O prazo para a desincompatilização, que é a saída dos pré-candidatos de cargos públicos para a disputa eleitoral, movimentou o tabuleiro eleitoral do Norte e Noroeste Fluminense. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu que a data limite é 4 de abril. No cenário local e regional a movimentação começou desde o final do mês de março.
O deputado Bruno Dauaire (União Brasil), que era secretário estadual de Habitação de Interesse Social, na gestão do ex-governador Cláudio Castro (PL) retornou para a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Dauaire teve sua saída confirmada no dia 20 de março.
Ainda na esfera estadual, o deputado Jair Bittencourt (PL), que até o fim do ano foi secretário de Desenvolvimento Regional do Interior, Pesca e Agricultura Familiar, voltou a Alerj. Contudo, em 23 de março, no apagar das luzes do governo Castro, ele foi nomeado para secretário de Governo e, uma semana depois, dia 30, ele pediu para deixar o posto e retornar a Casa de Leis Fluminense.
Em Campos, as mexidas no tabuleiro foram mais intensas, com três desimcompatilizações de pastas municipais.
Na última quarta-feira (1º), Thiago Virgílio anunciou sua saída da presidência Companhia de Desenvolvimento de Campos (Codemca). Ele é pré-candidato a deputado estadual.
O vereador do PDT, Leon Gomes, deixou a presidência da Fundação Municipal da Infância e Juventude (FMIJ) em 20 de fevereiro, retornou a Câmara visando a disputa para cadeira na Câmara dos Deputados, em Brasília.
Já Marquinho do Transporte, que na gestão Wladimir Gatorinho, assumiu como presidente da Empresa Municipal de Habitação (Embah) deixou o cargo em 10 de março e voltou ao Legislativo campista. Marquinho também é pré-candidato a deputado estadual.