Inscrição no Prouni do 2º semestre começa hoje; veja como participar
21/01/2017 | 19h29
Começam na manhã desta terça-feira (16) as inscrições para bolsas do Prouni (Programa Universidade para Todos) neste segundo semestre de 2015. O Prouni vai oferecer 116.004 bolsas no segundo semestre de 2015. Serão 68.971 bolsas integrais e 47.033 parciais de 50%. As inscrições no programa federal que oferece bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior deverão ser feitas exclusivamente pela internet. O candidato precisa visitar o site do Prouni no período de 16 a 18 de junho. Nesta edição, somente poderá se candidatar ao processo seletivo do Prouni o candidato que tiver feito o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) em 2014, obtido nota maior de 450 pontos e não tiver zerado a redação. O candidanto também não pode ter concluído o ensino superior e deve atender a pelo menos uma das seguintes condições: - ter cursado o ensino médio completo em escola da rede pública; - ter feito ensino médio completo em instituição privada, na condição de bolsista integral; - ter cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada como bolsista integral; - comprovar deficiência; - ser professor da rede pública de ensino em exercício. O programa concede bolsas integrais apenas para candidatos com renda familiar bruta mensal per capita de até 1,5 salário-mínimo. Já as parciais são dadas no caso em que a renda familiar bruta mensal per capita não exceda o valor de 3 salários-mínimos. Cronograma O processo seletivo do Prouni será constituído de duas chamadas sucessivas. Os resultados dos pré-selecionados estarão disponíveis na página do Prouni na internet, no dia 22 de junho na primeira chamada e no dia 6 de julho na segunda chamada. O estudante pré-selecionado deverá comparecer à instituição de ensino para checar as informações prestadas em sua inscrição e eventual participação em processo seletivo próprio da instituição de 22 a 29 de junho na primeira chamada e de 6 a 10 de julho na segunda chamada. No primeiro semestre de 2015, o sistema do Prouni ultrapassou a marca de 1,4 milhão de candidatos a poucas horas do fim das inscrições. No período, foram ofertadas 213.113 bolsas, sendo 135.616 integrais e 77.497 parciais. Houve bolsas em 30.549 cursos e em 1.117 instituições de ensino superior privadas. São Paulo é o estado com o maior número de bolsas ofertadas. Ao todo, 18.470 bolsas integrais e 12,049, parciais.Com 165 bolsas, Roraima é o estado com menos vagas. São 158 integrais e 7 parciais. Formação de turma A bolsa do Prouni só poderá ser concedida caso haja formação de turma no período letivo inicial do curso, o que ocorrerá somente se houver o número mínimo necessário de alunos matriculados. Os candidatos pré-selecionados para cursos nos quais não houver formação de turma serão reprovados, terão direito à bolsa apenas se já estiverem matriculados no respectivo curso. Sisu, Prouni e Fies: qual diferença? Tanto o sistema quanto o programa ou o fundo são gerenciados pelo MEC. O Sisu é a sigla para Sistema de Seleção Unificada. Através dele, instituições públicas - sem cobrança de mensalidade - selecionam alunos tendo como critério a nota do candidato no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). O Enem também é usado no Prouni (Programa Universidade para Todos). O Prouni considera as notas do Enem para conceder bolsas de estudos integrais ou parciais em universidades privadas - onde há cobrança de mensalidade. O foco são estudantes que saíram de escolas públicas e de baixa renda. Já o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), que também é gerenciado pelo MEC, concede empréstimos a juros baixos para que estudantes paguem mensalidades em universidades privadas selecionadas pelo MEC. Fonte: G1
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Energia elétrica deve subir 41% em 2015, diz BC
21/01/2017 | 19h29
