O fenômeno Elizabeth II
21/01/2017 | 19h26
A Rainha Elizabeth II comemora o Jubileu de Diamantes em um dos momentos de maior popularidade no Reino Unido. O fenômeno é tão surpreendente que vai virar tema de estudo. Na semana vem, depois das festas em Londres, acadêmicos vão se reunir no Kensington Palace para estudar o tema: a sobrevivência da monarquia britânica em uma democracia que há tempos rejeitou instituições similares. Leia a notícia completa aqui.
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TCE confirma elegibilidade de Betinho Dauaire
21/01/2017 | 19h26
O Tribunal de Contas do Estado do Rio encaminhou ontem ao Tribunal Regional Eleitoral uma listagem com os nomes de políticos que tiveram as contas reprovadas e estão, portando, inelegíveis. Da lista não consta o nome do ex-prefeito Betinho Dauaire, pré-candidato a prefeito pelo PR, frustrando lideranças do grupo governista, que insistiam em afirmar que Betinho não poderia ser candidato. Para a sucessão da prefeita Carla Machado (PMDB) será confirmado neste mês em convenção o nome do vereador Neco (PMDB). O mesmo argumento foi usado durante toda a campanha de 2008, de que no final a eleição se daria sem disputa, pela impossibilidade de Betinho ser candidato, mas ele concorreu até o final, sem impedimento jurídico. Com a confirmação da ficha limpa mais uma vez, e, consequentemente, com a possibilidade de o ex-prefeito concorrer sem problemas, vem por aí uma disputa acirrada, esquentando ainda mais o clima já tenso que sempre marca as eleições municipais em São João da Barra. Desta vez com novos e ainda mais emocionantes ingredientes. A gente só torce para que a disputa se dê com respeito às pessoas, sobretudo. E que o governo cumpra seu papel, que é o de dizer o que fez de bom para tentar eleger o sucessor, e a oposição cumpra seu papel, importantíssimo para a democracia, que é denunciar os erros do atual governo e apresentar um novo projeto de gestão para o município, Mas a gente conhece São João da Barra. Então, sugiro aos cardíacos e mais sensíveis de um modo geral que desde já providenciem um check-up. É bom estar com a saúde em dia.
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Mais do mesmo na Câmara sanjoanense
21/01/2017 | 19h25
Cheguei agora há pouco da Câmara. Há muito tempo não ia assistir a uma sessão e andei ouvindo que o clima anda ainda mais quente desde a volta dos vereadores Neco e Alexandre Rosa, que tiveram que deixar as secretarias que ocupavam no governo para serem candidatos, respectivamente, a prefeito e vice. Hoje o tema central era o pedido da bancada governista, majoritária, de abertura de uma CPI para investigar os atos do presidente Gerson Crispim. A oposição argumentava que o pedido seria válido desde que se abrissem também CPIs para investigar as gestões de Alexandre e Neco na presidência da Câmara. Era esse o impasse da vez quando o vereador Zezinho Camarão, conhecido por seus discursos inflamados, soltava farpas contra o governo. Uma senhora da plateia interrompeu uma, duas, três vezes, mesmo advertida pela mesa diretora. Ela chegou a dizer que o vereador queria falar, mas não queria ouvir. A sessão parou, a polícia foi chamada, a mulher se recusou a sair e depois de muito bate-boca a sessão foi encerrada e todos saíram. Um barraco só. Ainda em frente à Câmara, já na rua, a mulher, vereadores e mais um monte de gente, dos dois lados da tensa política sanjoanense, diziam que seguiriam todos para a delegacia de polícia. Ora, a mulher que interrompeu o vereador estava errada, obviamente. E o certo é que fosse retirada da Câmara, como seria normal em qualquer parlamento. O cidadão da plateia não pode debater com o parlamentar. É assim nas câmaras de vereadores, nas assembléias legislativas, na Câmara Federal, no Senado Federal. Os parlamentares debatem entre eles. Isso não é cercear liberdade de ninguém nem desrespeitar a democracia. O cidadão, se quer debater no parlamento durante sessões, deve ser candidato a um cargo eletivo, vencer e tomar posse. Foi errado e seria também se fosse ao contrário. Se um vereador governista discursasse que o governo é lindo, maravilhoso e perfeito e que a oposição não presta, o cidadão simpático à oposição também não poderia se manifestar contra este discurso, querendo debater com o vereador. Mas o que é simples e protocolar, fácil de resolver, em São João da Barra vira sempre uma grande celeuma. É por isso que dá confusão. É por isso que eu já disse aqui há um tempão e volto a dizer que não acho o povo sanjoanense politizado. Tem gente que é, claro, e isso não é uma generalização. Mas uma grande parte, e justamente aquela que faz barulho de verdade, entende mesmo é de politicagem. Que saco!
