Novo cinema de Campos inaugura hoje
19/02/2022 | 12h40
Será aberto hoje, com sessão inaugural às 16h30, o novo cinema de Campos, o Cine Uniplex, no Guarus Plaza Shopping. O empreendimento será operado pela rede Uniplex, sediada em São José do Rio Preto (SP).
A Uniplex atua em 10 cidades de pequeno e médio porte dos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, com 26 salas no total. A rede vem crescendo e subiu do 54º lugar no ranking nacional em 2008 para o 37º em 2019. Campos é a sua primeira operação no estado do Rio.
O Cine Uniplex em Guarus terá 2 salas, de 170 lugares cada, contando com o que há de mais moderno em tecnologia para cinemas. Será cobrado preço único de meia entrada para todos os espectadores, ao custo de R$ 13,00. As sessões estão marcadas para às 16h30, 19h00 e 21h15m.
O filme de estreia será "Uncharted - Fora do Mapa", blockbuster que é a maior estreia do ano até agora no Brasil, cuja lançamento nacional foi anteontem e está em cartaz no Kinoplex Avenida e no Cine Araújo. 
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Estreia da semana
16/02/2022 | 17h17
O destaque das estreias da semana nos cinemas em Campos é "Uncharted - Fora do Mapa". O filme entrará em cartaz na cidade amanhã, dia do seu lançamento em todo o país, em versões legendada e dublada, no Cine Araújo e no Kinoplex Avenida, sendo atração da sala vip.
"Uncharted - Fora do Mapa" será o maior lançamento no Brasil até agora em 2022, ocupando 640 cinemas e 1250 salas no país. O filme é estrelado por Tom Holland (Homem-Aranha) e é baseado em uma das séries de videogame mais vendidas e aclamadas pela crítica de todos os tempos.
De uma vida pacata como bartender, Nathan "Nate" Drake (Tom Holland), descendente do grande explorador Francis Drake, parte para sua primeira aventura de caça ao tesouro com o sagaz e recém conhecido parceiro Victor "Sully" Sullivan (Mark Wahlberg).
Os dois partem em uma perigosa busca pelo "maior tesouro nunca encontrado", na cidade sul americana de El Dorado, mas a aventura acaba se estendendo por todo o mundo. Confira abaixo o trailer:
Fontes: Filme B e Adoro Cinema
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18 anos
14/02/2022 | 13h54
A VERTV, empresa campista operadora de internet e tv por assinatura fundada em 2004, está completando 18 anos de atividades. Para marcar esta data, a VERTV concluiu a migração de toda a sua rede de distribuição para uma nova rede de fibra óptica, buscando oferecer a seus clientes a mais moderna tecnologia de Internet, TV por Assinatura e Telefonia Fixa.
Na próxima quarta-feira, 16 de fevereiro, a empresa fará um evento, às 10h00, em sua sede, na Rua Formosa, para celebrar os seus 18 anos operação.
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O filme se repete
13/02/2022 | 15h58
O Palmeiras perdeu ontem a final do Mundial de Clubes para o Chelsea, por 2x1, com o gol decisivo marcado na prorrogação, em um dos pênaltis modernos no qual o zagueiro teria que ser maneta para que não acontecesse.
Vi apenas o finalzinho do tempo regulamentar e a prorrogação. Tenho cada vez menos interesse em assistir partidas de futebol. Os poucos jogos que vejo são feios, amarrados e cheios de erros técnicos e faltas. A parte que vi, apesar de reunir o campeão da América do Sul e o da Europa, não foi muito diferente.
Assisti um Palmeiras retrancado, sem conseguir organizar contra-ataques, e um Chelsea com um domínio de posse de bola pouco produtivo. Li depois em alguns críticos que o Palmeiras até as substituições jogou relativamente bem, dentro de sua proposta, sendo ligeiramente superior em parte da jogo.
Igual para Igual - Assim como o Grêmio em 2017 e o Flamengo em 2019, o Palmeiras de 2022 foi mais um a dar esperanças, especialmente para sua torcida, de derrubar a imensa supremacia européia recente, mas sucumbir com a derrota e o vice-campeonato mundial.
O filme se repete. A torcida se dirá orgulhosa do time, que ganhou a Libertadores e ao menos chegou à final do Mundial, após passar por uma semifinal sem sustos. Dirá que jogou de "igual pra igual". Mas no fundo, no fundo, estará decepcionada como os garotos palmeirenses chorando no estádio repleto de torcedores brasileiros das classes mais altas.
No futebol atual, cada vez mais global, mais capitalista e mais desigual, se confundindo com o próprio capitalismo, é cada vez mais improvável um clube sul-americano vencer o Mundial de Clubes. A desigualdade econômica em relação à Europa é abissal, se traduzindo em desigualdade técnica.
