PF: Garotinho cobrou R$ 5 milhões a empresários
22/11/2017 | 11h27
A divulgação da delação premiada da JBS desencadeou a operação Caixa d'água, realizada hoje pela Polícia Federal em conjunto com o Ministério Público Eleitoral.
Após isso foi descoberta a participação de um empresário campista, que fechou acordo de colaboração com a PF.
O empresário teria relatado à PF como o esquema com Garotinho teria funcionado a partir de 2014.
A partir das informações, a Polícia Federal investigou e juntou provas que constam do Inquérito Policial 0189/2017. 
Nele está relatada uma reunião que o ex-governador Garotinho teria comandado, em 2014, na torre do Rio Sul, em Botafogo, Rio de Janeiro. Na reunião, ainda segundo a PF, Garotinho teria cobrado R$ 5 milhões a vários empresários campistas. O dinheiro seria usado na campanha dele ao Governo do Estado, Ainda de acordo com as investigações, Garotinho temia não ir para o segundo turno das eleições por estar perdendo fôlego financeiro.
Realmente, Garotinho não para o segundo turno e acabou apoiando Marcelo Crivella (PRB).
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PF sobre prisão do casal Garotinho:"Corrupção e organização criminosa"
22/11/2017 | 11h10
A Polícia Federal enviou nota a respeito da prisão dos ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho. Segundo a PF, entre os crimes investigados estão corrupção, concussão, participação em organização criminosa e falsidade na prestação de contas eleitorais.
Confira abaixo:
                                    
