Atualmente, ouvimos muito a palavra Budget em marketing. Não precisa se assustar, pois esta palavra significa orçamento em português.
O Controle de Budget, ou controle de orçamento, é usado em todas as áreas da empresa. No departamento de marketing ela é responsável pelo controle de investimentos, como em campanhas de lançamento de produtos, campanhas promocionais, veiculação em mídia, criação de materiais, patrocínios em eventos e feiras, entre outros.
Assim, se você tem um planejamento de 50 mil no ano, terá que distribuir este valor por 12 meses, levando-se em conta os eventos e as ações que acontecerão em determinado mês, sendo que este planejamento não pode ultrapassar o valor total estimado. E nem sobrar dinheiro, pois mostra que o planejamento foi mal feito.
Este controle, quando bem feito, é necessário para todas as empresas, principalmente na área de marketing, onde é difícil conseguir dinheiro para determinadas ações, sendo que o retorno, se ocorrer, é ao longo prazo.
Então, o Budget ajuda a conseguir esta verba, pois a empresa irá se organizar, sabendo o quanto gastará, se tem esta disponibilidade e qual será o retorno esperado.
Como investidor, você deve (e tem o dever) de acreditar em si, em seu potencial, experiência e conhecimento. Não deixe uma boa idéia passar ou uma nova oportunidade de investimento. Lembre-se:
"Oportunidades nunca são perdidas: elas simplesmente são achadas por outras pessoas".
O FBI (Federal Bureau of Investigation) produziu um relatório sobre o crime de pedofilia, onde estão uma série de símbolos usados por estes criminosos para se identificarem:
Estes símbolos são sempre compostos por um dentro do outro, onde a forma maior representa o adulto e a menor, a criança. O mais cruel é que a diferença de tamanho entre eles demonstra a preferência por crianças menores ou maiores.
Segundo o FBI, os triângulos representam os homens e os corações, as mulheres. O problema é que muitos usam estes símbolos (encontrados em jóias, anéis) por acharem bonito e não conhecem seu verdadeiro significado.
A borboleta, por exemplo, são “pessoas” (homens e mulheres) que gostam de crianças de ambos os sexos. Os triângulos são homens que gostam de meninos (a largura do símbolo tem relação com a idade da criança, quanto mais fino, menor), e o coração são “pessoas” que gostam de meninas.
Se você ver alguns destes símbolos, DENUNCIE!
O link abaixo, tem uma cópia em .pdf do relatório original do FBI:
Nizan Guanes é um dos maiores publicitários do Brasil em todos os tempos. Digo mais, ele é um dos maiores empreendedores deste país. Um verdadeiro Midas, onde tudo que toca vira ouro. É referencia para mim.
No texto abaixo, mostra por que é considerado um dos maiores oradores da atualidade.
DISCURSO DE NIZAN GUANAES (Como paraninfo na formatura de uma turma na FAAP)
Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, se vocês me convidaram para paraninfo, estou tentado a acreditar que tenho sua licença para dar alguns. Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja, aqui vão alguns, que julgo valiosos.
Não paute sua vida nem sua carreira pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo o coração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência.
Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha. Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro.
Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar. E tudo que fica pronto na vida foi antes construído na alma. A propósito disso, lembro-me de uma passagem extraordinária que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano.
O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse: "Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo". E ela responde: "Eu também não, filho".
Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.
Meu segundo conselho: pense no seu país. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal, é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem como bichos e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como homem. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassu.
Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: "Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito". É exatamente isso que está escrito na carta de Laudicéia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito. É preferível o erro à omissão; o fracasso, ao tédio; o escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso.
Colabore com seu biógrafo: faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido.
Tenho consciência que cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma evolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, caminhando sempre com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.
Não use Rider: não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: "Eu não disse? Eu sabia!"
Toda família tem um tio batalhador e bem de vida que, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo o que faria, se fizesse alguma coisa. Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta à noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar. Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. Das 8 às 12, das 12 às 8, e mais, se for preciso. Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio, que é a morada do demônio, e constrói prodígios.
O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas que trabalham de sol a sol construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta, enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho.
Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas; mas o tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão.
E isso se chama "sucesso".
Nem sempre uma boa pessoa é um bom profissional. Mas é fato que uma boa pessoa, as empresas querem por perto, assim como bons profissionais.
A grande diferença é que as boas pessoas já os são, devido ao seu caráter, além da criação e do ambiente em que vivem. Já um grande profissional é necessário esforço e empenho constante.
Fugindo um pouco das características comumente citadas por muitos candidatos em busca de emprego, quando perguntado pelo entrevistador, em minha opinião, um bom profissional deve ser antes de tudo, bem disposto. Tendo disposição, você corre atrás de melhorias, tanto pessoais como profissionais.
