Chicão: líder na intenção, vice-líder na rejeição
22/01/2017 | 15h18
[caption id="attachment_43322" align="aligncenter" width="515"]Foto: Phillipe Moacyr Foto: Phillipe Moacyr[/caption]

Os rosáceos, que por enquanto não divulgam pesquisas, estão satisfeitos com o resultado do levantamento do instituto Pro4, que mostra o vice-prefeito Chicão Oliveira (PR) liderando a corrida eleitoral com 17,6% na estimulada.

Mas não foi só na intenção que Chicão cresceu. No ranking da rejeição ele assumiu a segunda colocação, saltando de 6,3% para 17,6%. No quesito rejeição, ele é o vice-líder, atrás apenas de Geraldo Pudim (28,1%).

Os menos rejeitados são os três mais jovens na disputa: Caio Vianna (5,3%), Rogério Matoso (3,9%) e Rafael Diniz (3,2%).

A pesquisa foi publicada na edição de hoje da Folha e replicada pelo blog “Opiniões”, do jornalista Aluysio Abreu Barbosa (aqui).
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Chicão (17,6%), Caio (13,7%), Rafael (13,2%), Pudim (11,1%), Nildo (4,2%) e Rogério (2,9%)
22/01/2017 | 15h18
[caption id="attachment_43314" align="aligncenter" width="594"]Pesquisa-Pro4-agosto-2016-1-768x357 (Infográfico de Eliabe de Souza, o Cássio Jr.)[/caption]

A nova pesquisa do instituto Pro4, com 620 eleitores das sete zonas eleitorais do município, encomendada pela Folha e realizada no último sábado (06), mostra o vice-prefeito Dr. Chicão (PR) liderando na espontânea (4,8%) e estimulada (17,6%).

Na estimulada, dentro da margem de erro de 3,9% para mais ou menos, Chicão ficou em empate técnico com Caio Vianna (PDT), que bateu 13,7%; Rafael Diniz (PPS), com 13,2%; e Geraldo Pudim, com 11,1%. Atrás apareceram Nildo Cardoso (DEM), com 4,2%; e Rogério Matoso (PPL), com 2,9%.

Este é o primeiro levantamento divulgado após a definição dos seis nomes.

A pesquisa foi publicada na edição de hoje da Folha e replicada pelo blog "Opiniões", do jornalista Aluysio Abreu Barbosa (aqui).

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Decisão do STF torna Arnaldo elegível?
22/01/2017 | 15h18

arnold

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ontem (10) que só uma Câmara de Vereadores pode tornar inelegível um prefeito que teve suas contas rejeitadas por um tribunal de contas. Assim, para ficar impedido de disputar um outro cargo eletivo, não bastará a desaprovação pelos tribunais, que auxiliam o Legislativo na análise dos gastos (aqui).

Em 2010, a Lei da Ficha Limpa determinou que ficariam inelegíveis candidatos que tiveram contas rejeitadas "pelo órgão competente". A dúvida se dava em relação a qual órgão caberia tal decisão: se somente a Câmara Municipal ou também um Tribunal de Contas. Desde então, o entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) separa as contas em dois tipos: as contas de governo (com números globais de receitas e despesas) e as contas de gestão (mais detalhadas, em que o prefeito também ordena gastos específicos, por exemplo).

Assim, a Justiça Eleitoral considerava que a desaprovação de contas de gestão (mais detalhada) por um tribunal de contas bastava para declarar a inelegibilidade, mesmo com aprovação posterior pela câmara dos vereadores.

Como o ex-prefeito Arnaldo Vianna estaria inelegível por ter contas rejeitadas em tribunais (TCE e TCU), o entendimento do TSE mudaria a situação dele?

Só é preciso saber se, além das contas, Arnaldo também teria outras causas de inelegibilidade, como improbidade administrativa.

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Fred Machado: "Tenho mais de 20 projetos engavetados pela Câmara"
22/01/2017 | 15h18

fred

O vereador Fred Machado (PPS) usou o seu perfil no Facebook para desabafar sobre a demora para a colocação de projetos na pauta da Câmara. "Muito se fala em democracia e respeito na Câmara de Campos. Mas é só discurso. Na prática impera um governo ditatorial, formado pela vontade de um ditador e seus simpatizantes. Só são ouvidos aqueles que aquiescem com o ditador. Há mais de 20 projetos meus protocolados na Câmara que sequer foram colocados em pauta para discussão.Engavetados, dormem sob a mão do ditador. Mesmo que sejam para o bem da população, não sairão da gaveta pois podem subverter a imperiosa ordem do chefe: só eu sei, só eu posso. Mas esta sina tem dia e hora para acabar. Eu creio na vitória do bem, da justiça e da democracia", disse Fred.

