 98.678 kg de CO² sejam emitidos na atmosfera por ano, salvando cerca de 600 árvores, além de gerar energia natural, renovável e limpa.
O projeto começou a ser desenvolvido em janeiro e irá abastecer em Campos a sede do Laboratório Plinio Bacelar, as Unidades Atendimento Próprias e a sede da Proteus. Ocupa aproximadamente 3.500 m² da propriedade situada em Itereré, ao lado do Rio Paraíba do Sul, em belo cenário.
A previsão é que a operação seja iniciada em agosto, após as devidas autorizações e vistorias da concessionária de energia, gerando média anual de cerca de 440.000 KWH, com perspectiva de retorno do investimento em 3 a 4 anos.
A plataforma Evolucional tabulou os microdados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019 e gerou um ranking das escolas em todo o país (confira aqui). Em Campos, o primeiro lugar geral, consideradas todas as provas, foi do Centro Educacional Nossa Senhora Auxiliadora (Censa), com média de 648,05 pontos.
O Censa teve ainda, em Campos, as maiores notas nas provas de Ciências Humanas, de Ciências da Natureza e de Redação. O segundo lugar geral foi do Colégio Centro de Estudos Britto e Vitoi, o Colégio PH, com média de 645,88 pontos.
Em terceiro ficou o Alpha, com média de 631,88 pontos, com o colégio conquistando as maiores notas em Linguagens e em Matemática. Em quarto, com 628,26, ficou o CensaTec, divisão do Censa dos cursos técnicos de Enfermagem e de Mecânica, encerrados no ano passado. O Pró-Uni foi o quinto, com 625,93 pontos; seguido por Externato Campista em sexto, com 610,50; e Colégio Bittencourt em sétimo, com 600,05.
O melhor desempenho público vem apenas em nono lugar, com o IFF do Campus Centro, uma instituição federal, com 596,99. Já o melhor desempenho de colégio estadual é o da Escola Técnica João Barcelos Martins, em décimo terceiro, com 535,38 pontos.
O talentoso Thiago Leite, filho do já saudoso publicitário Guto Leite, continuará o legado do pai e assumirá a BL Publicidade, uma das mais tradicionais agências de publicidade de Campos, que detém a conta de importantes clientes na cidade como Censa, Isecensa, Censanet e o Grupo Folha.
A açodada volta do futebol Carioca, em plena pandemia, não empolgou os torcedores. O jogo transmitido pela TV aberta ontem, Vasco 3x1 Macaé, remarcado várias vezes, em um bagunça que gera ainda mais descrédito ao campeonato, gerou apenas 15 pontos de audiência em média para a Globo.
A emissora manteve a liderança no horário, o que não é novidade, mas ficou 1 ponto abaixo da sua média exibindo filmes nesta faixa horária, que foi de 16 pontos no período sem futebol. A título de comparação, em 2019 o Vasco teve, contra os pequenos, média de audiência de 21 pontos no Carioca.
Fontes: Notícias da TV - UOL, Ibope Kantar Media e Agência Brasil
A falta de repasses do SUS pela secretaria estadual de saúde ao Hospital São José do Avaí, de Itaperuna, o principal do Noroeste do Rio, publicada aqui na segunda-feira, gerou enorme repercussão. O Ministério Público abriu um Inquérito Civil sobre o caso.
Nele, o MP apurará a ausência dos repasses do SUS pelo Governo do Estado do Rio, buscando saber do Estado por qual o motivo não houve o repasse e do Hospital São José do Avaí se houve a comprovação das metas contratadas que justificasse o valor pleiteado.
A notícia do Inquérito Civil foi publicada em primeira mão pelo sempre bem informado jornalista Nino Bellieny, aqui, em seu blog.
O "Papo de Sexta", da Folha FM, com Marco Antônio Rodrigues, será com Gerson, o "Canhotinha de Ouro", craque da seleção de 70 e de Botafogo, Flamengo e Fluminense, seu time de coração. O programa, ao vivo, irá ao ar hoje, de 18h55 às 19h05.
Em julho de 2018 foi publicada aqui a nota "BR-101, terra de ninguém", retratando as péssimas condições de segurança da rodovia, que expõem a graves riscos campistas e usuários que ali trafegam, em especial na Niterói-Manilha nas proximidades do trecho existente entre os kms 307 e 309, a "Terra de Ninguém", a "Faixa de Gaza" situada ao lado do Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo.
Já foram publicados aqui, no período de 1 ano, entre 2018 e 2019, 13 relatos de casos ocorridos com campistas e usuários da rodovia. Depois de algum tempo em menor intensidade, reforçado pela pandemia do coronavírus, os bandidos voltaram a atacar na "Terra de Ninguém".