Comprando tradição - No site TransferMarkt, que avalia os elencos dos clubes a nível mundial e faz um ranking atualizado, o Chelsea é o 4º time mais valioso do mundo. O valor de mercado do seu elenco é de € 883 milhões, aproximadamente R$ 5,3 bilhões de reais. Haja dinheiro russo.
À frente do Chelsea estão Manchester City (€ 991 milhões - o mais valioso do mundo), PSG (€ 909 milhões) e Liverpool (€ 889 milhões). Depois dele estão Bayern de Munique (€ 816 milhões), Manchester United (€ 790 milhões), Real Madrid (€ 780 milhões) e Barcelona (€ 650 milhões).
Chelsea e Manchester City eram times de pouca tradição histórica no futebol europeu e até no futebol inglês. Após serem comprados por bilionários, em processo que, guardadas todas as proporções, lembra o da SAF recém implantada no Brasil, viraram potêncicas mundiais, com elencos estelares e, consequentemente, com conquistas antes inimagináveis. Tradição se compra com dinheiro. O PSG está na fase de tentativas ainda.
No futebol atual, cada vez mais as receitas de um clube independem de torcida e tradição. Com dinheiro, monta-se um bom elenco, compra-se jovens revelações para serem revendidas em alta, conquista-se boas colocações nas competições e com isso o faturamento vem, seja com premiações de campeonatos, vendas de jogadores e/ou da TV, que hoje guarda pouca proporção ao tamanho da torcida.
América na Série C - O elenco do Palmeiras, pelo site TransferMarkt, vale € 180 milhões. É o clube de elenco mais valioso na América, mas a nível mundial ocupa a 59ª posição. Houvesse uma Liga Mundial, pelo valor do elenco estaria no Z4 da Série C.
Na América do Sul, participam ainda do ranking o Flamengo (€ 144 milhões em 69º - Série D) e River Plate (€ 140 milhões em 72º - Série D). O único outro clube sul-americano listado é o Atlético/MG/ (€ 111 milhões em 86º - Série E). Os demais clubes brasileiros não teriam série em uma hipotética Liga Mundial.
Novo rico - Fora da lista dos 100 clubes de elenco mais valioso do mundo, considerando apenas o Brasil, o 4º clube brasileiro é o RB Bragantino, com elenco avaliado em € 80 milhões. Clube sem grande tradição, fez um brilhareco no início da década de 90, esteve várias vezes em divisões inferiores no Paulista e Brasileirão, até receber investimento pesado da Red Bull desde 2019, tendo ascenção meteórica.
No Rio, o Fluminense tem elenco avaliado em € 60 milhões (11º brasileiro), Vasco em € 23 milhões (13º) e Botafogo € 20 milhões (15º). Tudo leva a crer que o clube cruzmaltino e o alvinegro reverterão drasticamente este quadro com as SAFs e o dinheiro pesado dos novos investidores.
Davi contra Golias - Voltando à final do Mundial de Clubes, como exigir que o 59º elenco mais valioso do mundo faça frente ao 4º, que vale 5 vezes mais? Como exigir que um time de elenco de Série C ganha de um da A? Como exigir que o Palmeiras, que não tem nenhum jogador que tenha lugar no time titular do Chelsea, faça frente a ele?
E olha que o Chelsea é um dos campeões europeus de futebol mais fraco dos últimos anos. Talvez só comparável ao Chelsea de 2012. Longe de ser um time arrasador como o Real Madri de Zidane e Cristiano Ronaldo, o Barcelona de Guardiola e Messi, o Bayern dos jogadores base da seleção alemã campeã do mundo ou o Liverpool de Klopp.
No embate entre o campeão sul-americano e o europeu, o primeiro é o time pequeno e o segundo é o grande. Jogarem 15 vezes, o europeu vai vencer 14. O sul-americano 1 vez, muito provavelmente jogando como pequeno, criando menos chance de gol, sendo dominado e com seu goleiro fechando o gol. Disputarem 10 campeonatos de pontos corridos, o sul-americano vai chegar atrás em 10.
Longe, muito longe, dos tempos do Santos de Pelé, do Flamengo de Zico e do São Paulo de Telê, quando os times brasileiros eram parelhos e até superiores aos europeus. De lá para cá várias mudanças. Aumento do limite de jogadores estrangeiros nos clubes europeus, declínio das economias da América do Sul, câmbio local bem mais desvalorizado, globalização e aumento das desigualdades.
Em contrapartida, a disparidade econômica e técnica dos clubes brasileiros para os demais sul-americanos também se acentuou demais, pró Brasil. Nunca foi tão fácil ganhar a Libertadores. Brasileiros ganharam 4 das últimas 5 Libertadores, sendo que dois clubes do país, longe de fazer um futebol de encantar como o Fla de 2019, fizeram a final nos últimos dois anos.
