Lula virá a Campos e a Igreja ensina o respeito às autoridades
14/04/2025 | 12h46
Agência Brasil
Agência Brasil / Fabio Rodrigues-Pozzebom
§2234. O quarto mandamento da Lei de Deus manda que honremos também todos aqueles que, para nosso bem, receberam de Deus alguma autoridade na sociedade. E esclarece os deveres dos que exercem essa autoridade, bem como os daqueles que dela beneficiam. Assim diz o Catecismo da Igreja Católica. Luís Inácio Lula da Silva virá a Campos nesta segunda-feira (14) para a inauguração do novo prédio da Universidade Federal Fluminense (UFF) e muitas críticas foram apagadas de paredes, elas foram pichadas ao longo do tempo, mostrando um desrespeito às autoridades constituídas aqui na Terra.
A Igreja Católica nunca foi e nunca será anarquista, ao contrário, ensina a ordem e o respeito às autoridades constituídas aqui na Terra. §1920. “Toda comunidade humana tem necessidade de uma autoridade para se manter e desenvolver”.
O Concílio Vaticano II ainda vai nos lembrar que: “É evidente que a comunidade política e a autoridade pública se fundamentam na natureza humana, e por isso pertencem à ordem predeterminada por Deus.”( GS 74, 3).
§1921. A autoridade exerce-se de modo legítimo, se se dedicar a conseguir o bem comum da sociedade. Para o atingir, deve empregar meios moralmente aceitáveis.
Jesus Cristo ensina que toda autoridade vem de Deus. Em Romanos 13 diz: "Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade senão de Deus; e as autoridades que há são ordenadas por Deus"
Apesar de vivermos em meio a um mundo paganizado, precisamos entender o que a Carta a Diogneto diz, escrita no segundo século do Cristianismo, nos mostra como os primeiros cristãos viviam no meio da sociedade paganizada: “Os cristãos residem em sua própria pátria, mas como residentes estrangeiros. Cumprem todos os seus deveres de cidadãos e suportam todas as suas obrigações, mas de tudo desprendidos, como estrangeiros… Obedecem às leis estabelecidas, e sua maneira de viver vai muito além das leis… Tão nobre é o posto que lhes foi por Deus outorgado, que não lhes é permitido desertar”. (5,5;5,10; 6,10).
Os cristãos devem mostrar que Deus quer a ordem e o respeito às autoridades legitimamente constituídas, mesmo que não gostemos de certa pessoa. E tudo isto deve acontecer também pelo respeito às leis. Ninguém e nenhum movimento social pode agir for da lei, pois isso fará mal para a sociedade e para a Igreja também.
Novo campus da UFF Campos
Novo campus da UFF Campos / Rodrigo Silveira
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São Fidélis também celebrou o Domingo de Ramos
14/04/2025 | 09h35
Domingo de Ramos
Domingo de Ramos / Reprodução
O Domingo de Ramos é muito mais que uma simples tradição de levar ramos abençoados para casa. Esse dia marca o início da Semana Santa, o tempo mais importante para os cristãos católicos. Nesse dia, celebra-se a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, cidade onde Ele se entrega por amor a todos nós, e se entrega a morte, e morte de cruz. E a Igreja Católica celebrou nesse domingo (13) o Domingo de Ramos, que deu início a Semana Santa do ano de 2025.
Em São Fidélis, as celebrações começaram cedo, às 9h da manhã com missas e procissões. A procissão realizada pela Paróquia Nossa Senhora da Penha reuniu vários fiéis que percorreu um bom trajeto no bairro da Penha, percorreu as ruas Dr. Faria Serra, rua Leontina Guimarães Rios e, por fim, a rua da Igreja, a rua Antônio Xavier Maia.
Na Santa Missa os Evangelhos irão relatar que Jesus chegou montado em um jumento. Naquele tempo, os reis e guerreiros usavam cavalos como símbolo de poder e guerra. Jesus, ao escolher o jumento, revela que o Reino de Deus não se impõe pela forçam, mas chega com humildade, mansidão e paz. Era o cumprimento da profecia de Zacarias, que diz o seguinte: “Eis que o teu Rei vem a ti, humilde, montado num jumento” (Zc 9,9).
