Clarissa: "Saio de cabeça erguida"
22/01/2017 | 15h33

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Expulsa do Partido da República (PR) por votar contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que impõe um teto para os gastos públicos, a deputada federal Clarissa Garotinho comentou a sua desfiliação da legenda. Em nota enviada por e-mail, ela lamentou a expulsão e disse estranhar "a diferença de tratamento em relação a outros parlamentares do partido".

No texto, Clarissa disparou contra o parlamentar que pediu a sua expulsão, Vinicíus Gurgel, afirmando que ele é aliado do ex-deputado Eduardo Cunha, atualmente preso, e lembrou que Gurgel esteve envolvido na polêmica sobre uma possível fraude na assinatura do deputado. "Gurgel é aquele acusado de permitir a fraude de sua assinatura no Conselho de Ética da Câmara para beneficiar [Eduardo] Cunha e logo depois ter alegado que a letra estava diferente porque assinou o documento bêbado", alfinetou Clarissa.

"Saio de cabeça erguida, com a certeza de que sempre trabalhei para o crescimento do partido, mas não poderia contrariar minhas convicções em defesa do povo brasileiro. Informo que tenho recebido convites de outras legendas, que serão analisados em momento oportuno", acrescentou a parlamentar.

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Clarissa pode ser expulsa do PR nesta segunda-feira
22/01/2017 | 15h33

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A deputada federal Clarissa Garotinho pode ser expulsa do PR nesta segunda-feira (21).

O motivo: Clarissa votou contra a PEC 241-55, que limita gastos públicos, e irritou seus pares. Exceto ela, todos os deputados do PR aprovaram a proposta após fecharem questão sobre o tema. A assessoria de imprensa do Partido da República confirmou ao G1 que a decisão da Executiva Nacional do Partido da República deve sair hoje.

Além disso, a deputada que era cogitada como secretária do recém-eleito prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), pode ficar sem o cargo. Agora, pessoas ligadas ao partido do bispo dizem que a nomeação nunca passou de especulação.

Fonte: G1
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Juiz suspeita de médico de Garotinho e pede avaliação de peritos do MP
22/01/2017 | 15h33

Suspeita no hospital Uma equipe de peritos do Grupo de Apoio Técnico Especializado (Gate) do Ministério Público do Rio foi, ontem, ao Quinta D'Or, avaliar o estado de saúde do secretário de Governo Anthony Garotinho. A ordem foi dada pelo juiz eleitoral Glaucenir Silva de Oliveira, que suspeita da idoneidade do médico Marcial Raul Uribe, que cuida do ex-governador. Só que Garotinho se recusou a ser examinado pelos médicos do MPRJ, alegando que seu advogado não estava presente.

Segue... Na decisão, o juiz diz que o médico Marcial Uribe foi excluído dos quadros do Ministério da Saúde por cometer ato de improbidade administrativa. E mais: afirma que Uribe teria conseguido cargo de médico do Estado do Rio por indicação política, sem concurso público, "ao tempo do governo Garotinho".

A decisão do juiz
A decisão do juizFonte: Ancelmo Gois
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Reportagem do Fantástico diz que Garotinho tem "contato" com a ministra Luciana Lóssio
22/01/2017 | 15h33
garotinho-e-ministra Uma matéria do Fantástico deste domingo (20) revelou uma possível ligação entre Anthony Garotinho e a ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Luciana Lóssio. Em uma ligação telefônica interceptada pela Polícia Federal (PF) entre Garotinho e o advogado Jonas Lopes de Carvalho, o ex-governador afirma que um pedido de habeas corpus preventivo feito por seus advogados iria ser julgado pela ministra. Ainda na ligação, Garotinho diz ter contato com a ministra, porém prefere não falar diretamente com ela. Leia trecho da ligação: Garotinho: Jonas. Jonas Lopes: Oi. Garotinho: O HC (Habeas Corpus) caiu com a Luciana Lóssio. Jonas Lopes: É. Eu tô falando aqui com o Fernando, estamos correndo atrás de um contato. Garotinho: Eu também tenho contato com ela, mas eu acho que... Jonas Lopes: Não é bom, né? Garotinho: Não. Em outra ligação, desta vez com o advogado Fernando Fernandes, Garotinho volta a falar sobre Luciana Lóssio. Garotinho: Vamos supor o pior, que neguem a liminar. Fernando Fernandes: Já pensando nessa possibilidade, que que eu tô fazendo? Entrando já com recurso pra ela (Luciana Lóssio), recurso eleitoral. Garotinho: Como a gente teve a oportunidade de explanar tudo, entendeu, ela ficou bastante impressionada. Fernando Fernandes: Entendi. Vamos fazer. Fernando Fernandes: A gente pode forçar uma prevenção, governador, tentando distribuir pra ela, podemos indicar ela como relatora. Ai, se ela entender. Na última sexta-feira, a ministra concedeu a Garotinho o direito de deixar Bangu 8, onde esteve por algumas horas no hospital penitenciário, ir para um outro hospital e, posteriormente, ficar em prisão domiciliar. Ainda segundo a reportagem, em nota, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirma que "todos os ministros têm idoneidade moral e que todas as decisões da Corte refletem profundo embasamento teórico". Garotinho foi preso na última quarta-feira (16) sob suspeita de tentar comprar votos através do programa social Cheque Cidadão. Na matéria do Fantástico, o advogado Fernando Fernandes negou as acusações. O Blog de Suzy Monteiro (aqui) também comentou a reportagem.
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Cateterismo aponta obstrução e Garotinho recebe "stent"
22/01/2017 | 15h33