Já no Mundial, tudo indica que os brasileiros continuarão criando expectativa e se decepcionando, dada a disparidade técnica e econômica. E devem dar graças aos céus pela Fifa não reunir os melhores clubes do Mundo de verdade na competição. Se houvesse mais vagas para europeus, muito provalvelmente nem à final um brasileiro chegaria.
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Depois da BR-101, Galeão também é devolvido para a União
10/02/2022 | 20h07
Depois da Arteris devolver ao governo federal a concessão da BR-101 no trecho entre Campos e o Rio, agora é a vez da Changi devolver à União a concessão do Aeroporto do Galeão. Ambos terão que ser relicitados e até lá permanecem com os mesmos operadores.
São duas das principais portas de saídas de campistas para outros estados e países. Ambos foram concedidos à iniciativa privada nos governos do PT. A BR-101 em 2008, no governo Lula. O Galeão em 2013, no governo Dilma.
As economias do país e do Rio estavam em outro cenário na ocasião, de crescimento. Desde 2015, no governo Dilma, que conduziu o país à maior recessão econômica de sua história, a economia do Brasil patina, até hoje, passando ainda pela mais grave pandemia em um século. O Rio foi pelo mesmo caminho.
O declínio econômico gerou perda de tráfego, tanto de carros e caminhões, quanto de aviões, passageiros e cargas, impactando diretamente no negócio das concessões de rodovias e aeroportos. No caso do Galeão, ainda há a concorrência predatória com o Santos Dumont.
Fonte: O Globo
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Energia solar na Folha FM
09/02/2022 | 18h44
Iniciou hoje em funcionamento a primeira fase da usina solar do Grupo Folha, em parceria com a Green Solar, empresa que é uma das maiores no Norte e Noroeste do estado do Rio. Neste primeiro estágio, representando 1/10 do sistema total, serão atendidos aproximadamente 1/4 do consumo da Folha FM. 
No segundo estágio da moderna usina solar, com instalação já em andamento, todo o consumo da Folha FM será atendido, assim como também o da Folha da Manhã e o da Plena TV, com exceção do parque gráfico do jornal impresso. A previsão é que a usina esteja em funcionamento completo em abril.
É um grande projeto de sustentabilidade, em um investimento que evitará que 27.628 kg de CO² sejam emitidos na atmosfera por ano, salvando cerca de 166 árvores em igual período, além de gerar energia natural, renovável e limpa.
A usina de energia solar irá gerar média anual de cerca de 120.000 KWH, com perspectiva de retorno do investimento em 3 anos. A InterTv Planície já conta um sistema de energia solar em funcionamento.
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Estreia da semana
09/02/2022 | 12h26
O destaque das estreias da semana nos cinemas em Campos é "Morte no Nilo". O filme entrará em cartaz na cidade amanhã, dia do seu lançamento em todo o país, em versões legendada e dublada, no Kinoplex Avenida, sendo a atração principal da sala vip. Provavelmente também estará no Cine Araújo, cuja nova programação ainda não foi informada, em versão dublada.
"Morte no Nilo" é a nova versão cinematográfica para a obra homônima da célebre escritora inglesa Agatha Christie, autora de vários best-sellers de ficção policial. O seu mais famoso personagem, o detetive belga Hercule Poirot é interpretado por Kenneth Branagh, que também dirige o filme.
Branagh já havia trabalhado como ator e diretor no remake de "Assassinato no Expresso do Oriente", outro clássico de Agatha Christie. Novamente o elenco é estelar, contando ainda com Gal Gadot ("Mulher Maravilha"), Armie Hammer ("Cavaleiro Solitário"), Letitia Wright ("Pantera Negra"), Emma Mackey ("Sex Education"), Rose Leslie ("Game of Thrones") e Tom Bateman ("Vingança a Sangue Frio").
O roteiro conta a história de um casal, vivido por Gal Gadot e Armie Hammer, que tem sua lua de mel a bordo de um cruzeiro pelo Rio Nilo interrompida por um assassinato de um dos outros passageiros, uma jovem herdeira. Hercule Poirot, de férias no mesmo cruzeiro, entra em cena pra desvendar o assassinato.
Confira abaixo o trailer:
Fontes: Correio Braziliense, G1 e Olhar Digital
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Bombou
08/02/2022 | 20h29
A transmissão da semifinal do campeonato Mundial de Clubes, entre Palmeiras, tricampeão da Libertadores (bicampeão seguido), e Al Ahly, decacampeão africano, com a vitória segura do time brasileiro por 2x0, rendeu um recorde histórico para a Band, sendo a maior audiência esportiva do canal em 18 anos.
