Teles vão bloquear uso de celular pirata em suas redes a partir de 2013
21/01/2017 | 23h30
As prestadoras de telefonia móvel e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estão trabalhando para combater o uso de aparelhos celulares piratas e clonados. A partir do próximo ano, deverá começar a funcionar um sistema de monitoramento desses terminais e aqueles aparelhos novos que não tiverem certificação do órgão regulador não serão mais habilitados para operação na rede. Pelo sistema, que ainda está em fase de elaboração, a identificação do terminal será feita no ato da ativação do acesso do usuário, quando é inserido um chip de celular para a utilização do aparelho. Nesse momento, a prestadora faz a leitura de um número de série do terminal, conhecido como Internacional Mobile Equipment Identy (IMEI) ou identificação internacional do aparelho de celular. Se o aparelho não for homologado, não ocorre a habilitação imediata e o usuário é encaminhado para atendimento diferenciado pela prestadora. A medida funcionará, num primeiro momento, para novas habilitações e a expectativa é de que os celulares sem homologação que já estejam em funcionamento passem por um processo natural de substituição. Esse controle trará uma série de benefícios para os usuários e para o Brasil, colaborando, por exemplo, para o desenvolvimento da indústria, fortalecendo o mercado formal de aparelhos certificados e ampliando, consequentemente, a arrecadação do País. A medida permitirá também uma redução nos problemas enfrentados pelos usuários, como dificuldades de fazer ligações e queda de chamadas, provenientes do mau funcionamento do aparelho terminal. Ampliará também as garantias do consumidor, já que quem compra esse tipo de terminal não tem direito à troca ou reparo no caso de defeito do celular. O cadastro possibilitará ainda ter o conhecimento do tamanho desse mercado, que já vem sendo combatido com medidas restritivas à importação de celulares não homologados. Fonte: Computerworld  
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007, Royalties e pipoca
21/01/2017 | 23h30
Em tempos de uma iminente perda na arrecadação de royalties me coloquei a pensar em qual seria a saída de nossa cidade com a perda de tão expressivos recursos. Para clarear as ideias e buscar inspiração, resolvi ir ao cinema no Boulevard Shopping, assistir ao novo filme do 007, que, por sinal, completa agora 50 anos. Cheguei a ver filmes do 007 com o Sean Connery (o melhor deles), mas a maior parte dos filmes da série, que vi,  foram mesmo com o competente Roger Moore.  Ao entrar no shopping apertei o botão da cancela de entrada e logo recebi um cartão magnético que me debitaria, mais tarde, o valor de R$ 4,00 pelo estacionamento. Quando minha filha comprou os ingressos (duas inteiras – eu e minha esposa – e uma meia-entrada – minha filha) só recebemos os ingressos impressos em uma impressora térmica, comum. Fiquei na fila da pipoca (enorme!) enquanto minha filha comprava os tais ingressos (também com uma enorme fila). Ao chegar a minha vez a atendente, muito simpática, me perguntou o que eu queria e escolhi duas pipocas grandes e duas águas minerais, no que ela, solícita, preencheu uma comanda e me entregou os produtos. Ato contínuo, segui na fila para concluir a compra e fazer o pagamento. A atendente do “caixa” tinha uma calculadora em cima do balcão e fez as contas baseada no que estava na comanda. Passou-me o valor, que prontamente paguei, em dinheiro, pois existe, inclusive, um cartaz que avisa aos clientes que somente aceitam dinheiro. Nada de cartão, nada de cheque, nada de fiado. Só o bom e velho dinheiro! Aí aconteceu o inusitado: eu pedi o cupom fiscal. A atendente ficou me olhando por uns quinze segundos com aquela cara de que não estava entendendo e eu reiterei: quero o cupom fiscal. Afinal, tinham duas impressoras fiscais em cima do balcão (como manda a legislação), porém o sistema estava desligado e elas fazendo conta nas calculadoras espalhadas no balcão (contei três). Fiquei uns cinco minutos esperando a moça, já disse antes, muito solícita, ligar