Uma pequena mudança na distância - antes anunciada de 32km (aqui) para o 5º Desafio do Neném - feita diante de pedido do desafiante (para que seja no mesmo local do 1º Desafio, vide a foto acima), muda agora para 33km, com saída ao lado da TV Record do dia 14 de janeiro às 20 horas. Bons treinos!
Artigo maravilhoso do Drausio Varella na Folha de São Paulo de sábado (24). Leiam que vão gostar muito. Bons treinos!
DRAUZIO VARELLA
Não é que o exercício faça bem, a vida sedentária é que faz mal ao corpo
2016 foi um ano difícil. Não digo apenas pelo caos político e a pior crise econômica de todos os tempos, mas por mim.
Corro maratonas há 23 anos. Acordar mal-humorado às 5h, vestir o calção e calçar o tênis, resignado, é parte de minha rotina como examinar doentes ou tomar banho.
Não o faço por apego à ideia de que assim viverei mais tempo; nem mesmo sei se percorrer distâncias tão longas é saudável. Nas provas, lá pelos 35 km, a expressão facial de meus companheiros de infortúnio é miserável, chego a duvidar que tamanho esforço seja bom para o corpo humano.
Nesses momentos, procuro me excluir dessa massa de mulheres e homens destruídos pelo cansaço da prova, acho que não estou mal como eles e que resistirei à vontade de chorar de dor nas pernas.
Fico em dúvida, no entanto, quando percebo neles uma expressão de pesar ao olhar para mim. Pior ainda quando, ao ultrapassar, me perguntam: "O senhor está bem?" Senhor é a senhora sua mãe, tenho ímpetos de responder.
Quando completei 70 anos, enfrentei uma crise nada existencial: quantas maratonas ainda serei capaz de completar?
Decidi então, correr de três a quatro por ano, resolução que me obrigou a manter a rotina de treinamentos intensivos que tortura todo corredor forçado a sair da cama antes de o dia clarear.
Quando você, leitor, ouvir alguém que se gaba de acordar louco para fazer exercícios, não fique complexado: é mentira. Como eu sei? Se existisse tal disposição eu a teria sentido pelo menos uma vez nos últimos 23 anos. Para mim, levantar da cama e começar a correr sempre foi sacrifício; todas as vezes, sem uma exceção sequer.
A disciplina com os treinamentos deu resultado. Em 2013, fui o primeiro colocado na faixa acima de 65 anos na maratona do Rio e na de Buenos Aires, com tempos que me classificaram para a maratona de Boston de 2014.
São seis as maratonas mais importantes do mundo: Nova York, Chicago, Londres, Berlim, Tóquio e Boston. Dessas seis "major marathons", Boston é a mais elitista, a única que exige o pré-requisito de haver corrido uma maratona internacional, nos 12 meses anteriores, num tempo mínimo que varia com a faixa etária.
Nas rodas de maratonistas –mulheres e homens que falam de corridas o tempo inteiro–, contar que já participou de Boston provoca interjeições de admiração. É o sonho de todos.
Corri a de 2014 sob a vigilância de um policial armado a cada cem metros e dos helicópteros em voos rasantes, mobilizados por causa do ataque terrorista do ano anterior. Em 2015, no auge do preparo físico, fui selecionado outra vez.
Na metade da prova, senti um choque na planta do pé esquerdo, sintoma que aparecia de vez em quando nos treinos mais longos. Cem metros à frente, novo choque, seguido de outros, cada vez mais frequentes e intensos, que anestesiaram o terceiro e o quarto dedo. A partir do 30º quilômetro foi um martírio, era como se milhares de formigas alvoraçadas me ferroassem a planta e os dedos do pé.
O bom senso aconselharia a abandonar a prova, mas sensatez não é o forte das pessoas que correm 42 km. Quando cruzei a linha de chegada, meu pé esquerdo parecia pertencer a outra pessoa.
