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Atingir o peso certo, ganhar energia, deixar a pele e os cabelos viçosos, evitar as temidas marcas da idade no rosto e no corpo. São várias as razões que incentivam as pessoas a experimentar a dieta baseada na medicina ortomolecular, que tornou-se muito conhecida no país por causa de atrizes da Rede Globo, como Giovanna Antonelli, Priscila Fantin, Samara Fellipo e Letícia Spiler, que revelaram seu segredo para a boa forma.
As famosas procuraram a terapia pelos mais diversos motivos, entre eles redução de peso, amenizar os sintomas da TPM (tensão pré-menstrual) e resolver até mesmo a insistente retenção de líquidos pelo organismo, que pesava na balança.
Segundo o CFM (Conselho Federal de Medicina), os tratamentos propostos pela prática ortomolecular e biomolecular incluem, entre outros, a correção nutricional e de hábitos de vida; a reposição medicamentosa das deficiências de nutrientes; e a remoção de minerais como ferro e cobre, quando em excesso, e de agrotóxicos, pesticidas ou aditivos alimentares.
Especialistas revelam que o segredo dessa prática é corrigir carências e excessos de vitaminas e minerais no organismo para neutralizar os radicais livres e brecar o envelhecimento. Vários fatores externos, como estresse, poluição, cigarro, álcool e alimentação errada colaboram para a produção exagerada dessas moléculas instáveis que prejudicam as células sadias. O ajuste de nutrientes, baseado na mudança na alimentação, seria responsável também por alterar o metabolismo e melhorar o funcionamento do intestino, facilitando a queima de gordura e a eliminação de toxinas, o que explicaria o sucesso desse método na perda de peso.
Entretanto, após tornar-se tão badalada no meio artístico, uma norma do CFM alertou para ausência de comprovação das práticas ortomoleculares. No ano passado, o CFM baixou uma resolução definindo os limites e os critérios para a prescrição de fórmulas e procedimentos adotados nessa terapia. O texto, publicado no Diário Oficial da União em fevereiro de 2010, relatou o risco do uso indevido de vitaminas e complementos. Entre os prejuízos estão o aumento do risco de câncer.