todo o sistema somente para atender aquele “chato” que estava ali a lhe levar mais serviço e diminuindo a velocidade do atendimento. Vencida esta etapa e após ainda receber um “muito obrigado” por parte da atendente adentrei a sala de cinema para assistir ao filme. Terminado o filme e após uma volta pelo shopping (afinal, estava com duas mulheres, e é impossível somente assistir qualquer filme e ir embora), me direcionei para a fila de pagamento do estacionamento (lembram do cartão magnético da entrada?) que estava enorme. Aguardei pacientemente a minha vez e fiz o pagamento. Recebi um papel impresso em uma impressora não fiscal e, naquele momento, com longa fila e horário avançado (shopping já fechando) nem sequer ensaiei pedir um cupom fiscal, pois tal “heresia” poderia significar uma enorme dor de cabeça para mim, pois com a chuva fina que caía duvido muito que o cliente atrás de mim na fila tivesse a paciência de esperar que eu recebesse qualquer explicação da pessoa que trabalha no caixa do estacionamento. Pois bem, narrei o que aconteceu comigo ao longo de apenas três horas de um sábado para mostrar o quanto os cofres públicos são “assaltados” todos os dias, ao longo dos anos, sem que nenhuma autoridade local tome nenhuma providência. Quantas pessoas assistem a filmes todos os dias? Qual o controle que é exercido sobre esta atividade? É por estimativa? Qual o parâmetro para a cobrança desse serviço?  Afinal, ao assistir a um filme, a empresa está lhe prestando um serviço e isto enseja a cobrança de ISS, ou não? Se não for, desculpe minha ignorância. Passada a etapa do filme vamos para a pipoca. Sim, a pipoca! Quantas pipocas são vendidas por dia ali? E os outros produtos? São produtos vendidos e, como tal, são passíveis de tributação! Mas o que a prefeitura tem a ver com isso, se não é serviço? Ora, todo município tem um repasse do Estado em função da arrecadação de ICMS. Quanto deixamos de arrecadar com a venda de pipocas e afins? Com o fim da pipoca, avançamos para o estacionamento. Quantos carros você acha que estacionam por dia em cada shopping e estacionamento pago de nossa cidade? Quanto você, caro leitor, paga por uma hora de estacionamento privado em Campos hoje? É evidente que muito menos do que pagamos no Rio ou São Paulo, mas já atentaram para quantos estacionamentos passaram a existir em Campos nos últimos três ou quatro anos? E quantos destes vocês sabem estar legalizados? Quantos deles te dão um cupom fiscal? Qual a forma de controle que o município tem sobre esta atividade? Poderia ainda discorrer sobre as atividades de serviços como táxi, médicos, dentistas, oficinas mecânicas e, principalmente, os bancos, dentre outros. Não cobramos a todos como deveríamos e com isto, poucos pagam por muitos. Em tempos de discussão de royalties seria bom colocar um pouco de luz sobre outras formas de arrecadação para a nossa cidade. Que nossos dirigentes “passeiem” mais por nossa cidade, frequentem mais os shoppings e cinemas. Tenho certeza que acharão muitas formas de aumento de arrecadação independente dos tão propalados royalties.  
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TST discute se recados trocados em redes sociais são prova de amizade íntima
21/01/2017 | 23h30
Recados trocados em redes sociais são prova de amizade íntima? O TST (Tribunal Superior do Trabalho) começou a discutir essa nova questão ao tratar da tentativa de uma empresa paulista, Comercial Rodrigues & Almeida, de anular condenação ao pagamento de horas extras de um funcionário. A empresa alega que testemunhas trocaram recados entre si no Orkut e que uma delas era amiga "virtual" do autor da ação --o que a impediria de depor em favor dele. O ministro Alexandre Belmonte, relator do caso, disse que o internauta "tinha espantosos 513 seguidores". E que seria "totalmente desarrazoado presumir-se que todos fossem amigos íntimos do autor das mensagens". O magistrado disse ainda que "pinçar mensagens isoladas de um contexto não serve como prova de uma amizade íntima". O julgamento foi suspenso e outros ministros ainda têm que se manifestar.