Paguei caro a teimosia; estava com um tipo de fibrose num dos nervos do pé, que me deixou dez meses quase sem correr. Depois de várias palmilhas e outras tentativas infrutíferas, acabei operado em julho deste ano.
Três meses mais tarde, fui voltando devagar. A inatividade trouxe dois quilos a mais, roubou parte do meu fôlego, da resistência, da disposição para o trabalho e do bom humor, estragos reparados assim que comecei a correr.
Estou longe da melhor forma física, mas a diferença em relação ao período inativo é abissal. Não me refiro somente à sensação de bem-estar que os músculos cansados proporcionam, mas ao impacto psicológico. Além de rebaixar os níveis de felicidade, a inatividade veio acompanhada de um certo pessimismo diante dos problemas pessoais e dos desafios que a vida no país impõe neste momento.
O objetivo da última coluna deste ano, caríssimo leitor, é convencê-lo de que passar os dias sentado é muito ruim. Não é que o exercício faça bem, a vida sedentária é que faz mal ao corpo e ao espírito.
Fonte: Folha de São Paulo
As duas principais provas de 21 km e de 42 km da América do Sul já têm datas confirmadas para 2017 e as inscrições serão abertas a partir do dia 1º de janeiro.
Ambas ocorrem na bela Buenos Aires, capital da Argentina, distante apenas 2h30 de voo de São Paulo e ainda mais próxima das cidades da região Sul do Brasil.
Em termos de concluintes, tanto a maratona quanto a meia são as maiores da América do Sul com ampla vantagem, além de serem as provas de 42 km e 21 km com a maior participação de brasileiros no exterior.
A Meia de Buenos Aires está marcada para o dia 10 de setembro, com um atrativo a mais. Na quinta-feira, dia 7, é feriado da Independência por aqui, ou seja, um “feriadão” para viajar, correr, comer empanadas e carne, tomar um bom vinho argentino e ainda se esbaldar com as sobremesas (sorvete de doce de leite e alfajor).
Já a Maratona de Buenos Aires será realizada no dia 8 de outubro, uma prova praticamente plana, com temperatura bem próxima do ideal na maioria das vezes, organização correta e uma opção muito boa tanto para se estrear na distância quando para buscar um recorde pessoal.
Mais detalhes em WWW.MARATONDEBUENORESAIRES.COM.
Fonte: Revista Contra Relógio
Como explicar para as crianças que seus super-heróis preferidos, como Cléber Santana, Kempes, Danilo e tantos outros, não estarão mais combatendo grandes equipes e adversários na Terra?
Foi pensando nesta dificuldade (e para fugir da tragédia) que a Chapecoense desenvolveu o seu informativo de dezembro. A partir de um conto iniciado com “Era uma vez…“, de uma maneira lúdica, a equipe narra como a comissão e jogadores da Chape foram convocados para uma partida no céu.
Além da história, o material detalha o novo escudo e compila diversas homenagens feitas pelo mundo, como o lindo evento no estádio do Atlético Nacional, passando pelos trechos do hino nas camisas dos clubes brasileiros na última rodada do Brasileirão, entre outras. Segundo a Chapecoense, o informativo especial também é uma forma de homenagear os assessores de imprensa do clube, Cleberson e Giba, que sempre se dedicaram ao seu desenvolvimento.
“E se antes de dormir, você prestar bastante atenção, vai ouvi-los no vestiário, batendo as portas dos armários e cantando o inesquecível “vamos, vamos Chape”. Estão comemorando. Felizes. Fazendo o que amam”.
Quem dera que tudo não passasse de um faz de conta e o Brasil inteiro pudesse comemorar o título com todo elenco do Verdão, né? Confira o informativo completo clicando aqui.
Fonte: MKT Esportivo
Ontem (24), foi realizado mais um treino de Natal, em sua sexta edição (aqui), na companhia desta turma sensacional. Bons treinos!