A Polícia Federal cumpre, na manhã de hoje (22/11), 09 Mandados de Prisão e 10 Mandados de Busca e Apreensão expedidos pelo Juízo Eleitoral de Campos dos Goytacazes/RJ. Trata-se de ação que apura os crimes de corrupção, concussão, participação em organização criminosa e falsidade na prestação das contas eleitorais.
Participam da operação aproximadamente 50 policiais federais nos munícipios do Rio de Janeiro/RJ, Campos dos Goytacazes/RJ e São Paulo/SP. Dentre os presos está um ex governador e uma ex governadora do Estado do Rio de Janeiro.
Durante as investigações, a PF e o Ministério Público Estadual identificaram elementos que apontam que uma grande empresa do ramo de processamento de carnes firmou contrato fraudulento com uma empresa sediada em Macaé/RJ para prestação de serviços na área de informática. Suspeita-se que os serviços não eram efetivamente prestados e que o contrato, de aproximadamente 3 milhões de reais, serviria apenas para o repasse irregular de valores para utilização nas campanhas eleitorais.
Outros empresários também informaram à PF que o ex governador cobrava propina nas licitações da prefeitura de Campos, exigindo o pagamento para que os contratos fossem honrados pelo poder público daquele município. Um ex secretário municipal também foi preso. Após os procedimentos de praxe, os presos serão encaminhados ao sistema prisional do Estado onde permanecerão à disposição da Justiça.
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Casal Garotinho preso pela Polícia Federal
22/11/2017 | 09h03
A Polícia Federal cumpre na manhã desta quarta-feira mandados de prisão preventiva contra os ex-governadores do Rio Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho, ambos do PR. Eles são acusados, ao lado de outras seis pessoas, de integrarem uma organização criminosa que arrecadava recursos de forma ilícita com empresários com o objetivo de financiar as próprias campanhas eleitorais e a de aliados, inclusive mediante extorsão. Uma das pontas do esquema foi revelada pelo delator Ricardo Saud, diretor de Relações Institucionais da JBS, que contou, em depoimento na Superintendência da PF no Rio no dia 24 de agosto, que repassou R$ 2,6 milhões, via caixa dois, à campanha de Garotinho ao governo do estado em 2014. 
Rosinha apresentou-se na Polícia Federal de Campos, como mostrou em primeira mão a Folha 1. Garotinho foi preso no apartamento do Flamengo.
O dinheiro da JBS, segundo Saud, fazia parte de um montante de R$ 20 milhões usado pela empresa para comprar o apoio do PR ao PT na eleição de 2014. Os recursos representavam uma "poupança" referente a benefícios irregulares conquistados pela empresa, como linhas de crédito no BNDES.
Garotinho e Rosinha são acusados ainda de corrupção passiva, extorsão, lavagem de dinheiro e pelo crime eleitoral de omitir doações nas prestações de contas. Há ainda um mandado de prisão contra o ex-ministro dos Transportes Antônio Carlos Rodrigues, presidente nacional do PR. A investigação aponta que ele intermediou o repasse ilícito à campanha do ex-governador em 2014.
No pedido de prisão preventiva, o Ministério Público Eleitoral argumenta que a organização criminosa ainda está em atividade, tentando intimidar testemunhas e obstruir as investigações. Os mandados de prisão foram expedidos pelo juiz Glaucenir de Oliveira, titular da 98ª Zona Eleitoral de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense.
Nota da defesa:
A defesa dos ex-governadores Anthony Garotinho e de Rosinha Garotinho informa que só se pronunciará quando tiver acesso aos documentos que embasaram os mandados de prisão, o que ainda não aconteceu.
Atualização:
Nota oficial de Garotinho
Querem calar o Garotinho mais uma vez
O ex-governador Anthony Garotinho atribui a operação de hoje a mais um capítulo da perseguição que vem sofrendo desde que denunciou o esquema do governo Cabral na Assembleia Legislativa e as irregularidades praticadas pelo desembargador Luiz Zveiter.
O ex-governador afirma que tanto isso é verdade que quem assina o seu pedido de prisão é o juiz Glaucenir de Oliveira, o mesmo que decretou a primeira prisão de Garotinho, no ano passado, logo após ele ter denunciado Zveiter à Procuradoria Geral da República.
Garotinho afirma ainda que nem ele nem nenhum dos acusados cometeu crime algum e, conforme disse ontem no seu programa de rádio, foi alertado por um agente penitenciário a respeito de uma reunião entre Sergio Cabral e Jorge Picciani, durante a primeira prisão do deputado em Benfica. Na ocasião, o presidente da Alerj teria afirmado que iria dar um tiro na cara de Garotinho.
Agora, a ordem de prisão do juiz Glaucenir é para que Garotinho vá com sua esposa para Benfica, justamente onde estão os presos da Lava Jato.
Cabe frisar que essa a operação à qual Garotinho e Rosinha respondem não tem relação alguma com a Lava Jato.
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Câmara aprova Ficha Limpa também para Executivo
21/11/2017 | 19h06
A Câmara de Campos aprovou hoje, em primeiro turno, a extensão da Lei da Ficha Limpa para os cargos comissionados da Prefeitura. A medida já valia para o Legislativo desde 11 de julho deste ano, quando foi sancionada pelo prefeito Rafael Diniz, a Lei 8758/2017.
A aplicação para o Executivo foi garantida através de Indicação Legislativa do vereador Jorginho Virgílio, também autor da Lei 8758. Para que sua efetiva aplicação ocorresse, o prefeito enviou à Câmara o seu próprio Projeto de Lei semelhante à Indicação Legislativa. 
Nos próximos dias haverá a votação em segundo turno. Assim como ocorreu na Lei municipal n° 8758/2017, que prevê a proibição na Câmara, o prazo, após a sanção do prefeito, é de 90 dias para a exoneração no Executivo. O impedimento da nomeação em cargos comissionados é de pessoas que tiveram condenações não só eleitorais, mas também por crimes ao patrimônio, contra o erário público, a vida, dignidade sexual, abuso de autoridade, restringindo inclusive os condenados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), entre outras tipificações.
"Em meio a intermináveis escândalos de corrupção e prisões de políticos no País e no Estado seguimos avançando na contramão destes vergonhosos episódios da nossa política e estamos dando nesta terça-feira mais um passo importante para a moralização da política em Campos", explica Jorginho.
A Lei foi bastante elogiada pelos demais vereadores. O líder do Governo, Fred Machado (PPS), falou sobre a importância e o compromisso do governo Rafael Diniz com a transparência e combate às irregularidades.
Líder do PR, Thiago Ferrugem encaminhou o voto da oposição para a aprovação: "Toda Câmara está empenhada no combate à corrupção. O Estado tem que funcionar para a população e não para aqueles que detém o poder", disse Ferrugem.
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TRF manda prender de novo Picciani, Albertassi e Paulo Melo
21/11/2017 | 15h13
Por unanimidade, os desembargadores do Tribunal Regional Federal do Rio de Janeiro votaram nesta terça-feira (21) pela revogação imediata da liberdade dos deputados federais Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi. A Justiça Federal também determinou o afastamento deles da Assembleia Legislativa (Alerj).
Os três haviam sido presos na Operação Cadeia Velha, desdobramento da Lava Jato no Rio, mas foram soltos após votação na Alerj na sexta-feira (17), sem que houvesse notificação judicial. Com a nova decisão, os três devem voltar à prisão ainda nesta terça.
Advogado de Albertassi, Nélio Machado disse que o cliente vai se entregar e recorrer. "Retrocesso que viola a Constituição Federal. Pela forma que ele procedeu da primeira vez, vai se submeter, mas recorrer das decisões. É uma decisão praticamente inócua. Deliberação incorreta que viola separação de poderes", argumentou.
Relator do processo contra os três deputados do PMDB, o desembargador Abel Gomes afirmou que o alvará de soltura feito pela Alerj é "esdrúxulo".
"Só pode soltar quem pode prender. Só pode expedir alvará de soltura quem expede mandado de prisão. Portanto, só poderia ser revogada [a prisão] por órgão judiciário", afirmou o relator.
Abel Gomes ainda pediu que o processo seja encaminhado ao presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) e que, em caso de novo "obstáculo à corte", seja pedida uma intervenção federal no Rio de Janeiro.
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João Peixoto destina R$ 500 mil à Sta Casa de SJB
21/11/2017 | 14h50
O deputado estadual João Peixoto, presidente regional do PSDC/RJ, colocou no orçamento do ano de 2018, uma emenda de R$ 500 mil destinada à Santa Casa de Misericórdia do município de São João da Barra.
Além disso, o parlamentar ainda publicou no D.O mais três emendas para o município, são elas:
Reestruturação da Delegacia Legal com reforma e reaparelhamento.
Apoio a educação para pessoas especias por meio de projetos implantados em locais mais carentes, objetivando a igualdade e oportunidade a todos.
Aquisição de um trator com grade para atender os pequenas e médios produtores.
"Tenho percorrido semanalmente os municípios do nosso estado, tenho visto de perto as necessidades de cada um deles, por meio das emendas que fiz para o orçamento 2018, espero poder ajudar aos municípios do nosso estado." disse João Peixoto.
Segundo a assessoria do deputado, foram publicadas no D.O mais de 90 emendas de autoria do deputado João Peixoto para o orçamento do próximo ano, ainda de acordo com a assessoria, todas as emendas serão divulgadas.
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Campos sediará evento do Conexão Sicoob
21/11/2017 | 14h05
Campos dos Goytacazes, através do Sicoob Fluminense, única cooperativa de crédito de livre admissão do estado do Rio de janeiro, será a primeira cidade do interior do país a sediar uma das etapas do “Road Show” do Conexão Sicoob. O evento está programado para os dias 23, 24 e 25 de novembro, envolvendo entidades de ensino superior como o IFF, UENF, UFF e ISE.
 