Por Paulo Roberto Rangel/Colaborador do Blog 

O Hospital Quinta D’or, onde Anthony Garotinho está internado sob custódia, divulgou um novo boletim. Segundo a nota, Garotinho foi submetido a um cateterismo cardíaco, na manhã deste domingo. De acordo com os médicos, foi diagnosticada obstrução nas artérias e ele teve que implantar o “stent”, que é uma espécie de tubo e serve para prevenir ou evitar a obstrução do fluxo no local por entupimento desses vasos.

Garotinho foi preso na última quarta-feira (16) sob suspeita de tentar comprar votos através do programa social Cheque Cidadão. Ele foi preso e, na sede da Polícia Federal, alegou fortes dores no peito, sendo transferido para o Hospital Souza Aguiar. De lá, chegou a ser levado para Bangu 8, mas, por determinação judicial, voltou a ser transferido para o Hospital, desta vez o Quinta D`or, onde permanece internado para exames cardíacos. Posteriormente, ele ficará em prisão domiciliar.

Veja abaixo a nota divulgada pelo Hospital.

nota
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Lista detalha "cotas" de Cheque Cidadão que candidatos tinham direito
22/01/2017 | 15h33
Por Paulo Roberto Rangel/Colaborador do Blog A cada dia que passa, as investigações sobre as supostas compras de votos através do Cheque Cidadão, em Campos, que resultaram na prisão de vários envolvidos, inclusive vereadores e o ex-governador Anthony Garotinho, vão mostrando como o esquema era operado. Desta vez, uma matéria no jornal Extra, assinada pelo jornalista Thiago Freitas, publicada neste domingo, mostra detalhes sobre as “cotas” que cada candidato tinha direito. De acordo com a publicação, “o total de cheques entregues na lista chega a 15.875. Dos 39 candidatos que constam na lista, 11 se elegeram ou reelegeram”. Na publicação, a Polícia Federal mostra que muitos dos envolvidos utilizavam codinomes que remetiam às suas áreas de atuação. “Edilson Peixoto (PR), que é ex secretário de Infraestrutura e Mobilidade Urbana (antiga Secretaria de Obras), está denominado como “Obra Prima’’. Já Linda Mara Silva (PTC), ex-assessora pessoal da prefeita Rosinha Garotinho e coordenadora do Programa Morar Feliz, é “Habitação”. Veja a lista na matéria do Extra: extra  
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Promotor que investiga caso de Garotinho tem segurança reforçada após ameaças
22/01/2017 | 15h33
Um dos promotores responsáveis pelas investigações em Campos, que resultaram na prisão do ex-governador Anthony Garotinho, relatou ter sofrido ameaças. A partir de então, o procurador regional eleitoral, Sidney Madruga, disse na tarde deste sábado (19) que pediu à Polícia Federal urgência no reforço da segurança de juízes e promotores daquele município. Madruga afirmou que as supostas ameaças ao servidor ocorreram por meio de ligações. Agora, o caso está sendo investigado e já foi comunicado a outros órgãos. O procurador, porém, contou que ainda não ser possível detalhar as ameaças ou mesmo dizer se elas teriam relação com as investigações contra o ex-governador. Garotinho foi preso na quarta-feira (16) acusado de compras de voto via o programa Cheque Cidadão. Fonte G1
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De onde sai tanto dinheiro?
22/01/2017 | 15h33
Por Paulo Roberto Rangel/colaborador do Blog images O Jornal O Globo trouxe em sua versão online neste sábado uma denúncia sobre uma suposta tentativa do ex-governador e atual secretário de Campos Anthony Garotinho, preso na última quarta-feira (16), de oferecer propina ao juiz Glaucenir Silva de Oliveira para evitar a sua prisão. De acordo com a reportagem, Glaucenir denunciou Garotinho à Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) de que ele e o filho Wladimir Matheus teriam oferecido R$ 1,5 milhão e R$ 5 milhões, por meio de terceiros. A suposta quantia oferecida por Garotinho é bastante significativa, principalmente em tempos de crise. Lembrando, ainda, que o advogado Fernando Fernandes, que defende mais de 30 rosáceos e o líder, já cobrou R$ 5 milhões para tirar Paulo Roberto Costa da cadeia. Ou seja, as cifras cobradas ao ex-governador também não são baratas.