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As calçadas de São João da Barra
21/01/2017 | 19h25
Um monte de gente reclama, e com razão, da falta de civilidade e do descumprimento às normas de trânsito por parte de muitos motoristas em São João da Barra. E quanto mais carros nas ruas, pior. Na Joaquim Thomaz a presença dos tais educadores de trânsito, ou sei lá como chamá-los, até que andou inibindo alguns excessos, mas ainda longe de significar um começo importante de esforço pelo ordenamento urbano. E não são poucos os relatos de comportamentos equivocados dos tais profissionais, que servem bem ao propósito do velho “pra inglês ver”, ou chinês, mas pouco conhecem, de um modo geral, do trabalho que devem fazer nas ruas da cidade. Por sua vez, motoristas reclamam também, e com razão, da mania dos pedestres de andar no meio da rua. Mas para estes até que tem defesa. Desafio qualquer pessoa a tentar andar pela calçada em uma rua um pouco mais movimentada de São João da Barra do começo ao fim. Impossível. Não são poucas as irregularidades no piso, um problema sério não só para idosos, grávidas e portadores de deficiência, como para qualquer pessoa que nem tenha problemas com mobilidade, mas que pode ser vítima fácil de tombos, tal o estado de alguns trechos das calçadas. Há tanto o desgaste do tempo quanto obras surreais, incluindo escadas de acesso a portões. Um absurdo. Acessibilidade não é fazer uma rampinha aqui e ali e desenhar uma cadeirinha de rodas no chão não. Acessibilidade são calçadas planas, largas, livres para os pedestres. Não bastasse o desnivelamento, calçada em São João da Barra costuma ser estacionamento de moto, carro, bicicleta, painel expositor de produtos de lojas, depósito de lixeiras, canteiro de plantas ornamentais e por aí vai. Ah, também varanda de casa com cadeira e tudo, para a vida alheia ser melhor vigiada sem a limitação da janela. Ou seja, calçada na cidade é tudo, menos um espaço livre de obstáculos para as coisas serem como devem ser: carros nas ruas, pedestres nas calçadas. Algumas ruas menores, mais antigas, praticamente nem calçadas têm, de tão estreitas. Mas isso pode ser mudado com um novo planejamento urbano. No país inteiro há mais carros nas ruas das cidades porque comprá-los ficou mais fácil. Em São João da Barra, particularmente, o crescimento é maior porque cresce também o número de moradores, por conta do porto do Açu. Com isso, não dá mais para ninguém ficar andando na rua. O poder público precisa resolver esses problemas com obras que aumentem as calçadas onde devem ser aumentadas e as nivelem para corrigir as irregularidades perigosas, começando pelas ruas principais: Joaquim Thomaz, dos Passos, Barão de Barcelos, São Benedito e João Francisco de Almeida. Merece um cuidado também o trecho urbano da BR 356, a Avenida Rotary. Dinheiro para isso tem. Então, Prefeitura, mãos à obra. Aliás, nosso rico dinheirinho também seria muito bem aplicado em ciclovias nas principais ruas. Ia ficar uma graça. Mas de nada vão adiantar a fortuna que temos nem a pressão que a sociedade fizer ao poder público se gente mal educada, sem nenhuma noção de cidadania, de vida em comunidade, continuar achando que pode tudo, sem se incomodar de estar desrespeitando os direitos de outras pessoas. O recado aqui é para os invasores de calçadas, mas, é claro, vale também para os motoristas. Para dar certo, a receita é refrão popular: cada um no seu quadrado. Será que isso é tão difícil assim?
