A sala do chefe e a sua
21/01/2017 | 19h20
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=QOeK9-2IM2c[/youtube] Feliz Dia do Trabalhador! E, claro, coragem para encarar o mercado e mudar, se a coisa estiver ruim para o seu lado!
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Cautela e canja de galinha...
21/01/2017 | 19h20
Todo mundo é um pouco repórter e essa história não vem de hoje. A diferença é que atualmente tal perfil tem se materializado como nunca por conta da febre das redes sociais. O processo de democratização da informação é bacana, mas é preciso seguir uma regrinha básica do bom jornalismo para que ninguém saia por aí arrebentando com a imagem de pessoas e instituições na velocidade da rede de internet: notícia se faz com fato. Boato não é fato, ouvir dizer não é fato, talvez não é fato. Escrever é muito fácil, encontrar um canal para divulgar informações mais ainda. Difícil é checar a veracidade da informação. Isso se faz com apuração. Da mesma forma que não precisa ser do ramo para escrever e postar, também não precisa para agir com responsabilidade. E em nome desse compromisso ético qualquer repórter sério, profissional ou amador, dispensa até o maior de todos os furos.
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Água mole em pedra dura...
21/01/2017 | 19h20
O assunto já perdeu um pouco a factualidade, mas como provavelmente — e infelizmente — as cenas relatadas a seguir haverão de se repetir pelos próximos fins de semana, creio que ainda valha o registro. Domingo, por volta das 19h30, saio de caso e busco meu amigo Juliano Rangel na saída da missa de São João Batista para um lanche no Mistureba, lugarzinho bacana bem na esquina das ruas dos Passos e Joaquim Thomaz. O movimento era típico de finzinho de feriadão, ou seja, rua lotada. Parece que as centenas de pessoas que saíram em excursão para o Sana, Guarapari e demais paraísos vizinhos chegaram com disposição de sobra para curtir a cidade. Tinha também um bocado de turistas. Lanche bom, papo melhor ainda, mas interrompido a cada dois minutos, sem exagero, por carros de playboyzinhos babacas (mil desculpas, mas não dá para ser sutil na bronca) que talvez, por algum sintoma não tratado de esquizofrenia, calham de achar que são usuários soberanos e exclusivos do espaço urbano e que as pessoas à sua volta não têm a menor importância, nem direitos, nem ouvidos. Repetindo as palavras do mestre Carlos Sá, "há nesses tempos estranhos, em nossa terra que já foi gostosa de viver, um excesso de falta de educação". Para começo de conversa, a rua tinha que estar fechada só para pedestres. É uma coisa que a gente nem entende. Tem fim de semana que fecha, tem fim de semana que não. Aparentemente não há nenhum critério que justifique esse vai não vai. Ali mesmo, na lanchonete em questão, as mesas ocupam a calçada e a rua. E é uma esquina. Talvez só tomem uma atitude no dia em que vier um maluco dirigindo a mil por hora e jogar para cima mesas, cadeiras, hambúrgueres e pessoas. É simples: ou tira as mesas da rua ou impede o tráfego de veículos. Era sobre esse e outros assuntos que conversávamos, ou pelo menos tentávamos conversar, porque os carros dos famigerados pitiboys com síndrome de trio elétrico passavam atropelando qualquer raciocínio, rendido à confusão sonora dos funks, forrós, pagodões e afins. Não só os ouvidos, mas os olhos também acabam se distraindo, diante das cenas surreais de pré-adolescentes pilotando motos ou então adultos carregando seus rebentos sem a menor noção do que seja segurança e respeito às leis de trânsito. Mais uma vez fica a pergunta que não quer calar: por onde anda a Guarda Civil Municipal de São João da Barra?
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Iquipari na telinha
21/01/2017 | 19h20
Li no blog do André Pinto que as areias de Iquipari foram mostradas domingo no humorístico “Os caras de pau”, da Globo, e fui buscar as imagens no youtube. O bloco todo tem mais de 10 minutos e eu não sei como fazer para editar só um pedaço dele — nem sei se isso é possível. Quem quiser assistir ao bloco inteiro não vai perder nada, porque mais uma vez a dupla Leandro Hassum e Marcius Melhem dá show. Mas as cenas em Iquipari aparecem somente a partir do sétimo minuto. Outras cenas do programa foram gravadas em São João da Barra, com sanjoanenses no elenco e tudo. Quem sabe não serão exibidas já no próximo domingo? [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=tBm1SKpBpjk[/youtube]
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O ranking da crença, segundo pesquisa
21/01/2017 | 19h20
O Brasil foi o terceiro país em que mais se acredita em 'Deus ou em um ser supremo' em uma pesquisa conduzida em 23 países. A pesquisa, feita pelo empresa de pesquisa de mercado Ipsos para a agência de notícias Reuters, ouviu 18.829 adultos e concluiu que 51% dos entrevistados 'definitivamente acreditam em uma 'entidade divina' comparados com os 18% que não acreditam e 17% que não têm certeza'. O país onde mais se acredita na existência de Deus ou de um ser supremo é a Indonésia, com 93% dos entrevistados. A Turquia vem em segundo, com 91% dos entrevistados e o Brasil é o terceiro, com 84% dos pesquisados. Entre todos os pesquisados, 51% também acreditam em algum tipo de vida após a morte, enquanto que apenas 23% acreditam que as pessoas param de existir depois da morte e 26% 'simplesmente não sabem'. Quer ler a notícia completa? Clique aqui.