Sobre a tentativa dos rosáceos de evitar temas polêmicos durante o período eleitoral, ele comentou: "O doente não pode esperar a eleição passar".

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Exército virtual
22/01/2017 | 15h18

fake

Faltando menos de dois meses para a eleição, começa a crescer nas redes sociais o número de perfis falsos. Trata-se de um exército virtual com a missão de descontruir adversários e fortalacer aliados.

Tem "soldado virtual" para todos os gostos.

Tem até perfil da situação que se passa por oposição. A meta é se infiltrar no grupo oposicionista para espalhar boatos e criar intrigas.

Crime - É sempre bom lembrar que este ano será considerado crime, com detenção de 2 a 4 anos e multa de R$ 15 mil a R$ 50 mil, contratar direta ou indiretamente grupo de pessoas com a finalidade específica de emitir mensagens ou comentários na internet para ofender a honra ou denegrir a imagem de candidato, partido ou coligação. A pena de prisão poderá ser aplicada a quem contratar e também aos que forem contratados para esse fim.

 
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Gil Vianna: "Garotinho foi muito infeliz, mas Deus não dorme"
22/01/2017 | 15h18
gil

O vereador Genásio (PSC) apresentou durante a sessão desta quarta-feira (10) da Câmara de Campos uma moção de aplausos pela volta de Gil Vianna ao comando do PSB em Campos. "O vereador Gil Vianna não se curvou e recuperou a presidência do partido", disse Genásio.

Com a palavra, Gil fez um desabafo. "Meu amigo Rafael Diniz sempre lembra que após qualquer batalha o mais importante é ter uma família esperando por nós. Esse é o nosso maior tesouro. Mas tem gente que parece não se importar com tudo isso. O secretário Garotinho é um grande político, mas foi muito infeliz em diversas ocasiões. Falou absurdos sobre mim que não esqueço. E agora ainda teve essa história do partido. Mas Deus não dorme e sabe de todas as coisas", disse.

Segundo Gil, por mais reviravoltas que ocorram, ele continua ao lado de Caio. "Dei a minha palavra e vou manter. Com partido, sem partido, como candidato a vice ou não".

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Briga pelo PSB mostra a política como ela é
22/01/2017 | 15h18
ponto-final-1 A política como ela é (I)

Na última sexta-feira membros do grupo rosáceo davam como certa uma intervenção no diretório do PSB, presidido em Campos por Gil Vianna (PSB). Naquele momento, a Folha divulgou matéria revelando que o senador Romário (PSB) havia entrado em campo para manter o partido ao lado de Caio Vianna (PDT), candidato à Prefeitura. No final de semana, o blog do Ralfe Reis divulgou documento que mostrava a nova composição do PSB, com aliados do governo rosáceo no comando. O fato foi consumado na segunda, quando o sistema do TSE mostrava que Gil estava fora e o grupo de Garotinho dentro.

A política como ela é (II)

A briga pelo PSB mostra a cara da política em nosso país. Jogadas “por cima”, duelos entre caciques e a ética no banco de reservas. Em silêncio, um velho conhecido do secretário de Governo Anthony Garotinho (PR) entrou em cena. Wilson Sombra, ex-namorado da deputada Clarissa Garotinho (PR), que coordenou o programa “Jovens Pela Paz” na gestão de Rosinha no estado, articulou com homens fortes do PSB em Brasília e uma nova intervenção ocorreu na tarde de ontem, dessa vez tirando o partido dos rosáceos e devolvendo ao vereador Gil Vianna, candidato a vice-prefeito na chapa de Caio.

Instabilidade

Em poucos dias o PSB contou com duas convenções, dois presidentes e o clima de instabilidade permanecem. Os aliados de Caio Vianna garantem que a fatura está sacramentada e o registro no TSE será deferido com Gil Vianna como candidato a vice-prefeito. Já os aliados de Garotinho alegam que a convenção que colocou o partido ao lado da chapa Chicão (PR) e Mauro (PSDB) ainda está valendo, o que vai gerar uma judicialização. Comandante do partido no estado, o deputado federal Hugo Leal continua em silêncio, se esquivando de jornalistas de Campos e da capital.

