Uber em Campos: taxistas marcam protesto
22/01/2017 | 15h33

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O blog "Ponto de Vista" , do Christiano Abreu Barbosa informou (aqui) que o Uber chegou ao município de Campos. A a startup mais valiosa do mundo, que presta serviços de transporte privado urbano através de um aplicativo, fará a ativação dos prestadores de serviço na próxima segunda-feira (28), às 12h, no Comfort Hotel.  Na quarta-feira (30), fará o lançamento do serviço em Campos, às 15h, também no Comfort Hotel.

Como não poderia ser diferente, a chegada já conta com polêmica.

Taxistas marcaram um protesto para a próxima terça-feira (29), às 10h, ao lado da Catedral.

Atualização às 14h - O Sindicato dos Taxistas de Campos informa que irá ajuizar uma ação coletiva contra a chegada do Uber.

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TSE: Garotinho consegue habeas corpus, mas não pode voltar a Campos
22/01/2017 | 15h33
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgou na manhã desta quinta-feira (24) o habeas corpus do ex-governador Anthony Garotinho (PR). O advogado criminalista Fernando Fernandes fez a defesa de Garotinho e disparou contra os procedimentos da Polícia Federal (PF) em Campos. A ministra Luciana Lóssio, responsável pela relatoria, se posicionou pela revogação da prisão. O ministro Luiz Fux sugeriu uma alteração, proibindo a volta de Garotinho ao município de Campos. "Já que ele foi preso e atendido no Rio, ele deve permanecer no Rio até o fim da instrução processual".

O tribunal determinou a libertação do ex-governador por seis votos a um. Ele deverá pagar fiança no valor de R$ 88 mil, correspondentes a 100 salários mínimos.

A ministra Luciana Lóssio também comentou sobre seu suposto contato com Garotinho. "Minhas portas estão sempre abertas, mas repudio essas insinuações e venda de ilusões. Recebi a prefeita Rosinha e o secretário Garotinho. Tudo de forma transparente".

Lóssio destacou que o caso trata de "crime eleitoral consistente", envolvendo compra de votos, mas ressaltou não haver fundamento de "preservação da ordem pública para se evitar a repetição de delitos" na decretação de prisão preventiva, já que os episódios investigados se referem a uma eleição que já passou.

O ministro Herman Benjamin discordou de posições da ministra Luciana Lóssio sobre o juiz Glaucenir Silva de Oliveira. Em outro momento, após a ministra afirmar que uma testemunha "não é confiável", Benjamin comentou: "Não podemos dizer quem é e quem não é confiável".

O vice-procurador-geral eleitoral, Nicolao Dino, representando o Ministério Público, disse que não vai se pautar por teorias fantasiosas. Ele enviou parecer pelo cumprimento da prisão de Garotinho em estabelecimento prisional, como mostrou ontem (23) o blog "Ponto de Vista" (aqui). 

O presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes considerou o caso "delicado" e se referiu a remoção de Garotinho para Bangu como "caricata". Ele criticou a postura de alguns advogados que, na visão dele, "são lobistas". "Será necessário que a OAB abra uma sindicância para apurar uma série de questões deste caso. As instituições estão em jogo", disse Mendes, que também aproveitou para defender a ministra Luciana Lóssio.

Acompanharam a ministra outros cinco membros do TSE: Admar Gonzaga, Luiz Fux, Rosa Weber, Napoleão Nunes Maia e Gilmar Mendes. O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Herman Benjamin, votou para manter a prisão domiciliar.

Atualizações - Título e texto.

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Delação da Odebrecht deve atingir ao menos 130 políticos
22/01/2017 | 15h33

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Depois de nove meses de longas e tensas negociações, o empresário Marcelo Odebrecht e mais 76 executivos da Odebrecht deverão concluir nesta quinta-feira a assinatura dos acordos de delação firmados com a Procuradoria-Geral da República dentro da Operação Lava-Jato. Os acordos, os mais esperados desde o começo da investigação, têm potencial para colocar em xeque o sistema de financiamento eleitoral do país.