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Protesto com churrasco
21/01/2017 | 19h20
Para matar a fome da turma que promete permanecer acampada na área do porto do Açu até que chegue o próprio Eike Batista ou alguém mandado por ele, um boi vai partir desta para melhor todo dia. A churrascada, com farofa e tudo mais, vai rolar sempre no começo da tarde, no meio da rua mesmo, nas imediações da entrada do porto.
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Corrupção
21/01/2017 | 19h20
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=C2x6uTYWXBE&feature=player_embedded[/youtube]
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Exmo. sr. governador Sérgio Cabral Filho
21/01/2017 | 19h20
Solicitamos humildemente a V. Ex.ª que encontre um tempinho em sua agenda para um rápido voo a São João da Barra, aprazível cidade no litoral norte do Estado que o senhor governa, a fim de inaugurar a bendita Delegacia Legal, cuja obra foi concluída já vai fazer um ano. Não é pressão não, governador. Sabemos que o senhor é uma autoridade muita ocupada, com muitos compromissos, muitas viagens ao exterior, festas para frequentar, enfim, todo esse sacrifício que é ocupar cargo tão importante. Mas sabe o que é, governador? Nossa cidade já não é tão pacata. O senhor deve saber que seu amigo Eike Batista está construindo aqui um grande porto. Tão grande que hoje é o maior investimento privado em andamento na América Latina. Então já viu, né? Mais furtos, assaltos, tráfico de drogas, homicídios, essa coisa toda de violência. Então a gente precisa de uma boa delegacia. E a 145ª DP está hoje de um jeito, governador, que o senhor não vai nem acreditar. Desde que saiu da antiga estação ferroviária a delegacia já andou um bocado e hoje está muito mal acomodada em uma casa. A rua é estreita, em área residencial, e causa transtorno a um monte de gente. Aqui ainda é DP, governador. Não tem a tecnologia e todo o sistema de delegacia legal. Assim o serviço não tem tanta eficácia, o senhor sabe, mesmo com toda a boa vontade dos policiais. Outro problema, governador, é que a casa é alugada. Enquanto o senhor não inaugura a DL, a Prefeitura vai pagando o aluguel. Olha só o desperdício de dinheiro público. A gente quer agradecer, governador, porque a 145ª Delegacia Legal ficou uma graça. O prédio é bonito, o acesso é fácil, a estrutura toda é apropriada. Mas sabe quando a obra ficou pronta? No final de maio, governador. Vai fazer aniversário. Tem cabimento isso? Outro dia deu no rádio que tinha poça d´água parada por ali, cheia de larvas do mosquito da dengue. Já pensou, governador, que problemão? Um obra linda daquela causar doença nas pessoas? Não pode não, senhor governador. Tem que inaugurar logo. Se o senhor estiver muito ocupado, abre mão desse negócio de solenidade com pompa, fogos de artifício e coisa e tal. Dava para economizar um bocado de dinheiro do povo e ainda poupar aquele pessoal que trabalha no governo de ficar torrando no sol quente enquanto os políticos discursam abobrinhas sem parar no palanque com cobertura e água mineral fresquinha a balde. Sabe o que o senhor podia fazer? Manda o seu secretário de Segurança dar ordem para abrir logo a delegacia, transferir a tralha toda lá da sede alugada e dizer aos funcionários que já podem atender no espaço novo. Desculpe incomodar, senhor governador, mas quer saber? Se dar conta do governo é tão difícil assim, fazer papel de bobo também não é nada fácil. Atenciosamente, Cidadãos sanjoanenses de saco cheio dos políticos sem compromisso. P.S.: Segue uma foto da delegacia nova para que o senhor veja como é uma pena manter um prédio assim fechado por tanto tempo. Quer ler o que já foi postado no blog sobre a DL de SJB? Clique aqui.
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Mudando de assunto...
21/01/2017 | 19h20
Feriado prolongado, sol bonito lá fora e tudo o que a gente quer é descanso e alegria. Se a trilha sonora dos dias de folga incluir Conversa de botequim, clássico dos clássicos da parceria Noel Rosa / Vadico, melhor ainda. Na voz de Maria Rita então, nem se fala. Bom feriadão pra todo mundo! [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=DaB7im2Bgco[/youtube]
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Paraíso da desordem urbana
21/01/2017 | 19h20
Falando em trânsito, o mestre Carlos AA de Sá, nas informativas e combativas notas do paraíso, em seu blog literário, chama a atenção para o sério problema das motos pilotadas sem condutores habilitados na nossa São João da Barra. Vale a leitura e mais uma vez o alerta: Onde estão esses pais? Onde estão as autoridades? * Segundo o jornal O Globo da quarta 13, no período de 1998 a 2008 morreram 369.016 pessoas nas ruas e estradas do país. Os acidentes com motocicletas lideram a estatística, tendo aumentado em 753,8%. Mortes demais que poderiam ser evitadas se houvesse mais responsabilidade dos condutores e mais fiscalização das autoridades. Quantos motoristas dirigem sem carteira ou com carteira comprada? * Veja-se em nossa cidade o número absurdo de menores de 14 anos e outros um pouco mais velhos dirigindo veículos automotores sem habilitação. Um crime. Nenhuma autoridade parece se importar. Os pais muitos menos. Não querem contrariar os filhos, preferem participar de seus velórios ou visitá-los nos hospitais. É tempo de dar um basta nessa trágica estatística.
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Sobre o autor

Júlia Maria de Assis

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