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Cinco das dez marcas mais valiosas do mundo são do setor de tecnologia
21/01/2017 | 23h30
A Apple obteve uma valorização de sua marca de 129% do ano passado para cá, desbancando a IBM da segunda posição entre as 100 marcas mais valiosas do mundo, de acordo com a consultoria de marca Interbrand. A fabricante do iPad também encostou na Coca-Cola, que se manteve na primeira posição. Neste ano, a Apple experimentou um crescimento recorde no valor da marca, que totalizou US$ 76,568 bilhões, enquanto a Coca-Cola ficou valendo US$ 77,839 bilhões. Cinco das dez marcas mais valiosas do levantamento deste ano são do setor de tecnologia — Apple, Google, Microsoft, Intel, e Samsung. A marca IBM, que caiu para o terceiro lugar, com 8% de valorização, passou a valer US$ 75,532 bilhões, seguida do Google (US$ 69,726 bilhões e crescimento de 26%) e Microsoft (US$ 52,853 bilhões, porém, com declínio de 2%). Intel e Samsung aparecem na oitava e nona posições, com US$ 39,385 milhões e US$ 32,893 bilhões, respectivamente, e alta de 12% e 40%. Mas outras empresas de tecnologia figuram no ranking da Interbrand, como a Cisco, HP, Oracle, Nokia, SAP, Amazon, que ocupam a 14ª, 15ª, 18ª, 19ª, 20ª e 25ª colocações, sequencialmente. Muitas delas, porém, registraram queda no valor da marca do ano passado para cá. A fabricante finlandesa de celulares teve declínio de 16%, enquanto a HP e a Dell recuaram 8% e 9%, respectivamente, além do Yahoo, que despencou 13%. Embora não chegue a ser propriamente uma surpresa, o Facebook aparece pela primeira vez no levantamento, na 69ª posição e com valor da marca de US$ 5,421 bilhões. A rede social está à frente de empresas consolidadas de outros setores da indústria, como a operadora de pagamentos Visa e o banco Santander. O estudo leva em consideração o desempenho financeiro dos produtos e serviços oferecidos, bem como o papel da marca no processo de decisão de compra e a sua força entre os consumidores e clientes. Site: TI Inside  
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Senado aprova projeto que define crimes cibernéticos
21/01/2017 | 23h30
Infrações relacionadas ao meio eletrônico como invadir computadores, violar dados de usuários ou derrubar sites estão mais perto de se tornarem crimes. Foi aprovado no Senado na última quarta-feira (31) o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 35/2012, que altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/1940) para tipificar como crime uma série de delitos cibernéticos. O projeto havia sido aprovado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado em agosto, mas por falta de consenso, só agora foi a votação em Plenário. Como recebeu emendas na Casa, a matéria segue para revisão da Câmara dos Deputados. De autoria do deputado Paulo Teixeira (PT-SP), a proposta torna crime a violação indevida de equipamentos e sistemas conectados ou não à rede de computadores, com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização do titular, ou ainda para instalar vulnerabilidades. Os crimes menos graves, como “invasão de dispositivo informático”, podem ser punidos com prisão de três meses a um ano, além de multa. Condutas mais danosas, como obter pela invasão conteúdo de “comunicações eletrônicas privadas, segredos comerciais ou industriais, informações sigilosas” podem ter pena de três meses a dois anos de prisão, além de multa. O mesmo ocorre se o delito envolver a divulgação, comercialização ou transmissão a terceiros, por meio de venda ou repasse gratuito, do material obtido com a invasão. Relator da proposta na CCT, o senador Eduardo Braga (PMDB-AM) ressaltou em Plenário a importância da matéria. - Essa é uma iniciativa inovadora, que visa tipificar este crime cada vez mais comum na sociedade moderna e que preocupa milhares de brasileiros. E o Senado dá um passo importante ao aprovar esta matéria - elogiou. O senador era um dos principais defensores do projeto, sob o argumento de que cada vez mais pessoas usam o meio eletrônico, não apenas para comunicações individuais, mas também para transações comerciais e financeiras. Diante disso, proliferaram os crimes pela internet, como a obtenção e divulgação de fotos íntimas e fraudes financeiras. Estima-se que, em 2011, as instituições financeiras tiveram prejuízos de cerca de R$ 2 bilhões com delitos cibernéticos. Código Penal A falta de consenso para aprovação do PLC 35/2012 no Senado teve mais a ver com forma do que com conteúdo. Os senadores reconheciam a importância de se criar no Código Penal a figura do crime cibernético, mas alguns parlamentares defendiam que a mudança na lei deveria fazer parte do projeto de revisão do Código Penal (PLS 236/2012), em análise na Casa, e não constar de uma proposta específica. A preocupação dos membros da comissão especial que analisa a proposta de novo Código Penal era de que, com a votação de projetos isolados, a proposta de reforma ficasse esvaziada. O argumento para dar aos crimes cibernéticos tratamento distinto das demais mudanças a serem feitas no Código Penal é de que, neste caso, há grande urgência. A população, segundo os senadores favoráveis ao projeto, não pode mais continuar desprotegida devido a uma lacuna na legislação. Fonts: Agência Senado  
