Azul terá voos diários de Macaé para o Rio, em rota com Campos
01/11/2019 | 12h58
A Azul anunciou hoje o voo diário, de segunda-feira à sexta-feira, de Macaé para o Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, a partir de 09 de dezembro. Essa notícia complementa a dada aqui, anteontem, sobre as novidades dos voos da companhia aérea de Campos ao Rio.
Haverá um voo direto do Galeão para Macaé às 10h00, com chegada às 10h50. E um voo de Macaé para o Rio, com conexão em Campos, decolando de Macaé às 11h20, pousando em Campos às 11h50 e saindo daqui às 12h20 para chegar no Galeão às 13h20.
A partir de 02 de fevereiro, assim como em Campos, Macaé passará a ter dois voos diários, de segunda-feira à sexta-feira, da Azul para o Aeroporto do Galeão. Os preços serão a partir de R$ 130,25. Os voos serão operados pelo ATR 72-600 da Azul, com capacidade para 70 assentos. Haverá serviço de bordo, com snacks e bebidas à vontade e sem custo adicional.
Na verdade, a companhia aérea fez uma rota triangular entre Campos, Macaé e Rio, com dois voos diários conectando as cidades, alternando ora para Campos, ora para Macaé, o privilégio de ter o voo direto, garantindo um deles pelo menos, por dia, por cidade, em cada sentido, com o avião sempre "pernoitando" no Galeão.
Confira abaixo a tabela dos voos:
A PARTIR DE 09 DE DEZEMBRO DE 2019
Origem
Saída
Destino
Chegada
Frequência
Galeão
10h00
Macaé
10h50
Segunda à sexta
Macaé
11h20
Campos 
11h50
Segunda à sexta
Campos 
12h20
Galeão
13h20
Segunda à sexta
  
A PARTIR DE 02 DE FEVEREIRO DE 2020
Origem
Saída
Destino
Chegada
Frequência
Galeão
9h30
Macaé
10h25
Segunda à sexta
Macaé
10h55
Campos
11h25
Segunda à sexta
Campos
11h55
Galeão
12h55
Segunda à sexta
Galeão
18h35
Campos
19h40
Segunda à sexta
Campos
20h10
Macaé
20h40
Segunda à sexta
Macaé
21h10
Galeão
22h00
Segunda à sexta
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Usuário aprova voo Macaé x São Paulo
31/10/2019 | 20h16
O amigo e leitor Reinaldo Ottero utilizou ontem o voo da VoePass (Passaredo) de Macaé para o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Acabou sendo a estreia do voo, prevista para domingo passado, mas adiada porque o Aeroporto de Macaé não tinha ainda a sua certificação regularizada pela Infraero até então.
A experiência dele foi positiva, como mostra o seu relato abaixo, revelando que o voo é uma excelente opção para quem quer se deslocar de Campos para São Paulo rapidamente, sem conexões e sem passar na temível "Terra de Ninguém" na BR-101. Confira:
Christiano,
Segue o relato de minha experiência no novo voo Macaé-Congonhas.
Quarta-feira, dia 30/10, embarquei no primeiro voo da Passaredo-MAP, decolando do aeroporto novo de Macaé que tem excelente estrutura, digna dos melhores aeroportos do país.
Fica a menos de 01h30 de Campos, pelo trecho duplicado da estrada, evitando passar pelo trecho mais perigoso para assaltos na Manilha-São Gonçalo.
O voo foi bem pontual, o avião é um ATR 500 com 62 lugares, a viagem foi bem tranquila e com serviço de bordo padrão das companhias aéreas nacionais, ou seja, nada demais.
O ponto negativo foi o estacionamento, que apesar de relativamente grande não me pareceu seguro, sendo pago mas com apenas uma cancela precária e funcionários não uniformizados, além de não ser coberto.
Esse problema deve ser resolvido pois já entrou no último leilão de concessão junto com o aeroporto de Vitória passando a ser administrado por uma empresa suíça que fará maiores investimentos.
