Quem acompanhou Gugu, por décadas - me incluo no grupo, pois acompanhei 28 dos seus 38 anos de carreira -, seguramente jamais vai esquecer do “Viva a Noite”, “Cidade Contra Cidade”, “Sabadão Sertanejo”, “TV Animal“, “Passa ou Repassa” e do “Domingo Legal”, seu maior sucesso. Quem perdia o “Táxi do Gugu”, marcado por caracterizações impecáveis, que transformavam o apresentador em divertidos personagens? Foram domingos incríveis, feitos com criatividade, sem recursos milionários de produção.
Formado em jornalismo, Gugu, em alguns momentos de sua carreira, lançou discos e brinquedos. Como empresário, entre outros empreendimentos, ergueu a GGP, sua produtora, dona de uma estrutura impecável, dentro da qual apresentou seu programa, na Record TV, entre 2015 e 2017.
Assim como a saudosa Hebe Camargo (1929-2012), Gugu jamais será esquecido e, de igual forma, nunca mais veremos alguém com talento semelhante. Lá se vai mais um grande mestre, gigante fonte de inspiração para todos nós que fazemos televisão. Sua genialidade, seguramente, será lembrada para sempre.
