Jovem morre em SJB com suspeita de dengue hemorrágica
21/01/2017 | 19h09
Uma jovem de 18 anos morreu na madrugada de hoje em São João da Barra com suspeita de dengue hemorrágica. Ela era estudante do Colégio Estadual Alberto Torres, que suspendeu as aulas hoje. O site de notícias OZK (www.portalozk.com) publicou a seguinte nota: Faleceu, com suspeita de Dengue Hemorrágica, na cidade de São João da Barra-RJ, por volta dás 4h30 da manhã desta quinta-feira (27/05), Camilliane da Costa Mota, 18 anos. O velório acontece na igreja Santo Antônio desde as primeiras horas desta quinta-feira. O enterro será às 16h. Familiares contaram que não quiseram autópsia. Camilliane foi ao hospital após sofrer fortes dores no abdómen, foi medicada e voltou para casa. Novamente com dores, preferiu não voltar ao hospital e por volta das 4h30 desta quinta-feira, 27/05, veio a óbito. Dentro de alguns dias sairá a certidão informando a causa, verídica, da morte.
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Legalização das vans
21/01/2017 | 19h09
Os topiqueiros vão, enfim, deixar a clandestinidade. Pode levar tempo, porque a Câmara começou agora a discutir o projeto que vai permitir a legalização do chamado transporte alternativo. E até que se cumpram todas as fases de discussão, pareceres, votação, sanção, a coisa demora. Depois disso tudo, ainda vai ser preciso esperar a regulamentação da lei. Mas antes quem quiser transportar passageiros com suas kombis e vans vai ter que arrumar uma autorização provisória. Com quem? De que jeito? Sob quais critérios? De qualquer forma, hoje o que se vê, salvo raras exceções, são veículos em péssimo estado, com motoristas despreparados e crianças trabalhando como cobradores, com meio corpo para fora dos carros chamando passageiros. Um festival de irregularidades. Se a legalização vier para arrumar a bagunça, tudo bem. Agora, se nem os ônibus das empresas que já detêm concessão são fiscalizados, não é pessimismo não, mas fica difícil acreditar que o transporte coletivo em Campos possa se tornar algo decente, pelo menos a médio prazo.
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Perigo na esquina
21/01/2017 | 19h09
As autoridades municipais de trânsito precisam atuar para dar fim ao caos que se forma todo fim de tarde no ponto de ônibus da Beira Valão próximo à Gil de Góis (sentido Beira Rio – 28 de Março). O tráfego de carros de passeio já é intenso por ali, o número de ônibus aumenta na hora do rush e ainda tem a bagunça das vans e kombis ilegais, que ficam estacionadas, atrapalhando todo o trânsito, até conseguirem passageiros. Na esquina não há semáforo e a travessia de pedestres é um risco. Eu já presenciei dois atropelamentos em menos de uma semana. Ambos, felizmente, sem gravidade. Vão esperar algo mais sério para tomarem uma atitude?
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Frágil humanidade
21/01/2017 | 19h09
Semana de muito trabalho e poucas postagens, mas a coisa vai engrenar. Depois de três dias imersa em discussões sobre responsabilidade social e sustentabilidade, em Macaé, na feira bacana promovida pelo jornalista gente boa Martinho Santafé, por ora segue o convite à reflexão: É muita pretensão da humanidade achar que está destruindo o planeta. Ele viveu bilhões de anos sem nós e, certamente, a continuarmos causando estragos ao mundo sim, mas ao mundo do nosso tempo, a Terra nos identifica como ameaça, nos extermina, se reinventa e segue adiante. Simples assim.