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Escola pública testa chips em uniformes para monitorar alunos
21/01/2017 | 23h30
Desde 22 de outubro, 42 estudantes do Centro de Ensino Médio 414 de Samambaia, a 40 kilômetros do Distrito Federal, têm suas entradas e saídas da escola monitoradas por chips instalados nos uniformes. Com o projeto piloto, pais e responsáveis recebem todas as informações em casa. A diretora da escola, Remísia Tavares, explica que a intenção é aumentar a permanência dos alunos nas salas de aula. "Os professores dos últimos horários reclamam que muitos alunos costumam sair antes do término das aulas. Por mais que a escola tente manter o controle, eles dão um jeito de sair da escola", diz à Agência Brasil. Segundo Remísia, o projeto tem sido bem recebido pelos pais por aproximá-los da vida escolar de seus filhos. "Fizemos reuniões para saber a opinião dos pais a respeito do chip, e eles gostaram da ideia. Os pais se sentem mais tranquilos, sabendo exatamente a hora em que seus filhos entram e deixam a escola", declara. O sistema funciona da seguinte maneira: 30 segundos depois da entrada dos alunos na escola, um outro chip, instalado na portaria principal do colégio, envia a notificação aos pais. Ao final do expediente, quando os alunos passam novamente pela porta, uma segunda mensagem é enviada, comprovando que eles cumpriram o cronograma escolar estipulado. Apesar do registro, o serviço não substitui a tradicional chamada de presença em aula. Estudantes ouvidos pela Agência Brasil disseram não se incomodar com a vigilância. "Eu acho que é uma boa maneira de os pais ficarem mais tranquilos e até confiar mais, sabendo que estamos na escola. Eu não me sinto inibida, pois sempre frequentei as aulas", afirma Bárbara Coelho, 16. "Só quem tem costume de matar aula vai se incomodar, já que agora os pais vão ficar sabendo", completa Jefferson, 15. Fonte: Site Olhar Digital
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TI exerce papel essencial para salto da educação no Brasil
21/01/2017 | 23h30
Falta mão de obra capacitada. Essa é a resposta para muitas das perguntas sobre as lacunas que surgem diariamente com as novas demandas no mercado de tecnologia, principalmente quando a questão é direcionada a necessidades corporativas, como a inserção de profissionais de TI dentro dos direcionamentos de negócios. Esse é um cenário comum a muitos segmentos. Pensando novamente em tecnologia, quantas são as vagas que ficam em aberto durante muito tempo ou, pior, com alta rotatividade de profissionais, por faltar conhecimentos mais aprofundados em questões específicas? Hoje, o CIO vive um momento muito peculiar neste panorama, pois ao mesmo tempo em que tem que mudar sua visão para dentro dos negócios, precisa contar com fornecedores capazes de suportar os serviços de TI que ele provia, para que a desejada continuidade seja alcançada. Além disso, o líder da área de tecnologia deve treinar sua equipe para que haja múltiplas capacidades sendo exercidas no departamento, que, por sua vez, deve manter o mesmo curso. Estas e outras questões foram abordadas no painel “Tecnologia e Educação: Como as Comunicações podem intensificar o Desenvolvimento da Sociedade”, que focou 100% dos seus esforços na questão da educação de base como a principal necessidade para o futuro do País, sendo a tecnologia o principal motor para dar tração a esta projeção. “Quando falamos que TI vai dar vazão ao crescimento educacional do País, não estamos falando de tecnologias novas, mas sim no que já temos”, afirma Antonio Carlos Valente, presidente da Telefônica | Vivo. Deste ponto, parece que entramos em questões absolutamente enraizadas no escopo de investimentos do governo, mas, na verdade, não se trata apenas disso. Obviamente, o setor privado sempre tenta buscar por meios de incentivar a especialização de seus funcionários, seja com a estruturação de políticas