Um casal de campistas retornava ontem, no final da tarde, do Rio, onde foram para uma consulta médica. Por volta de 16h50 eles passavam pela "Terra de Ninguém", no sentido Rio-Campos, quando, entre os kms 304 e 305 da BR-101, presenciaram um assalto de bandidos a um veículo.
A quadrilha estava dentro de um Toyota Corolla preto, no mesmo sentido da rodovia, quando desaceleraram o veículo, frearam bruscamente e fecharam um Fiat Toro que vinha logo atrás. O casal de campistas estava cerca de dois carros atrás.
Os bandidos saíram pela porta do banco traseiro, abordaram o motorista do Toro e anunciaram o assalto, arrancando a vítima do carro. Eles levaram o veículo, com todos os pertences. Durante a ação, rápida, vários motoristas se desesperaram e tentaram fugir pelo acostamento ou pela contra-mão.
Por sorte e por alguns segundos, o casal de campistas, felizmente, não foi a vítima da vez.
O Hospital São José do Avaí, em Itaperuna, considerado um dos melhores da região, suspendeu todas as internações e procedimentos eletivos do SUS. O motivo seria a falta de repasses de verbas do SUS de procedimentos já realizados, em inadimplência que já se acumularia em quatro meses, por repasses não feitos pela secretaria estadual de saúde
Entre os muitos procedimentos do SUS que estão suspensos são os transplantes, nos quais o Hospital São José do Avaí é uma referência na região, que depende muito, em especial Itaperuna e o Noroeste do estado.
Sem contar que no plano do governo do estado, todo o Noroeste seria atendido para covid-19 pelo hospital de campanha de Campos, que está atrasado, sem prazo de conclusão e com boas chances de jamais ser aberto.
Pelo menos cinco pousadas de Búzios vão encerrar de vez suas atividades, em função da pandemia do coronavírus, e já avisaram oficialmente à Prefeitura.
A trágica morte do publicitário Guto Leite na manhã de quinta-feira passada, cuja triste notícia foi tema de uma postagem aqui, não foi um simples acidente. Ele morreu afogado ao ser preso por uma rede de pesca submersa, após tentar passar pela arrebentação e ter sido empurrado para baixo pelo mar.
Guto entrava no mar de Barra do Furado com um amigo, do lado do pier do Canal das Flechas, pelo lado de Farol de São Tomé. Ali é um conhecido pico de surfistas, há décadas, famoso por ter algumas das melhores ondas da região.
Não foi um simples acidente. Não fosse a rede, Guto estaria vivo. Situações de grande risco como esta se repetem no mar da região, em Grussaí, Atafona, Chapéu de Sol, e também nas lagoas, como Lagoa de Cima. Há redes submersas por vários locais, muitas não sinalizadas, algumas mal sinalizadas e outras sinalizadas.
Para quem está no mar ou na lagoa, praticando uma atividade esportiva, náutica ou simplesmente se banhando, desconhecer que há uma rede submersa no local por onde transita é um enorme risco, podendo ficar preso nela, com a possibilidade de ser fatal, como ocorreu com Guto.
Aqui na região temos alguns agravantes, pois a água do mar é escura na área de banho, em virtude de termos rios desaguando, e de possuirmos ondas geralmente fortes, ambos dificultando ainda mais alguém que fique preso em uma rede de pesca se soltar.
Além das redes armadas, há também restos de redes de pesca, não só de pescadores locais, como de barcos muito grandes de pesca industrial que vêm de Santa Catarina. Estes barcos colocam redes de até 7 km e às vezes pode acontecer de uma tempestade romper a rede, ou um navio, ou uma baleia.
Na quinta-feira, dia da morte de Guto, uma rede de pesca mal sinalizada e na arrebentação, envolta em espuma, foi vista entre o Posto 3, em Grussaí, e Chapéu de Sol, outro conhecido point de surfe. Confira abaixo:
Ontem, um dia após a morte de Guto por uma rede de pesca, a mesma, que o vitimou e cujo dono não apareceu até agora, continuava lá, no mesmo local, com sinalização deficiente, na arrebentação, em volta de espuma, pronta pra fazer mais vítimas. Absolutamente nenhuma medida foi tomada pelas autoridades. Um absurdo. Confira:
As redes apresentam grande risco para a vida não só dos frequentadores do litoral, mas também para a vida marinha. Pescadores têm que ser registrados e a fiscalização da pesca em geral é responsabilidade do Ibama e polícias ambientais, mas ninguém efetivamente remove as redes das praias.
É certo que muitos pescadores têm nas redes o seu meio de vida e de sustento de suas famílias, mas há que se ter uma ordenação. Exigência de múltiplas bóias, chamativas, em todo perímetro da rede. Identificação do dono da rede.
Definição de áreas de pesca e de áreas de prática esportiva. Há espaço para todos. Regulamentação, fiscalização, punição. Antes que outras trágicas mortes, completamente evitáveis, ocorram.