Agora é Gana
21/01/2017 | 19h10
E o sonho do hexa adiado por mais quatro anos. A partir de agora passo a torcer pela seleção de Gana, que enfrenta logo mais o Uruguai.
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Efeito colateral
21/01/2017 | 19h10
Um grupo de produtores rurais do quinto distrito de São João da Barra se reúne na tarde desta quinta-feira para discutir a proposta de uma ação direta de inconstitucionalidade na tentativa de revogar a lei municipal que tornou sete mil hectares de terras da região área industrial para atender ao complexo portuário do Açu. A reunião acontece às 15h, na localidade de Rua Nova, na casa de um produtor que, como muitos outros, não aceita negociar sua propriedade com o governo. O argumento dos produtores para levar o assunto ao Supremo Tribunal Federal é que a lei tem vícios de origem, porque não teria passado pelas comissões da Câmara. A polêmica começou no final de 2008, exatamente no dia 31 de dezembro, quando chegou à Câmara projeto de lei, encaminhado pelo Executivo, tornando a área — que corresponde a 30% de todo o quinto distrito — de interesse industrial. A lei foi aprovada em caráter de urgência pelos vereadores no mesmo dia, último do ano e da legislatura. Durante todo o ano de 2009 houve muita pressão dos produtores, que promoveram várias manifestações, e em novembro a Câmara revogou a lei. Mas a revogação foi vetada pelo Executivo e a lei continuou valendo, porque o veto não foi derrubado pelos vereadores. E então, com a permissão da lei municipal, o governo estadual começou as desapropriações. Já existem áreas com placas indicando a construção de uma nova estrada. Dona Anita, de 94 anos, tem ordem para deixar a casa onde mora, porque no caminho passarão os dutos para transportar o minério de ferro. Mas ela nem quer saber o valor da indenização. Diz que não pretende de jeito nenhum deixar o lugar onde passou toda a vida. Este é apenas um dos muitos casos que estão gerando o conflito. E, pelo visto, a história ainda vai render.
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Coincidências
21/01/2017 | 19h10
A segunda-feira é decisiva para dois controversos personagens do cenário nacional: de manhã, o ex-governador Anthony Garotinho vai saber se o TRE mantém ou não a decisão que o tornou inelegível e cassou o mandato da prefeita Rosinha; à tarde o técnico Dunga comanda a seleção no mata-mata com o Chile, depois da nada convincente performance na primeira fase da Copa. Universos distintos, o que ambos têm em comum é a guerra declarada contra a poderosa Globo. Só para registrar, este 28 de junho é comemorado pelos católicos como o dia de Santo Irineu, nome de batismo do jornalista fundador do jornal O Globo há 85 anos, empresa que deu início ao maior complexo de comunicação da América Latina. Não é nada, não é nada... não é nada mesmo. Mas, na dúvida, talvez seja melhor não apelar ao santo.
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Clarissa deputada
21/01/2017 | 19h10
A aliança com o PRB de Marcelo Crivella não é a única mudança no tabuleiro do PR para as eleições deste ano. A estratégia do partido reserva outras novidades. Uma delas é a candidatura de Clarissa a deputada estadual. A filha do casal Garotinho é vereadora no Rio. Foi eleita pelo PMDB e deixou o partido para acompanhar o pai na nova legenda.
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Futebol sem emoção
21/01/2017 | 19h10
A seleção pode ganhar ou perder, mas o torcedor brasileiro, acostumado a nada menos do que show de bola, não anda nada satisfeito com o futebolzinho sem graça dos nossos craques. Repetir essa performance sem emoção em casa, daqui a quatro anos, será imperdoável. Se bem que pelo menos uma mudança é esperada: com toda essa celeuma do técnico Dunga com a Rede Globo, podemos até levar o hexa na África do Sul, mas dificilmente ele se mantém no comando da Seleção. Ou a CBF vai peitar a Vênus Platinada?
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Poluição sonora
21/01/2017 | 19h10
Falando em Brasil 2014, uma coisa é certa: as vuvuzelas vão invadir o país na próxima Copa. Essa mania barulhenta dos africanos é a cara do jeito brasileiro de festejar. Se agora já é insuportável, imagine com o campeonato em casa. Aliás, haja ruído excessivo. Quando junta Copa do Mundo com festas juninas, então, é preciso paciência para suportar tanta poluição sonora. Primeiro, os fogos de artifício. Em muitos países a venda deste produto é altamente controlada, pelo perigo de explosão, mas aqui a liberação é geral. E haja fogos para perturbar o sossego alheio. Pode até ser uma tradição, mas sinceramente não vejo graça nenhuma. Os fogos causam danos à audição, podem provocar incêndios, prejudicam a concentração de quem está trabalhando, assustam os idosos, irritam os cães, atacam as aves. Tudo isso sem que tenham qualquer serventia. Mas é claro que não são só os fogos de artifício que atormentam. Na carona vêm os trios elétricos — e os carros com síndrome de trio elétrico —, as buzinas enlouquecidas, os vizinhos sem nenhuma noção de cidadania, de convivência em comunidade, e agora também elas, as vuvuzelas. Viver em absoluto silêncio, evidentemente, seria não só muito chato, como um transtorno. Mas para tudo existe o bom senso. Sinceramente, tem gente que exagera. Só que no Brasil barulho é sinônimo de alegria. E quem ousa questionar é chamado de deprimido, infeliz, mal humorado. Enquanto prevalece essa cultura, a luta em defesa do direito ao sossego parece inglória, apesar das leis que protegem as pessoas da poluição sonora, a qualquer hora do dia, e não só a partir das 22h, como confundem muitas pessoas. O que falta é civilidade, é entender que os hábitos de uns não podem interferir nos direitos de outros. Festejar é bom, mas não precisa extrapolar.
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Contra as desapropriações
21/01/2017 | 19h10
Volta a gerar protesto o processo de desapropriações no quinto distrito sanjoanense por conta do complexo portuário do Açu. Proprietários de terra da região organizam manifestação para a manhã deste sábado, na RJ 224, em Rua Nova, próximo à rotatória que dá acesso ao porto. O grupo se encontra às 9h, no sítio de dona Anita, uma senhora de 94 anos que teme perder suas terras, e segue em passeata. A ideia é interromper trecho da BR 356.
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Mineiro vence festival em SJB
21/01/2017 | 19h10
O primeiro lugar do XIV Fescan (Festival Sanjoanense da Canção) foi para o compositor Zé Alexandre, mineiro de Poços de Caldas, com a boa e divertida “Me joga na parede, me chama de lagartixa”, que levou ainda o prêmio de melhor arranjo. A apresentação aqueceu a plateia na noite fria e de muito sereno desta segunda-feira, em São João da Barra. Foi uma das mais concorridas edições do festival, com talentos de alto nível, mas o cara mereceu. Confira neste vídeo que encontrei no youtube: [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=3hDbmJSeCiY[/youtube]
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Feito nuvem
21/01/2017 | 19h10
É como já dizia o político mineiro Magalhães Pinto: Política é como nuvem: você olha e ela está de um jeito, olha de novo e ela já mudou.
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Convenção do PR dia 30
21/01/2017 | 19h10
A convenção do PR, que seria com grande festa no próximo domingo, no Rio Centro, foi transferida para o dia 30, na sede do partido, no Centro do Rio. No dia 27 haverá reunião no Hotel Guanabara. Na pauta, o rumo do PR em relação à sucessão estadual.
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Sobre o autor

Júlia Maria de Assis

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