Festa tricolor em SJB
21/01/2017 | 19h14
Nem foi a final ainda e já tem buzinaço e muitos fogos de artifício em São João da Barra. Aliás, se der mesmo Fluminense no Brasileirão, como tudo leva a crer, o caminho da festa é pela BR 356. Duvido que exista cidade na região mais festeira e com mais tricolor por metro quadrado. Em tempo: sobre a atuação do meu querido Vasco da Gama me recuso a comentar.
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Prévia para 2012 em SJB
21/01/2017 | 19h14
Vai ser nesta quinta-feira a eleição da mesa diretora da Câmara sanjoanense para o próximo biênio. E o resultado vai dizer muito sobre como poderão ser costuradas as composições para a sucessão municipal. Os vereadores se reúnem às 17h30. É promessa de casa cheia.
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Bons ventos
21/01/2017 | 19h14
Do Cais do Imperador, em São João da Barra, a bonita e imponente imagem das torres de energia eólica instaladas em Gargaú, no litoral sanfranciscano. São 17 aerogeradores que, juntos, têm capacidade para abastecer uma cidade de 80 mil habitantes. Cada torre possui 120 metros de altura, sendo 80 da torre em si, mais 40 da pá da hélice — o equivalente a um prédio de 40 andares. É o primeiro parque eólico do Sudeste. A foto é de Paulo Sérgio Pinheiro.
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Telefone celular: modo de usar
21/01/2017 | 19h14
Cena 1: Sala de espera do consultório médico lotada. Algumas pessoas se distraem com a leitura de revistas, outras ensaiam uma daquelas conversas superficiais sobre previsão do tempo e custo de vida. De repente o som de Beyoncé invade o ambiente. Enquanto procura o celular na bolsa, a jovem nos “brinda” com o refrão completo do sucesso pop Single Ladies. Quando finalmente encontra o aparelho inicia uma conversa de longos cinco minutos. Conta dos exames que fez, relata seus níveis de colesterol, triglicerídeos e anuncia até que há um verme passeando por seu aparelho digestivo. Pede ao interlocutor que passe na farmácia, na loja da tia para buscar uma encomenda, que dê um recado à vizinha. Reclama da má vontade do marido, da implicância da sogra e o papo segue com um monte de outros bla-bla-blás. Cena 2: O adolescente entra no ônibus, se acomoda em uma poltrona no canto, abre a mochila e começa a cutucar o celular. Segundos depois todos os passageiros são obrigados a ouvir inteirinho, por mais de uma vez, durante toda a viagem, o funk do Pica-pau. Tudo bem que o telefone celular se tornou indispensável em nossas vidas. Tem gente que é viciada. Já inventaram até um nome para isso: nomofobia. Acontece que para tudo neste mundo é preciso civilidade. E tem gente que não vê nada demais em compartilhar suas histórias e seu gosto musical com outras pessoas. É aí que mora o problema. O tão útil telefone celular virou sinônimo de constrangimento e falta de educação. Os ringtones, que deveriam ser meros sinalizadores sonoros de que há alguém querendo falar do outro lado da linha, viraram brinquedo de dj amador. Os inocentes aparelhinhos móveis são agora a grande praga barulhenta dos locais públicos e o sossego anda perdendo a batalha para o exibicionismo tecno-musical. Outra praga é a dos bônus oferecidos pelas operadoras e que, nos aparelhos pré-pagos, têm validade diária. Então o sujeito acha que tem que papear no telefone até usar todos os créditos a que tem direito. E haja conversa fiada para ser compartilhada. Longe da pretensão de criar regras de etiqueta, as dicas que seguem são apenas algumas sugestões, baseadas exclusivamente no bom senso: • Evite o uso do celular em locais públicos fechados. Se tiver que atender, vá para o lado de fora. • Fale baixo ao celular. Sua vida pode ser bastante interessante para você, mas tenha certeza: ninguém está interessado em saber sobre sua rotina e sobre os detalhes da sua vida privada. • Precisa atender quando estiver em ambientes compartilhados? Seja breve. Fale o necessário e diga que torna a ligar assim que puder. E, de preferência, faça isso quando estiver sozinho. • Nos cinemas, igrejas, bibliotecas, velórios, simplesmente desligue o celular. Se não puder, coloque no modo vibracall. Mas saia do ambiente caso precise realmente atender à chamada. • Não use o celular ao dirigir. É perigoso e infração grave de trânsito. Se precisar atender, estacione o veículo. • Em reuniões de trabalho ou na sala de aula, coloque no modo silencioso. Depois confira as ligações e retorne. • Recebeu visita em casa, saiu para almoçar com alguém, está no meio de um bate-papo? Não interrompa a conversa para atender uma ligação. Se for muito importante, avise isso à pessoa que está ao seu lado e seja breve na conversa ao telefone. • Curte uma música enquanto está em ambientes compartilhados? Use o fone de ouvido. É baratinho. • Se tiver que deixar o celular sobre a mesa para ir ao banheiro, à lanchonete ou à sala do chefe, não esqueça de colocar no modo silencioso. Ninguém merece ficar ouvindo ringtones infinitamente. • Se telefonar para alguém e chamar até cair, não fique insistindo. Obviamente a pessoa está ocupada e não pode atender agora ou não está próxima do aparelho. Ela vai ver sua ligação e vai retornar. Se não o fizer é porque não quis. Então, pelos motivos mais variados, não adianta insistir. • Seja sucinto ao gravar mensagem na secretária eletrônica. • Por último, tente reduzir sua dependência do celular. Sempre que puder, na sua folga, desligue o aparelho e guarde na gaveta, nem que seja por alguns poucos momentos.