Ao entrar na cidade, o povo estende mantos no chão e agitam tamos, aclamando: “Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor!”. “Hosana” significa “Salva-nos”. As pessoas daquela época estavam reconhecendo em Cristo a esperança de um Salvador.
Durante essa semana, a Semana Santa, somos chamados a reviver, com fé, os últimos passos de Jesus na Terra: sua prisão, julgamento, morte e ressurreição. Tudo por amor a nós. O Domingo de Ramos nos ensina que a verdadeira fé não se limita a festas e aos aplausos, mas exige, portanto, coragem para estar com Cristo nos momentos de dor também.
Esse domingo, ou seja, o Domingo de Ramos, nos prepara para viver com intensidade os dias santos que estão por vir. Ele nos recorda que, como Maria, João e as mulheres que ficaram aos pés da cruz, também somos chamados a permanecer firmes com Jesus, confiando que, depois da cruz, vem a ressurreição.
Maria Vasconcellos, fiel da Igreja Nossa Senhora da Penha, diz o seguinte sobre o Domingo de Ramos: “para mim o domingo de Ramos marca o início da Semana maior, a semana santa, e é justamente o momento da entrada de Jesus em Jerusalém, então essa semana é de grande importância para nós católica, é uma semana de recolhimento e oração. Participo do domingo de Ramos não somente por ser um preceito cristão, mas sim porque reconheço a cada dia a grande importância da semana santa, que representa a morte e ressurreição de Jesus Cristo”.
Domingo de Ramos
Domingo de Ramos / Igreja Nossa Senhora da Penha
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Médica de Campos diz que suplicou pela vida da filha após se afogar em piscina
11/04/2025 | 09h31
Doutora Ana Cristina
Doutora Ana Cristina / Divulgação
Por Pedro Henrique Figueiredo e Rafael Khenaifes
“Quando a minha filha tinha 9 anos de idade, ela se afogou na piscina de casa e quando eu a tirei de dentro da água ela já estava em parada cardiorrespiratória. Eu comecei a fazer as manobras de ressuscitação, eu fiquei 15 minutos massageando-a e nada dela dá sinal de vida, até que eu comecei a cansar, eu fiquei com o corpo exausto de tanto fazer massagem cardíaca. E, na verdade, ela só voltou depois que eu clamei a Deus, quando eu comecei a clamar realmente de forma desesperada a Deus, que eu não conseguia viver sem ela, que era para ele não a tirar de mim. Então, ela começou a mexer o pé, aí alguém falou assim: “ela está mexendo o pé”. Eu continuei e ela voltou, ficou uma semana internada no CTI, mas ficou sem sequela nenhuma, graças a Deus. Hoje em dia é uma menina brilhante”, interagiu, relacionando o entrelaçado entre a fé e ciência, a Doutora Ana Cristina Abreu Mendes, natural de São Fidélis, médica e pós-graduada em psiquiatria, da cidade de Campos dos Goytacazes e que também estuda Teologia. A ciência ainda comprova alguns benefícios que o terço, oração e meditação podem causar para o corpo e a saúde mental do ser humano como acalmar a respiração e a ansiedade. Rezar o terço não melhora só a alma, mas também traz equilíbrio geral para o corpo.
"Essa é uma história de fé e esperança que aconteceu em minha caminhada. Orar faz bem para alma, para a mente e para as relações humanas. A oração move a fé na cura e a paz na sociedade ", ressaltou Ana Cristina, explicando que não sabe quanto tempo durou sua súplica ao pedir pela vida da filha.
“Então, quando a gente reza, quando a gente ora, a gente atinge um estado de paz que libera neurotransmissores cerebrais, como: serotonina, dopamina, noradrenalina e esses neurotransmissores eles vão ativar o cérebro de uma forma positiva que é o que a gente chama de neuroplasticidade cerebral”, comenta a doutora Ana Cristina.
“Jesus respondeu-lhes: “Por causa de vossa falta de fé. Em verdade vos digo: se tiverdes fé, como um grão de mostarda, direis a esta montanha: Transporta-te daqui para lá, e ela irá; e nada vos será impossível” (Mateus 17, 20).
