Publicada no dia 23/11, jornal Folha de São Paulo
Sob iminência do terror belgas respondem
21/01/2017 | 21h38
Fim de domingo e Bruxelas (Bélgica) já se encontra há dois dias sob o Estado de sítio decretado pelo governo como forma de proteger a população de possíveis e iminentes ataques terroristas. O aparato policial vasculha bairros e a área central.
A polícia federal pediu às mídias e aos internautas que não façam nenhum tipo de postagens nas redes sociais; solicitou que respeitassem o silêncio sobre as operações policiais que acontecem no momento, na capital do país. A instrução foi plenamente compreendida e a resposta dos internautas foi maciça.
Acataram a orientação de não comentar as ações de busca, pois, poderiam sem querer ajudar os terroristas a escapar do cerco policial. Os belgas então inundaram as redes sociais, Twitter e Facebook , de imagens gaiatas de gatos, acompanhadas da hashtag #BrusselsLockdown, quer dizer: Bruxelas trancada.
Vejam algumas dessas imagens que rodam nas redes nesta noite tensa da cidade.
'Charlie Hebdo' e os atentados terroristas
21/01/2017 | 21h38
[caption id="" align="aligncenter" width="400"]
"Eles têm armas. Eles que se f..., nós temos champagne!"[/caption]
O jornal satírico "Charlie Hebdo", alvo do ataque terrorista que dizimou a redação em 7 de janeiro de 2015, vai às bancas hoje, quarta-feira (18) e faz uma provocação direta aos terroristas na capa do especial sobre os atentados que mataram 129 pessoas em Paris, na última sexta-feira (13).
A capa, assinada pela desenhista Coco, mostra um homem em atitude festiva, garrafa e taça de champanhe na mão, com o corpo repleto de buracos de bala por onde escapa o vinho espumoso, sobre o fundo vermelho.
"Sem perceber, os parisienses em 2015 se transformaram nos londrinos dos anos 1940, determinados a não se render ao medo, não importa o que seja. É a única resposta que nós podemos mostrar aos terroristas", disse o cartunista Riss, atual editor-chefe da publicação.
O desenho é uma referência direta aos ataques terroristas da semana passada: todos em lugares vinculados ao lazer, como a casa de shows Bataclan, o Stade de France e bares e restaurantes, que deixaram 129 mortos e 400 e tantos feridos.
"Imaginávamos que aos atentados de janeiro se seguiriam outros. Esperávamos, resignados, que nos caísse sobre a cabeça, como um espada de Damocles", indica o desenhista e atual diretor da publicação, Riss, no editorial da revista que estará nas bancas.
O diretor da publicação pediu que "não cedam, nem ao medo nem à resignação. É a única resposta possível".
Em outra charge publicada no site da revista, Charlie Hebdo mostra três fantasmas com boinas pretas e baguetes, uma alusão ao modo de vida francês, com a frase: "Os franceses retornam à vida normal".
A publicação se distingue por críticas aos extremismos religiosos de todo tipo e foi alvo dos ataques terroristas por ironizar em diversas edições o profeta Maomé.
Após o atentado de janeiro, Charlie Hebdo retornou às bancas com uma capa em que Maomé aparecia chorando e a manchete "Tudo está perdoado".
Na imagem, o profeta segurava um cartaz que reproduzia o slogan popularizado após essas ações, "Je suis Charlie".
"Eles têm armas. Eles que se f..., nós temos champagne!"[/caption]
O jornal satírico "Charlie Hebdo", alvo do ataque terrorista que dizimou a redação em 7 de janeiro de 2015, vai às bancas hoje, quarta-feira (18) e faz uma provocação direta aos terroristas na capa do especial sobre os atentados que mataram 129 pessoas em Paris, na última sexta-feira (13).
A capa, assinada pela desenhista Coco, mostra um homem em atitude festiva, garrafa e taça de champanhe na mão, com o corpo repleto de buracos de bala por onde escapa o vinho espumoso, sobre o fundo vermelho.
"Sem perceber, os parisienses em 2015 se transformaram nos londrinos dos anos 1940, determinados a não se render ao medo, não importa o que seja. É a única resposta que nós podemos mostrar aos terroristas", disse o cartunista Riss, atual editor-chefe da publicação.
O desenho é uma referência direta aos ataques terroristas da semana passada: todos em lugares vinculados ao lazer, como a casa de shows Bataclan, o Stade de France e bares e restaurantes, que deixaram 129 mortos e 400 e tantos feridos.
"Imaginávamos que aos atentados de janeiro se seguiriam outros. Esperávamos, resignados, que nos caísse sobre a cabeça, como um espada de Damocles", indica o desenhista e atual diretor da publicação, Riss, no editorial da revista que estará nas bancas.