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O papel da Ompetro
21/01/2017 | 19h09
A Organização dos Municípios Produtores de Petróleo da Bacia de Campos (Ompetro) tem exercido basicamente o papel de fórum de lamentações. Os prefeitos se reúnem quase sempre para reclamar de eventuais reduções ou atrasos no repasse dos royalties. Foi assim que o professor e ambientalista Aristides Soffiati definiu a atuação da organização, durante debate alto nível que aconteceu na tarde de ontem na III Feira de Responsabilidade Social Empresarial Bacia de Campos, no Macaé Centro. Soffiati criticou a forma com que é usado o dinheiro dos royalties pelos governos, reclamou da atuação do legislativo e não poupou nem o judiciário. A proposta de Aristides Soffiati é que a Ompetro crie um fundo a fim de obter orientação técnica e  que tenha seja formado um conselho fiscal para a melhor utilização dos recursos que entram mensalmente (royalties) e trimestralmente (participações especiais) aos milhões nos cofres das prefeituras. O painel sobre riscos, desafios e oportunidades ambientais do petróleo foi mediado pelo jornalista Martinho Santafé, editor da Revista Visão Socioambiental, que promove a feira. Além de Soffiati, participaram dos debates o jornalista Fernando Tavares, subsecretário de Comunicação Social de Macaé e o escritor e ambientalista Vilmar Berna.
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Feira de Responsabilidade Social
21/01/2017 | 19h09
Começa nesta quarta-feira, no Macaé Centro, a III Feira de Responsabilidade Social Empresarial Bacia de Campos, promovida pela Revista Visão Socioambiental. Serão três dias de palestras, painéis e debates sobre responsabilidade socioambiental e sustentabilidade. O evento, com entrada franca, será aberto às 14h.
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Dois palanques
21/01/2017 | 19h09
Depois de muita confusão e muita ciumeira, eis que o PT nacional bate o martelo: No Rio, Dilma vai subir nos palanques de Cabral e Garotinho. Quem afirmou foi o próprio presidente do partido, José Eduardo Dutra.
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Passou da hora
21/01/2017 | 19h09
A Folha traz a boa notícia: parece que o Dnit desta vez vai mesmo providenciar a recuperação do trecho Campos-São João da Barra da BR 356. Vez ou outra são feitos reparos, que não passam de paliativos. Toda vez que chove os remendos cedem e as crateras voltam a representar perigo para os motoristas. É preciso cuidar da pista, que está em péssimo estado, e da sinalização, tanto horizontal quanto vertical. Outro problema são as margens da rodovia, que precisam de atenção não só agora, mas de manutenção permanente.
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Bate-bola
21/01/2017 | 19h09
A fim de contribuir com a argumentação do debate sobre o tema do post abaixo, o blog entrevistou essa semana a deputada Maria do Rosário, a petista gaúcha que levou o assunto à pauta do Congresso. Confira: O projeto de lei 2.654/03, apresentado pela senhora, proíbe os pais de baterem nos filhos. Essa lei não interfere nas famílias? O maior problema é que não existe nenhuma determinação de limite entre o que é brando e o que é grave. Nossa legislação, como está hoje, não estabelece uma orientação para que os pais ou responsáveis não adotem qualquer tipo de punição física nas crianças. Nosso objetivo com essa discussão não é interferir no direito de nenhuma família, mas inserirmos na lei essa discussão para que possamos mudar uma cultura. Até porque a violência tem que ser enfrentada na sua origem, uma vez que está comprovado através de diversos estudos que o seu aumento é gradual. O tapinha de hoje vira o beliscão de amanhã e a fratura da semana que vem se a criança continua sendo desobediente. O uso da força vai aumentando e os danos de quem sofre a violência também. O que precisamos mesmo é mudar esse conceito de que uma pessoa precisa utilizar a força física para impor respeito. Já superamos essa lógica para com os adultos e para com as mulheres. Mas ainda faltam as crianças. Quais são os limites do Estado e da família no que se refere à formação das crianças? O que precisamos debater em primeiro lugar é o direito das crianças de crescer livres da violência. E depois, precisamos entender que os filhos não são uma propriedade dos pais. Há alguns anos havia esse mesmo debate sobre os direitos da mulher, quando os maridos eram seus “donos” e podiam