“A companhia tem a intenção de fornecer uma década de suporte, desde que o fabricante original do equpamento continue a apoiar o dispositivo”, declarou.
Ele dá o exemplo de um aparelho com 16GB SSD (solid-state drive), que perderá o suporte caso em determinado momento não comporte o sistema operacional. “O suporte ao sistema Windows 10 será dado até o hardware não aguentá-lo fisicamente ou até o final do prazo de 10 anos”, explicou Kleynhans.
A parte crucial do plano da Microsoft é iniciar a contagem a partir do primeiro uso do sistema operacional. “Se eu comprar um novo computador daqui a 4 anos, meus dez anos se iniciarão naquele exato momento”, ressaltou o analista.
A mudança é significativa em relação à política padrão da empresa. Desde 2002, a fabricante garantiu o suporte de cada edição do Windows (XP, 7 e 8) por 10 anos, mas o período tinha início no lançamento do sistema operacional ao invés de no momento da aquisição.
Como consequência, a companhia sempre estabeleceu os prazos exatos para o encerramento do serviço. O Windows 7, por exemplo, perde a assistência em janeiro de 2020, 10 anos e alguns meses após sua estreia em outubro de 2009. Os usuários que adquiriram computadores equipados com o sistema em 2015 só receberão 4 anos e meio de suporte.
Kleynhans não informou como a Microsoft espera controlar a década de apoio ao Windows 10, mas uma possibilidade é se basear na data de ativação do produto. Uma alternativa seria contar a partir da data do primeiro login feito na máquina com credenciais Microsoft Account.
A companhia atualizou sua relação de suportes ao Windows e suas respectivas durações, onde a nova versão do sistema operacional foi listada com os tradicionais modelos “Mainstream” e “Extended”.
Windows 10: Suporte só começará a contar quando cliente usar sistema
21/01/2017 | 23h38
A Microsoft anunciou mudanças em sua política de suporte para o Windows 10. A empresa fornecerá atualizações de funcionalidade, ferramentas e segurança para o sistema operacional por dez anos a partir do momento de sua aquisição, informou Steve Kleynhans, analista do Gartner, após briefing da empresa.
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Brasil fica de fora de acordo global de isenção de tarifas de tecnologia
21/01/2017 | 23h38
Um acordo entre oitenta países foi assinado na OMC (Organização Mundial do Comércio) para beneficiar a comercialização mundial de 250 produtos de alta tecnologia. Pelo acordo, cerca de US$ 1trilhão em taxas serão isentos, para estimular o comércio entre as principais potências econômicas do planeta.
Desde 1996 que um entendimento mundial do tipo não era celebrado na OMC. Originalmente, apenas 29 países tinham um acordo de isenção tarifária para comercialização de alta tecnologia. Agora, com o novo acordo, cerca de 97% dos países envolvidos na produção e comercialização de tecnologia de ponta serão beneficiados.
O acordo ganhou força no sábado, quando os EUA fizeram algumas concessões à China, que viabilizaram outros acordos do governo de Pequim junto à Coreia do Sul e União Europeia.
A ausência do Brasil no acordo se dá pela política protecionista do governo à indústria do País. Como declarou à Folha o presidente da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), Humberto Barbato, “caso fisesse parte do acordo de isenção fiscal, não existiria mais indústria eletroeletrônica no país”, citando os baixos preços dos itens chineses, os altos custos de produção no Brasil e o câmbio valorizado dos últimos anos.
Por outro lado, mesmo com o impacto cambial e o peso que a carga tributária tem na competitividade da indústria de ponta brasileira, é inegável que estar fora desse acordo coloca o Brasil à margem do resto dos líderes do planeta. Dos Brics, apenas a Índia partilha da posição isolacionista do Brasil.
Google lança desafio para aplicar tecnologia em benefício de pessoas com deficiências
21/01/2017 | 23h38
O Google está procurando as melhores ideias sobre como a tecnologia pode ampliar a independência das pessoas com deficiência e as oportunidades para elas. Para isso, a empresa pretender doar US$ 20 milhões, e parte desse valor pode ser dado como prêmio às organizações identificadas por meio dessa convocação.
O objetivo do Google é impulsionar mais inovações tecnológicas que tragam mudanças positivas e significativas para pessoas com deficiência.