de carreira, incentivos como o pagamento de 50% da graduação ou um road map que seja capaz de colocar alguns profissionais para “rodar” dentro de alguns setores da empresa, para que ele seja altamente capacitado em diferentes áreas da companhia. Mas é um fato que se o governo alinhar os investimentos na base da educação com o uso da TI, certamente o futuro pedirá das empresas especializações de verdade para capacitação dos profissionais, e não esse desprendimento do foco dos negócios para tratar de um assunto tão enraizado ao social da nação. “Hoje, o governo investe cerca de 5,5% do PIB em educação, mas faz errado. Está na hora de direcionar da forma correta todo esse montante e a utilização de tecnologias certamente vai auxiliar a mostrar a rota correta”, pontua Rodrigo Abreu, presidente da Cisco Brasil. Outro Rodrigo, desta vez da IBM, também acredita que falta a correlação correta entre o que e como é investido o dinheiro para educação. “Falta engenheiro, médico… Falta formação. Sou grande fã do ensino a distância (EAD), pois é capaz de atingir muitas pessoas, em diversas partes do território, em volume maior, com mais consistência, proporcionando um rápido crescimento na base de alunos, futuros profissionais”, acrescentou Kede, presidente da Big Blue Brasil. “E saber investir significa entender que os novos meios de comunicação e interação proporcionados pela internet mudaram por completo o formato que deve ser aplicado nas aulas, e através de tablets, aplicações, videoconferências os alunos vão se mostrar mais interessados, serão mais produtivos.” Rafael Steinhauser, vice-presidente sênior e presidente da Qualcomm América Latina, aproveita o gancho de mobilidade deixado pelo executivo da IBM e pontua que para todas essas coisas acontecerem, é necessário um esforço conjunto de desburocratização dos processos e adoção e investimentos do governo. “Todas as mudanças nas formas de conexão ainda não foram absorvidos pelo segmento de educação”, diz. Site: Information Week  
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Veículos terão chip para identificação automática
21/01/2017 | 23h30
A partir de janeiro, cada veículo que circular pelas ruas e estradas brasileiras poderá ser identificado por um sistema automático. Informações como placa e categoria do veículo estarão armazenadas num microchip fixado no para-brisa e serão captadas pelas antenas da rede de controle operada pelas autoridades de trânsito. Essa tecnologia foi desenvolvida pelo Centro de Pesquisas Avançadas Werner von Braun, com financiamento conjunto dos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e das Cidades (MCidades), no valor de R$ 5 milhões. A implantação do Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (Siniav) será gradativa, até junho de 2014. O protótipo que embasa o funcionamento do sistema foi desenvolvido a partir dos requisitos técnicos definidos pelo grupo de trabalho interministerial que trata do assunto (GTI-Siniav) e publicados na Resolução 212/06 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que previa um processo de identificação automática baseado na tecnologia de radiofrequência (RFID). As especificações foram atualizadas em agosto pela Resolução 412/12. “Esse protocolo, que consiste na comunicação entre o chip e a antena, foi pensado para possibilitar outros usos, tanto públicos como privados. O fato de ser um sistema inédito possibilitou a formalização de registro de patente, que está sendo operacionalizada pelo Departamento Nacional de Trânsito, o Denatran”, conta o coordenador de Capacitação Tecnológica, da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Setec/MCTI), José Antônio Silvério. O mecanismo funciona por meio da emissão de sinal de um chip de aproximadamente 1 milímetro quadrado, que integra uma pequena placa eletrônica (tag) a ser instalada no para-brisa. O sinal é captado por antenas espalhadas nas cidades e rodovias, possibilitando o controle do tráfego. Cessão de patente A propriedade da patente do dispositivo foi cedida pela instituição ao Denatran, que custeou o pedido de registro no Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (INPI/MDIC). Segundo o diretor do Centro von Braun, Dario Thober, a doação ocorreu com objetivo de proteger os conceitos do mecanismo, dando oportunidade de produção a qualquer empresa interessada. “O objetivo foi dar uma chance maior de o sistema ter sucesso industrial, a mesma razão pela qual se investiu no desenvolvimento da tag. Trata-se de uma solução aplicável, que estimula a movimentação do mercado”, explica. Ele acrescenta que o desenvolvimento