Ouvindo o silêncio
21/01/2017 | 23h19
Ouvindo o Silêncio...Depois da dureza que foi o primeiro turno das eleições, nada como recarregar as baterias em um lugar tranqüilo que, como diz o marketing do hotel, é “onde o silêncio se faz ouvir”. Uma natureza exuberante e uma calma que, para quem está acostumado com a correria do dia-a-dia de Campos, chega a causar estranheza. A foto ao lado foi tirada do mirante do hotel, que fica no alto de um morro, em Domingos Martins, ES. A Paisagem não nos deixa mentir. É recarregar as baterias no fim-de-semana para segunda-feira estar de volta à luta do segundo turno, ajudando ao PSDB de Campos e região.
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PAF-ECF
21/01/2017 | 23h19
O prazo para o cumprimento da resolução SEFAZ Nº 217 de 27 de julho de 2009, que trata do PAF-ECF (Programa de Aplicativo Fiscal), que obriga a todo estabelecimento comercial usuário de equipamento emissor de cupom fiscal (ECF), está chegando. Será dia 30 de outubro agora. A resolução trata do uso de sistema de informática por parte das empresas que utilizam impressoras fiscais. O sistema utilizado pela empresa para emissão dos cupons fiscais deverá estar devidamente homologado pelo Estado. O Estado, que já havia feito um adiamento no prazo para empresas que faturam abaixo de R$ 2.400.000,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais) por ano, não parece disposto a ampliar novamente este prazo.
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Era FHC
21/01/2017 | 23h19
Muito se fala da era Lula, mas, justiça seja feita, o precursor de todo o desenvolvimento que o Brasil vivencia hoje foi o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Com as reformas estruturais que promoveu no país (sem falar no plano Real, ainda no governo Itamar Franco), colocou o país no cenário internacional como uma nação responsável no controle de seus gastos e com metas definidas de crescimento futuro. FHC não preparou o país para as próximas eleições; preparou o país para as próximas gerações. E este é um legado que a história ainda haverá de lhe imputar. Querer comparar governos (FHC x Lula) é um exercício tão inócuo quanto discutir a pretensa vitória da Bolívia na Copa do Mundo do Brasil. Foram épocas distintas e situações estruturais distintas. FHC lançou as bases do que o Brasil é hoje. Herdou um país em recuperação após uma desastrosa administração Collor. Recuperação esta iniciada por ele ainda no Governo Itamar Franco, quando foi Ministro da Fazenda. Teve a coragem e a competência de enxergar o Brasil dentro de um contexto mundial. Não querer enxergar isso é pensar a política de uma forma muito mesquinha e pequena.  Da mesma forma que dizer que Lula não foi competente em seu mandato, principalmente por entender que o discurso que ele tinha como o candidato de 1989 não tinha mais espaço em mundo globalizado como temos hoje, é depreciar o processo democrático que muitos lutaram para que todos nós dele usufruíssemos hoje. Lula soube se reinventar, ainda que ainda mantenha alguns resquícios de seu tempo de sindicalista (haja vista a forma como trata a imprensa). Enfim, a coisa é mais ou menos por aí. Lula gostou tanto da política econômica de FHC que colocou um tucano no Banco Central, mantendo-o até hoje (recentemente filiado ao PMDB). O Fome Zero fez água, de modo que foi preciso eliminá-lo e ressuscitar os programas da gestão anterior, aglutinando-os sob o nome "Bolsa Família". Por fim - não por ironia do destino, mas por fisiologismo pragmático -, ressurge Collor, agora como aliado, em fotografias, abraços e discursos inflamados de apoio, de modo que nem se pode falar em "carta fora do baralho" ou "comparação descabida". O exemplo aí das comparações está mais do que vivo e faz parte da base do governo. Se for pra comparar, façamos com honestidade. É preciso saber como a casa foi encontrada e como foi devolvida. Estabilizar a herança collorida é uma coisa, recauchutar programas preexistentes depois de falhar miseravelmente num vexatório "Fome Zero", bom, aí é outra coisa. Qualquer que seja o próximo presidente, herdará um país ainda mais avançado em suas reformas estruturais e deverá colocar mais uma pedra nesta grande construção que se chama Brasil.
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A onda é azul
21/01/2017 | 23h19
Com a entrada na campanha neste segundo turno, em tempo integral, de Aécio Neves, Geraldo Alckmin, Anastasia, Beto Richa, Aluysio Nunes e outras cabeças coroadas do PSDB nacional, acrescido da divisão igualitária do tempo de rádio e TV, temos um cenário pronto para uma boa disputa que, acredito, não terá uma diferença tão grande quanto houve no primeiro turno, qualquer que seja o lado vencedor. Sinto que a próxima onda será azul...
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Iniciando...
21/01/2017 | 23h19
Olá a todos! Antes de começar a postar qualquer assunto, quero parabenizar ao Grupo Folha da Manhã pela abertura desse espaço para expormos nossas idéias e sentimentos e discutir com a sociedade temas variados e de relevância. Procurarei fazer deste um espaço democrático e de discussões de idéias e pontos-de-vistas dos mais diversos.
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Olá, mundo!
21/01/2017 | 23h19
Benvindo a equipe de blogueiros da Folha da Manhã . Edite ou exclua este post. Boa sorte com seu blog!
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Robson Colla

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