As organizações sem fins lucrativos e as instituições beneficentes públicas de todos os países estão qualificadas para enviar uma ideia. Para participar, a organização precisa ter um status válido e atual de instituição beneficente conforme determinado pela legislação do seu país de incorporação. No entanto, organizações e entidades governamentais, incluindo, escolas e universidades públicas, indivíduos e organizações com fins lucrativos não estão qualificadas para enviar ideias.
As ideias serão avaliadas à medida que forem recebidas. Elas serão aceitas até o dia 30 de setembro de 2015 e devem ser enviadas em inglês.
Mais informações estão disponíveis no link http://get.google.com/disabilitiesimpactchallenge/open-call.html#open-call e outras perguntas podem ser enviadas para [email protected].
Fim do limite de prazo para uso de créditos de celular pré-pago será decidido pela Câmara
21/01/2017 | 23h38
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou a constitucionalidade de proposta que permite o uso de créditos adquiridos para celular pré-pago sem limite de prazo. Pelo texto, os créditos vendidos pela prestadora do serviço não terão prazo de validade e deverão manter o mesmo poder de compra da data da aquisição.
A medida está prevista em substitutivo do deputado Celso Russomanno (PP-SP) para o Projeto de Lei 7415/02, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O substitutivo foi adotado em 2005 pela Comissão de Defesa do Consumidor.
O texto original do PL 7415/02 também prevê o uso de créditos por tempo indeterminado, mas obriga o usuário a fazer uma recarga de créditos 90 dias após utilização total do saldo, sob pena de perder a linha.
Atualmente, a Anatel permite às prestadoras do serviço oferecer créditos com até 180 dias de validade. Mas a agência já se manifestou contra a retirada do limite de prazo. “A manutenção de 'créditos eternos' colocaria, portanto, em risco a existência do modelo de negócio pré-pago, o mais popular do Brasil, utilizado por 80% dos usuários de telefonia móvel”, argumenta a Anatel.
A agência determina ainda que sempre que o usuário inserir novos créditos ao saldo existente, a prestadora deverá revalidar a totalidade do crédito resultante pelo maior prazo.
Relator na CCJ, o deputado Décio Lima (PT-SC), votou pela aprovação do substitutivo, do projeto original, bem como de projetos apensados, mas apresentou emendas para corrigir problemas ligados à constitucionalidade, à juridicidade e à técnica legislativa.
O substitutivo da Comissão de Defesa do Consumidor também assegura aos usuários de planos pós-pago de celular e de telefonia fixa o direito de acumular o saldo da franquia não usada no mês para ser utilizado nos meses subsequentes.
Como foi aprovado por uma comissão e rejeitado por outra (Comissão de Ciência e Tecnologia), o projeto, que perdeu o seu caráter conclusivo, agora será votado pelo plenário da Câmara.
Gol libera uso de eletrônicos também em pousos e decolagens
21/01/2017 | 23h38
Agora os passageiros de voos da Gol não precisarão mais desligar seus smartphones, tablets e computadores durante os procedimentos de decolagem e pouso. A companhia conseguiu na última quinta-feira, 2, a certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que libera o uso de equipamentos eletrônicos em todas as etapas de voo da companhia, desde que os dispositivos estejam em "modo avião" – que desliga todas as comunicações de radiofrequência do aparelho.
Outra mudança é que os celulares poderão ter suas redes de voz e dados ativadas uma vez que a aeronave já se encontre em solo, no taxiamento do avião para o desembarque de passageiros.
O sinal verde para a Gol veio após uma série de testes para verificar possíveis interferências com os sistemas das aeronaves. De acordo com a Anac, Avianca, Azul e TAM também já estão realizando os testes, mas não há previsão de data para certificação das companhias.
Veja o que muda:
Comissão especial aprova novo teto para o Supersimples
21/01/2017 | 23h38
As micro e pequenas empresas (MPEs) vislumbram agora a possibilidade de terem seus rendimentos aumentados, com uma tributação mais flexível. A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa mudanças no Supersimples aprovou, por unanimidade, as novas regras para enquadramento nesse regime. A grande maioria das microempresas brasileiras (mais de 90%) poderá optar pelo novo teto dos valores tributários, conforme o texto.