Apesar da alta surpreendente da inflação, o Banco Central diz que aumentou a probabilidade de reverter a alta de preços e fazer com que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) alcance a meta de 4,5% no fim do ano que vem. No entanto, admitiu que os “sinais de avanços” ainda não são suficientes e indicou que mais altas de juros podem vir por aí. A ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) da semana passada, divulgada na manhã desta quinta-feira, mostra que os perigos para inflação neste ano são vários como a alta esperada de nada menos que 41% da conta de luz e de 9,1% da gasolina. E admite que o aumento do desemprego, causado pelo freio na economia, já começou. Diminuir o ritmo da atividade é o remédio usado pelo BC para controlar os preços. Na semana passada, o Copom aumentou a dose. No encontro, os diretores resolveram aumentar os juros básicos em 0,5 ponto percentual. A taxa Selic chegou a 13,75% ao ano, a maior desde janeiro de 2009. E agora dizem que isso contribui para alcançar a meta de inflação no ano que vem. “A propósito, o Copom avalia que o cenário de convergência da inflação para 4,5% no final de 2016 tem se fortalecido. Para o comitê, contudo, os avanços alcançados no combate à inflação — a exemplo de sinais benignos vindos de indicadores de expectativas de médio e longo prazo — ainda não se mostram suficientes. Nesse contexto, o Copom reafirma que a política monetária deve manter-se vigilante”, diz a ata. Em um outro trecho do documento, o Banco Central reforça que novos aumentos de juros devem vir: Esses ajustes de preços fazem com que a inflação se eleve no curto prazo e tenda a permanecer elevada em 2015, necessitando determinação e perseverança para impedir sua transmissão para prazos mais longos”. Fonte: O Globo
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Inflação oficial ganha força e fica em 0,74% em maio, mostra IBGE
21/01/2017 | 19h29
A inflação oficial do país, calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 0,74% em maio, informou nesta quarta-feira (10) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior taxa para o mês desde 2008, quando ficou em 0,79%. Nos últimos 12 meses, o índice atingiu 8,47% - maior taxa para 12 meses desde dezembro de 2003, quando foi de 9,3%, e mais do que nos 12 meses imediatamente anteriores, quando foi de 8,17%. Em abril, a variação foi de 0,71% – a menor taxa entre os meses de 2015. Em maio de 2014, o IPCA havia registrado taxa de 0,46%. O índice acumulou 5,34% neste ano, o maior resultado para o período de janeiro a maio desde 2003, quando ficou em 6,8%. Em igual período do ano anterior, a taxa era 3,33%. “A taxa dos 12 meses relativa a este ano é uma taxa muito de alimentos também, mas basicamente de administrados. E se descer mais ainda, é uma inflação de energia elétrica. São os monitorados que puxaram muito este ano, sem esquecer dos alimentos e dos serviços. Mas o monitorados estão tomando mais espaço”, explicou Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índice de Preços do IBGE. “A importância da alimentação é que ela detém 25% do IPCA e um aumento de mais de 1%, qualquer movimento de preço da alimentação já dá para colocar a culpa nela. E a energia, que seja 1%, 2% ou 3% que ela suba, ela tem uma culpa grande no cartório [por conta também do peso que ela tem sobre a inflação oficial do país]”. Segundo Eulina, o dólar também é um dos responsáveis pela alta. "O dólar afeta a vida da gente desde o pãozinho até a TV”, disse. O IPCA é considerado a inflação oficial do país por ser o índice usado para as metas de inflação do governo. Conta de luz A taxa de energia elétrica foi a principal responsável pela alta, responsável por 0,11 ponto percentual do índice do mês. O item subiu 2,77% no mês. A energia constitui-se num dos principais itens na despesa das famílias, com participação de 3,89% na estrutura de pesos do IPCA. De acordo com o IBGE, com a alta de maio e dos meses anteriores, o consumidor passou a pagar, neste ano, 41,94% a mais, em média, pelo uso da energia, enquanto nos últimos 12 meses, as contas ficaram 58,47% mais caras. “Então, a família que pagava R$ 100 em abril de 2014, uma conta [de luz] nesse valor, está pagando R$ 160 para manter o mesmo consumo [hoje] de quilowatts que consumia”, explicou Eulina. Ainda dentro do grupo Habitação, onde está a conta de