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Viagem barulhenta 4
21/01/2017 | 19h14
Há alguns dias venho planejando abordar mais uma vez o drama de quem é usuário do serviço de transporte coletivo oferecido pela Campostur. Ontem o colega João Noronha tratou do assunto aqui no seu blog Vento Nordeste. Não só assino embaixo, como acrescento mais algumas observações. Quem acompanha o blog sabe que minha maior chateação é com a poluição sonora. Já opinei sobre a falta de noção de alguns passageiros (aqui), reclamei dos motoristas e cobradores que tratam nosso ouvido como penico (aqui) e até apelei para o bom humor (aqui), porque senão a gente acaba pirando mesmo. Afinal, é um tempo considerável das nossas vidas que passamos em um veículo desconfortável, inseguro e barulhento. Não sou muito boa com números, mas fiz uma conta por alto: para quem mora em São João da Barra, como eu, são duas horas de viagem, somando ida e volta. Descontando sábados, domingos, feriados e um mês de férias, passamos quase 20 dias por ano dentro do busão da Campostur, ouvindo sertanejos e pagodes, dividindo espaço com baratas, suportando o fedor das cortinas. A empresa comprou quatro ônibus zerados, tudo bem. Uma evolução e tanto para quem adquiria sucatas da capital e só passava uma tinta. Mas o estado do restante da frota é lastimável. São as aeronaves da Campostur. Assim que “decolam” da Praça da República (a obra da Rodoviária Roberto Silveira não acaba não?) já sinalizam problema com o ruído estranho no motor. No meio do caminho, ou logo no começo, apresentam leve turbulência, que aumenta conforme o motorista insiste em concluir sua viagem, e eis que somos todos forçados a uma conexão não programada: saltamos na estrada e esperamos a próxima condução — muitas vezes microônibus caindo aos pedaços, lotados e com longas escalas em Grussaí e Atafona, antes do destino final. Agora, sem brincadeira, anda difícil suportar o martírio que tem sido sair de casa para trabalhar. Já que a Campostur não tem pena de nós, o jeito é apelar para o Detro. Alô, fiscais, nos socorram por favor!
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A Bienal está bombando
21/01/2017 | 19h14
Acertou quem disse que fazer o evento na cara do gol ia resultar em sucesso de público e democratização do acesso a esta grande aldeia literária que se transformou a Praça São Salvador. Até agora, terceiro dia de Bienal do Livro, mais de 52 mil pessoas visitaram o espaço, 21 mil somente hoje, faltando poucos minutos para encerrar o dia. Hoje foi recorde de visitantes e de presença em debates. A arena cultural lotou no início da noite para assistir ao bate-papo entre Luis Fernando Veríssimo, Zuenir Ventura e Arthur Dapieve. Foi de fato um grande momento. É grande também a expectativa para Ferreira Gullar, na quinta-feira, e Thalita Rebouças, no sábado. A Bienal vai até domingo. É bom não deixar de conferir.
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Eike Batista doou R$ 750 mil para a campanha de Sérgio Cabral
21/01/2017 | 19h13
O empresário Eike Batista é o único doador pessoa física entre os 20 maiores patrocinadores de campanha do governador reeleito Sérgio Cabral (PMDB). A lista divulgada ontem pela Justiça Eleitoral é liderada por empreiteiras. De acordo com o TSE, Cabral recebeu um total de R$ 20.677.106,61 em doações. Já o candidato Fernando Gabeira (PV) contou basicamente com doações partidárias. O total arrecadado pela campanha é de R$ 3.612,004,00. Leia a matéria completa aqui.
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Site de Serra hackeado
21/01/2017 | 19h13
Enquanto o site oficial de campanha de Dilma exibe o agradecimento da presidente eleita, o de Serra foi atacado por hackers e até agora há pouco exibia a seguinte mensagem: “Dilma sobreviveu após ser torturada com choques elétricos e pau-de-arara. Já Serra dá piti com bolinha de papel e fitinha”. Neste momento exibe a página em branco.
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Venceu Serra em São João da Barra
21/01/2017 | 19h13
O tucano José Serra venceu em São João da Barra com 12.045 votos. Dilma teve 8.781. A abstenção foi maior que no primeiro turno e chegou a 5.337 votos. Votaram 22.315 eleitores e os votos válidos somam 20.826. Em branco foram 600 e nulos, 889.
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Clima tucano
21/01/2017 | 19h13
Não sei não, mas acho que o clima em São João da Barra está, digamos, um tanto tucano. Nas ruas, o que se ouve de declarações de voto em Serra não é brincadeira. No primeiro turno foi uma surpresa. Durante a apuração Serra chegou a ficar à frente de Dilma e o resultado final foi apertado: Dilma - 8.557 votos (40,3% dos votos válidos) Serra - 8.471 votos (39,9% dos votos válidos) Ou seja, apenas 86 votos de diferença. Vamos ver logo mais, quando os votos forem apurados. Pelo jeito, se der Dilma tudo indica que vai ser quase empate de novo.
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Sobre o autor

Júlia Maria de Assis

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