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Centro de recuperação para tartarugas marinhas
21/01/2017 | 19h25
Superporto do Açu conta com Centro de Recuperação para tartarugas marinhas Investimento possibilita tratamento veterinário de quelônios A LLX e a OSX, empresas do Grupo EBX, instalaram no Superporto do Açu um Centro para Tratamento e Recuperação de Quelônios Marinhos. Todos os animais debilitados localizados nas áreas monitoradas são levados para o centro para tratamento, recuperação e acompanhamento até seu completo restabelecimento. A iniciativa possibilita a recuperação de animais que venham a encalhar nos 62 quilômetros de praia monitorados diariamente. No centro, o atendimento é feito por uma equipe de 5 pessoas, composta por veterinários, biólogos e auxiliares. O local conta com tanques de recuperação e salas para atendimento veterinário. O centro funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana. Para a construção do centro de recuperação, monitoramento e análises veterinárias foram investidos mais de R$ 3,5 milhões. O programa de monitoramento das tartarugas marinhas realizado pela LLX (Açu e Minas-Rio) e OSX cumpre as diretrizes técnicas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) – Tamar e se constitui em atendimento a condicionante das Licenças Ambientais de Instalação destas empresas. Todos os dias são percorridos 62 km de praia, entre Atafona e Barra do Furado, registrando qualquer ocorrência relativa às tartarugas marinhas. As ocorrências reprodutivas (como desovas) são georeferenciadas e marcadas com estacas numeradas para identificar sua localização. Nas outras ocorrências, são coletados dados como o tamanho e a espécie da tartaruga. O local da ocorrência também é registrado por meio de GPS. Na última temporada reprodutiva das tartarugas marinhas, que se estendeu de setembro de 2011 a março de 2012, foram registradas 894 desovas na área de influência do Superporto do Açu. Treinamento No último mês, a equipe de veterinária que atua no programa de monitoramento de tartarugas marinhas recebeu treinamento sobre procedimentos veterinários, ministrado pelo Prof. Dr. Eulógio Carlos Queiroz de Carvalho, responsável pelo Laboratório de Sanidade Animal da Universidade Estadual do Norte Fluminense – Darcy Ribeiro (Uenf). O curso abordou assuntos de veterinária em geral e na prática de procedimentos e métodos para análises de patológicas. Durante o treinamento, que foi realizado no próprio Centro para Tratamento e Recuperação Quelônios Marinhos,a equipe do professor conheceu a infraestrutura e os recursos disponibilizados pela LLX e OSX para a preservação dos quelônios marinhos nos 62 km de praia atendidos pelo programa. Na ocasião, também foram discutidos novos métodos que podem contribuirparaa melhoria da qualidadedoslaudos gerados. Fonte: Assessoria de imprensa - LLX
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O Rei Sol
21/01/2017 | 19h25
Do mestre José Cunha Filho recebi o artigo que reproduzo abaixo: O Rei Sol O sábio Sun-Tzu, no século II A.C., dizia em a “Arte da Guerra” da importância de manter fora das vistas dos amigos e inimigos os seus objetivos. Sua obra serviu para desenvolver estratégias dos generais romanos e napoleônicos, inspirou Maquiavel e nos anos 90 do século passado saiu dos arraiais castrenses para o uso empresarial. As multinacionais adotaram o livrinho como manual para treinar seus principais executivos. Mao Tse-Tung adaptou muito dos conselhos de seu conterrâneo para os tempos modernos. O Livro Vermelho contém perólas como “faça barulho no mar e ataque pela montanha”. Uma das normas de Sun-Tzu, merecidamente considerado o “Pai da Estratégia”. O que tem tudo isto a ver com o velho Rei-Sol, Luiz XIV de França? Tudo, talvez nada. Acontece que vivemos uma era especial, na qual se constrói, meticulosamente, um ente mitológico talhado para ser a reencarnação do Salvador da Pátria. O Dom Sebastião tão esperado por seus súditos lusos e descendentes brasileiros. Se o Brasil não