luz, pesaram na inflação de maio gás de botijão (1,31%), taxa de água e esgoto (1,23%), condomínio (0,89%), aluguel residencial (0,66%) e artigos de limpeza (0,65%). "O grupo está com a taxa de inflação a 11,50%, e em 12 meses, 17,59%. Não é só a energia, mas a taxa de água esgoto, o aluguel, o condomínio”, diz a coordenadora. Alimentos e bebidas Entre os grupos de produtos e serviços pesquisados, alimentação e bebidas foram os que mais subiram em maio, com alta de 1,37%. Os preços do tomate atingiram 21,38% no mês, liderando no grupo a relação dos principais impactos (0,07 ponto percentual). “Tomate voltou a ser o vilão novamente da inflação. Tem peso grande, 17,90% foi para 31,38% e no ano já está numa alta de 80%. O que tem acontecido é que as chuvas têm prejudicado o fruto e isso gera uma praga e os produtores têm argumentado que o custo para tratar essas pragas é muito caro. Então, temos oferta menor, com custo maior”, explicou Eulina. Segundo a coordenadora do IBGE, 46% do IPCA de maio foi por conta dos alimentos, que pesam 24,93% no orçamento das famílias – um quarto das despesas. Eulina também falou sobre o peso da carne na alta da inflação. “Mesmo que o consumo interno não tenha crescido muito, a demanda externa tem sido mantida. A oferta de gado está mais reduzida, porque ele está mais magrinho. A seca afetou o pasto. A carne tem peso grande e já acumula 18%”, disse. “Então, temos problemas climáticos, que afetaram os hortifrútis, cebola, tomate e etc. De forma geral, tem a influência do dólar, que tem a ver com fertilizantes, adubo e com a exportação”, resumiu. Transportes A menor variação do índice foi no grupo Transportes, de -0,29%, por conta, segundo o IBGE, da queda de 23,37% no item passagens aéreas, que gerou contribuição de -0,10 ponto percentual no índice do mês, a menor. Eulina explicou que as passagens aéreas foram as responsáveis por puxar para baixo a inflação de serviços em maio deste ano. “Nesse mês, chama atenção [no item de serviços] para as passagens que ficaram 23,37% mais baratas. Ela tem forma totalmente diferenciada de ser adquirida. As empresas estão fazendo muita promoção, até por conta da redução do consumo, da renda que já está se segurando um pouco. Mas é volátil, assim como caiu, pode voltar a subir”. No entanto, de acordo com ela, quando se verifica o período de 12 meses, o índice de inflação nos serviços estão está na casa dos 8% há um bom tempo. Por regiões O maior índice foi verificado na região metropolitana de Recife (1,51%), onde os alimentos aumentaram 2,32%, bem acima da média nacional (1,37%), além da energia elétrica (12,20%) e da gasolina (5,20%) que também pressionaram o resultado. Brasília (0,25%) apresentou o menor índice em virtude da queda de 23,72% nos preços das passagens aéreas, que com peso de 2,07% gerou impacto de -0,49 ponto percentual, segundo o IBGE. “Quando a gente olha as regiões, a maioria das regiões subiu, acelerou em relação a abril e algumas, bastante, que é o caso de Recife, que foi o mais alto no mês, passou de 0,78% para 1,51%. Se a gente olhar as regiões individualmente, a maioria delas apresentou aceleração dos preços, foi principalmente pela aceleração dos preços dos alimentos”, explicou Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índice de Preços do IBGE. “Três regiões seguraram a taxa, que foi Rio de Janeiro, que tem peso grande, Brasília e Curitiba. No Rio de Janeiro, vários itens se apresentaram em queda. E ele vinha subindo sistematicamente. Brasília foi o peso das passagens áreas, que é muito alto. E como apresentou queda muito significativa, isso levou o índice para 0,25%. E em Curitiba, teve reajuste, se não me engano, de ônibus. E retirado esse efeito, a taxa passou para 0,76%, que não é uma taxa baixa, mas em relação a abril, foi bem inferior”, complementou. INPC O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) apresentou variação de 0,99% em maio, acima do resultado de 0,71% de abril em 0,28 ponto percentual. O acumulado no ano ficou em 5,99%, acima do percentual de 3,52% registrado em igual período de 2014. No acumulado de 12 meses, o índice foi para 8,76%, acima da taxa de 8,34% dos 12 meses anteriores. Em maio de 2014, o INPC havia sido de 0,6%. Regionalmente, a região metropolitana de Recife teve o maior índice, de 1,49%, pressionado pelos alimentos (aumento de 2,36%, bem acima da média nacional, de 1,48%), além da energia elétrica (12,3%) e da gasolina (5,2%). O menor índice foi do Rio de Janeiro, de 0,73%. Fonte: G1