Em linhas gerais, a Conexão Sicoob - Roadshow 2017/18 tem as cooperativas como foco, e objetiva integrar e explicar, através de diversas atividades, a dinâmica e o conceito do capitalismo consciente. A organização do Conexão tem nível nacional, viabilizada no Rio de Janeiro através da Sicoob Central, que trabalha para proporcionar uma experiência de desenvolvimento e aprendizado. Serão realizadas várias etapas do evento em todo o país, e a ideia é a de compartilhar com o jovem universitário brasileiro como o Sicoob é capaz de transformar vidas e comunidades inteiras.
 
Entre os principais temas abordados destacam-se o Futuro da Liderança, Capitalismo Consciente e Economia Colaborativa.
 
Em Campos, nos dias 23 e 24 serão realizados workshops voltados para empresas juniores, nas universidades, com treinamentos de autoconhecimento, liderança na prática e sobre conceitos de capitalismo consciente e cooperativismo financeiro. Serão então escolhidos 16 jovens para participarem do LAB – atividade em que, durante todo um dia, jovens de alto potencial serão provocados a gerar soluções criativas e aplicáveis para desafios que envolvem a comunidade local por meio da troca de conhecimento e aprendizados entre eles e alguns mentores - e que ao final levará a uma grande premiação.
 
Já no dia 25 haverá o OpenCampus, com ampla e aberta participação de interessados em trocar experiências e demonstrar que as novas organizações precisam se transformar em negócios conscientes para poderem efetivamente sobreviver no mercado competitivo. Nesta oportunidade haverá talks e reflexões com jovens lideranças que estão transformando o seu entorno, propiciando diálogos e aprendizados.
 