A Band teve 14,5 pontos de audiência, segundo os números preliminares do Kantar Ibope, liderando no horário, deixando a Globo, que raramente é incomodada na liderança, em segundo, com 9,5 pontos. Record teve 5,2 pontos e o SBT 1,7.
A última vez que a Band teve audiência esportiva tão alta assim foi em 2004, com a transmissão dos Jogos Olímpicos de Atenas. Já em audiência de programas em geral, o último desempenho deste nível foi em 2014, com a transmissão do debate do 2º turno entre Aécio Neves e Dilma Rousseff.
Fontes: Geek Publicitário, Teleguiado e TV Pop
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O que sinaliza a "Grande Renúncia"
08/02/2022 | 11h25
* O Estado São Paulo
O que sinaliza a "Grande Renúncia"
Se no Brasil milhões de trabalhadores buscam empregos que sumiram do mercado, é quase surreal imaginar o inverso: excesso de ofertas de trabalho e escassez de candidatos. Mas isso está acontecendo nas duas maiores economias do mundo, EUA e China, entre outras. A onda de demissões voluntárias conhecida como a Grande Renúncia (Great Resignation) chama a atenção por sinalizar uma potencial mudança existencial no mercado de trabalho.
Altas taxas de demissão voluntária indicam a confiança dos trabalhadores em sua capacidade de conseguir empregos mais satisfatórios e, tipicamente, coincidem com momentos de prosperidade. Inversamente, em períodos de incerteza, as demissões voluntárias e contratações se contraem. Foi o que aconteceu, por exemplo, na Grande Recessão e no início da pandemia.
Em 2021, à medida que a imunização e a recuperação avançavam, as ofertas cresceram, mas, paradoxalmente, massas de trabalhadores, especialmente nos EUA, pediram demissão sem se recolocarem.
Como especulou o Financial Times, em editorial, parte do fenômeno pode estar relacionada ao modo como os EUA lidaram com a pandemia: “Enquanto os europeus protegeram empregos, os EUA protegeram o crescimento”. Nos EUA as empresas demitiram à sua conveniência e o governo distribuiu auxílios aos desempregados. Com a retomada, as empresas precisaram rapidamente preencher vagas. “Essa rotatividade, combinada ao auxílio para desempregados, deu a milhões de trabalhadores o tipo de alavancagem que nunca tiveram antes.”
O fenômeno não é só americano. Um protesto similar na China – “ficar deitadão” (tang ping) – sugere uma rejeição à sobrecarga de trabalho. Segundo pesquisa da Microsoft, 40% da força de trabalho mundial considera abandonar seu emprego.
O êxodo vem sendo puxado pelos Millennials e a Geração Z. Isso sugere que respostas tradicionais – melhores salários e benefícios – talvez não sejam suficientes. Muitos encontraram ganhos no trabalho remoto, como a flexibilidade de agenda, aos quais não estão dispostos a renunciar, e parecem buscar um melhor equilíbrio entre vida e trabalho.
Para os governos, isso pode implicar o desafio de reconfigurar suas redes de proteção social para combinar segurança e flexibilidade. O desafio é similar para as empresas. Regimes híbridos tendem a ser favorecidos. Elas também precisarão elaborar planos de carreira flexíveis, estratégias de identificação e retenção de talentos e recalcular custos e benefícios entre a rotatividade e a retenção.
Por ora, essas escolhas são um desafio (ou um luxo) restrito às economias desenvolvidas. Mas elas podem sinalizar uma reconfiguração global das relações entre capital e trabalho. Se será uma em que todos ganham – ou todos perdem –, dependerá da capacidade de cada parte de discernir prioridades genuínas e negociar condições razoáveis. Em uma economia cada vez mais descentralizada, governos e organizações da sociedade civil, mais do que impor condições gerais de parte a parte, têm o desafio de compensar disparidades e intermediar acordos concretos entre elas.
* Artigo publicado na página de Opinião do Estadão
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Uber Moto chega a Campos
07/02/2022 | 16h37
A Uber lançou hoje em Campos o Uber Moto, o transporte individual de passageiros por meio de motos. O serviço chegou ao Brasil em novembro de 2020 e está presente em 45 cidades espalhadas pelo país. Outras 37 cidades brasileiras estão lançando hoje o Uber Moto, entre elas Macaé, Búzios e Cabo Frio.
A promessa da Uber é de preços menores do que o Uber X. Alternativas de transporte sempre são bem-vindas, mas resta saber como será a efetiva segurança no trânsito, uma vez que os acidentes de moto geram grande demanda no serviço de emergência do Hospital Ferreira Machado.
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Christiano Abreu Barbosa

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