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A polêmica da “crucificação” e de onde vem o desrespeito
21/01/2017 | 19h29
atriz Não, não é por não ser cristã que não vi nenhuma ofensa aos religiosos na imagem acima, de uma atriz transexual “crucificada” na 19ª Parada do Orgulho LGBT, realizada domingo em São Paulo. Sobre outras imagens que circulam pela rede, mostrando excessos ridículos, nem há o que comentar. Há gente babaca em qualquer lugar e quando multidões se reúnem esse comportamento imbecil parece ganhar ainda mais força. Mas quanto à imagem da cruz não parece complicado entender que trata-se de um simbolismo, baseado justamente na própria mitologia cristã, que crê na história de Jesus crucificado por defender minorias. Não é raro que a cruz seja utilizada como forma de chamar a atenção para injustiças —e as consequências negativas para parcelas da sociedade — seja no palco, em eventos públicos, em diversas manifestações artísticas. A homofobia é uma dessas grandes injustiças. Ela ameaça o que há de mais caro ao ser humano, que é o respeito às liberdades individuais. O que duas pessoas adultas fazem de suas vidas, de seus corpos, não deveria ser da conta de ninguém. E o amor, independente de questões de gênero, deveria sempre ser festejado, exaltado. Pessoas felizes, bem resolvidas e realizadas não costumam se incomodar com a sexualidade alheia. Infelizmente, em tempos de tanto conservadorismo e rigor fundamentalista neste país, a conta acaba sobrando para os que fazem da fé religiosa instrumento desagregador e fomentador do ódio. Isso sim é lamentável. O resto é intolerância.
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Dilma diz ser 'impossível' ligação entre ela e corrupção na Petrobras
21/01/2017 | 19h29
A presidente Dilma Rousseff afirmou em entrevista ao canal fracês TV France 24 que é “impossível” que se aponte ligação entre ela e o escândalo de corrupção na Petrobras descoberto na Operação Lava Jato. A entrevista ocorreu na última sexta (5) e foi ao ar nesta segunda (8). As primeira fases da operação Lava Jato, deflagrada pela Polícia Federal em março de 2014, investigaram esquema de lavagem de dinheiro bilionário no país. Posteriormente, a PF descobriu que o esquema envolvia também fraudes em licitações e desvios na Petrobras, que culminaram com a prisão de executivos da estatal e de grandes empreiteiras do país. Dilma deu a declaração após o jornalista que a entrevistava questionar se a presidente estaria apta a assumir as consequências caso as investigações apontem que ela sabia do esquema na estatal. Em resposta, a presidente afirmou que “lutará até o fim” para mostrar que não fez parte do escândalo. “Eu não estou ligada [ao escândalo]. Eu não respondo a esta questão porque eu não estou ligada. Eu sei que não estou nisso. É impossível. Eu lutarei até o fim para demonstrar que eu não estou ligada. Eu sei o que eu faço. E eu tenho uma história por trás de mim. Neste sentido, eu nunca tive uma única acusação contra mim por qualquer malfeito. Então, não é uma questão de ‘se’. Eu não estou ligada”, disse a presidente. A declaração de Dilma ao canal francês faz parte de uma série de entrevistas que ela concedeu na semana passada a veículos europeus. Nesta terça (9), ela embarcará para Bruxelas (Bélgica), onde participará nos dias 10 e 11 da Cúpula União Europeia – Celac, que reunirá líderes de países europeus e do continente americano. A presidente também falou à TV Deutsch Welle (Alemanha) e Le Soir Belgique (Bélgica). Na entrevista à TV France 24, Dilma afirmou também que, em sua opinião, o esquema de corrupção não pode ser chamado de “escândalo da Petrobras” porque “cinco funcionários” se envolveram nas irregularidades. A presidente disse também que o escândalo diz respeito a