Nas negociações pré-delação, os executivos da empreiteira fizeram acusações contra líderes de todos os grandes partidos governistas e da oposição. Pelo menos 130 políticos, entre deputados, senadores, ministros e ex-ministros deverão ser atingidos pelas delações. Segundo fontes ligadas às negociações, entre os citados estão o presidente Michel Temer (PMDB), os ministros José Serra (Relações Exteriores), Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) e Eliseu Padilha (Casa Civil).

Nas delações também estariam os nomes do ex-presidente Lula, do senador Aécio Neves (PSDB-MG), dos governadores de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB); de Minas, Fernando Pimentel (PT); e do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB). Foram feitos relatos também sobre pagamentos supostamente ilegais para as campanhas da ex-presidente Dilma Rousseff.

Sobraram acusações, ainda, para os ex-ministros Antonio Palocci e Guido Mantega, que estiveram à frente da Fazenda nos governos Dilma e Lula. Os delatores também acrescentaram novas denúncias contra o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e contra o ex-governador do Rio Sérgio Cabral, que já estão presos por conta de outras acusações na Lava-Jato.

Campos - O clã também Garotinho apareceu nas planilhas da Odebrecht apreendidas na casa de Benedicto Junior, ex-presidente da Odebrecht (aqui).
O contrato da Odebrecht em Campos, para a construção de casas populares, é o maior da história do município, gira em torno de R$ 1 bilhão. A partir dos documentos divulgados na operação Lava Jato, evidenciando o envolvimento da empreiteira em fraude de licitações e pagamento de propina, o Ministério Público Estadual (MPE) ajuizou ação no Fórum de Campos, contra pessoas físicas e jurídicas. Inclusive, o promotor estadual de Campos Leandro Manhães chegou a ser autorizado pelo juiz federal Sérgio Moro a ouvir Marcelo Odebrecht. O processo que corre na 4ª Vara Cível de Campos e tem a prefeita Rosinha como ré. Um pedido de busca e apreensão, que havia sido solicitado pelo MPE, foi suspenso.
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Garotinho prometeu "virar" voto de Clarissa
22/01/2017 | 15h33

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Áudios de interceptações telefônicas realizadas pela Polícia Federal durante a Operação Chequinho, que culminou com a prisão de Anthony Garotinho, mostram o ex-governador falando com o deputado João Carlos Bacelar (PR-BA) para combinar uma conversa “não só institucional” com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes.

Durante o papo, o deputado pediu a Garotinho para tentar mudar a posição da deputada Clarissa Garotinho (PR) sobre a polêmica PEC 241.  No dia 22, João Carlos Bacelar pergunta a Garotinho se pode “contar” com Clarissa, que havia votado contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Teto de Gastos, defendida pelo governo. Àquela altura, o projeto já havia sido aprovado em primeira discussão na Câmara dos Deputados, com o voto contrário de Clarissa. Garotinho sugere que a posição da deputada poderia mudar no decorrer das discussões. “Eu resolvo. Mas quero resolver aquele assunto”.

No dia seguinte, Bacelar volta ao tema e diz que a posição de Clarissa seria “importantíssima” na segunda votação da PEC, que aconteceria na terça-feira seguinte, e sobre o “abuso de autoridade”, em referências às propostas em tramitação no Congresso que, segundo investigadores, podem limitar o poder de investigação. "Mas isso ela tem que votar a favor. Isso é um absurdo. O que esses caras estão fazendo daqui a pouco o Brasil virou bagunça”, diz Garotinho.

Bacelar: “Agora, Garotinho, deixa eu lhe fazer uma pergunta: fale sobre Clarissa aqui. Nós podemos contar com Clarissa?"

Garotinho: “Olha, eu converso com ela. Ela tá com uma posição muito contrária àquilo ali e tal, mas eu acho que dá pra virá-la."

Bacelar nega que tenha ajudado o aliado como uma moeda de troca para que Clarissa se posicionasse a favor da PEC e da proposta do abuso de autoridade. A deputada votou contra a PEC e foi expulsa do PR.

