Afastado da presidência da Alerj, Rodrigo Bacellar pede licença novamente
Rodrigo Bacellar (União Brasil), presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), está novamente de licença do mandato parlamentar. Após o afastamento, esta é a terceira dispensa do político campista. De acordo com o Diário Oficial, a licença foi inciada na terça-feira (10) e ele ficará afastado até a quinta-feira, dia 12.
A data do afastamento converge com as sessões do Legislativo Fluminense. Até o momento, Bacellar soma agora duas faltas em plenário e 28 dias de licença. Pelo regimento, deputados estaduais podem se ausentar por até 120 dias por ano por motivos particulares.
Em dezembro do ano passado, Bacellar já havia se licenciado do mandato parlamentar pouco depois de deixar a prisão, onde ficou por uma semana após ser preso em investigação por suspeita de vazar uma operação da Polícia Federal (PF) para o Comando Vermelho. Pedido que foi renovado em fevereiro deste ano.
Bacellar foi afastado do cargo de presidente pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, mas poderia exercer seu mandato de deputado, depois que a assembleia revogou sua prisão.
Relatório da Polícia Federal
De acordo com a PF, Bacellar utilizava aparelhos telefônicos em nome de terceiros, descritos como “terminais-bomba”, para operar em circuitos restritos e limitar o rastreio de contatos e de fluxos de comunicação. No momento da prisão do deputado, em dezembro, um outro celular desse tipo foi encontrado no veículo do deputado.
A PF aponta que Bacellar também utilizava terceiros para realizar reservas de hospedagem, como em viagens a Brasília, com o objetivo de evitar a associação direta do seu nome a locais de permanência ou encontros.
Ainda segundo os investigadores, o deputado dava preferência a ligações por vídeo para tratar de assuntos considerados sensíveis, numa tentativa de dificultar eventual interceptação.
Um assessor que foi apreendido um manuscrito com orientações técnicas para exclusão de dados, suspensão de backups e ajustes no iCloud, a plataforma da Apple de armazenamento em nuvem, para “desativar tudo”. Para a PF, o documento indica preocupação em eliminar vestígios digitais.
A data do afastamento converge com as sessões do Legislativo Fluminense. Até o momento, Bacellar soma agora duas faltas em plenário e 28 dias de licença. Pelo regimento, deputados estaduais podem se ausentar por até 120 dias por ano por motivos particulares.
Em dezembro do ano passado, Bacellar já havia se licenciado do mandato parlamentar pouco depois de deixar a prisão, onde ficou por uma semana após ser preso em investigação por suspeita de vazar uma operação da Polícia Federal (PF) para o Comando Vermelho. Pedido que foi renovado em fevereiro deste ano.
Bacellar foi afastado do cargo de presidente pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, mas poderia exercer seu mandato de deputado, depois que a assembleia revogou sua prisão.
Relatório da Polícia Federal
De acordo com a PF, Bacellar utilizava aparelhos telefônicos em nome de terceiros, descritos como “terminais-bomba”, para operar em circuitos restritos e limitar o rastreio de contatos e de fluxos de comunicação. No momento da prisão do deputado, em dezembro, um outro celular desse tipo foi encontrado no veículo do deputado.
A PF aponta que Bacellar também utilizava terceiros para realizar reservas de hospedagem, como em viagens a Brasília, com o objetivo de evitar a associação direta do seu nome a locais de permanência ou encontros.
Ainda segundo os investigadores, o deputado dava preferência a ligações por vídeo para tratar de assuntos considerados sensíveis, numa tentativa de dificultar eventual interceptação.
Um assessor que foi apreendido um manuscrito com orientações técnicas para exclusão de dados, suspensão de backups e ajustes no iCloud, a plataforma da Apple de armazenamento em nuvem, para “desativar tudo”. Para a PF, o documento indica preocupação em eliminar vestígios digitais.
Com informações do G1