funcionários que se articularam com algumas diretorias e com alguns partidos para “obter benefícios”. Desde o início do ano, Dilma tem defendido a Petrobras em eventos dos quais participa. Ela, por exemplo, afirmou que a companhia “merece” o fim da corrupção. Na posse do ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, ela também comentou o assunto e afirmou que a “luta” para recuperar a estatal é dela e do atual governo. “E é muito importante entender que a Petrobras tem mais de 30 mil empregados e tem cinco envolvidos. O escândalo da Petrobras não é escândalo da Petrobras é escândalo de um determinado funcionário que era diretor na Petrobras”, disse a presidente na entrevista ao veículo francês. Ajuste fiscal Dilma defendeu ainda as medidas de ajuste fiscal que o governo tem proposto para reduzir gastos e reequilibrar as contas públicas. Segundo a presidente, o ajuste “não paralisa” o governo nem impede investimentos federais na área de infraestrutura. O governo anunciará nesta terça (9) o novo pacote de concessões em áreas como portos, aeroportos e rodovias. "Quando mudanças são necessárias, temos que ter coragem de fazê-las. É o que estamos fazendo. Estamos fazendo ajustes para voltar a crescer rápido", afirmou a presidente. Fonte: G1
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Diretor da Fifa admite que Copas de 2018 e 2022 podem mudar de sede
21/01/2017 | 19h29
Uma voz oficial da Fifa, e das mais importantes, confirmou que as Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e 2022, no Catar, podem ter suas sedes modificadas. Domenico Scala, presidente do comitê de auditoria da entidade, responsável por organizar as novas eleições presidenciais do órgão, afirmou a um jornal suíço que isso poderá acontecer se forem comprovadas irregularidades nas eleições dos dois países como casas dos próximos Mundiais. Ambos são suspeitos de compra de votos. – Se surgirem evidências de que as vitórias de Catar e Rússia foram conquistadas com votos comprados, então essas vitórias poderão ser invalidadas – disse ele ao SonntagsZeitung. – Mas a evidência que temos até agora não é suficiente – ponderou. O FBI investiga a escolha das duas sedes. Nos últimos dias, a Rússia deu sinais de preocupação com o novo cenário surgido na Fifa após Joseph Blatter anunciar que deixará a presidência. O risco é maior para o Catar, especialmente pela distância até 2022, e dirigentes do país alegam até racismo nas críticas recebidas. Na eventualidade de ocorrer uma mudança, a Inglaterra é candidata forte a substituta. O cerco sobre Rússia e Catar se fechou especialmente depois de Chuck Blazer, diretor do alto escalão da Fifa, ter admitido que aceitou suborno para eleger a África do Sul como sede da Copa do Mundo de 2010 e também ter vendido seu voto para o Mundial de 1998 - não especificou em qual país votou. Ele evidenciou aquilo que apontam as investigações: que propinas eram recorrentes na entidade, sobretudo em negociações de direitos comerciais e em votações para sedes de Mundiais. Cabe ao Comitê Executivo da Fifa decidir sobre eventuais mudanças em sedes de Copas. O artigo 85 do estatuto da entidade abre a possibilidade. O texto é vago. Fala que a competição pode ser revista em “circunstâncias imprevistas e de força maior”. Aí entra o Comitê Executivo, que tem “a decisão final sobre quaisquer assuntos não previstos no estatuto”. Fonte: G1
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Geraldo Alckmin propõe união com PT contra redução de maioridade penal
21/01/2017 | 19h29
