Tiririca propõe Vale-Livro e Bolsa Alfabetização
21/01/2017 | 19h21
O deputado federal Tiririca (PR-SP) — que quase perde o mandato por causa da suspeita de que não sabia ler nem escrever — apresentou seus primeiros projetos: um institui o “Vale-Livro” e outro cria a “Bolsa Alfabetização”. Campeão de votos no país, Tiririca integra a Comissão de Educação e Cultura na Câmara. Leia a notícia completa aqui.
Compartilhe
Para Campos copiar
21/01/2017 | 19h21
A cena parece inimaginável em Campos, mas acontece em algumas cidades brasileiras: o pedestre acena e o motorista simplesmente para na faixa, espera a travessia e segue viagem. Pois a Prefeitura de São Paulo quer que o hábito vire lei. Uma boa ideia para dona Rosinha, mas antes ela precisa providenciar uma boa mão de tinta nas faixas, porque grande parte delas está quase totalmente invisível. Já abordei o assunto aqui há três meses e o cenário continua o mesmo. Confira aqui a matéria exibida no Jornal da Record sobre a iniciativa paulistana.
Compartilhe
Festa vascaína
21/01/2017 | 19h21
Daqui a pouco, às 14h, começa a concentração no posto de combustíveis de Grussaí para a carreata da torcida do Vasco, que ainda tem fôlego de sobre para comemorar a conquista da Copa do Brasil. O trejeto vai ser pela praia, passando por Chapéu de Sol e Atafona, e encerrando na cidade, em frente ao calçadão.
Compartilhe
Piadinha nova
21/01/2017 | 19h21
A gente se envergonha mas se diverte. Já tem gente sugerindo que São João da Barra aproveite os 15 minutos de fama e crie um circuito de turismo político. O papo surreal rolou, como sempre, no café do Boller — que deveria ser tombado como patrimônio intelectual de São João da Barra. As sugestões de roteiro incluem as sessões da Câmara, lógico, as audiências públicas e algumas audições radiofônicas. O circuito só seria suspenso nas temporadas eleitorais. Motivo: poderia se tornar uma aventura perigosa. Não sei não, mas acho que é capaz de fazer mais sucesso do que as famosas ruínas do Pontal de Atafona.
Compartilhe
Crônica de uma reação anunciada
21/01/2017 | 19h21
Camarão errou. Ponto. O mundo que pede paz não anda tolerando mais nem palmadas nas crianças. Atitudes agressivas de homens públicos, então, são inadmissíveis. Mas nem sempre injustificáveis. O episódio da sessão de ontem, que diante de um olhar mais cuidadoso soa mais patético que trágico, vinha se desenhando já há um bom tempo. O ringue não foi montado ontem. Foi construído a cada excesso, a cada ofensa, a cada ironia. Ainda vai nascer o político que seja avesso aos holofotes. E como em política é permitido morrer e ressuscitar várias vezes, não é raro que esses estranhos caras do poder prefiram a crítica ao ostracismo. É por isso que parece razoável atribuir à paixão das militâncias e à polêmica amplificada no rádio, ambas sempre por demais exageradas, certa mea-culpa pelo fato de o espaço de debates democráticos – que pode e deve ser recheado de divergências – ter sido transformado em um palco bizarro de disputas pelo grito. Por mais maluco que isso possa parecer, a verdade é que as sessões da Câmara, em uma cidade que oferece poucas opções de entretenimento, viraram o happy hour da galera nas noites de segunda e quinta. É claro que ninguém é responsável por Camarão ter se exaltado além da conta, muito menos por Alexandre ter pulado e despulado à procura de um abrigo que ofereça eco ao seu sonho de ser prefeito. Mas o fato é que a cena que se repetiu na noite fria de ontem (polícia, cordão de isolamento, incitações de toda ordem) combina cada vez menos com São João da Barra. O ringue está também do lado de fora do legislativo e talvez todos morram debatendo sem nunca descobrir quem começou a dividir o povo ao meio, quem fomentou a raiva, o destempero e o desrespeito. Talvez a coisa agora tenha mesmo degringolado de vez. E isso pode ser muito ruim, mas pode render também uma bela limonada se servir para que as pessoas parem de tratar suas lideranças políticas como celebridades e passem a considerá-las o que são: servidores públicos remunerados pelo povo para tomar conta do dinheiro do povo. Mais consciência, menos holofotes, mais atenção ao que deve ser focado. Não há heróis nem vilões. E nem personagens a serem exaltados ou execrados. O teatro de horrores é a vida real. Que anda, por sinal, bem complicada na pobre cidade rica de Narcisa Amália. Ah, o soco de Camarão em Alexandre. Quer saber? Talvez tenha sido o soco no estômago que todos nós precisávamos. E se não funcionar assim, ainda resta a velha e boa máxima, perfeitamente aplicável ao caso em questão: toda ação tem uma reação. Que venha o próximo round. Sempre combativo, mas um pouco mais politizado, por favor.