Fonte: O Globo 

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Filho de Cabral sobre prisão do pai: "A justiça será feita"
22/01/2017 | 15h33

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O secretário estadual de Esportes, Marco Antonio Cabral (PMDB), se manifestou pela primeira vez, na tarde desta quarta-feira (23), sobre a prisão do pai, Sérgio Cabral (PMDB). O ex-governador foi preso na última quinta-feira (17), acusado acusado de chefiar um grupo que desviou cerca de R$ 224 milhões em contratos com diversas empreiteiras.

Em suas redes sociais, o jovem disse ter "certeza que todos os fatos serão esclarecidos e a justiça será feita".

Marco Antônio agradeceu ainda as mensagens de carinho que têm recebido e disse que a família está mais unida.

O secretário tem evitado a imprensa na última semana e não tem sido assíduo na secretaria. No dia da prisão do pai, não apareceu no trabalho e já avisou, na véspera, que talvez não conseguiria ir.

Fonte: Extra,Extra/Berenice Seara 

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Rosinha tira licença de três dias para "tratar de interesses particulares"
22/01/2017 | 15h33
licenca Chicão assume - Com a licença da prefeita, quem assume a Prefeitura nos três dias é o vice-prefeito Dr. Chicão (PR).
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Garotinho já deixou hospital e cumpre prisão domiciliar
22/01/2017 | 15h33

[caption id="attachment_45428" align="aligncenter" width="518"]O ex-governador Anthony Garotinho deixa hospital - Gabriel de Paiva / Agência O Globo Garotinho deixa hospital - Gabriel de Paiva / Agência O Globo[/caption]

O ex-governador Anthony Garotinho (PR) recebeu alta do Hospital Quinta D'Or, na Quinta da Boa Vista, Zona Norte do Rio, na manhã desta terça-feira, como informou a jornalista Camilla Silva em seu blog Preto no Branco, e já deixou o hospital. O ex-governador estava internado na unidade desde o último sábado. Por determinação de liminar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Garotinho deve ser levado para um apartamento no Flamengo, onde cumprirá prisão domiciliar.

No domingo, Garotinho foi submetido a cateterismo cardíaco. Em nota, o hospital informou que foi diagnosticada obstrução em ramo da coronária direita, que foi tratada com angioplastia - procedimento cirúrgico para desobstrução de artéria - e implante de “stent” farmacológico.

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Rosinha: "O juiz dos juízes é Deus"
22/01/2017 | 15h33

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A prefeita Rosinha Garotinho (PR) usou o blog do marido para fazer agradecimentos pelo atendimento recebido por Garotinho em três hospitais. "Aos funcionários do SAMU, que o atenderam quando ele começou a passar mal, ainda na Superintendência da Polícia Federal e que o levaram para o Hospital Souza Aguiar. Aos funcionários do Souza Aguiar que o trataram, não com regalias, até porque a Polícia Federal acompanhou tudo, mas com dignidade, como aos demais pacientes que estavam na UTI. Aos funcionários do Hospital Penitenciário, que mesmo sem ter condições mínimas procuraram dar o melhor de si, uma vez que a unidade não tem a menor condição de atender a nenhum paciente. Aos funcionários do Hospital Quinta D'Or que têm cuidado dele com todo o profissionalismo e humanidade. De todos que o atenderam, nos três hospitais, ele não ouviu uma piada ou humilhação", disse Rosinha.

Ela revelou que o marido "ficou muito comovido com os louvores que ouviu e foi às lágrimas com uma funcionária que lhe disse que ela e sua mãe o amam muito porque foi o Cheque Cidadão que matou sua fome, na época em que foi governador".

Segundo Rosinha, "o juiz dos juízes é Deus, e Ele sabe onde está a verdade".

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Efeito Trump
22/01/2017 | 15h33

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O empresário e apresentador de TV Roberto Justus diz ter sido sondado por partidos políticos para se candidatar à Presidência da República em 2018. Justus afirma que está pensando seriamente na possibilidade desde que o também empresário e apresentador Donald Trump venceu as eleições americanas no começo do mês. Justus, no entanto, não revelou quais foram os partidos que supostamente o procuraram.

Aprendiz - Justus apresentou no Brasil as primeiras temporadas de "O Aprendiz".  O programa original, nos Estados Unidos, era apresentado por Trump.

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Alexandre Bastos

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