Vários discípulos curaram inúmeras pessoas através da oração e da fé. Pedro, por exemplo, ressuscitou Tabita.
“Em Jope, havia uma discípula chamada Tabita – em grego, Dorcas. Esta era rica em boas obras e esmolas que dava” (Atos 9, 36)
“Se você estiver prestando atenção no que você está falando durante a reza, faz sentido. Agora, falar automaticamente, sem prestar atenção, não faz efeito”, complementa a doutora.
A fé ainda levou a médica a ter um olhar diferente de tudo o que aconteceu com ela.
“E hoje quando eu paro para olhar a sequência dos fatos, eu vejo que realmente foi Deus na minha vida e que Deus nunca deixa de atender um clamor de um coração quebrantado. Então esse é o meu testemunho pessoal”, enfatizou.
Terço
Terço / James Coleman on Unsplash
A oração tem o poder de curar doenças
Um outro caso, nos Estados Unidos, o Dr. Andrew Newberg, da Universidade norte-americana Thomas Jefferson, um dos pesquisadores que realizou um estudo com 40 mil pacientes, baseados na ressonância magnética, apresentou suas considerações no livro “How God changes the brain” (“Como Deus muda o cérebro”), livro lançado em 2009. Desde então, diversas outras pesquisas só vieram para reforçar a conclusão.
Em uma das experiências, o Dr. Andrew selecionou pessoas idosas com problemas de memória para observá-las antes, durante e depois de terem feito meditações e orações. Os estudos foram realizados da seguinte forma: doze minutos ao longo de oito semanas e mostraram que a oração e a meditação podem oferecer resultados muito positivos à nossa saúde.
Quando elas são feitas de forma regular, a oração e a meditação aumentam a atividade do cérebro de forma semelhante ao que acontece, por exemplo, com a comunicação, é uma espécie de “treinamento físico” para a mente e resulta no desenvolvimento cerebral e mesmo na cura de várias doenças.
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A questão é: como o Papa é eleito?
09/04/2025 | 11h22
Praça São Pedro
Praça São Pedro / Opus Dei
Uma dúvida que é comum entre católicos e não católicos é: “Como é escolhido o Papa?”. “Habemus Papam”, essa frase é uma das mais famosas do mundo quando se anuncia o eleito para ocupar a Cátedra de São Pedro, em Roma, a já conhecida fumaça branca nas chaminés do Vaticano é motivo de festas entre os fiéis católicos. Nos últimos dias as mídias foram bombardeadas com notícias sobre a saúde do Papa e muitas notícias surgiram de um novo possível Conclave.
Mas, como é feita a eleição mais importante da Igreja Católica Apostólica Romana?
Esta eleição já passou por muitas modificações ao longo da história da Igreja, e não se sabe com precisão o processo de escolha de todos os Papas. Mas, a definição do processo tal como o conhecemos hoje se deu no ano de 1271, instituído pelo Papa Gregório X. Foi ele quem estabeleceu que o processo para a escolha do novo Papa passaria a ser “cum clave”, ou seja, “com chave” (do latim). Com restrições progressivas com o passar do tempo de votação. Estabeleceu-se, então, as determinações e regras básicas para organização dos conclaves futuros. Uma das razões para essa reestruturação da eleição papal foi a demora no período de votação, uma demora excessiva.
No caso do Papa Gregório X, o processo de escolha durou quase dois anos e, para evitar um período tão longo, determinou-se que os cardeais teriam três dias para realizar a escolha. Após esse tempo, eles teriam sua alimentação limitada apenas uma refeição pela manhã e outra na parte da tarde. E se, depois de cinco dias, ainda não houvesse acordo no resultado final, os cardeais recebiam apenas pão, água e vinho. Esta foi uma das formas encontradas para que os cardeais estivessem com foco total à vontade divina, abertos e em unidade.
As normas atuais foram determinadas por São João Paulo II, em sua Constituição Apostólica Universi Dominici Gregis. Desde então, após a morte do Papa ou sua renúncia, como foi o caso do Papa Bento XVI, a assembleia de cardeais reúne-se com total sigilo e isolamento. Cardeais vindo do mundo inteiro integram o total de 120 votantes para a escolha do novo Sumo Pontífice.
