CPQD divulga ranking do Índice Brasil de Cidades Digitais – Campos 46º. Lugar
Robson Colla 05/07/2012 08:07
Na 46ª posição do ranking do IBCD, o município participa pela primeira vez da pesquisa, na qual somou 292 pontos. Atualmente, entre 71% e 80% dos processos da prefeitura estão informatizados, alguns deles integrados com sistemas de gestão de áreas específicas da administração. Na saúde, por exemplo, o sistema de gestão possui um cadastro único dos pacientes, utilizado por todos os hospitais e postos municipais, e permite a marcação de consultas on-line, de forma descentralizada. Na assistência social, outro sistema controla o programa Cheque Cidadão Municipal, que contempla famílias de baixa renda com crédito para compra de alimentos. Campos possui 108 escolas equipadas com laboratórios de informática, todos com conexão à web – ao todo, são 288 escolas públicas e 113 particulares. Para dar conta das suas necessidades, a prefeitura vem implantando uma rede de fibra óptica de 50 quilômetros de extensão – hoje sua rede utiliza enlaces de rádio. É um resultado para ser comemorado, mas ao mesmo tempo lança novos desafios. A intenção é criar transformar Campos em uma cidade plenamente digital. O conceito de CIDADE DIGITAL é não somente a criação de lan houses públicas ou espaços com uso de internet de forma gratuita (hot-spots); vai muito além. A cidade digital tem como escopo a integração total de serviços em TIC. Como exemplo podemos citar: integração dos diversos serviços públicos; a inclusão digital; disponibilização dos serviços públicos de forma descentralizada, através de quiosques com acesso à internet instalados em locais de fácil acesso; educação à distância – EAD; uso de telefonia por VOIP; praças digitais; vídeo conferência; biblioteca digital; integração entre as instituições de ensino e pesquisa; câmeras de monitoramento de trânsito; automatização dos sinais de trânsito; apoio aos microempreendedores locais. Além disso, o conceito de CIDADE DIGITAL ganha uma importância estratégica muito grande, na medida em que sua propicia a inclusão digital, mas também, utiliza os recursos tecnológicos mais modernos na geração de renda, através de um arranjo produtivo local – APL consolidado a partir da do ponto de vista da criatividade como fio condutor de um processo de revitalização da capacidade produtiva de um setor que já frutificou muito no passado, a cultura. Bem como possibilitar que os empreendedores locais de posse do conhecimento e do domínio da informação, criem um arranjo produtivo capaz de exportar seus serviços e atrair divisas para a região.  

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