[/caption]
Atualmente, em todo o mundo, mais de 150 mil portadores de doenças cardíacas terminais aguardam na fila do transplante. Sessenta por cento deste total, entretanto, não costumam resistir até encontrar um doador. Por isso, foi criado o coração artificial, aparelho implantado nos pacientes e que bombeia o sangue arterial por todo o corpo.
O aparelho é chamado pelos médicos de “sistema paracorpóreo de assistência ventricular implantável”, ou seja, um conjunto de cânulas e bombas que transportam o sangue, simulando o funcionamento do coração.
As cânulas são conectadas em um ou dois ventrículos do coração e a bomba fica do lado de fora. Uma unidade de controle permanece conectada ao paciente, por meio das bombas, o que garante o funcionamento do sistema.
Esta tecnologia, existente no Brasil em hospitais como o Albert Eisntein, em São Paulo, já foi implantada mais de 1.200 vezes e garante qualidade de vida aos doentes que aguardam por um transplante.
Fonte: www.einstein.br