do sistema faz parte das atividades do centro no âmbito do Programa Nacional de Microeletrônica (PNM Design), do MCTI, que estimula o desenvolvimento do setor de semicondutores. “Um estudo abrangente e detalhado foi realizado para encontrar a solução de identificação mais segura e barata possível tecnologicamente”, diz. “Verificou-se que apenas a faixa de frequência de 915 mega-hertz permitiria soluções industriais dentro do contexto previamente definido, ainda que com criptografia de alto desempenho embarcada no chip.” A instalação das tags caberá ao respectivo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) no licenciamento dos veículos ou, no caso dos que serão produzidos a partir de janeiro, ao fabricante. Além de placa e categoria, as informações obrigatórias serão: número de série do chip, espécie e tipo do veículo. O serviço prevê a confidencialidade das informações relacionadas ao proprietário, às quais terão acesso – mediante consentimento – apenas empresas aprovadas e associadas ao Sistema Nacional de Trânsito (SNT). O executivo destaca que já existem iniciativas em andamento nos moldes do Siniav, a exemplo do sistema de pedágios automáticos de São Paulo. Múltiplas funções Além de facilitar o controle do transporte, a plataforma tecnológica com RFID pode ser útil a empresas prestadoras de serviços. “Pode ser empregada para diversas funções, como a abertura das cancelas dos postos de pedágios nas rodovias ou os descontos dos seguros”, exemplifica Silvério, do MCTI. “Uma das principais características desta nova tecnologia é sua capacidade de operar em todo o território nacional, utilizando-se de uma gama de equipamentos fornecidos por diversos fabricantes.” O sistema de identificação prevê, ainda, uma ferramenta de verificação de autenticidade de produtos e seus documentos, aplicada a toda a cadeia logística, para garantir ao consumidor que as mercadorias adquiridas são originais e transportadas de modo seguro. As secretarias da Fazenda de todos os estados, além da Receita Federal, assinaram um convênio com o ministério para a futura adoção do projeto Brasil-ID, que utilizará a informação eletrônica para automatizar a fiscalização da circulação de produtos no país. “Nesse projeto, as tags do tipo Siniav podem ser acopladas aos produtos, dando a eles identidade única que evita fraudes e descaminho, e que guarda informações fiscais e de trajeto, pela cadeia de suprimentos até o consumidor final”, destaca Thober, do Centro von Braun. Sobre o Siniav O Contran, órgão vinculado ao Denatran, pretende identificar toda a frota nacional para facilitar o controle do transporte de pessoas e cargas no território brasileiro. Com esse objetivo, a implantação do Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos está prevista para ocorrer até 30 de junho de 2014. Entre os benefícios, o sistema permite localizar um veículo que tenha sido furtado, associá-lo ao proprietário, evitando clonagens, e relacionar serviços públicos e privados à placa eletrônica correspondente ao automóvel. A tecnologia de automação será interligada ao Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) para cruzamento dos dados relativos ao veículo e às obrigações do proprietário, como o licenciamento, possibilitando maior eficiência na fiscalização do tráfego. Fonte: Site do MCTI  
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CPQD divulga ranking do Índice Brasil de Cidades Digitais – Campos 46º. Lugar
21/01/2017 | 23h30
Na 46ª posição do ranking do IBCD, o município participa pela primeira vez da pesquisa, na qual somou 292 pontos. Atualmente, entre 71% e 80% dos processos da prefeitura estão informatizados, alguns deles integrados com sistemas de gestão de áreas específicas da administração. Na saúde, por exemplo, o sistema de gestão possui um cadastro único dos pacientes, utilizado por todos os hospitais e postos municipais, e permite a marcação de consultas on-line, de forma descentralizada. Na assistência social, outro sistema controla o programa Cheque Cidadão Municipal, que contempla famílias de baixa renda com crédito para compra de alimentos. Campos possui 108 escolas equipadas com laboratórios de informática, todos com conexão à web – ao todo, são 288 escolas públicas e 113 particulares. Para dar conta das suas necessidades, a prefeitura vem implantando uma rede de fibra óptica de 50 quilômetros de extensão – hoje sua rede utiliza enlaces de rádio. É um resultado para ser comemorado, mas ao mesmo tempo lança novos desafios. A intenção é criar transformar Campos em uma cidade plenamente digital. O conceito de