À frente do estado que tem a maior população de adolescentes infratores (cerca de 9.800), Geraldo Alckmin propõe que o PSDB procure apoio até no PT para impedir a redução da maioridade penal para 16 anos, ideia capitaneada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O governador quer aumentar a internação de 3 para 8 anos para menores que praticarem crimes hediondos O senhor já declarou ser favorável à redução da maioridade penal, mas agora defende um caminho alternativo. Por quê? Em resumo, você tem uma proposta de mudança constitucional e uma de mudança de uma lei, que é o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). Eu entendo que a nossa proposta (alteração do ECA) é mais objetiva, rápida e pode ter convergência maior na sociedade e no Congresso. Propomos mudar apenas uma parte do ECA, que é ampliar o tempo de internação de três para oito anos, no caso de crime hediondo, e colocar aqueles com mais de 18 anos em unidades separadas dos mais novos e mais seguras. Não mexe com cláusula pétrea da Constituição e requer menos votos para ser aprovada. Dentro do PSDB a proposta defendida pelos senadores Aécio Neves e Aloysio Nunes é uma alteração constitucional para reduzir a maioridade penal para quem cometer crimes graves. Vejo essa proposta como uma opção melhor do que uma redução da maioridade penal indiscriminadamente, que é muito radical. Mas as duas envolvem mudar uma cláusula pétrea da Constituição e, com certeza, isso vai acabar no Supremo Tribunal Federal. Pode não dar em nada. O senhor falou em convergência no Congresso para impedir a redução da maioridade penal. O senhor acredita num acordo entre PT e PSDB? Eu acredito, e não só com o PT, mas com vários partidos, PMDB, PSB, PCdoB. É preciso haver uma convergência. Se para uma medida mais radical estão dizendo que há maioria na Câmara, imagina para uma medida que não é tão polêmica e precisa de menos votos. Eu não sou contra esse debate da redução da maioridade penal. Mas acho que o que está aí é muito radical. Eu acredito que, se o jovem pode votar aos 16 anos, ele também pode responder por seus atos. Mas não acho razoável colocá-lo em uma unidade prisional. Se a PEC for aprovada, defendo que ela considere que esse jovem vá para unidades exclusivas para sua faixa etária. O PSDB ainda não fechou questão sobre qual proposta apoiar. O que o faz pensar que pode ser a sua? Essa mudança do ECA, eu não conheço ninguém que seja contra no PSDB. A redução da maioridade também pode ter maioria no partido. Eu não sei. Estarei em Brasília na próxima semana para outros assuntos e vou defender meu ponto de vista. Quero aliados para a proposta de São Paulo. Por que o senhor acredita que aumentar o tempo de internação vai inibir o menor de se envolver com a criminalidade? Entendo que a impunidade é o maior estímulo para se cometer delito. O que está acontecendo com os menores infratores no Brasil é reflexo da certeza da impunidade. Você pode cometer um, dois, três, quatro atos infracionais e a internação não passa de três anos e ainda sai com a ficha zerada. O que não tem limite deseduca. Mas a impunidade não se combate com medidas como melhorar a investigação policial, aumentar o número de crimes solucionados, ter uma Justiça mais ágil? Quando você estabelece que não pode passar de três anos o tempo de internação, no fundo, tem um tipo de impunidade. Três anos de internação é deixar o adolescente impune? Para determinados casos, como crimes hediondos, é. Estatística da Unesco diz que os menores respondem por menos de 1% dos homicídios no país. Entidades de direitos humanos defendem que o combate à delinquência de jovens deveria começar por fazer funcionar direito o sistema que já existe. Como o senhor vê esses argumentos? Eu tenho outros números. A diferença entre o adulto e jovem não é grande. Entre os adultos, 0,3% dos crimes cometidos é homicídio em São Paulo. Entre os adolescentes, esse índice é de 0,2%. Essa história de que o menor pratica menos crime contra a vida do que o adulto não é verdade. São Paulo é o estado com maior população de menores cumprindo medidas socioeducativas e maiores investimentos. Mas problemas não faltam por aqui. Sim, mas diminuiu muito. A antiga Febem (unidades de internação) vivia no noticiário com rebeliões, e isso mudou. (o ex-governador) Mário Covas dizia que o pai falhou, a mãe falhou, a escola falhou, a Igreja falhou e sobrou para o Estado. O Estado não está falhando também? Não. O Estado está cumprindo o seu papel. Claro que não é o ideal. A redução da maioridade não vai criar um problema ainda maior para São Paulo, agravando a superlotação dos presídios? Não teremos problema porque o número de jovens é muito baixo. Se isso acontecesse, eu faria uma ala separada