Lamento apenas que nossa cidade continue sem infraestrutura aeroportuária à altura, apesar de sermos o maior município da região.
Att,
Reinaldo Ottero
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Demora na duplicação da BR-101: o lado ambiental
31/10/2019 | 14h15
O biólogo Leandro Monteiro enviou, nos comentários da nota publicada aqui anteontem, "Demora na duplicação da BR-101 gera perda de vidas", uma posição de quem é da área de meio ambiente e acompanha de perto a questão ambiental no caso da duplicação da BR-101. Confira abaixo o texto do biólogo, que serve de contraponto à nota:
Prezado Christiano,
É importante verificar as informações postadas com todos os lados da história, para não cometer injustiças. Há anos venho desenvolvendo pesquisas na Reserva Biológica União e acompanho de perto o processo que envolve o licenciamento para a duplicação da BR-101.
Em primeiro lugar, a Reserva União abrange o trecho entre os km 182 e 190 da BR-101. Deste modo, não é correto afirmar que o atraso na duplicação do trecho entre o 144 e o 182 tenha a ver com a Reserva. Na maior parte, existem disputas da Autopista com comunidades locais por diferentes motivos que nada tem a ver com o que você noticiou.
Em segundo lugar, é comum políticos e órgãos de imprensa fazerem referência a uma suposta “demora” nos processos de licenciamento para gerar pressão e mobilização de opinião pública para acelerar empreendimentos.
Garanto que nenhum órgão ambiental é contra a duplicação da rodovia, mas também não é possível aceitar que etapas sejam ignoradas ou a legislação seja deixada de lado. A “demora” neste caso decorre de termos servidores públicos responsáveis no processo, que não aceitaram estudos de impacto que não atendiam requisitos.
Temos muitos exemplos recentes no Brasil nos últimos anos, onde tragédias ambientais têm acontecido repetidamente por conta de negligência e “pressa”. Inclusive com custo de vidas humanas.
Em último lugar, é errado atribuir as mortes por acidentes na rodovia à falta de duplicação, quando os verdadeiros culpados são os motoristas imprudentes. É importante não perder de vista o que realmente importa.
Agradeço a oportunidade de esclarecimento, pois a propagação de ideias simplistas e equivocadas pode formar opiniões erradas e não ajuda na proteção do nosso futuro.
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Briga com a Argentina é inútil!
31/10/2019 | 12h44
BRIGA COM A ARGENTINA É INÚTIL!
* Elio Gaspari - O Globo
Brasil e Argentina, além de vizinhos, são grandes parceiros comerciais. Ambos estão com taxas de desemprego de dois dígitos. Um torce para que o crescimento de 2019 chegue a 1%, e o outro rala uma contração da economia. Nesse cenário de ruína, Jair Bolsonaro e o presidente eleito da Argentina resolveram se estranhar. Por quê? Por nada.
Donald Trump briga com Xi Jinping, mas ambos defendem seus negócios. Já houve época em que o Brasil e a Argentina crisparam suas relações por motivos palpáveis, como aconteceu em negociações comerciais e em torno da construção da Hidrelétrica de Itaipu. Mesmo nessas ocasiões, os governos comportavam-se com elegância. Durante uma dessas controvérsias, o presidente Fernando Henrique Cardoso escreveu: “Não gosto dessa coisa truculenta que não leva a nada. Já temos tantas arestas que é melhor nos pouparmos de acrescentar novas.” Agora, em torno do nada, Jair Bolsonaro e Alberto Fernández romperam a barreira da cordialidade.
Utilizando-se uma medida útil para quem observa briga de rua, foi Bolsonaro quem começou. Em junho ele disse que “Argentina e Brasil não podem retornar à corrupção do passado, a corrupção desenfreada pela busca do poder. Contamos com o povo argentino para escolher bem seu presidente em outubro.” Um mês depois, o candidato Alberto Fernández visitou Lula na carceragem de Curitiba. Domingo, no seu discurso de vitória, ele repetiu o “Lula Livre”, e Bolsonaro classificou o gesto como “uma afronta à democracia brasileira”, recusando-se a cumprimentá-lo pela vitória.