O substitutivo ao Projeto de Lei Complementar (PLC) 25/07, mais 28 matérias apensadas, foi apresentado pelo relator da matéria na Casa, deputado João Arruda (PMDB-PR). O texto aumenta os valores para enquadramento no regime tributário do Supersimples de R$ 360 mil para R$ 900 mil (receita bruta por ano) para microempresas, e de R$ 3,6 milhões para R$ 14,4 milhões (receita bruta por ano) para pequenas empresas.
O relatório de Arruda também reduz o número de tabelas a que estão submetidas as empresas enquadradas no Supersimples. Atualmente, há seis tabelas no Simples: uma para comércio, uma para indústria e quatro tabelas de serviços. O deputado propôs apenas quatro tabelas, reduzindo o setor de serviços a duas tabelas.
“Com isso, elimina-se circunstância que, na prática, inibe o crescimento dos participantes do Simples Nacional ou, pior, enseja 'crescimento lateral', isto é, uma mesma micro ou pequena empresa, em vez de crescer, segrega-se em outras de modo a não avançar nas atuais faixas cumulativas do Simples Nacional”, justificou.
O texto aprovado modifica o Estatuto da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06). O próximo passo é ser votado pelo Plenário da Câmara dos Deputados. Segundo o relator, essa votação deverá ocorrer no próximo semestre.
Opiniões
O ministro da Secretaria da Micro e Pequena da Presidência da República, Afif Domingos, esteve presente na audiência e elogiou a iniciativa. Com a medida, ele espera melhorar o cenário desfavorável vivido pelas MPEs no Brasil. "Hoje, 50% das micro e pequenas empresas não tem acesso a crédito facilitado, chegando a pagar até 40% de juros ao ano para capital de giro. Não faz sentido essa carga absurda de juros em cima dos empresários”, comentou.
Na visão do presidente nacional do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Luiz Barreto, esse é mais um passo para melhorar o ambiente de negócios e aumentar a competitividade, tendo como foco eliminar obstáculos no atual regime. "Neste ano de ajustes da economia, esse é mais um impulso importante que damos para o empreendedorismo no Brasil, para inserir mais pessoas no mercado e estimular o crescimento econômico”, destacou Barretto. “O projeto aprovado na Comissão cria uma rampa para as empresas, que não terão mais obstáculos para crescer", ressaltou.
21 dicas para jovens e aspirantes a empresários
21/01/2017 | 23h38
Ter sucesso significa, muitas vezes, tirar aprendizado daqueles que já atingiram os seus objetivos. Ter um mentor é uma incrível bênção para um empresário, mas nem todo mundo pode encontrar alguém assim.
Se você ainda não encontrou o seu guru no mundo dos negócios, aqui estão 21 dicas para ajudar um jovem aspirante a empresário a começar.
1. Desafie a si mesmo
Richard Branson diz que sua maior motivação é se manter desafiando a si mesmo. Ele trata a vida como um longo processo de educação universitária, no qual ele pode aprender mais a cada dia. Você também pode!
2. Trabalhe com aquilo que você se importa
Não há dúvida que ter um negócio toma muito tempo. Steve Jobs notou que o único jeito de estar satisfeito em sua vida é fazer algo em que você realmente acredita.
3. Assuma o risco
Nós nunca sabemos quais serão os resultados de nossos esforços a menos que façamos alguma coisa de fato. Jeff Bezos, fundador e presidente da Amazon, disse que isso o ajudou a saber que ele jamais se arrependeria de suas falhas, porém se arrependeria por não ter tentado.
4. Acredite em si mesmo
Como diz a célebre frase de Henry Ford, “Se você acha que pode, ou acha que não pode, você está certo”. Acredite que você pode ser bem-sucedido e você vai encontrar caminhos através de diferentes obstáculos. Se você não acreditar, vai encontrar apenas desculpas.
5. Tenha visão
O fundador e presidente do Tumblr, David Karp, nota que um empreendedor é alguém que tem a visão de algo e o desejo de criá-lo. Mantenha sua visão limpa a todo instante.
6. Encontre pessoas boas
Quem está contigo é quem você se torna. Reid Hoffman, cofundador do LinkedIn, conta que o jeito mais rápido de mudar a si mesmo é começar a se envolver com pessoas que já são aquilo que você quer se tornar.