O diretor da publicação pediu que "não cedam, nem ao medo nem à resignação. É a única resposta possível".
Em outra charge publicada no site da revista, Charlie Hebdo mostra três fantasmas com boinas pretas e baguetes, uma alusão ao modo de vida francês, com a frase: "Os franceses retornam à vida normal".
A publicação se distingue por críticas aos extremismos religiosos de todo tipo e foi alvo dos ataques terroristas por ironizar em diversas edições o profeta Maomé.
Após o atentado de janeiro, Charlie Hebdo retornou às bancas com uma capa em que Maomé aparecia chorando e a manchete "Tudo está perdoado".
Na imagem, o profeta segurava um cartaz que reproduzia o slogan popularizado após essas ações, "Je suis Charlie".
"Lama até o pescoço"
21/01/2017 | 21h38
Recebi por e-mail esta correspondência da ONG Greenpeace do Brasil. Nutro por eles, pela dedicação e atrevimento, simpatia. Sugiro que leiam, vejam as fotos. Sem dúvida foi o maior desastre ambiental do país. O rastro, para além das mortes dos nossos semelhantes - destruição das suas formas de viver, das perdas materiais irreparáveis, das lembranças individuais, das histórias coletivas - é mortal ao meio ambiente. O vômito da lama contaminada, anda quilômetros, atravessa cidades, estados. Por onde passa, desesperança.
Humanidade ferida: França declara guerra
21/01/2017 | 21h38
Com 129 mortos e mais 415 pessoas que deram entrada nos hospitais de Paris, feridos (muitos graves) ou em estado de choque, a capital francesa e o mundo vai lentamente deglutindo um dos mais assustadores e articulados atos terroristas do Estado Islâmico (EI). Qualquer indivíduo que tenha sensibilidade e defenda a democracia como princípio se estarreceu ao acompanhar o noticiário sobre a carnificina. Estamos atônitos, boquiabertos passando por horas e mais horas suspensas pelo terror que invadiu a Europa.
De pronto o presidente François Hollande reconheceu o Estado de Guerra contra o EI e decretou o Estado de Urgência. E assim se sucederam as declarações das autoridades e dos formadores de opinião francesa. O editorial do jornal francês 'Le Monde' de hoje, domingo (15), abre com a seguinte frase " É uma guerra, uma guerra verdadeira. Nós o sabíamos, mas, no fundo, preferíamos não enxergar". E prossegue sombrio, "Esta guerra, agora cada um a compreende, só está iniciando".
Também hoje, domingo, no final do dia, o ex-presidente francês Nicolas Sarkozy, em entrevista à televisão francesa TF1, pegou ainda mais pesado. Propôs que aqueles franceses já fichados "S" (são pessoas com algum tipo de passagem policial, classificadas como suspeitas de potencial ato terrorista contra a república) sejam postas "em residência vigiada ou em prisão domiciliar com bracelete eletrônico para que a polícia saiba onde estão, o quê fazem e possa avaliar a periculosidade delas". Para Sarkozy, "Não é realista deixá-las soltas na natureza e fazer de conta que não representam perigo eminente", ao lembrar que são 11.500 pessoas fichadas "S". Segundo ele, 520 jovens franceses se encontram entre a Síria e o Iraque: "Todos os que retornam ao país devem ser imediatamente presos", frisou.
Tudo faz crer, a exemplo das 20 bombas lançadas, hoje, pelos caças da armada francesa em bases do Estado Islâmico no leste da Síria, que os líderes dos países ocidentais, finalmente cheguem a um acordo político e intensifiquem ações militares na Síria e no Iraque contra o inimigo comum.
[caption id="" align="aligncenter" width="547"]
Os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e da Rússia, Vladimir Putin, durante a cúpula do G20 neste domingo (15) (Foto: RIA-Novosti, Kremlin Pool Photo via AP)[/caption]
Os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e da Rússia, Vladimir Putin, durante a cúpula do G20 neste domingo (15) (Foto: RIA-Novosti, Kremlin Pool Photo via AP)[/caption]
fontes. Le Figaro e Le Monde
Rio morto
21/01/2017 | 21h38
Diretor do SAAE: o Rio Doce está completamente morto
Um Rio Doce completamente contaminado e morto. É o que aponta resultado de análises laboratoriais de amostras da água do rio encomendadas pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Baixo Guandu. Foi detectada, na onda de rejeitos das barragens rompidas em Mariana, a presença de partículas de metais pesados como chumbo, alumínio, ferro, bário, cobre, boro e até mesmo mercúrio.