Se diferenças ideológicas justificassem tanta agressividade, os Estados Unidos e a falecida União Soviética teriam começado a Terceira Guerra Mundial no final da década dos 40 do século passado.
Não se pode saber qual é a real agenda de Fernández, mas é certo que por trás da agressividade de Bolsonaro há o nada. Pela primeira vez, desde a nomeação de José Bonifácio para a Secretaria de Negócios Estrangeiros por D. Pedro I, o Brasil não tem chanceler.
Diante do que aconteceu na Argentina e no Chile, o evangelismo bolsonarista tem razões para ficar inquieto. Estaria surgindo uma maré popular na América Latina. Uma coisa é decifrar a alma das ruas, bem outra é acreditar que o monstro da opinião pública deve ser desprezado. O PT, que menosprezou as manifestações de 2013, que o diga.
Çábios da ekipekonômica do doutor Paulo Guedes produziram um documento ensinando que “atribuir os recentes protestos sociais ocorridos no país (o Chile) a um mau desempenho econômico e social, comparativamente aos países latino-americanos, não é uma posição corroborada pelos dados”. Falta avisar aos chilenos, que moram lá.
O governo de Dilma Rousseff isolou-se quando fechou-se, alimentando teorias conspirativas. Bolsonaro faz do seu excêntrico isolamento uma plataforma realimentadora de ilusões. Veja-se uma de suas últimas tuitadas: “Chile, Argentina, Bolívia, Peru, Equador... Mais que a vida, a nossa LIBERDADE. Brasil acima de tudo! Deus acima de todos!”
Bolsonaro, um mestre na arte de perder amigos e fazer inimigos, sente-se cercado por hienas e tuitou uma pequena paródia do filme “Rei Leão”, como se ele fosse o Simba. Faltou lembrar que as hienas só comeram o tio (e rei) Scar, que se aliou a elas.
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Azul terá 2 voos diários em Campos
30/10/2019 | 21h05
A partir do dia 03 de fevereiro de 2020, Campos passará a ter 2 voos diários, de segunda-feira à sexta-feira, da Azul para o Aeroporto do Galeão, que recentemente virou o aeroporto de destino para o Rio, em substituição ao Aeroporto Santos Dumont.
Um dos voos será às 11h55, direto. O outro às 20h10, com escala em Macaé. No sentido Rio-Campos também haverá 2 voos diários da Azul. Um às 09h30, com escala em Macaé. O outro às 18h35, direto. Isso a partir de 03 de fevereiro. Já de 09 de dezembro de 2019 até 03 de fevereiro de 2020 o voo que faz a rota Rio-Campos passará a ter escala em Macaé.
Enquanto isto, o Aeroporto Bartolomeu Lisandro passa por obras para finalização do segundo terminal de passageiros, que será exclusivo para os voos offshore, com previsão de inauguração para dezembro próximo.
O terminal atual passará por reformas para atender somente a aviação comercial. O aeroporto Bartolomeu Lisandro movimenta, em média, 13 mil passageiros por mês, tendo hoje capacidade operacional para atender uma demanda maior de tráfego aéreo.
Está prevista para 2020 a construção de um novo pátio de aeronaves, de 38 mil m², o qual, somado ao pátio existente, permitirá quadruplicar a quantidade de aeronaves estacionadas.
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Caiu o muro
30/10/2019 | 18h48
A obra da nona loja da Drogarias Pacheco em Campos, na esquina das Ruas Formosa e Câmara Júnior, em frente ao Hortifruti, avança rapidamente e os muros que cercavam o terreno já foram tombados. Ela foi anunciada aqui, em agosto.
As obras das redes de drogarias nacionais na cidade têm se notabilizado pela rapidez. Com empresas de de fora, especializadas neste tipo de construção, turnos flexíveis e dinheiro farto, as obras sobem com impressionante facilidade.
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Pra baixo
30/10/2019 | 15h58
Se você acha que seu imóvel foi desvalorizado com a crise econômica nos últimos 4 anos, imagina o dos proprietários de casas no condomínio Vivendas da Barra?