nas penitenciárias. Dos 9.800 adolescentes, somente cerca de 1.900 têm mais de 18 anos. Para nós, que temos 225 mil presos, isso não é nada. A sua proposta prevê a construção de unidades para separar, dos internos mais novos, os jovens que completarem 18 anos durante a internação. Os estados têm condição de fazer esse investimento? O custo disso seria muito menor do que o das unidades atuais, porque hoje as unidades precisam ser pequenas, para, no máximo, 58 adolescentes, e isso encarece muito. A ideia é que sejam locais maiores e com mais segurança porque, afinal, aos 18 anos ninguém é mais criança ou adolescente. Tem que ficar separado. Fonte: G1
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Veja 10 dicas para lidar com colegas de trabalho 'difíceis'
21/01/2017 | 19h29
Todos os profissionais têm colegas na empresa e sabem como a convivência é importante para ter um bom ambiente de trabalho. Mas algumas pessoas enfrentam dificuldades para lidar com outras. Pode ser o jeito de falar, de trabalhar, de lidar com problemas ou mesmo uma falta de compatibilidade. Tudo isso pode atrapalhar, e muito, o andamento do trabalho. Segundo Lynn Taylor, especialista em ambiente de trabalho e autora do livro "Como gerenciar um chefe com comportamento infantil e prosperar no seu trabalho", existem alguns comportamentos que podem melhorar o dia a dia no escritório ou, pelo menos, evitar o estresse entre os colegas. Veja abaixo 10 dicas para melhorar o relacionamento com um colega de trabalho difícil: Seja gentil e diplomático Comece e termine a conversa de uma forma amigável e gentil. Todas as questões a serem discutidas deve ficar no meio da conversa. "Seja paciente e gentil em suas palavras. Pratique, se necessário", afirma Lynn. Mantenha a calma Tente ser um modelo de profissionalismos. "Você quer que a sua abordagem funcione, então é necessário ser estratégico", ressalta Lynn. O profissional também pode ter um período para 'retomar' a calma. Não rebata fogo com fogo "Evite uma batalha de inteligência", aconselha Lynn. Também não adianta aumentar o volume da música, no fone de ouvido, ou bater no teclado enquanto digita. A melhor forma é tentar resolver o problema para ter um ambiente de trabalho harmonioso ou, pelo menos, sem brigas e disputas. Seja discreto e direto Fale com o seu colega de trabalho em um local privado para tentar evitar ainda mais atrito. "A bondade é um longo caminho que deve ser trabalhado por semanas, meses ou anos", afirma Lynn. Antecipação O profissional pode tentar antecipar o que vai incomodá-lo para contornar o problema sempre que possível. Medidas preventivas podem fazer a diferença no dia a dia de trabalho. Não se sinta culpado Todos têm o direito de falar o que sentem sem sentir remorso depois. Segundo Lynn, se o profissional for educado e compassivo na hora de conversar com o colega, ele está fazendo a coisa certa e não deve se sentir mal depois. Tente ser compreensivo O profissional deve ser sensível para entender que as pessoas não são perfeitas. Lynn lembra que ninguém está imune a hábitos que podem irritar os outros. Use o humor A situação de irritação pode ser uma boa oportunidade para usar o humor e tentar diminuir a tensão. Mantenha a positividade "Tente ficar otimista, apesar de loucura. Dessa forma, é mais provável que o profissional consiga algum tipo de cooperação", ressalta Lynn. Tire uma pausa O profissional deve considerar uma pausa para mudar os ares e não se estressar com o colega em questão. "Ele deve voltar mais relaxado para continuar", diz Lynn. Fonte: G1
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Câmara transfere para semana que vem votações polêmicas por causa de feriado
21/01/2017 | 19h29
