Suledil avisou: "Ou acorda agora, ou vai para o buraco"
22/01/2017 | 15h22

suledil

Muito antes da prefeita Rosinha Garotinho (PR) falar em "buraco", quem tocou no assunto foi um homem de confiança do governo.

Em junho de 2014, durante as reuniões com a tropa rosácea, Suledil Bernardino, que comandava a secretaria de Governo, cobrou mais empenho dos soldados. Na visão do professor Suledil, os “alunos” estavam muito acomodados. “Tem muita gente vendo a banda passar. Essa acomodação está levando para o buraco. Ou acorda agora, ou vai para o buraco”, disse Suledil, ressaltando que uma eleição estava ligada a outra (aqui).

Quatro meses após o alerta, o resultado não foi nada agradável. Anthony Garotinho (PR) ficou fora do segundo turno na disputa pelo governo do estado. Em Campos, a votação do líder rosáceo ficou muito abaixo do esperado.

E agora? - Apesar do líder gastar todas as energias possíveis, será possível fugir do buraco?

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Chicão: "O mal está do outro lado"
22/01/2017 | 15h22

chicao

Durante comício em Travessão, ao notar o clima tenso entre candidatos a vereador do grupo rosáceo, o vice-prefeito Dr. Chicão (PR) tentou acalmar a situação. "Aqui é tudo companheiro. O inimigo está do outro lado. A nossa música é paz e união. O mal está do outro lado. O mal não está desse lado aqui, não. Quem não gosta de um, basta escolher outro. Temos que nos unir para rebater os que estão do outro lado, mentido a todo momento. Tentam denegrir o maior governo da história de Campos", disse.

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O homem que viu o 11/09 do 11º andar
22/01/2017 | 15h22

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O fotógrafo Alcir Navarro da Silva, 56 anos, que nasceu em Padre Miguel, subúrbio do Rio de Janeiro, e vive há 35 anos em NY, acordou no dia 11 de setembro de 2001, olhou pela janela do 11º andar, e viu uma fumaça que até hoje deixa o mundo meio sombrio. Em entrevista ao seu sobrinho, o jornalista Rafael Vargas, ele fala sobre o dia em que a terra parou para ver a maior potência do mundo ser atacada. “Vi um filme de terror pela janela da minha casa”, diz o fotógrafo, deixando evidente as marcas do atentado. “No dia seguinte, cada vez que escutava algum barulho de sirene, um certo pânico batia em mim e pensava ser outro ataque terrorista. Esta sensação durou meses e, até hoje, sinto um pouco disso”, contou Alcir.

Blog - O que você estava fazendo no momento em que os aviões bateram nas torres?

Alcir - Eu estava acordando naquela terça-feira, era dia de Eleição. Eu já estava me encaminhando para votar no meu candidato pra prefeito de NY, e depois, ia fazer fotos das pessoas votando. Parecia ser um dia legal, mas tudo mudou quando o telefone tocou de manhã. Era a minha namorada falando que o prédio World Trade Center estava pegando fogo. Assustado, me levantei e fui olhar na janela da minha casa, vi uma das torres pegando fogo. De pronto, peguei a minha câmera e comecei a fotografar. De fato, ninguém sabia ao certo o que tinha acontecido, muito menos a imprensa. Eu achava que talvez fosse um acidente avião, que o avião tinha batido no prédio. Mas, quando o segundo avião atingiu a segunda torre, me liguei que era um atentado.

Blog - Como foi vivenciar cenas de um dos maiores horrores já visto neste século?

Alcir - Parece que eu estava vendo um filme de terror, só que o estava assistindo da janela da minha casa. Quando descobriram que era ataque terrorista e que havia mais aviões no ar na rota do Pentágono e de outros alvos, o meu sentimento foi de tristeza pelas pessoas que perderam a vida naquele instante. No dia seguinte, cada vez que escutava algum barulho de sirene, um certo pânico batia em mim e pensava ser outro ataque terrorista. Esta sensação durou meses e, até hoje, sinto um pouco disso.

Blog - O que você sentiu ao fazer as imagens?

Alcir - A câmera fotográfica me protegeu dos sentimentos e funcionou com um escudo. Eu sabia que estava presenciando um momento importante na história. Nunca imaginei na minha vida que iria ver, algum dia, as duas torres caírem. Foi um choque pra todo mundo.

Blog - Após 10 anos, qual o seu sentimento ao rever as fotos que você fez? O que você pensa sobre as coisas que aconteceram após o atentado, como guerra do Iraque, Afeganistão, sentimento de ódio?

Alcir - Quando vejo minhas fotos ainda fico chocado com que vi. Não apenas pelos prédios caindo em chamas, mas pelos milhares de cidadãos iam trabalhar lá todos os dias. Depois, veio a guerra para pegar os terroristas. Seres humanos continuam a morrer, sejam militares ou civis, e esta guerra ao terror continua como se o horror do dia 11 de setembro nunca tivesse um fim.

Blog - Qual é a reflexão que fica em sua mente dez anos depois deste episódio? Fale como um brasileiro radicado em NY e responda o que representa esta data pra você.