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Demora na duplicação da BR-101 gera perda de vidas
29/10/2019 | 12h31
A tragédia que causou mais uma vítima fatal, um médico campista (confira aqui), na BR-101, poderia ter sido evitada. A duplicação da BR-101 no trecho entre Campos e Rio Bonito, cujo contrato de concessão para a Autopista Fluminense foi assinado há mais de 11 anos, estava prevista para ocorrer até o final de 2016, sendo a maior obra da concessão.
Passados praticamente 3 anos do prazo máximo do contrato inicial, essa duplicação da BR-101 está longe de ser concluída. Foram entregues aos usuários 126 quilômetros de rodovias duplicadas, sendo 60 entre Campos e Macaé (entre o km 84 e o km 144 da rodovia) e 66 entre Casimiro de Abreu e Rio Bonito (entre o km 190 e o km 216 da rodovia).
Cerca de 46 quilômetros entre Macaé e Casimiro de Abreu, no trecho entre o km 144 e o km 190 da BR-101, aguardam licenciamento ambiental, por atravessarem a Reserva Biológica União. O médico campista Matheus Rangel morreu no km 186 da rodovia, próximo ao Trevo de Rio Dourado, em trecho não duplicado, a 4 quilômetros do trecho duplicado.
Há ainda um trecho entre Casimiro de Abreu e Rio Bonito aguardando obras, que necessitou de viadutos vegetados para passagem de animais silvestres sobre a rodovia, em função de atravessar a Reserva Biológica Poço das Antas, um dos principais habitats do Mico-Leão-Dourado, espécie ameaçada de extinção.
A demora na liberação por parte dos órgãos ambientais é cômoda para a Autopista Fluminense, que adia investimentos usando a lei a seu favor. Enquanto a duplicação não é concluída, a rodovia segue, infelizmente, contando os seus mortos, entre eles vários campistas.
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Começou mal (2)
28/10/2019 | 16h17
Segue abaixo o relato do leitor Marcelo, postado ontem nos comentários da nota publicada aqui na quinta-feira passada, que anunciava o voo inaugural da VoePass (Passaredo) de Macaé para São Paulo, que acabou não acontecendo (entenda aqui)
A filha do leitor seria passageira do voo e acabou perdendo compromissos profissionais pelo erro de marcaram um voo inaugural em um aeroporto que carecia de certificação, conforme explicado pela própria empresa em nota (confira aqui). Leia abaixo o relato:
#ATENÇÃO:
PASSAREDO. Voo Macaé x São Paulo de hoje as 18h25.
Após me deslocar esta tarde até o aeroporto de Macaé, encontrei as 16h30 um terminal com portas de embarque fechadas.
Ok, nos dirigimos ao portão de desembarque. Estava aberto.
Nos dirigimos ao balcão da Passaredo.
Fechado.
Por sorte, do banheiro do terminal surge um funcionário da Passaredo e, pasmem, informa que o voo tinha sido cancelado porque a Infraero não autorizou pouso da Passaredo em Macaé.
Eu levava minha filha que voltava para sua casa em São Paulo após passar menos de 20hs em Campos onde veio participar da formatura de medicina de algumas amigas.
Minha filha é médica e mora a 15 min de distância do aeroporto de Congonhas.
Daria plantão hoje às 21hs.
Segundo o funcionário da Passaredo a empresa teria avisado a todos os clientes o cancelamento e a disponibilidade de um ônibus para o Santos Dumont que teria saído as 15h do aeroporto de de Macaé para realocar os passageiros em outros voos.
Isso não é verdade (explico porque abaixo).
Após verificar que a empresa não iria disponibilizar um táxi para levar minha filha até o aeroporto Santos Dumont, deixei o aeroporto enquanto minha filha constatava pelo smartphone que não havia disponibilidade no ônibus Campos x São Paulo da 1001 para esta noite.
Partimos então para péssima rodoviária de Macaé.
