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Buzinas, música alta e muito barulho são características cada vez mais comuns na atualidade. As pessoas estão se acostumando a viver com muito ruído sem perceber o mal que isto faz.
No Brasil, por exemplo, cerca de 60% dos distúrbios de comunicação estão relacionados a deficiências auditivas. Deste total, 90% podem ser resolvidos com tratamento médico, cirúrgico ou com o uso de aparelhos. A exposição a ruídos que tenham mais de 50 decibéis já pode causar danos a uma pessoa, que variam de acordo com a intensidade e o tempo de exposição ao barulho.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o problema é sério e pode causar desde dificuldade de concentração até a surdez. Exposição a sons entre 55 e 65 decibéis prejudicam a produtividade, 70 decibéis geram danos fisiológicos, como o aumento dos níveis de cortisona e colesterol no sangue, o que diminui a resistência imunológica e faz com que o organismo trabalhe para a liberação de endorfina.
Já faixas de som com mais decibéis trazem riscos de infarto, infecções e chances de distúrbios mentais.