7. Encare seus medos
Vencer o medo não é fácil, mas é algo que precisa ser feito. Arianna Huffington disse certa vez que desenvolver este destemor foi como trabalhar um músculo: quanto mais ela exercitava isso dentro dela, mais forte se tornava.
8. Tome atitudes
O mundo está cheio de boas ideias, mas o sucesso vem apenas por meio da ação. Walt Disney disse uma vez que a maneira mais fácil de iniciar algo é deixar de apenas falar e começar a agir. Isso vale também para o seu sucesso.
9. Faça a hora
Ninguém tem sucesso de maneira imediata e todo mundo já foi iniciante algum dia. Como Steve Jobs sabiamente colocou, “se você olhar bem, a maioria daquilo que se torna sucesso da noite para o dia levou um longo tempo para acontecer”. Não tenha medo de investir tempo em sua companhia.
10. Gerencie a sua energia, não o seu tempo
Sua energia limita aquilo que você pode fazer com o seu tempo, então gerencie-a de forma sábia.
11. Crie uma grande equipe
Ninguém obtém sucesso nos negócios sozinho e aqueles que tentam vão perder uma grande equipe a todo instante. Crie sua própria grande equipe para reforçar o seu sucesso.
12. Contrate alguém pelo caráter
Conforme você monta a sua equipe, contrate pessoas de caráter e valor. Você sempre pode treinar as habilidades de alguém, mas não pode encaixar os valores de alguém em sua companhia depois de tudo feito.
13. Planeje o levantamento de capital
Richar Harroch, um capitalista de risco, tem o seu conselho para empresários iniciantes: “É quase sempre mais difícil levantar capital do que você pensou que seria e isso sempre leva mais tempo. Então, planeje-se para isso”.
14. Conheça seus objetivos
Ryan Allis, cofundador do iContact, apontou que ter seu objetivo em mente todos os dias garante que você está trabalhando em direção a isso. Defina seus objetivos e lembre-se deles todos os dias.
15. Aprenda com seus erros
Muitos empresários apontam seus próprios erros como sendo seus melhores professores. Quando você aprende com os seus erros, você se move para mais perto do sucesso — mesmo que você tenha falhado inicialmente.
16. Conheça seu cliente
Dave Thomas, o fundador do Wendy's, citou o conhecimento sobre os seus clientes como uma de suas três chaves para o sucesso. Saiba quem são aqueles a quem você serve melhor do que ninguém e você estará apto para entregar as soluções das quais eles necessitam.
17. Aprenda com as reclamações
Bill Gates disse certa vez que seus consumidores mais infelizes são as melhores fontes de aprendizado. Deixe os clientes insatisfeitos ensinar a você onde estão as falhas em seu serviço.
18. Peça a opinião de seus clientes
Assumir por conta aquilo que seus consumidores querem ou precisam nunca leva ao sucesso. Você deve perguntar a eles diretamente e, então, ouvir atentamente o que eles dizem.
19. Invista sabiamente
Quando você gasta dinheiro em seu negócio, é preciso ter cuidado para fazer isso de maneira inteligente. É fácil gastar muito em coisas inúteis e ficar sem capital rapidamente.
20. Entenda o seu mercado
Tony Hsieh, o fundador do Zappos, falou certa vez: “Não jogue jogos que não entende, mesmo se você ver várias outras pessoas fazendo dinheiro com isso”. Entender de verdade o seu ramo de negócio é a chave para ter sucesso.
21. Entregue mais do que o esperado
Larry Page, do Google, encoraja empresários a entregar mais do que o cliente espera. É um jeito bem interessante de ser notado em seu ramo de negócio e de construir uma legião fiel de defensores.
Ser um empresário de sucesso demanda muito trabalho, muita visão e muita perseverança. Estas 21 dicas de empresários que já são bem-sucedidos vão ajudar você a trilhar este caminho mais facilmente.
Fonte: Site Canaltech
Câmara dos Deputados decide pela proibição na cobrança de roaming
21/01/2017 | 23h38
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) aprovou na última semana uma proposta que proíbe a cobrança da tarifa adicional de deslocamento, serviço conhecido como roaming, pelas operadoras de telefonia celular de todo o País.
A novidade vale para as situações nas quais os clientes façam ou recebam ligações fora da sua área de origem, mas em região atendida pelo mesmo grupo econômico da operadora contratada.