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Garotinho deixa presídio e é transferido para hospital particular
22/01/2017 | 15h33
[caption id="attachment_45351" align="alignnone" width="610"]ambulancia Reprodução/TV Globo[/caption] O ex-governador e secretário de Governo de Campos Anthony Garotinho deixou o presídio de Bangu 8, no Rio de Janeiro, onde estava preso desde a madrugada de quinta-feira (18) e foi transferido no início da madrugada deste sábado (19) para o hospital particular Quinta D'or, na Zona Norte no Estado. A informação foi dada primeiro pelo Blog de Arnaldo Neto (aqui). Garotinho foi beneficiado pela decisão proferida pela ministra Luciana Lóssio (aqui), do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que, em liminar, permitiu Garotinho de deixar o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, e passar por exames do coração no hospital. Ao ser preso, na última quarta-feira (16), Garotinho alegou dores no peito e acabou sendo transferido da sede da Polícia Federal para o Hospital Souza Aguiar. Lá, permaneceu internado, mas, por meio de mandado judicial, foi encaminhado para a penitenciária em Bangu por estar recebendo supostas regalias, segundo decisão do juiz Glaucenir Silva de Oliveira. O secretário de Governo de Rosinha Garotinho é suspeito de envolvimento em um esquema de compra de votos por meio do programa Cheque Cidadão, da prefeitura de Campos. Após passar pelos exames, o ex-governador será encaminhado para prisão domiciliar, onde ficará impedido de ter qualquer tipo de comunicação externa, como, por exemplo, o uso de telefone celular.
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Luciana Lóssio manda Garotinho de volta para o hospital
22/01/2017 | 15h33

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O ex-governador e secretário de Governo Anthonny Garotinho, preso na última quarta-feira (16), conseguiu na tarde desta sexta-feira (18) o benefício da prisão domiciliar. A decisão foi proferida pela ministra Luciana Lóssio, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Antes, porém, ele passará por exames em hospital da rede pública ou privada, onde permanecerá custodiado.

No hospital, Garotinho poderá receber apenas visita de familiares e advogados, ficando impedido a utilização de aparelhos de comunicação, como telefone celular.

Leia parte da decisão:

Assim, acautelatoriamente, a fim de assegurar o adequado e necessário acompanhamento médico, determino à autoridade policial a imediata remoção do ora paciente, Anthony William Garotinho Matheus de Oliveira, para hospital - podendo ser na rede privada, desde que por ele custeado - o qual deverá estar apto à realização dos exames indicados no relatório médico, devendo permanecer sob custódia no estabelecimento enquanto houver necessidade devidamente atestada pelo corpo clínico, podendo receber a visita apenas de seus familiares e advogados, nos termos das regras estabelecidas pelo hospital, vedada, contudo, a utilização de aparelhos de comunicação, a exemplo de telefone celular. Destaco que serve a mesma como ordem de transferência. No mais, adianto que o exame do pedido liminar será levado à apreciação do plenário do Tribunal Superior Eleitoral, na próxima sessão.

Por fim, ultrapassado o prazo necessário para a conclusão dos exames e procedimentos médicos acima mencionados antes da conclusão do julgamento da medida liminar pelo plenário dessa Colenda Corte, determino que o paciente permaneça em prisão domiciliar, nos termos do artigo 318, inciso II, do CPP. 

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Alexandre Bastos

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