Seja feliz. Posso citar vários motivos “básicos” para isto, como a saúde e os filhos, mas pense que você está empregado. Principalmente nos dias de hoje, motivo de felicidades. Um funcionário feliz veste a camisa da empresa, aceitando os desafios com um sorriso, fazendo seu melhor, pois faz com vontade e não com obrigação.
Outra qualidade para mim, é que o profissional seja meticuloso, sempre investigando qualquer pormenor que ocorra no trabalho. Veja e reveja tudo o que fizer. Não falhe.
Por último, seja perspicaz, treinando e utilizando seu sexto sentido, estando sempre alerta às melhores oportunidades. Se “cheira” um bom negócio, invista seu tempo e seu trabalho. Acredite!
Lembrando que não foi citado aqui, termos como honestidade, pois isto não é uma qualidade e sim, uma obrigação. O candidato que confunde isto como qualidade, está no caminho errado.
Uns dos erros mais comuns no trabalho de implantação da gestão de clientes (CRM), é que as empresas não fazem um estudo prévio para identificar, realmente, o que precisam saber sobre seus consumidores.
Muitas saem levantando dados sem a menor necessidade, o que sobrecarrega o sistema e não somam nada as necessidades da organização, além de muitas vezes, não condizer com a estrutura tecnológica que dispõem.
O CRM, apesar de poder ser feito um trabalho inicial em planilhas simples, como o Excel, são softwares complexos, que nos trazem uma vantagem competitiva em relação ao mercado, e mostram o ponto de vista dos clientes.
Portanto, é necessário este estudo inicial visando conhecer realmente, qual seu objetivo e qual sua estrutura. Depois sim, levantador os dados, estudá-los, atualizá-los constantemente e, principalmente, saber a relevância para seu comércio, o que facilitará a alcançar seus objetivos.
Esta é uma notícia internacional, que aconteceu em Nova York, com iniciativa do famoso jornal The Washington Post (EUA), que tinha como intenção, lançar um debate sobre valor, contexto e arte.
O texto é mais ou menos assim:
“Um sujeito desce na estação do metrô de Nova York (EUA), com vestes simples: jeans, camiseta e boné. Tira um violino da caixa e com entusiasmo, começa a tocar para a multidão que passa por ali, bem na hora do pico de movimento.
O “concerto” dura cerca de 45 minutos, onde ele foi praticamente ignorado pelas pessoas que passavam (com pressa) pelo local.
O músico era nada mais, nada menos, que Joshua Bell, atualmente um dos maiores violinistas do mundo, executando musicas de compositores consagrados, num Stradivarius de 1713, raríssimo, estimado em mais de 3 milhões de dólares (aproximadamente R$ 5,5 milhões).
O interessante é que alguns dias antes, Joshua Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, com lugares que chegavam a custar à bagatela de mil dólares.
A experiência no metrô, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, indiferentes ao som do violino.
Como conclusão, percebemos que estamos acostumados a dar valor às coisas, quando estão num contexto. Bell, no metrô, era considerado uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.
Afinal, o que tem valor real para nós? Será que estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?”
Para quem é viciado em Coca-Cola, ou até mesmo gostaria (ou sonharia) em conhecer a famosa fórmula secreta da bebida, foi divulgado recentemente pelo jornal mexicano Expansión, mais um possível ingrediente raro que faz parte da formulação do refrigerante.
Segundo a publicação, é plantada no México, na propriedade da família Gaya, uma rara orquídea hermafrodita, de gosto parecido com baunilha, e considerado o 2º ingrediente mais caro do mundo, atrás somente do açafrão. Para se ter uma idéia, 1 kg dessa espécie vale U$ 600 (R$ 1.050,00)! Um quilo!
Mas deve ser um ingrediente fundamental para o sabor da Coca-Cola mesmo, pois no ano de 2009 a família Gaya produziu 35 toneladas (todas compradas pela Coca), e faturou 1,5 milhões de Euros, ou quase 3,5 milhões de reais. Faturou.
Entra em vigor a partir do dia 16 de setembro de 2010, a portaria que estabelece a obrigatoriedade em todas as propagandas referentes à indústria automobilística, da inclusão de mensagens educativas de trânsito.
As mensagens terão no máximo 6 palavras (facilitando a compreensão) e serão publicadas anualmente pelo DENATRAN (departamento Nacional de Trânsito), ligadas ao tema estabelecido pelo CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito), visando à conscientização e a educação no trânsito brasileiro.
Este tipo de propaganda (paralela) já acontece em publicidade de bebidas alcoólicas e de cigarros, como o “Beba com moderação” e “Fumar é prejudicial à saúde”.
Sobre o autor
Fábio Pexe
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