CIDADE DIGITAL é não somente a criação de lan houses públicas ou espaços com uso de internet de forma gratuita (hot-spots); vai muito além. A cidade digital tem como escopo a integração total de serviços em TIC. Como exemplo podemos citar: integração dos diversos serviços públicos; a inclusão digital; disponibilização dos serviços públicos de forma descentralizada, através de quiosques com acesso à internet instalados em locais de fácil acesso; educação à distância – EAD; uso de telefonia por VOIP; praças digitais; vídeo conferência; biblioteca digital; integração entre as instituições de ensino e pesquisa; câmeras de monitoramento de trânsito; automatização dos sinais de trânsito; apoio aos microempreendedores locais. Além disso, o conceito de CIDADE DIGITAL ganha uma importância estratégica muito grande, na medida em que sua propicia a inclusão digital, mas também, utiliza os recursos tecnológicos mais modernos na geração de renda, através de um arranjo produtivo local – APL consolidado a partir da do ponto de vista da criatividade como fio condutor de um processo de revitalização da capacidade produtiva de um setor que já frutificou muito no passado, a cultura. Bem como possibilitar que os empreendedores locais de posse do conhecimento e do domínio da informação, criem um arranjo produtivo capaz de exportar seus serviços e atrair divisas para a região.  
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Muita tecnologia da informação, pouca qualificação profissional.
21/01/2017 | 23h30
Em pleno século XXI, quando enfrentamos o boom da tecnologia que vem facilitando muito a vida de todos, deparamo-nos com um novo e sério problema. Vivemos uma crise em relação aos nossos profissionais. O que vemos é uma grande procura do mercado e, em contrapartida, pouca capacitação dos centros de formação – cursos técnicos, faculdades e universidades. Dois motivos importantes para a falta de profissionais qualificados são o ensino defasado e o foco na teoria, no qual percebo que as universidades não alinham as reais necessidades do mercado com o que é passado em sala de aula. O mercado hoje busca cada vez mais conhecimento aplicado, enquanto os cursos de formação continuam com foco maior na parte teórica. Um terceiro motivo é a falta de investimentos em pesquisas, seja por parte do governo ou até mesmo por parte das empresas privadas, pois os investimentos dão abertura a criação de novas tecnologias e abrem portas para o próprio mercado de trabalho. São poucas instituições que recebem esse apoio, apesar dos resultados dessa parceria serem sempre positivos para ambos os lados. Vale lembrar que o problema com o ensino atinge todas as áreas e não apenas a de TI. O ideal seria que o governo melhorasse os critérios para regulamentação dos cursos superiores – no caso das instituições privadas – e adequar as grades dos cursos, tendo o mercado como principal referência. Esse ponto deveria ser válido tanto para as universidades públicas quanto para as privadas. É importante que os cursos superiores na área de tecnologia existentes sejam adequados na mesma velocidade que o próprio assunto avança. Dessa maneira as instituições contribuiriam para a formação de profissionais qualificados, onde o mercado tenha condições de absorver. Podemos notar que a maioria das grandes empresas têm vagas abertas na área de TI, pois não conseguem encontrar os profissionais capacitados. O mercado de TI tem um déficit de profissionais, assim como em outras áreas e o fato de sobrarem vagas não significa que elas serão ocupadas por qualquer um. As exigências são grandes e as empresas procuram profissionais cada vez mais completos. É uma área em que se paga bem, mas com uma escassez de profissionais evidente. A boa notícia é: nem tudo está perdido! Mesmo sem o apoio do governo e das universidades, os profissionais ainda podem correr atrás do prejuízo e se mostrarem qualificados. Mesmo com o mercado nesta situação, perde espaço quem não está atualizado, porém é possível conquistar uma oportunidade nessa área. A dica que eu dou é observar quais são as tendências do mercado e buscar aprimoramento nas áreas relacionadas. Investir na carreira e na equipe é regra necessária, afinal, profissionais bem preparados sempre têm garantia no mercado. A chave para o sucesso é criar um diferencial, destacar-se no meio da multidão. Seguindo todos os passos com calma, podemos esperar dias melhores para a área de TI e seus profissionais. Fonte: Site Webinsider  
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Robson Colla

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