Decisão da nacional

Se o deputado Hugo Leal optou pelo silêncio, um membro do PSB resolveu comentar sobre a polêmica. Joílson Cardoso, membro da executiva nacional do PSB e primeiro secretário fluminense do partido, disse ontem que a decisão de manter Gil Vianna ao lado de Caio não é de uma pessoa, é “da direção nacional do PSB”. Segundo Joílson, a nacional não compactua com “o projeto do Sr. (Anthony) Garotinho (PR)”.

Ironia do destino

Em 2008 o PSB era o partido do então prefeito Alexandre Mocaiber, que apoiava a candidatura de Arnaldo Vianna. Naquele ano, os principais nomes do partido em Campos não viram com bons olhos a entrada de Ilsan Vianna na disputa por cadeiras na Câmara. O clima ficou pesado e muitos candidatos fortes de uma nominata que fez 40 mil votos, “remaram” para Rosinha, o que tria contribuído para a derrota de Arnaldo. Agora, oito anos depois, um Vianna está no jogo e usa todas as armas possíveis para não perder o PSB.

Doação

No último mês várias campanhas de doação de sangue e plaquetas foram feitas em rede social. Mesmo assim, o déficit no hemocentro continua grande, levando, até ao adiamento de cirurgias eletivas. É preciso que a boa vontade e a solidariedade virtual se convertam em atitudes reais. Curtida não dá sangue.

Paciência

A obra é necessária, mas é necessário, também, que seja executada o mais rápido possível. Quem passa pelas ruas centrais, principalmente nos horários de pico e tentando alcançar a Praça São Salvador está precisando de paciência extra. O trânsito beira o insuportável e as alternativas de escoamento também não ajudam.

* Com a colaboração da jornalista Suzy Monteiro 

Leia mais sobre a disputa pelo PSB no blog "Opiniões" (aqui)

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PSB: quem vai rir por último?
22/01/2017 | 15h18
quem vair rir

Engana-se quem pensa que a briga pelo PSB acabou.

O grupo de Caio Vianna (PDT) trabalha para manter a convenção que lançou Gil Vianna (PSB) como candidato a vice-prefeito e já estaria bem próximo de reverter movimento dos rosáceos, como mostra o blog "Opiniões", do jornalista Aluysio Abreu Barbosa (aqui).

Já a turma do Garotinho garante que vai valer a última convenção (aqui).

Quem vai rir por último?

E a "palavra empenhada" de Hugo Leal (aqui), vai valer pra quem?

Atualização às 19h55 - Durou pouco o reinado rosáceo no PSB. No sistema do TSE já consta o vereador Gil Vianna novamente como presidente do partido em Campos, como mostra o blog "Opiniões' (aqui). E quem entrou em campo para devolver o PSB ao grupo de Caio foi um velho conhecido do líder rosáceo: Wilson Sombra, ex-namorado da deputada federal Clarissa Garotinho (PR).

TSE-PSB-1

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Câmara com sessão relâmpago
22/01/2017 | 15h18
A Câmara de Campos, que ficou um mês de "férias" e voltou na semana passada sem quórum na terça e com sessão festiva na quarta, ainda parece em clima de recesso. Hoje (09), o presidente abriu os trabalhos por volta das 11h e fechou antes das 12h. Na pauta, projetos de vereadores governistas como o que regulamenta economia solidária em Campos, de autoria da Professora Auxiliadora (PHS). Depois, sem abrir a palavra para os vereadores presentes, o presidente Edson Batista (PTB) encerrou os trabalhos. Amanhã, às 10h30, está prevista mais uma sessão. Mais informações na edição de amanhã (10) da Folha. 
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Plano B
22/01/2017 | 15h18
[caption id="attachment_43268" align="aligncenter" width="372"]Renê-Siqueira-2016-768x432 Foto: Campos 24 Horas[/caption]

O grupo de Caio Vianna (PDT) ainda trava uma batalha para tentar manter o vereador Gil Vianna (PSB) como candidato a vice-prefeito na chapa.

Porém, nos bastidores, já tem gente se movimentando de olho em um plano B. O empresário Renê Siqueira (PSC), que esteve cotado para ser vice do vereador Alexandre Tadeu (PRB), que desistiu da disputa, seria uma das opções.

Renê, que já atuou como diretor da Associação Evangélica de Campos, disse em abril que “é grande o poder dos líderes evangélicos de influenciar as escolhas eleitorais dos fiéis (...) lugar de evangélico é nas grandes campanhas por um governo do justo" (aqui).

Além do PSC, Caio conta com o apoio do PSDC, PMN, PEN e espera pelo PT.

O blog "Na Curva do Rio" postou nota sobre as possibilidades do PDT após a mudança no diretório do PSB (aqui).

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Alexandre Bastos

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