A proposta sujeita as empresas infratoras às penalidades estabelecidas na Lei Geral de Telecomunicações, o que inclui advertência, multa, suspensão temporária e extinção da concessão.
O texto aprovado segue agora para o Senado. “É verdade que, caso a operadora do usuário que esteja utilizando o serviço não tenha rede na localidade em uso, existe uma justificativa para tal cobrança uma vez que deverá haver a interferência de outra operadora que ‘emprestará’ sua rede para que o serviço possa ser executado”, afirmou o congressista e integrante da Comissão de Defesa do Consumidor (CDC), deputado Roberto Santiago.
“No entanto, quando a operadora é a mesma e apenas a localidade é diferente, não vemos motivo que justifique a cobrança do adicional, pois que a operadora não necessitará recorrer a serviço de outra empresa para atender seu usuário”, complementou ele.
Caso o projeto passe pelo congresso nacional e seja sancionado pela presidente Dilma Rousseff, as operadoras devem passar por mais uma penalidade de seu atual sistema de cobranças de taxas. Na última semana as quatro maiores teles do País, Vivo, TIM, Claro e Oi foram multadas em mais de R$ 22 milhões pelo Procon-SP, sob a alegação de “quebra de contrato devido ao bloqueio de Internet móvel em planos vendidos como ilimitados”.
Fonte: Site BIT Magazine
E-commerce crescerá 177% e atingirá US$ 100 bi na América Latina em 2018
21/01/2017 | 23h38
Estudo patrocinado pelo PayPal pesquisou as tendências do consumo digital com cerca de 1800 internautas das classes A e B em seis países da América Latina (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru), constatando um crescimento acelerado do e-commerce na região. Promovido pela IDC, o levantamento estimou a movimentação do setor em mais de US$ 100 bilhões em 2018 – equivalente a um aumento de 177% frente a 2014.
O Brasil constitui o principal mercado da região, concentra a metade do valor de e-commerce e possui os consumidores que mais compram em termos de frequência, volume e valor, enquanto o México lidera o número de pessoas com consumo superior a US$ 10 mil no último ano e que esperam manter a média de gasto para 2015.
A Colômbia é o país com a maior projeção de crescimento das seis economias para 2018, com a maior taxa de aumento de internautas, de compradores online e de valor de mercado, bem como o maior crescimento em gastos online por usuário, com 21%.
Já o Chile apresenta os índices mais altos de acesso à internet na região, ao passo em que os argentinos apresentam uma tendência maior de consumirem em lojas de seu próprio país e os internautas do Peru são os consumidores mais abertos a mudar sua percepção com relação ao e-commerce e suas formas de pagamento.
“A América Latina se torna um mercado cada vez mais importante com relação ao comércio eletrônico, devido aos benefícios obtidos pelos consumidores com as compras online, a uma maior conectividade e a um aumento na confiança sobre os métodos de pagamento”, comenta Mario Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina,
Espera-se que os atuais consumidores sejam compradores online maduros daqui a poucos anos, contribuindo para o crescimento do mercado. Dentre os latino-americanos consultados no estudo, um terço comprou na internet em 2012, valor que crescerá pela metade até 2018. Estima-se que até lá, 60% da população da América Latina esteja conectada, sendo o Chile o país com a maior penetração (71%), seguido pela Argentina (68%) e Colômbia (66%).
As projeções para daqui a dois anos também sinalizam para Brasil, México e Chile como os países que mais gastarão online, onde o consumo médio dos compradores foi de US$ 413 ante os US$ 1500 dos consumidores com maior poder aquisitivo. Dentre as classes mais altas, a expectativa é que o gasto exceda os US$ 2300, superando a média de gasto online dos norte-americanos em 2014 (US$ 1980).
Os consumidores dos Estados Unidos têm crescimento projetado para suas compras de 3%, ao passo em que a Colômbia deve registrar uma taxa de 83%, seguida pelos 30% de México e Brasil, 25% do Peru, 22% do Chile e 19% da Argentina.
Os latino-americanos expressaram preferência pela compra online por representar uma boa alternativa para aquisições pessoais, que oferece acesso a uma maior oferta de produtos e formas de pagamento. Os entrevistados indicaram os laptops como principal meio para o e-commerce. Os mexicanos lideram as compras feitas com smartphones. Já quatro em cada dez colombianos preferem os tablets.