conseguiu nunca despoluir a Baia de Guanabara, depois de gastar bilhões de dólares por décadas a fio, ele promete fazer a obra, por sua conta, em pouco tempo. E vai fazer. De caráter forte, seguro de si e dono da imagem “de que não precisa de política para viver ou ganhar dinheiro”. Ao contrário, afirma ser seu grande objetivo apenas tornar-se o “homem mais rico do mundo”, reconhecido pela revista Forbes. Já é o brasileiro mais rico do mundo. Deveras prosaico o objetivo declarado. Pouco provável que um homem determinado, que trocou a imagem de “marido de vedete” e play-boy desportista, para a de mais bem sucedido empreendedor sul-americano, queira apenas polir o ego no sereno espelho do lago. Devem ser ouvidos os ruídos na montanha… A pretensão declarada serve para afastar os lobos que se ocultam na névoa cinzenta do espectro político brasileiro, ainda sob o impacto do lulismo e da tumultuada gestão da “presidenta” Dilma, colocando a nau brasileira em rumo de colisão com uma inflação de demanda, ao por em riscos fundamentos da política econômica que criou e manteve a moeda estável nos anos 90. No momento certo, o idealizador e criador do terceiro maior porto do mundo, prestes a operar com centenas de multinacionais, ator em várias áreas econômicas com o seu X emblemático, também será lançado no cenário político. E, como já aconteceu antes no Novo Mundo com Franklin Delano Roosevelt nos Estados Unidos, conduzido ao poder para montar o “New Deal”, um novo contrato social e econômico, ocupará o vácuo político. O homem providencial, o realizador, o que não promete, faz. O Brasil hoje, de Chuí ao Oiapoque, sabe que a saída para a crise que se avoluma ainda nas sombras de uma indústria sucateada, de um panorama político antropofágico, de um crescimento alicerçado em distribuição de dinheiro público em bolsas-sociais de todos os tipos, será traumática. Após o freio de arrumação, será preciso ter ao leme alguém testado e experiente, habilitado a comandar e gerir de forma competente o gigante estremunhado, a despertar do longo sono a que foi levado por metade de um século. Ou talvez, quem sabe, o fato do logotipo da LLX, a holding de Eike Batista, ter como principal elemento o Sol, seja apenas coincidência?
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Texto de economista sanjoanense na Folha de São Paulo
21/01/2017 | 19h25
O blog andou um bocado de tempo parado e tem muito papo pra colocar em dia aqui. Já estava mesmo ansiosa por retomar as postagens, mas o resumão sobre o que andou rolando por aí só amanhã. Por ora, venho contar uma coisa muito legal: o caderno Mercado, da Folha de São Paulo, publicou hoje artigo do economista sanjoanense Alcimar Chagas. Chique demais, né? Como o link só dá acesso a assinantes, colo o texto na sequência: Desafio da região é converter riquezas em inclusão social Cenário de oportunidades para a sociedade é otimista e precisa de um olhar crítico Alcimar das Chagas Ribeiro Especial para a Folha É inegável a perspectiva de crescimento econômico do norte fluminense. Na região, está situada a bacia petrolífera de Campos, responsável pela produção de 85% do petróleo nacional, e o complexo portuário do Açu, ainda em fase de construção e com a expectativa de gerar R$ 40 bilhões nos próximos 15 anos. Diante da expectativa de grandes transformações, o crescimento garantido se confunde com desenvolvimento e inclusão social. Poder público e empreendedores lançam mão dos estudos de impactos ambientais e constroem cenários de oportunidades para a sociedade. Essa argumentação, extremamente otimista, precisa de um olhar crítico, pois é essencial o resgate da história, que mostra a existência de um primeiro ciclo portuário no período de 1740 a 1890, na localidade de São João da Barra, cuja extinção ocorreu em função da chegada da linha férrea com custos mais baixos e maior produtividade. O exemplo do passado, que deixou mazelas de ordem cultural e também política, serve de lição para entender o ambiente receptor dos investimentos