Compartilhe
Google divino!!!
21/01/2017 | 19h21
Faço coro ao comentário da colega Suzy Monteiro: o Google hoje está uma graça! Aquela guitarra com som é quase inacreditável!
Compartilhe
Atores gravam mensagens de apoio aos bombeiros
21/01/2017 | 19h21
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=xmN1IfgOl9A[/youtube]
Compartilhe
Valeu, Vascão!!!
21/01/2017 | 19h21
Compartilhe
Quem tem razão?
21/01/2017 | 19h21
Vascão campeão, alegria demais e eu, é claro, não ia ficar de fora da festa, que em São João da Barra costuma acontecer na Joaquim Thomaz, ali no miolo em frente ao calçadão. Som nos carros, fogos de artifício aos montes e torcedores com disposição de sobra para amanhecer o dia. Nessa hora até as rixinhas políticas ficam de fora e a nação vascaína, que andava há muito esperando o momento de lavar a alma, era só emoção e abraços. Depois que chegou a galera de Grussaí então, puxada por um trio elétrico, aí foi que a festa bombou mesmo. Quem acompanha o blog sabe o quanto eu reclamo da poluição sonora, do quanto eu sou chata e insistente na cobrança pela punição dos perturbadores do sossego alheio. E confesso que durante a festa, mesmo feliz demais da conta, volta e meia pensava em como aquilo tudo devia estar incomodando os moradores, em plena noite de quarta-feira. E eis que passados alguns minutos da 1h da madrugada chega a polícia. Rolaram algumas discussões que não acompanhei. Fiquei de longe esperando o desfecho e soube depois que a queixa partiu de um morador bem próximo do local. Sei quem é, inclusive é um amigo querido, e não vou aqui citar nome porque pouco importa o personagem neste caso. Poderia ter sido qualquer morador. A bronca vascaína, e com razão, é que o queixoso em questão, flamenguista daqueles apaixonados, costuma liderar a festa quando seu time ganha e o alvoroço na rua não termina cedo. O episódio com a polícia não foi dos mais agradáveis. Teve um princípio de confusão e até spray de pimenta rolou. Não sei o acordo feito, mas os policiais foram embora e a festa continuou, um pouco menos barulhenta. Minutos depois, mais foguetes e a viatura estava de volta. Aí foi bate-boca e mais bate-boca, com o ingrediente a mais do excesso de consumo de álcool de alguns torcedores. Pouco depois das 2h fui embora quando a brincadeira já estava mesmo com cara de fim de festa. A questão é que a reflexão sobre o incidente vai muito além de a queixa ter partido ou não de um morador flamenguista, de se uma torcida tem mais direitos que a outra. É certo comemorar em uma rua residencial? Mas e o carnaval, que acontece na mesma rua, batizada inclusive de passarela do samba? E as festas juninas, que virão agora? E os comícios eleitorais? Quem mora na Joaquim Thomaz concorda com isso? E se chegar um morador novo que queira sossego? Vai proibir as festas? Tantos questionamentos podem fazer com que seja cogitada a ideia da construção de um espaço exclusivo para eventos, como um grande sambódromo ou algo similar, em área não residencial. Mas e a tradição? Quem mora no trecho entre o Democrata e a praça de São João Batista acostumou com o barulho, está resignado ou curte a festança? Ou seja, quer que o alvoroço saia dali ou não? Como vascaína que tinha disposição de sobra para festejar por muitas horas mais, saí frustrada, lógico. Mas com essa indagação que compartilho aqui por achar que merece ser analisada de forma mais ampla: quem tem razão?
Compartilhe
A fama vai longe
21/01/2017 | 19h21
Uma amiga está passando o fim de semana em Porto de Galinhas (PE) e mandou a foto da jangada que a levou para um passeio pelas famosas piscinas naturais do balneário. Ela puxou papo com o jangadeiro sobre a publicidade e descobriu que no Nordeste a fama do conhaque do milagre continua forte: “É lá do interiorzão do Rio, muito afrodisíaco”.
Compartilhe
Sobre o autor

Júlia Maria de Assis

[email protected]

Arquivos