O que os latino-americanos compram on-line?
Os produtos com maior demanda são vestuário, utensílios domésticos e equipamentos eletrônicos. A compra de roupas é mais popular entre os colombianos (69%), ao passo em que os brasileiros preferem os utensílios domésticos (68%), os aparelhos eletrônicos (67%) e os cosméticos (54%). Já os mexicanos são mais inclinados a comprarem CDs e DVDs de música (41%).
No setor de serviços online, compras relacionadas ao turismo são as mais populares entre os colombianos, como passagens de avião, hotéis, tours e aluguel de carros. Os brasileiros adquirem mais ingressos para entretenimento e os mexicanos lideram o consumo de conteúdo online na América Latina, além do setor de aplicativos, software, jogos online e downloads de música e vídeos.
Levando em conta a faixa etária, as gerações Z (18 a 24 anos), Millennials e X compartilham o gosto por vestuário. A segunda prioridade da Z e da Millennium são aparelhos eletrônicos, enquanto a X e pessoas mais velhas preferem utensílios domésticos. Reservas de viagens só figuram no primeiro lugar para maiores de 45 anos e são a terceira opção para as pessoas das gerações Z e X.
Forma de pagamento
Na América Latina, a principal forma de pagamento para compras online ainda são os cartões bancários. Novas plataformas de pagamento evoluem, com destaque para o PayPal, com a preferência de quase 50% dos mexicanos, 32% da Geração dos Millennials e de quase 30% dos consumidores da Geração Z e X.
Barreiras para o e-commerce
Mesmo com o crescimento significativo do comércio eletrônico, barreiras como segurança e privacidade (37%) e limitação no uso de formas de pagamento (16%) impedem uma aceleração maior. A Colômbia é o país mais preocupado com fraude (59%), seguida por Peru (42%) e México (37%). Os brasileiros se preocupam menos: 30% não dão importância ao tema.
Fonte: Site Computerworld
Ao comprar eletrônicos, mulheres preferem modernidade e homens prezam por desempenho
21/01/2017 | 23h38
Se engana quem pensa que mulheres tendem a levar mais em conta a beleza de um produto tecnológico do que a sua modernidade na hora de comprar um novo smartphone, computador ou tablet — para elas, design é tão importante quanto inovação e facilidade de uso. Já os homens tendem a preferir novas categorias de produtos, e a gastar mais por eles. É o que indica uma pesquisa realizada pela consultoria Ipsos, a pedido da Intel, sobre os hábitos de consumo de ambos os sexos.
Realizado entre janeiro e fevereiro deste ano, com entrevistas on-line com mais de mil consumidores de tecnologia, o levantamento mostrou que as mulheres costumam se pautar por praticidade e facilidade de uso quando escolhem um dispositivo novo, sem esquecer, claro, da inovação. Das entrevistadas, 45% disseram se manter atualizadas das mais recentes tecnologias na hora de comprar um computador All in One (nos homens, esse percentual é de 39%); 43% quando escolhem um dispositivo 2 em 1 (contra 35% deles); e 39% no momento de adquirir um ultrabook (empate técnico com 40% deles).
Já os homens indicaram dar preferência por desempenho, e apresentam uma maior inclinação à nova tendência de dispositivos vestíveis — 32% disseram se interessar por smartwatches (contra 25% das mulheres), e 27% por smartbands (contra 21% delas). E eles também costumam ver menos problema em gastar mais dinheiro em eletrônicos: de acordo com o levantamento, os homens costumam investir até 23% a mais do que as mulheres na compra de um novo tablet, e até 20% a mais em um novo smartphone.
Gerente de marketing de produto da Intel no Brasil, Alan Markham diz ter se surpreendido com o resultado do levantamento.
— A questão da diferença de prioridade entre performance e design foi uma surpresa. A percepção inicial era que as mulheres valorizassem mais a estética do que a potência dos produtos, e não o contrário. Os dados são interessantes porque indicam que as mulheres já têm um conhecimento aprofundado sobre tecnologia tão grande quando os homens. E elas também são cada vez mais parte do processo de desenvolvimento de produtos, tendo as suas necessidades e preferências influenciando a criação dos dispositivos — afirma Markham.
Fonte: O Globo
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