presentes. A experiência petrolífera da região nesses últimos 35 anos permite ainda observar que não há uma relação direta entre investimentos e desenvolvimento socioeconômico das cidades. Nesse período, conviveram na região a formação de riqueza concentrada e a exclusão social. Uma análise dos indicadores da fase de construção do porto do Açu também ajuda a entender o cenário. Por exemplo, houve um crescimento de aproximadamente 100% no número de empregados formais nos últimos quatro anos e, em janeiro de 2012, São João da Barra -cidade de 32 mil habitantes que abriga o terminal portuário- contabilizava 6.400 trabalhadores após investimento de R$ 2,5 bilhões. Qualitativamente, verifica-se uma demanda por ocupações com baixa qualificação, além da presença de um grande contingente de trabalhadores de outras regiões que remetem parte da renda para a cidade de origem, permanecendo apenas uma parte dos ganhos no município. O impacto desse crescimento na arrecadação municipal também é irrelevante no contexto geral, já que a receita orçamentária do município tem dependência de 78% das transferências de royalties e participações especiais da produção de petróleo. Em São João da Barra, o ISS (Imposto Sobre Serviços) aumentou de R$ 1 milhão em 2007 para R$ 10 milhões em 2011; o dinheiro dos royalties gera R$ 11 milhões por mês. A soma dessas considerações permite consolidar a necessidade de um novo olhar sobre o momento de transformação da região. Uma reflexão da trajetória histórica e a análise de indicadores podem ajudar a formar cenários futuros mais equilibrados. Alcimar das Chagas Ribeiro, 59, economista, é professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense.
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Exposição sobre o rio Paraíba do Sul em SJB
21/01/2017 | 19h25
Formado pela confluência dos rios Paraitinga e Paraibuna, o rio Paraíba do Sul nasce na Serra da Bocaina (SP) e percorre 1.120 quilômetros, até a foz em Atafona. Só no Estado do Rio, passa por 37 municípios, sendo fonte de abastecimento de água para mais de 12 milhões de pessoas. A história desse manancial estará à disposição do público de 09 a 13 de janeiro, das 9h às 16h, no plenário da Câmara de São João da Barra, onde acontece a exposição “Paraíba do Sul: Um Rio de Histórias”, do fotógrafo Rafael Wallace, com textos do jornalista Romildo Guerrante. Eles trabalham na Comunicação Social e Cultura da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A mostra nasceu após uma viagem de 16 dias entre a nascente e a foz do Paraíba, feita por Wallace, Romildo e pelo motorista Antônio Alves, para a produção da matéria de capa do primeiro número da Revista da Alerj (publicada em dezembro de 2007). A empreitada rendeu cerca de 6 mil imagens e boas lembranças. – A maior parte do percurso fizemos beirando o rio de carro, mas encontramos trechos que só tínhamos acesso a cavalo. Onde o rio é navegável, pudemos, eu e Romildo, fazer o percurso de barco. Nosso motorista nos encontrava no fim do trecho e seguíamos dali – explica o fotógrafo, que apresenta 16 painéis com a beleza e os principais problemas do rio. A mostra itinerante vem surpreendendo. “Inicialmente, pensei que os problemas e apontamentos tocados na exposição poderiam abrir os olhos das pessoas que se envolvem com o rio de forma mais direta. Mas a maior resposta que tivemos é das crianças das escolas que visitam. Elas realmente se interessam pelo que está acontecendo”, observa. Câmara Cultural – A mostra “Paraíba do Sul: Um Rio de Histórias” marca também o início do projeto Câmara Cultural, que será desenvolvido no legislativo sanjoanense durante todo o recesso parlamentar. A arte da fotografia vai dar o ar da graça até fevereiro, com mostras de fotografias, sempre tendo o município sanjoanense como tema. – Desenvolvemos esse projeto com o objetivo de valorizar e divulgar nosso município, pois recebemos muitos turistas nessa época. Queremos mostrar que o legislativo também se preocupa com a cultura – explicou o presidente da Casa, Gerson Crispim. O calendário segue de 16 a 20 de janeiro com trabalhos de Leonardo Berenger; de 23 a 27 de janeiro com fotos de Antonio Cruz; de 30 a 3 de fevereiro com a arte da dupla Isaac Gomes e Djane Almeida e, de 09 a 13 de fevereiro, sob a batuta das lentes de Antonio Leudo. Fonte: Ascom / Câmara de São João da Barra