Alcir - O numero 11 está sempre presente pra mim. Moro no décimo primeiro andar e o 11 de Setembro 2001, na minha opinião, foi o dia em que a inocência acabou. Depois deste dia, tudo é possível de acontecer. Eu tenho mais tempo morando no Estados Unidos do que eu tenho morando no Brasil. Estou aqui desde 1981, tenho cidadania americana e sou correspondente da Veja em NY. Quando vou no Ground Zero ou vejo na TV os americanos relembrando esta tragédia, é triste. Esse ataque destruiu muitas vidas e sonhos de homens e mulheres de inúmeras nacionalidade… Gente de New York.

Confira as fotos do Alcir Navarro no dia do atentado:

attack no wtc attack no wtc   attack on wtc   dia the terror - world trade center A entrevista foi publicada pelo blog em 2011, 10 anos após o ataque. Mas como o arquivo foi perdido, republico hoje, 15 anos depois do atentado. 
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Socorro
22/01/2017 | 15h22

sos

Matéria publicada pela Folha (aqui) mostra que integrantes da ONG Orquestrando a Vida estiveram na rua Voluntários da Pátria, na Pelinca, na manhã de ontem (10), pedindo doações e vendendo DVDs, para ajudar a manter o projeto. "Agradecemos as centenas de pessoas que hoje nos apoiaram com contribuições e palavras de gratidão pela existência do projeto em nossa cidade”, disse o maestro Jony Wiiliam, diretor da ONG.

A nossa rica Prefeitura, que pagou um cachê de R$ 70 mil ao Milton Cunha (aqui), não pode ajudar?

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Recados do Coronel
22/01/2017 | 15h22
coronel

Quem não gravar apoio ao candidato da máquina e não postar os vídeos no Facebook vai deixar de receber material e ajuda de campanha já na próxima semana. O prazo limite para todos postarem suas mensagens e manterem no Facebook é quinta-feira.

Outro recado: amanhã será realizada uma Caravana. Todos os candidatos poderão participar com seus militantes, mas sem carro de som. A única música permitida é a do candidato da máquina.

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Pesquisa da Record: só na segunda?
22/01/2017 | 15h22
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Como o blog informou no último sábado (aqui), a TV Record contratou o Instituto Paraná de Pesquisas para realizar um levantamento sobre a disputa pela Prefeitura de Campos.  As entrevistas com os 680 eleitores começam amanhã e serão finalizadas na próxima quinta-feira. A divulgação, de acordo com registro no site do TSE, poderia ocorrer nesta sexta-feira (09).

Porém, até agora ninguém da emissora do bispo Macedo divulgou a pesquisa.

Há quem diga que o levantamento poderá ocorrer só na próxima segunda-feira (12), no mesmo dia em que uma pesquisa do instituto Precisão será divulgada.

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Wladimir: "Eles não aguentam cinco minutos de debate"
22/01/2017 | 15h22

wlad

O empresário Wladimir Garotinho entrou de cabeça na campanha de Dr. Chicão (PR). Em caminhada na Pelinca, na tarde desta sexta-feira (09), ele comentou: "Enfrentamos um discurso da crítica, vazio. Não aguentam cinco minutos de debate. São apenas 24 dias. Vocês precisam nos ajudar a debater e esclarecer as pessoas. Vamos continuar avançando ou entregar a cidade nas mãos de aventureiros? Os outros cinco estão do lado de lá", afirmou.

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Tá suando a camisa
22/01/2017 | 15h22
suando-a-camisa Garotinho tá tendo muito trabalho com a garotada.

Aos 56 anos, o secretário de Governo está suando a camisa para não ser derrotado em sua trincheira. Ontem (08), ele participou de reuniões, inaugurações, simulou uma malhação na academia da terceira idade e fez várias transmissões ao vivo no Facebook. Em uma delas, voltou a atacar o vereador Rafael Diniz (PPS), candidato à Prefeitura.  Mas a audiência, apesar de ter um exército de DAS e RPA, não anda muito boa. Mesmo com 759 mil pessoas curtindo a sua página no Facebook, as transmissões ao vivo de Garotinho têm menos visualizações do que as de Rafael Diniz, que tem 19 mil pessoas curtindo a página.

A maré mudou? - Se em 1988, aos 28 anos, virou onda no rádio e ganhou a Prefeitura, agora ele já notou que se bobear pode ser engolido por um tsunami.

Quem poderá defender? - Tirando o próprio Garotinho, que é raçudo e vai suar a camisa e gastar todas as energias, pouca gente no grupo tem disposição e motivação para enfrentar a onda. Inclusive, já tem rosáceo pegando a prancha para surfar ao lado da oposição.

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Amigo é pra essas coisas
22/01/2017 | 15h22

working

A empresa Working, que nos últimos três meses recebeu mais de R$ 3 milhões da Prefeitura de Campos (aqui), fez questão de disponibilizar banheiros químicos para auxiliar um comício dos rosáceos na Avenida Princesa Isabel.

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Alexandre Bastos

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