violentá-las, pois não havia uma legislação que protegesse a mulher. Superamos isso, reconhecendo a plenitude dos direitos femininos e conquistamos a Lei Maria da Penha, que estabelece o direito das mulheres de viverem livres da violência. Precisamos oferecer esse instrumento de proteção para as crianças também. A educação dos filhos até bem pouco tempo era obrigação, responsabilidade somente dos pais. Hoje em dia a escola e os meios de comunicação, juntamente com a família, são considerados responsáveis pela formação do jovem. Até que ponto o envolvimento de muitos contribui para que a responsabilidade, de fato, não seja de ninguém? É muito interessante tratar dos aspectos educacionais, pois esse assunto tem uma relação direta. Veja um exemplo: há algumas décadas, os professores tinham o direito de dar reguadas nos alunos, ajoelhá-los no milho e utilizar a palmatória. Isso tudo era considerado absolutamente normal pela sociedade. Mas foi um debate de mudança cultural que passou a não admitir mais essas práticas, que hoje nos chocam. Agora precisamos estender essa discussão para todos os lugares, criando um ambiente de proteção das crianças que comece na família, passe pela escola, conselhos tutelares, meios de comunicação, internet, enfim, por toda a sociedade. Hoje em dia a informação percorre o mundo em questão de segundos. Tenho certeza que temos que nos aliar dessas facilidades para protegermos nossas crianças de fato, em todos os lugares. Existe uma estrutura eficaz para que este menor seja assistido, depois da denúncia de que ele sofre violência doméstica? Os pais têm algum tipo de acompanhamento, orientação? Essa legislação só terá eficácia se contar com uma rede articulada de proteção, que envolva a família, a escola, os serviços de saúde e toda a sociedade num sistema que considere natural e prioritário proteger as crianças da violência.
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Nada definido
21/01/2017 | 19h09
Quem esperava um cenário de poucas surpresas na sucessão estadual pode ter que começar a rever seus conceitos. A um mês das convenções que vão homologar as candidaturas e definir o jogo político o clima já não é tão tranqüilo. Pode não chegar a acontecer uma reviravolta, mas o quadro atual é, no mínimo, suficiente para mexer um bocado nas peças do tabuleiro. O governador Sérgio Cabral continua favorito, mas não necessariamente na zona de conforto que se anunciava. Não vive exatamente uma lua-de-mel com o presidente Lula, apesar da parceria com jeito de consolidada, tem problemas na área de saúde e não é, nem de longe, o queridinho dos servidores estaduais. Além disso, vai acabar sendo obrigado a lançar mão, mais cedo ou mais tarde, do contra-ataque explícito para se defender da artilharia pesada do ex-governador Garotinho que, por sua vez, aumenta a cada dia o arsenal de denúncias contra o principal adversário. Cabral enfrenta o bônus e o ônus de quem detém a caneta. Garotinho continua atirando e pagando caro por isso. A onda de boatos sobre uma possível desistência do sonho de voltar ao Palácio Guanabara cresce na capital e no interior. No auge da crise, alimentada pelo recente afastamento dos microfones da Rádio Melodia, ele convocou reunião com todos os pré-candidatos e dirigentes de diretórios do PR para reunião no Rio nesta segunda-feira. Por enquanto nenhum sinal concreto de que vá jogar a toalha. Por fora corre o habilidoso Gabeira. Passa longe de toda a polêmica e aposta que pode modificar o formato plebiscitário da campanha. Com boa aceitação na capital — por pouco não atrapalhou os planos de Eduardo Paes em 2008 — o deputado verde segue quietinho, feito mineiro, em peregrinação pelo interior, onde Cabral e Garotinho já passeiam faz tempo. É a famosa terceira via, ainda com números modestos nas sondagens de intenções de votos, mas com algum potencial considerável de crescimento. Se Gabeira permanecer distante do embate PMDB x PR pode começar, quem sabe, a sonhar com uma beiradinha de chance no segundo turno. Porque ninguém imagina quais poderão ser as conseqüências da troca de farpas entre Cabral e Garotinho. Neste caso, o candidato do PV só precisaria contar com um pouco de sorte. Como política é a arte do possível, dá para prever ainda muita turbulência e fortes emoções pelo caminho.
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Sobre o autor

Júlia Maria de Assis

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