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A última Etapa da Liga Campista de Futevôlei + 35 aconteceu sábado (17), no Sítio Bela Vista, consagrando como campeões 2016 do campeonato campista a dupla Fabiano e Helinho.
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Feijó e Cueca com Helinho e Fabiano[/caption]
Nesta quinta (22), eles foram desafiados pela dupla formada por Paulo Feijó e Cueca, num jogo difícil, realizado no CT do Moreno. Feijó e Cueca terminaram na frente com 3 X 1, e com este resultado ganharam o Grande Cinturão de 2016.
Satisfeito com o resultado, especialmente por ser sobre os Campeões da Liga Campista, Feijó brincou: "Terminamos o ano como os campeões dos campeões de 2016", disse Feijó, que no torneio campista fez dupla com o também experiente Paulo Roberto.
- Com estes desafios e atletas muito bem preparados e determinados, tudo indica que o campeonato 2017 promete ser disputadíssimo - comenta o presidente da Liga Campista, Paulo Roberto Pereira Gomes.
O torneio 2016 da Liga Campista contou com a participação de seis duplas com idade acima de 35 anos.
Os corredores me perguntam o quão rápido eles devem correr e como realizar treinos para avançar na performance em busca do próximo nível. A maior parte deles corre muito rápido ou muito lento para obter o resultado desejado, sendo necessário pequenos ajustes, e fundamentalmente, da minha parte, conhecer muito bem cada um deles e ter um ótimo feedback de todos (sempre falo isso, os que me dão mais retorno nos treinos executados, melhores resultados alcançam).
Para determinar a velocidade correta é importante saber a finalidade de cada treino. Lembre-se - sempre - que o objetivo do treinamento é obter o maior benefício e incorrer no mínimo de estresse ao organismo. Portanto, deve-se correr apenas tão rápido quanto você precisa para atender a finalidade da corrida no seu momento atual.
São quatro velocidades (acrescento uma *quinta para a Maratona), do mais lento para o mais rápido, aos quais recomendo para avançar na sua performance. Vamos lá:
1- Corridas fáceis e corridas longas
A finalidade das corridas fáceis e longas é estimular as adaptações fisiológicas, bioquímicas e moleculares necessárias para a resistência, incluindo o armazenamento de mais combustível (glicogênio) em seus músculos, um uso aumentado de gordura intramuscular na mesma velocidade para poupar glicogênio, aumento do número de glóbulos vermelhos e hemoglobina, uma maior rede capilar para uma mais rápida difusão de oxigênio nos músculos, e um aumento da densidade mitocondrial e número de enzimas aeróbicas para melhorar à sua capacidade metabólica aeróbica.
Uma vez que muitas dessas adaptações são dependentes do volume, e não dependentes da intensidade, a velocidade de corrida fácil não é tão importante quanto sua duração.
O único grande erro que corredores competitivos fazem é correr muito rápido em seus dias fáceis. Ao fazer isso, você adiciona estresse desnecessário sem qualquer benefício extra, levando-o a não ser capaz de correr com tanta qualidade em seus dias mais difíceis.
2 - Ritmo de Lactato (L1)
Representa o ponto onde a produção de lactato é aumentada, mas ainda existe um equilíbrio entre produção e remoção, onde as fontes aeróbias de energia continuam sendo predominantes no fornecimento de energia para a atividade, onde utilizo, e é recomendável, treinos de 20 a 60 minutos;
Quanto melhor a sua resistência, mais tempo você pode sustentar seu ritmo L1 e melhor você estará em sustentar qualquer fração neste ritmo. Percebo que o treino L1 é o mais difícil para os corredores se manterem na velocidade correta, uma vez que exige segurar e não empurrar o ritmo, o que é um grande erro.
