Dora Paula Paes
08/06/2026 10:25 - Atualizado em 08/06/2026 11:39
Rodrigo Bacellar, presidente da Alerj
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Divulgação
Com versões conflitantes, informações que dão conta de uma deleção premiada por parte do ex-deputado e mandatário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (União), tomaram conta das rodas de conversas no final de semana. A notícia é que Bacellar, preso há dois meses, resolveu colaborar com a Polícia Federal e falar de "esquemas nas secretarias de Educação e Fazenda", na gestão do ex-governador Cláudio Castro (PL).
A notícia, primeiro divulgada pelo colunista Ricardo Bruno, é que um esboço da delação foi preparado para ser apresentado à Polícia Federal, que prendeu Rodrigo na 3ª fase da Operação Unha e Carne.
O colunista Magnavita também replicou a informação. Segundo ele, a possibilidade de uma delação premiada "causou o maior rebuliço na política fluminense". "A notícia, publicada depois de uma rigorosa apuração e conferência entre várias fontes, trazia detalhes sobre algumas revelações que podem constar na delação do parlamentar, capaz de causar um verdadeiro terremoto político no estado", chegou a escrever Magnavita na sua página.
Entretanto, outras páginas de notícias estão desmentindo a informação. Elas alegam que fontes ligadas à defesa de Bacellar e ao político negam a existência de qualquer proposta de colaboração premiada por parte do político e nem a existência de tratativas, com essa tratativa, junto às autoridades.
Fontes: Agenda do Poder, Correio da Manhã e Expressorio.