Ricardo Couto reúne Desenvolvimento Econômico e Energia em uma única secretaria
22/07/2026 13:55 - Atualizado em 22/07/2026 13:58
Ricardo Couto
Ricardo Couto / Felipe Cavalcanti/TJRJ
O governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, determinou uma reestruturação administrativa na área econômica do Governo do Estado. Publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (22/07), a medida incorpora a Secretaria de Estado de Energia e Economia do Mar (Seenemar) à estrutura da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (Sedeics). A nova estrutura será comandada interinamente pelo atual secretário de Estado de Fazenda, Guilherme Mercês.
A decisão tem como objetivo integrar políticas públicas estratégicas voltadas ao desenvolvimento econômico, indústria, comércio, serviços, energia, petróleo, gás natural, transição energética e economia do mar. Com uma maior coordenação entre áreas com atuação complementar e redução dos custos operacionais, o intuito é atrair mais investimentos para o Estado.
Como parte da reestruturação, foram exonerados dos cargos os secretários Thiago Tavares de Almeida, da Secretaria de Estado de Energia e Economia do Mar, e Leandro da Silva Pinheiro, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços.
Reestruturação no Instituto Rio Metrópole
O Instituto Rio Metrópole (IRM) passa por uma reestruturação administrativa. Publicadas na edição desta quarta-feira (22) do Diário Oficial, as medidas incluem a exoneração de 30 ocupantes de cargos comissionados, a substituição de dois diretores e a nomeação de outros dois para as vagas deixadas pelos ex-dirigentes presos durante a operação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. Também foi determinada a suspensão do pagamento de contratos em andamento até a conclusão de uma auditoria.

As mudanças ocorrem desde que o secretário de Estado de Governo e secretário do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Roberto Lisandro Leão, assumiu interinamente a Presidência do IRM. A nova gestão foi iniciada após a operação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro que apura supostas irregularidades em contratos da autarquia.

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