Rugas, cabelos grisalhos e/ou brancos, perda de cabelos, menos capacidade de realizar atividades simples como ir ao banco, ao supermercado, caminhar, sair com os amigos, namorar, fazer sexo.

Se esta é sua visão de envelhecimento é hora de repensar. Estes estereótipos não podem generalizar o perfil do idoso. Cada dia mais os idosos tem alcançado esta fase da vida mais saudáveis, com independência e autonomia.
Abaixo, elencamos os principais estigmas:
1. Idosos são incapazes
Cada dia mais é possível verificar o contrário. Com o aumento da expectativa de vida e do número de idosos é notório o quanto eles estão mais ativos, independentes e com autonomia. O que ainda falta para que esta verdade seja expandida é haver políticas públicas voltadas para as necessidades desta população: desde mobilidade, até empregabilidade, educação, cultura, lazer. Como qualquer outro indivíduo
2. A velhice é triste
Você já viu um grupo de idosos em viagens de grupo? Ou mesmo com sua família?! Já os viu dançando, namorando?! Pois bem, a velhice de longe é sinônimo de tristeza. Como dissemos nada deve ser generalizado. Há sim pessoas idosas com depressão, assim como em outras faixas etárias. Esta condição não está condicionada a idade, mas a saúde.
3. Idosos são “velhos” e ultrapassados
Os idosos estão cada dia mais conectados a computadores, celulares e outras tantas atividades tecnológicas. Estas práticas além de conectarem com um mundo, ainda ajudam na manutenção das habilidades cognitivas. Inclusive, uma pesquisa da
Mayo Clinic atestou isso, com base nos resultados obtidos ao acompanhar por quatro anos 1.929 pessoas com mais de 70 anos.
4. Idosos não são produtivos. São inúteis ao mercado de trabalho e a econômica
Segundo o Estatuto do Idoso é considerada idosa toda pessoa igual ou superior aos 60 anos de idade. Nesta idade, o ser humano – se saudável e sem restrições – está ativo e pode sim exercer diversas funções no mercado de trabalho. O que ocorre hoje (e foi exacerbado pela conjuntura econômica pela qual o país passa) é que há oferta de mão de obra desta população, mas o mercado não absorve.
5. Estar velho é o prenúncio do fim
Engana-se quem vê a velhice como o momento em que a vida termina. Pelo contrário. Para muitos idosos, é nesta fase que ela começa! Esta proximidade da terminalidade, da finitude do ser humano não se restringe aos idosos. Estamos todos sujeitos a ela. Atualmente, os idosos realizam atividades diversas de lazer, culturais, intelectuais, educacionais e físicas. Com isso, extraem o melhor que o organismo consegue proporcionar.