Maioria das crianças brasileiras usam internet em casa
21/01/2017 | 12h17

Enquanto as crianças brasileiras ainda contam com uma baixa proporção de acesso à internet na escola, uma tendência aponta para o aumento do uso em ambientes privativos. Esses são alguns dos resultados apresentados pelo relatório Crianças e o uso da Internet: uma análise comparativa entre o Brasil e sete países europeus, que traz dados de Brasil, Bélgica, Dinamarca, Irlanda, Itália, Portugal, Romênia e Reino Unido.

Apenas 36% das crianças brasileiras afirmaram usar a internet no ambiente escolar, enquanto 56% usam em casa ou algum local privativo. Os dados comparativos da pesquisa identificaram que o Brasil tem um acesso inferior do que a maioria dos países considerados, ficando na frente apenas da Itália, com 26%. Enquanto isso, no Reino Unido e na Dinamarca a porcentagem fica entre 88% e 80%, respectivamente.

De acordo com dados do Censo Escolar de 2013, apenas 58% das escolas brasileiras têm acesso à internet, sendo que 48% dispõem de banda larga. Entre as principais mencionadas pelas crianças brasileiras, 52% acessam as redes sociais. Em seguida aparecem as opções pesquisas para satisfazer a curiosidade (35%) e trocas de mensagens instantâneas (30%).

Fonte: Children and internet use, EBC

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Problemas emocionais refletem no nosso corpo
21/01/2017 | 12h17

As emoções são pensamentos associados à sensações físicas. A química associada ao estado emocional tem vida própria. Por isso, é importante dar atenção aos efeitos dos problemas emocionais em nosso corpo com a intenção de identificar tais reflexos, identificar suas origens e impedir que isso sobrecarregue nossos órgãos.

A ideia de que fenômenos emocionais levam a alterações físicas é antiga. Hoje, sabe-se que o inconsciente interpreta e responde ao que chega ao cérebro por meio das terminações nervosas do corpo. Contra uma possível ameaça, o cérebro dispara reações para enfrentá-la ou fugir dela.

Sem a fonte de estresse, o corpo volta ao normal. Mas em caso de estresse permanente as coisas se complicam: os órgãos podem se esgotar, adoecer e o sistema imunológico tem sua ação inibida, facilitando o aparecimento de asma, alergias, gastrite, infecções e problemas cardíacos.

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Maioria dos consumidores considera as compras virtuais seguras
21/01/2017 | 12h17

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) sobre o consumo virtual indica que o hábito de comprar pela internet é considerado cada vez mais seguro pelos consumidores. Cerca de oito em cada dez internautas atribuíram notas altas, numa escala de um a cinco, ao serem questionados sobre o grau de segurança no comércio online.

Porém, ainda que o grau de segurança seja considerado alto, os consumidores virtuais demonstram preocupação com seus dados pessoais e com os sites que visitam - 58% disseram evitar cadastrar o cartão de crédito para compras futuras; 54% alegaram só comprar em sites conhecidos ou indicados; 53% realizam a compra em um site que tenha um sistema de pagamento certificado e 45% fazem a compra em sites que não possuem reclamações nas redes sociais ou em portais como o “Reclame Aqui”.

Também foi verificado na pesquisa que 31% dos consumidores desconfiam de preços muito baixos e de grandes promoções. Três em cada dez ainda imprimem todos os passos da compra e os e-mails de confirmação, e outros 20% afirmam que sempre passam um antivírus no computador, para que seus dados não sejam clonados.

Dos motivos citados para não correr riscos, 28% dos consumidores virtuais garantem não comprar em sites/marcas desconhecidas por não saber a procedência do produto, enquanto 12% justificam dizendo que não o fazem por desconfiar de sua qualidade. Apenas 3% dos entrevistados afirmaram não tomar cuidados ao comprar pela internet. Os itens mais comprados pela internet nas situações de risco são as roupas (32%, sobretudo entre as mulheres - 37%), os eletroeletrônicos (20%), calçados (19%), acessórios (12%) e livros (11%).

Fonte: SPC Brasil

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“Viagra” feminino foi aprovado nos EUA e não tem previsão para ser vendido no Brasil
21/01/2017 | 12h17

A agência que regulamenta alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, a Food and Drugs Administration (FDA), aprovou a droga flibanserin (nome comercial Addyi), que tem o objetivo de tratar o transtorno de desejo sexual hipoativo em mulheres (TDSH). O remédio é conhecido como "viagra feminino", mas atua diferente do medicamento indica para os homens.

O Viagra é indicado para tratar a disfunção erétil em homens, já que estimula a circulação sanguínea no pênis e ajuda na ereção. Ele tem efeito horas após o consumo.

Já o Addyi age no sistema nervoso e deve ser tomado continuamente uma vez ao dia – pela noite – e o resultado pode demorar algumas semanas.

O medicamento é um agente não-hormonal, que atua nos neurotransmissores do cérebro para tratar a perda do interesse sexual. Mas a droga pode produzir efeitos colaterais importantes, como náuseas, sonolência, queda da pressão arterial e desmaios. Esta é a primeira pílula no mercado destinada a aumentar a libido da mulher.

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Promoções potencializam o consumo impulsivo
21/01/2017 | 12h17

Ir ao supermercado e acabar comprando mais do que deveria é um hábito comum, seja porque o produto está mais barato, ou porque a pessoa não se planejou. O problema é que muitas vezes a compra é feita sem necessidade. Uma pesquisa conduzida pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que 33,2% das compras feitas por impulso e sem planejamento acontecem no supermercado, seguidas das compras de roupas (19,2%) e de eletrônicos (13,2%).

Considerando apenas as cinco últimas compras de supermercado, 43% foram feitas por impulso, sendo que o índice é maior entre as mulheres (46,4%), as pessoas mais jovens (51,2%) e os pertencentes às classes C, D e E (44,6%).