Com o feriado de Corpus Christi na quinta-feira (4), o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), adiou para a semana que vem as votações de matérias consideradas mais polêmicas como é o caso do projeto de lei que altera as regras da desoneração da folha de pagamentos e de alguns pontos da reforma política. Para esta semana estão previstas votações de acordos e tratados internacionais firmados pelo Brasil com outros países. Cunha informou que pretende votar inúmeros projetos de decreto legislativo que tratam de acordos e tratados, parados na Câmara há muito tempo. Ao todo devem ser votados 20 acordos internacionais e um projeto de lei que cria o Prêmio Lúcio Costa de Mobilidade, Saneamento e Habitação na área de desenvolvimento urbano. O acerto entre o presidente da Câmara e os líderes partidários para essas votações consensuais ocorreu em função do feriado de quinta-feira e de uma comitiva de deputados que estão viajando à Rússia e Israel. As votações devem começar nesta ainda hoje (1º). Entre os acordos a serem votados estão alguns relativos ao Mercosul, a cooperação técnica firmada entre o Brasil e Zimbábue, em 2006, e o acordo de previdência social assinado entre o Brasil e a Coreia do Sul, em 2012. Além das votações de plenário, as comissões técnicas e especiais da Câmara terão atividades normais com votações de requerimentos, audiências públicas, apreciação de projetos e depoimentos. A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras tem audiência pública marcada para amanhã (2), às 9h30, para ouvir o vice-presidente da construtora Mendes Júnior Trading Engenharia, Sérgio Cunha Mendes, e o diretor-presidente do Grupo Galvão Engenharia, Dario Queiroz Galvão Filho. Fonte: Agência Brasil
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Deputados entram com ação no STF para barrar emenda sobre doações eleitorais de empresas
21/01/2017 | 19h29
O grupo de 61 deputados que questiona a segunda votação da emenda que permite a doação de empresas a partidos políticos entrou, neste sábado, com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF), para tentar suspender a tramitação da emenda constitucional no Congresso Nacional. A ação com pedido de liminar, sustenta que a votação feriu o "devido processo legislativo" ao colocar em votação proposta derrotada pelo plenário no dia anterior. O mandado de segurança sustenta que a votação feriu incisos do artigo 60 da Constituição Federal, entre eles o que veda apreciação de matéria rejeitada na mesma legislatura. O mandado é assinado por parlamentares do PT, PSB, PROS, PPS, PCdoB e PSOL. "Não é compatível com a Constituição Federal a utilização indefinida de norma constante da mesma PEC em diferentes emendas aglutinativas. Não é possível submeter a mesma PEC, com diferentes redações, propiciadas por diferentes “emendas aglutinativas”, a sucessivas deliberações. O processamento de Propostas de Emenda Constitucional é o momento mais importante da atividade legislativa. Não pode ser reduzido a um jogo de tentativa e erro", diz um trecho do mandado. Segundo o documento, a emenda aglutinativa de autoria do líder do PRB, Celso Russomano (SP), é uma nova emenda constitucional e não contou com o apoio de um terço dos parlamentares. "Houve não apenas a reapreciação da mesma matéria na mesma sessão legislativa, como consignado no item anterior. Houve a reapreciação da mesma proposição. Ou melhor, a reapreciação de Proposta já rejeitada. Em 27/05/2015, foi proposta pelo Deputado Celso Russomano à Emenda Aglutinativa no 28/2015, que aglutinava à Emenda 5/2015 o art. 2o do Substitutivo que, por sua vez, já havia sido rejeitado no dia anterior pelo Plenário da Câmara, quando estava “aglutinado” à mesma Emenda 5/2015, no âmbito da Emenda Aglutinativa n. 22", diz outro trecho do mandado. Na dia anterior, o plenário rejeitou emenda que permitia a doação de empresas a partidos e candidatos. Além de questionar o processo de aprovação da emenda, a ação diz que, no mérito, ela, ao permitir a doação empresarial a partidos, fere o princípio democrático e o princípio da igualdade, que são cláusulas pétreas da Constituição Federal. Na quinta-feira, quando os deputados anunciaram que recorreriam ao Supremo para tentar barrar a votação, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), desdenhou e disse que existem outros 50 mandados questionando ações dele no STF. Segundo Cunha, a votação foi correta. Fonte: G1
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Júlia Maria de Assis

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