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Inscrições abertas para 2º Concurso de Marchinhas de SJB
21/01/2017 | 19h25
[caption id="attachment_1992" align="aligncenter" width="300" caption="Janine Gaia, vencedora da primeira edição em 2011"][/caption] O coleguinha gente boa Bruno Costa, criador desta ideia muito bacana, manda avisar: Estão abertas até o dia 18 de janeiro as inscrições para o 2º Concurso de Marchinhas Carnavalescas de São João da Barra que, nesta segunda edição, homenageia o compositor sanjoanense de marcha-rancho e samba, Eleacir Cajueiro. O regulamento pode ser adquirido na portaria do Cine Teatro São João, em São João da Barra, em horário comercial, ou no site oficial do evento www.concursodemarchinha.com.br. O concurso tem patrocínio da LLX e da OSX, empresas do grupo EBX, além do apoio cultural da prefeitura de São João da Barra e, neste ano, os participantes vão disputar R$ 15 mil em prêmios. Assim como na primeira edição, os inscritos participam de etapas eliminatórias entre os dias 23 e 25 de janeiro, no Cine Teatro São João. Os dez finalistas irão gravar um CD que será distribuído gratuitamente entre participantes, patrocinadores e foliões nos dias de carnaval. A novidade do 2º Concurso de Marchinhas Carnavalescas de São João da Barra fica por conta do Prêmio Especial que leva o nome do folião sanjoanense “Ezinho”. Durante décadas esteve à frente da tradicional Banda Maluca. Este prêmio será concedido pelo voto popular na final do concurso que acontece no dia 10 de fevereiro, como foi instituído pelo decreto municipal 77/2011, onde toda sexta-feira anterior à sexta-feira de carnaval – abertura oficial – se tornou o “Dia Municipal da Marchinha de Carnaval”. “A expectativa é grande em relação ao segundo concurso. O primeiro foi positivo em crítica e público e resgatou a música carnavalesca raiz de nosso povo. Outro fator importante é a democracia já que o concurso é aberto ao Brasil, mas tendo que abordar como tema São João da Barra. Tivemos participação de cidadãos de todos os sexos e idades. A maioria quer reviver o melhor dos carnavais”, ressalta o jornalista Bruno Costa, criador e organizador do concurso. O primeiro lugar leva para casa a quantia de R$ 6 mil mais troféu, o segundo ganha R$ 3 mil e troféu e o terceiro colocado fica com R$ 2 mil mais troféu. O melhor arranjo, assim como o melhor intérprete, levam R$ 1.250,00 cada um mais troféu, e o Prêmio Especial “Ezinho” vai premiar com R$ 1,5 mil mais troféu àquele que for merecedor na visão da plateia que estiver presente na final do concurso.
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São João da Barra em estado de alerta
21/01/2017 | 19h25
A chuva já faz um estrago enorme no Noroeste Fluminense e em Campos o Paraíba do Sul sobe rápido e a Defesa Civil está começando a remover famílias. Em São João da Barra a situação ainda não é crítica. O Paraíba do Sul, quando chega na altura de Barcelos, cresce em largura e por isso o que ocorre em Campos não se repete em São João da Barra na mesma proporção. O nível do rio na cidade, pela última medição, feita às 11h, está em 7,55. O blog conversou agora há pouco com o coordenador da Defesa Civil, Felício Valiengo, e ele explicou que o problema acontece de fato quando chega a 8,5. A previsão é que de madrugada chegue a 8. E deve chover por mais dois dias. São João da Barra está, por enquanto, em estado de alerta. No site da Prefeitura há informações atualizadas sobre o nível do rio na sede, da lagoa de Grussaí e a situação no quinto distrito.
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Sobre o autor

Júlia Maria de Assis

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