Luciano Magalhães, diretor do SAAE, define a situação como aterradora. “A situação pode ser resumida em duas palavras: rio morto. Na última terça-feira (10), recolhemos amostras de três pontos do Rio Doce em Minas Gerais. O primeiro no Centro de Governador Valadares, uma água muita densa de rejeitos, a outra a 10km abaixo de Valadares e em Galileia. Somente a do Centro estava inviável de captação, impossível de tratar”, afirmou.
E completou: “Não serve mais para nada, nem para irrigação e nem para os animais, muito menos para consumo humano. O cenário é o pior possível. O Rio Doce acabou. Parece que jogaram a tabela periódica inteira. Nossa medida agora é buscar alternativas para captação de água. Já estamos fazendo um canal de desvio do Rio Guandu até a estação elevatória do SAAE”.
Os municípios de Baixo Guandu e Colatina, que dependem da água do Rio Doce para captação, ganharam um pouco mais de tempo até a chegada da lama contaminada. O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) divulgou boletim atualizado no final da tarde desta quinta-feira (12) e a nova previsão é que chegue a Baixo Guandu após segunda-feira (16), em Colatina, depois de terça (17).
Linhares, onde está localizada a foz do Rio Doce, também será atingida, com previsão para o dia 19. A cidade sofrerá danos, sobretudo no setor pesqueiro, mas não deve ter problemas no abastecimento de água. O município utiliza o Rio Pequeno para fazer a captação para consumo humano.
Em Baixo Guandu a alternativa analisada é fechar a represa do Rio Guandu. “Estamos nos reunindo com a prefeitura e as secretarias para arrumas formas de minimizar os impactos. Estamos tentando fazer uma solução paliativa pelo Rio Guandu, que a vazão já é bem menor do que o Doce, e está mais baixo ainda devido à essa seca prolongada. A Secretaria de Obras vai tentar fechar a represa do Rio Guandu, para que ele aumentar o volume de água reservada e depois vamos desviar, para que poder fazer a captação para o consumo”, explicou o diretor do SAAE.
O Governo Estadual divulgou nota nesta quinta (12), solicitando ao Governo Federal o apoio do Ministério da Integração Nacional e do Exército Brasileiro para enfrentar os problemas que serão causados pela passagem da lama de rejeitos pelo território capixaba. A principal preocupação é com o atendimento à população e fornecimento de água potável.
Publicado ontem, quinta-feira (12) no jornal ESHOJE, ver aqui
Sei não
21/01/2017 | 21h38
Ontem, quarta-feira (11), foi dia do Conselho de Ética da Câmara instaurar processo por suposta quebra de decoro contra o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ). Hoje, quinta-feira (12), o presidente do Conselho de Ética da Câmara, José Carlos Araújo (PSD-BA), recebeu uma representação contra o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), entregue pelo deputado João Rodrigues (PSD-SC).
Os dois deputados estão entre os poucos e primeiros na Câmara que desde o começo da história das supostas contas na Suíça do presidente da Câmara Eduardo Cunha cobraram com firmeza - sem acordo de nenhuma espécie - explicações dele e representaram contra o mesmo no Conselho de Ética.
Sei não, cheira revanche, retaliação ou um modo de embaralhar e atrasar o processo contra o Eduardo Cunha. A outrora tão morosa comissão, tão cheia de mesuras ficou agilíssima de um dia para o outro. Sintomático que um dia depois de instaurar processo por suposta quebra de decoro contra o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), o presidente do Conselho de Ética da Câmara, José Carlos Araújo (PSD-BA), já tenha escolhido o relator da representação contra o líder do PSOL.
Sei não.