Independentemente do estabelecimento comercial, a esperada promoção é a principal responsável pelo consumo impulsivo: cerca de oito em cada dez consumidores ouvidos (84,1%) admitem que as promoções os levaram a realizar compras sem pensar, e disseram ter a sensação de estar fazendo um bom negócio.

Mas a promoção não é a única vilã: 55,4% dos consumidores afirmaram que também se deixam levar pelo que outras pessoas da família pensam sobre a compra. As propagandas e as redes sociais também são fortes influenciadores do consumo por impulso (49,3% e 38,2%, respectivamente).

A pesquisa também verificou que o consumidor brasileiro tem em média três compras parceladas no momento, sendo que 35% delas foram feitas por impulso. Considerando apenas essas compras parceladas, a pesquisa mostra que, em geral, os entrevistados comprometeram 7,3% de uma renda média mensal de R$ 2.701,35 com o pagamento de compras por impulso, o que equivale a R$ 196,59.

Fonte: SPC Brasil

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Um milhão de linhas de telefonia móvel foram desativadas em julho
21/01/2017 | 12h17

O Brasil encerrou o mês de julho de 2015 com 281,45 milhões de linhas ativas na telefonia móvel, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O número indica que um milhão de linhas foram desativadas em relação a junho deste ano.

Os desligamentos mantêm tendência de limpeza de base intensificado pelas. Em julho, os pré-pagos somaram 209,98 milhões, enquanto os pós-pagos totalizavam 71,47 milhões.

A Vivo, da Telefônica Brasil, manteve posição de liderança, com 29,21% do mercado em julho. Em segundo lugar ficou a TIM Participações, com 26,3%. A Claro, do grupo América Móvil, ficou em terceiro, com 25,36%.

Fonte: Anatel
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Novo exame na rede pública identifica vírus HIV em minutos
21/01/2017 | 12h17

Já está disponível na rede pública um exame que identifica em alguns minutos se a pessoa tem o vírus HIV. O teste é rápido, não tem agulha e é de graça. Ele é feito com uma haste que tem um algodão na ponta. Ele deve ser passado em toda gengiva. Não precisa ser feito em laboratório. E o mais importante: o resultado sai em 30 minutos.

Até agora já foram distribuídos no Brasil 140 mil kits. A ideia é fazer com que mais gente faça o teste de HIV. A estimativa do Ministério da Saúde é de que 150 mil pessoas tenham o vírus da Aids e não saibam. Os médicos lembram que quanto mais cedo a pessoa começar a se tratar, melhor.

Fonte: Ministério da Saúde

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57% da população brasileira não se prepara para a aposentadoria
21/01/2017 | 12h17

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal Meu Bolso Feliz, a maioria dos consumidores não se prepara financeiramente para a aposentadoria. No caso das pessoas menos escolarizadas (até ensino fundamental completo), o número chega a 62%. Entre os homens, 54% não se planejam para essa fase da vida e entre as mulheres, 59%.

Um dado importante da pesquisa é a preocupação dos mais jovens (de 18 a 24 anos) com a aposentadoria: 59% dizem não se preparar para a velhice. Entre os que admitem não se preparar para a aposentadoria, 17% afirmam que dependerão somente do INSS. Outros 15% dizem que gostariam de se preparar, mas não sabem por onde começar; 14% não pensam no assunto; e 10% garantem que gostariam, mas não sobra dinheiro para guardar ou pagar o INSS.

Ainda segundo a pesquisa, 43% dos consumidores tomam providências a respeito da aposentadoria. A preparação é maior entre o público masculino, entre pessoas pertencentes às classes A e B, e entre os que possuem maior escolaridade. A poupança é identificada como a opção mais frequente de investimentos (25%), seguida da previdência privada (14%).

Fonte: SPC Brasil

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Pesquisadores da USP desenvolvem técnica para tratamento do ronco
21/01/2017 | 12h17

GRsa43759Pesquisadores do Laboratório do Sono, do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, desenvolveram uma técnica para reduzir a frequência e a altura do ronco até que ele se torne imperceptível em alguns casos. A aplicação também ajuda no tratamento da apneia do sono de grau leve e moderado, porque resulta na diminuição do número de engasgos à noite.

A técnica consiste em uma série de seis exercícios para fortalecer os músculos envolvidos na produção do ronco e na apneia do sono obstrutiva. Os exercícios devem ser feitos três vezes ao dia por oito minutos e incorporados às atividades corriqueiras do indivíduo. A fonoaudióloga Vanessa Ieto explicou que os exercícios ajudam a melhorar a flacidez na musculatura da língua, fim do céu da boca e a úvula (conhecida como campainha). O estudo foi publicado na revista acadêmica Chest.

Fonte: Agência Brasil

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Técnicos conseguem manter empregos em tempo de crise
21/01/2017 | 12h17

GRec43737A escolha de profissões cujas habilidades técnicas sejam requisitadas na indústria, no comércio e nas empresas de prestação de serviços pode representar uma proteção para os trabalhadores em períodos de retração da economia. Entre essas ocupações estão as de técnicos em vestuário, biologia, operação e monitoração de computadores, em programação e a de mecânico de manutenção e instalação de aparelhos de refrigeração.

A conclusão é do levantamento inédito feito pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) com base nos dados do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged). Conforme o estudo, dez ocupações técnicas industriais apresentaram saldo positivo entre as demissões e as contratações nos últimos 12 meses, período em que aumentou o desemprego no país.

Essas ocupações, que somam cerca de 220 mil empregos em todo o país, acumularam saldo positivo de 3.273 vagas, de julho de 2014 a junho de 2015.

Fonte: Senai, Caged

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Leandro Lopes

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