3 - Ritmo de Lactato (L2)
Representa o ponto onde a produção de lactato é aumentada desproporcionalmente ao que vinha acontecendo nas intensidades inferiores de exercício, e a fonte energética aeróbia não consegue mais manter “sozinha” (predominantemente) o fornecimento de energia, passando a necessitar de ajuda das fontes anaeróbias, que acentuam o acúmulo de lactato induzindo à fadiga precocemente. Também preconizo treinos de 20 a 60 minutos, muitas vezes realizados em forma de tempo run (intervalados com distâncias mais longas).
O limiar de acidose (L2), demarca a transição entre a corrida puramente aeróbia e a corrida que inclui um metabolismo significativo independente de oxigênio (anaeróbio) e o desenvolvimento de acidose. Portanto, L2 é a velocidade mais rápida que você pode sustentar aerobicamente. O objetivo do treinamento do L2 é aumentar a velocidade com que a acidose ocorre, o que permite que você corra mais rápido antes que o metabolismo anaeróbio e à fadiga comecem a desempenhar um papel significativo.
4- Intervalados (VO2máx)
O objetivo dos intervalos é aumentar o VO2máx, onde é estimulada a velocidade em que ocorre o fenômeno do aumento desta variável. Muitos treinadores e corredores gostam de fazer exercícios em ritmo de corrida de 5K ou 10K, mas não há muito benefício correndo nestes ritmos, pois não corresponde a qualquer variável fisiológica que afeta o desempenho. Por exemplo, o ritmo de corrida de 5km é muito lento para um treino de VO2max , muito rápido para um treino de Limiar 1, podendo ser também um pouco fraco para o Limiar 2 (complicado, nê?)
O ritmo de VO2max, que é a velocidade mais rápida que pode ser mantida por volta de 7-10 minutos, é de cerca de 1 a 2 km de ritmo de corrida para corredores recreativos e 2km a 3km para corredores altamente treinados (e o meio do caminho para os meus meninos e meninas).
Intervalo de exercícios com repetições de 3 a 5 minutos são também ideais para o treinamento de VO2max, uma vez que fornecem uma maior carga cardiovascular. No entanto, pesquisas mostram que treinos mais curtos também podem melhorar o VO2max.
Conforme se avança, realizar os treinos mais difíceis adicionando mais repetições ou diminuindo a duração dos intervalos de recuperação, ao contrário de correr mais rápido, é bem mais interessante para o organismo, pensando também em não ter lesão (fato que é fundamental para a continuidade do treinamento e consequentemente a sua melhora).
Se realizar repetições de 800 metros em 3:40 (ritmo de 4:35/km) provoca a melhora do VO2max; Se fizer em 3:28 (ritmo de 4:20/km) poderá ativar o aumento do VO2máx. Mas como a chave é realizar apenas o mais rápido que você precisa para obter o resultado desejado, não faça em 4:20, quando 4:35 será o suficiente para atingir o seu objetivo.
Da próxima vez que você sair para correr, pergunte a si mesmo, ou ao seu treinador, qual é a finalidade do treino. Se você executar todos os seus exercícios nas velocidades corretas, será bem recompensado com novos recordes pessoais (se no periodo do treinamento tudo foi de acordo, inclusive o descanso, e todos estes itens foram bem distribuidos pelo seu técnico).
Acrescento agora uma quinta possibilidade se estiver treinando para os 42km (para os 42km os treinos são sempre bem diferentes):
*5- Maratona - Ritmo de Prova
Para uma Maratona, vou acrescentar uma quinta velocidade, pois pode ser a única corrida para a qual é muito valioso praticar ritmo de corrida específica (RP, ou ritmo de prova como denomino), que você usará na Maratona. Incluir algumas corridas longas no RP, é o mais realista possível para você chegar mais perto de finalizar a Maratona, e com sucesso. Bons treinos!
Fontes: http://www.correbh.com.br, http://www.copacabanarunners.net/index.html, http://run-fit.com/home
Sobre o autor
Marcos Almeida
[email protected]- Sobre a importância do respeito às distâncias nas provas de rua
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