Assessores e chefe de Gabinete de Thiago Rangel são exonerados pela Alerj
Todos os assessores do gabinete do deputado Thiago Rangel (Avante), preso pela Polícia Federal em investigação sobre fraudes na Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, foram exonerados pela Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) na noite dessa terça-feira (12). A decisão foi publicada na edição extra do Diário Oficial do Poder Legislativo. Rangel tinha 40 nomeados na estrutura do gabinete, sendo 39 assessores parlamentares e um chefe de Gabinete.
Entre os assessores, o maior número (21) eram no cargo de nível mais baixo (CCDAL-9), que é derivado de desmembramentos de cargos de níveis superiores. Somando apenas o salário bruto dos assessores, a equipe de Rangel custava R$ 222.706,22, sem benefícios como auxílio educação e auxílio alimentação. A assembleia gastava R$ 257.481,39 por mês somando o salário do deputado.
A destituição do gabinete do deputado Thiago Rangel com a exoneração de todos os funcionários vinculados ao parlamentar já havia sido anunciada, na terça-feira durante a manhã, pelo presidente da Alerj, Douglas Ruas (PL), também pré-candidato a governador.
A decisão segue a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) que afastou Thiago Rangel do cargo após a prisão pela PF. Na semana passada, a Primeira Turma do STF decidiu manter o deputado preso sem que a Alerj possa votar sua soltura.
A decisão segue a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) que afastou Thiago Rangel do cargo após a prisão pela PF. Na semana passada, a Primeira Turma do STF decidiu manter o deputado preso sem que a Alerj possa votar sua soltura.
Rangel será substituído por Wellington José, que já foi deputado entre 2021 e 2022, quando recebeu 22.817 votos concorrendo pelo Podemos. Hoje, o parlamentar integra o partido União Brasil.
Com informações da Agenda do Poder e G1