Cautela e canja de galinha...
Todo mundo é um pouco repórter e essa história não vem de hoje. A diferença é que atualmente tal perfil tem se materializado como nunca por conta da febre das redes sociais. O processo de democratização da informação é bacana, mas é preciso seguir uma regrinha básica do bom jornalismo para que ninguém saia por aí arrebentando com a imagem de pessoas e instituições na velocidade da rede de internet: notícia se faz com fato.
Boato não é fato, ouvir dizer não é fato, talvez não é fato. Escrever é muito fácil, encontrar um canal para divulgar informações mais ainda. Difícil é checar a veracidade da informação. Isso se faz com apuração. Da mesma forma que não precisa ser do ramo para escrever e postar, também não precisa para agir com responsabilidade. E em nome desse compromisso ético qualquer repórter sério, profissional ou amador, dispensa até o maior de todos os furos.