Charge publicada no jornal Folha de São Paulo
"Não acaso, mas descaso"
Não acaso, mas descaso
21/01/2017 | 21h38
Não acaso, mas descaso
Não foi por falta de advertências. Em 2013, o relatório de um procurador estadual alertou para sérios problemas de segurança nas barragens da Samarco
Não sei o que impressionou mais nas imagens da avalanche de lama formada após o rompimento de barragens da mineradora Samarco, em Mariana, Minas Gerais — se o volume, se a força destruidora ou se a velocidade com que o mar de rejeitos de mineração avançou 500 quilômetros rapidamente pelo leito do Rio Doce em direção ao Espírito Santo. Já se tinha visto avalanche de terra, como na tragédia da Serra Fluminense, em 2011, que matou cerca 900 pessoas e é considerada um dos dez maiores desastres ambientais do mundo. Mas diferente desse tipo de tsunami de barro pastoso, de lama. Os bombeiros rastejando e se segurando uns nos outros ou em pedaços de madeira para não se afundarem naquele terreno movediço, enquanto procuravam corpos, formaram uma cena inédita, em que os que socorriam precisavam também de socorro. Mas um dos episódios mais comoventes não apareceu em imagens, o gesto da professora Eliane Almeida, 31 anos, diretora da escola municipal de Bento Rodrigues, distrito de Mariana. Enquanto os moradores correram para as partes mais altas ao tomarem conhecimento do rompimento, na escola não se sabia que uma muralha de 20 metros estava se aproximando. Foi quando apareceu alguém, o marido de Eliane, para avisar. “Ele chegou gritando que tínhamos que correr”. Desesperada, ela reuniu seus 58 alunos, na maioria com idade entre 11 e 16 anos, e “em três minutos, todos estavam fora da escola”. Ela foi chamada de “heroína” pelo prefeito da cidade. Do estabelecimento de ensino orgulho do vilarejo de 600 habitantes, só o telhado está visível; o resto ficou coberto pela lama e por resíduos de minério de ferro.
O aviso que salvou 58 crianças demonstrou que uma sirene de alerta ou um plano de retirada poderiam ter evitado a morte/desaparecimento de umas três dezenas de pessoas. Não foi por falta de advertências. Em 2013, o relatório de um procurador estadual alertou para sérios problemas de segurança nas barragens da Samarco. Segundo o documento, um plano de emergência deveria ser criado para Bento Rodrigues, com exercícios práticos. Essa teria sido a condição imposta para a renovação da licença das barragens. Mesmo assim, a empresa não tinha sistema de alarme até quinta-feira passada, dia do rompimento. Mas alegou que, por telefone, avisou os moradores do entorno do desastre iminente. Líderes comunitários ouvidos pelas enviadas especiais Mariana Sanches e Dandara Tinoco negaram ter recebido qualquer comunicado. Na televisão, ouvi também alguém afastar a cômoda hipótese da fatalidade. Na verdade, tudo indica que não foi obra do acaso, mas do descaso.
Zuenir Ventura é jornalista e escritor. Membro da Academia Brasileira de Letras, ganhou o Prêmio Jabuti em 1995, na categoria reportagem, pelo livro Cidade Partida.
Artigo publicado ontem (11), no jornal O Globo
HUMOR OU BLASFÊMIA?
21/01/2017 | 21h38
A revista de humor francesa Charlie Hebdo enfrenta nova confusão com a reação furiosa de Moscou às recentes charges sobre o acidente com o avião russo. Putin as classificou de blasfêmia e exigiu desculpa formal do Estado francês.
Peças e destroços de uma aeronave em queda livre e mesmo um passageiro caindo do céu e atingindo um combatente islâmico armado. Na legenda do desenho lê-se apenas : “Daesh: a aviação russa intensifica os seus bombardeios".
É assim que pode ser descrita uma das ilustrações publicadas pelo jornal satírico “Charlie Hebdo” da quarta-feira passada (04), acerca do acidente com o Airbus russo que caiu no Sinai no qual morreram 224 pessoas. Todos indícios caminham por confirmar ter sido uma ação terrorista, no qual uma bomba interna teria explodido a certa altura.
No segundo desenho (da direita), também um cenário do desastre nos fala dos “perigos das viagens russas de baixo custo" e mostra os destroços de um avião enquanto uma caveira diz que o melhor seria “ter viajado pela Air-Cocaína”, em referência ao aparelho recentemente interceptado no Líbano com carregamento da droga, supostamente destinado ao financiamento dos radicais islâmicos na Síria.
O porta-voz do Presidente russo foi enfático: “Na nossa opinião, isto tem um nome: blasfêmia. Não tem nada que ver com a democracia, nem com a liberdade de expressão”, disse aos jornalistas Dmitir Peskov.
Depois do atentado sofrido em sua própria redação, do qual resultaram 12 mortos, para o jornal, esta é apenas mais uma das tantas polêmicas às suas edições, cujo teor ascende inúmeras discussões sobre a liberdade de expressão e os seus limites.
O porta-voz do Presidente russo foi enfático: “Na nossa opinião, isto tem um nome: blasfêmia. Não tem nada que ver com a democracia, nem com a liberdade de expressão”, disse aos jornalistas Dmitir Peskov.
Depois do atentado sofrido em sua própria redação, do qual resultaram 12 mortos, para o jornal, esta é apenas mais uma das tantas polêmicas às suas edições, cujo teor ascende inúmeras discussões sobre a liberdade de expressão e os seus limites.
fonte. Le Figaro
Prognóstico natalino
21/01/2017 | 21h38
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Luciana Portinho
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