De lá, um ônibus double deck sairia às 22hs para São Paulo, sem vaga no leito.
Minha filha, chateada - quem a conhece sabe do extremo senso de responsabilidade dela - optou em pegar um ônibus convencional ( a primeira disponibilidade existente ) para o Rio já levando uma passagem do Rio para São Paulo ( também não tinha leito ) as 22hs.
Enquanto voltava para Campos liguei para o SAC da Passaredo.
Após 14 minutos ouvindo aquelas músicas ridículas o atendente que se identificou como Pedro me informou que hoje seria o voo inaugural da rota São Paulo x Macaé x São Paulo, todavia pouco antes da decolagem de São Paulo a Passaredo foi avisada que a INFRAERO não homologou a pista de Macaé para operação dessa rota.
Questionado que providências a Passaredo teria tomado o mesmo me informou que a empresa optou por manter o voo partindo de São Paulo, deslocando o pouso para Cabo Frio e disponibilizou um ônibus para levar os passageiros de Cabo Frio para Macaé.
Perguntei então sobre o ônibus de Macaé para o Santos Dumont que o funcionário da empresa no aeroporto de Macaé me informou.
Pedro foi taxativo. Disse que todos os passageiros foram avisados por telefone do cancelamento e que poderiam optar por reembolso integral ou trocar por um bilhete em aberto, não tendo, em função disto, sido disponibilizado ônibus algum para os passageiros do trecho Macaé x São Paulo, cancelado.
Pedro ratifica, então que seu colega do aeroporto de Macaé faltou com a verdade.
Ocorre que a reserva da passagem da minha filha tinha seu número de celular e email disponíveis. Ela não recebeu nenhuma ligação informando sobre o cancelamento, tampouco SMS ou e mail.
Empresa que vende passagens sem, aparentemente, autorização das autoridades (in)competentes.
Não aceitei um bilhete em aberto e requeri reembolso.
Quanto ao prejuízo financeiro da minha filha que terá falta lançada no seu ponto ( é residente na UNIFESP ) com desconto nos seus vencimentos, minha despesa de deslocamento e aborrecimentos, estarei já amanhã tomando as medidas judiciais cabíveis.
Fica o alerta para os conhecidos que assim como eu tem filhos morando em São Paulo e sofrem com a falta de disponibilidade de deslocamento rápido além do preço extorsivo da passagem da 1001.
Abram seus olhos com a Passaredo!
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Começou mal
28/10/2019 | 12h38
Estava marcado para ontem o voo inaugural da VoePass (Passaredo) de Macaé para São Paulo, conforme anunciado aqui na quinta-feira passada. Estava, porque um e-mail enviado ontem pela empresa comunicou o cancelamento do voo de Macaé para o Aeroporto de Congonhas, devido a um atraso na certificação do Aeroporto de Macaé por parte da Infraero.
O cancelamento causou transtorno para os passageiros (confira aqui um relato) e é lamentável que a "descoberta" da falta de certificação tenha ocorrido apenas no dia do voo. Para os passageiros do voo São Paulo-Macaé, como solução alternativa, foi alterado o aeroporto de desembarque, aterrizando em Cabo Frio.
Confira abaixo o comunicado oficial da VoePass, enviado ontem por e-mail às 13h45:
Comunicado VoePass
A VOEPASS Linhas Aéreas informa que, devido ao atraso na certificação do Aeroporto de Macaé, o voo de Macaé com destino a Congonhas neste domingo, dia 27 de outubro, foi cancelado.
O voo de Congonhas para Macaé, neste domingo, está mantido e irá operar no aeroporto de Cabo Frio como alternativa, sendo os passageiros trasladados via rodoviária até Macaé.
Para os passageiros cujo voo foi cancelado serão ofertadas as alternativas previstas na Resolução 400 da Anac.
Os voos de Congonhas para Macaé previstos para segunda-feira, dia 28 de outubro, estão mantidos até que haja uma manifestação formal e definitiva sobre a certificação do aeroporto, a cargo da Infraero.
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Christiano Abreu Barbosa

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