A programação completa é a seguinte:
 
23/11 – das 8h30m às 12h30m (IFFluminense); das 14h às 18h (UENF)
 
24/11 – das 8h30m às 12h30m (UFF); das 14h às 18h (ISE)
 
Conexão LAB – das 9h às 17h (Tec Campos / UENF)
 
OpenCampus – das 18h30m às 21h (auditório I/Centro de Convenções da UENF)
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#eboato: TRE desmente mensagem sobre multa por biometria
21/11/2017 | 13h54
Desde o final de semana, espalharam em grupos de whatsapp e outras redes sociais a notícia de que aqueles que não fizeram recadastramento para o sistema biométrico pagariam multa de R$ 150. 
É mentira.
O TRE divulgou nota esclarecendo que a informação é falsa. Só há cobrança de multa para aqueles que deixado de votar ou justificar nos pleitos anteriores. E assim mesmo de R$ 3,51. Confira a nota abaixo:
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) esclarece que é falsa a informação, que vem circulando em aplicativos de mensagens e redes sociais, de que os eleitores que não realizarem o cadastramento biométrico terão de pagar multa no valor de R$ 150 reais e terão seus documentos cancelados. Só há cobrança de multa, no valor de R$ 3,51 por turno, caso o eleitor não tenha votado nem justificado em pleitos anteriores.
 
Atualmente, a biometria é obrigatória apenas em dois municípios do estado: Rio das Ostras (prazo final em 9 de dezembro) e Queimados (prazo final em 17 de março de 2018). Os eleitores que não realizarem a revisão biométrica nesses municípios terão o título cancelado e, além de ficarem impossibilitados de votar nas próximas eleições, não poderão tirar passaporte, prestar concurso público ou obter empréstimos em bancos oficiais, entre outros impedimentos.
 
Nos demais municípios do estado onde a biometria já está disponível, como na Capital, o cadastramento ainda não é obrigatório, mas, para evitar filas no futuro, a Justiça Eleitoral recomenda que os eleitores compareçam o quanto antes, mediante agendamento pelo site do TRE-RJ (www.tre-rj.jus.br/agendamento) ou pelo telefone (21) 3436-9000.
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Diário Oficial de Campos com novo formato
21/11/2017 | 09h36
O Diário Oficial do Município está com novo layout a partir de hoje. No último dia 14, a Câmara aprovou o Projeto de Lei número 0170/2017, enviado pelo gabinete do prefeito Rafael Diniz e que dispõe sobre o Diário Oficial Eletrônico do município.
Na ocasião, o líder do governo, Fred Machado, explicou que o objetivo era proporcionar economia de papel, ressaltando também a responsabilidade ambiental. 
A Lei 8.794/17 foi publicada no Diário Oficial no último dia 16.
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Picciani pede licença da Alerj até fevereiro
19/11/2017 | 11h20
O presidente da Alerj, Jorge Picciani, foi preso semana passada e solto menos de 24h depois, através de votação na Assembleia. Seus problemas, porém, estão longe de acabar: O filho Felipe, único que está fora na carreira política, está preso e seus bens, bloqueados.
Além disso, o MPE está recorrendo para tentar anular a sessão da Alerj que soltou Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi.
Hoje, Picciani divulgou nota, afirmando que está tirando licença da Assembleia, para dedicar-se à defesa do filho e aos negócios da família. A licença vai até fevereiro.
Atualização:
Edson Albertassi também pediu licença da Assembleia.
O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), deputado Jorge Picciani (PMDB), comunica que vai tirar licença de suas atividades parlamentares a partir desta terça-feira (21/11), e só deverá retornar à Alerj em fevereiro de 2018, após o recesso de janeiro.
A razão imediata é o fato de querer se dedicar à sua defesa e à do filho, que permanece preso, e à sobrevivência da empresa de 33 anos da família. A empresa teve a conta bloqueada pela Justiça - apesar que arcar com gastos fixos como salário de funcionários, impostos, veterinários e alimentação dos animais.
Sobre os movimentos em curso para que ele e os deputados Paulo Melo e Edson Albertassi sejam afastados do cargo, Picciani disse que aguarda a decisão com serenidade e, se for o caso, vai recorrer.
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Sobre o autor

Suzy Monteiro

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