O Conclave
A etapa fundamental de como é escolhido um papa é o conclave. Para ele ser eleito, o escolhido precisa receber dois terços do total de 20 votos. Nenhum Cardeal pode se abster do voto ou ao menos votar em sim mesmo. Quanto às rodadas de cotação, estas ocorrem quatro vezes ao dia (duas votações matutinas e mais duas vespertinas).
Quando o requisito da maioria de votos não é alcançado, os papéis são queimados com produtos químicos que fazem a fumaça na cor negra, indicando ao mundo que a eleição irá prosseguir, sem um resultado final.
Passadas diversas etapas, e tendo, por fim, um eleito, o cardeal de mais idade pede o consentimento do eleito com a seguinte frase: “Aceita a sua eleição canônica como Sumo Pontífice?”. Em caso de afirmação, os papéis são queimados novamente e a fumaça sai na cor branca, como anúncio da escolha, ao mundo exterior, acompanhado ainda dos sinos da Basílica de São Pedro.
O sucessor eleito, dirige-se, portanto, a uma pequena sala onde o esperam as vestes papais. Esta sala é chamada de “Sala das Lágrimas”, já que, conforme a tradição, todos os eleitos choram dentro dela, diante da magnitude da missão que acabaram de assumir que é apascentar o rebanho de Nosso Senhor Jesus Cristo
O novo Papa coloca as vezes, escolhe seu nome pontifício e é apresentado ao mundo inteiro com a fórmula conhecida “Habemus Papam”.
Na praça de São Pedro, localizada no Vaticano, o mundo celebra o anúncio do sucessor de Pedro. E a Igreja, única em um só coração, recebe seu novo Pastor, aquele que foi chamado a cumprir a vontade de Deus aqui na Terra.
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A Santa Missa como ela é
08/04/2025 | 12h55
Rito Ambrosiano, um dos ritos litúrgicos mais antigos
Rito Ambrosiano, um dos ritos litúrgicos mais antigos / Redação MBC
A Semana Santa de 2025 está chegando, faltam poucos dias para esse tempo litúrgico e muitos católicos ainda não sabem o valor da Santa Missa ou ao menos o que é a Santa Missa, que tem um valor imenso para o cristão católico. A Missa podemos dizer que é a maior, a mais completa e a mais poderosa oração da qual o católico se dispõe. Na Santa Missa, Cristo é ao mesmo tempo vítima e sacerdote, se oferecendo a Deus para pagamento dos pecados, e aplicando a cada fiel Seus méritos infinitos.
Os quatro (4) fins principais da Missa:
Dar culto de adoração ao pai; agradecer os benefícios recebidos Dele; pedir-lhe perdão dos pecados que cometemos; implorar seus dons, graças e benefícios.
Durante a Missa, purgatório, céu e Terra se encontram!
Valor da Santa Missa:
Na hora da morte, as Missas a que tivermos assistido serão nossa maior consolação. O mérito da Missa é infinito, pois infinitos são os méritos de Jesus. Ele perdoa os nossos pecados veniais não confessados, mas arrependidos. Diminui o império de Satanás sobre nós e sufraga as almas do purgatório.
Uma só Missa a que houvermos assistido na vida nos será, então, a mais salutar do que muitas a que outros assistirão por nós mesmos, depois da morte, diminuindo nosso purgatório.
Santo Afonso diz em uma célebre frase: “As graças que não se alcançam na Missa dificilmente se obtêm fora dela. Muito grande é o poder dos pedidos feitos na Missa”.
Toda Santa Missa nos alcança um maior grau de glória no céu e nos atrai muitas graças e bênçãos temporais. Nos preserva, ainda, de muitas desgraças e nos fortalece contra as tentações. A benção do sacerdote é, portanto, ratificada nos Céus por Nosso Senhor.
Santo Cura D’Ars dizia: "Se conhecêssemos o valor da Santa Missa, que zelo não teríamos em participar dela".
O que é a Santa Missa?
A Santa Missa é a renovação incruenta do Sacrifício do Calvário. É o mesmo e o único Sacrifício infinito de Cristo na cruz do calvário, que foi solenemente instituído na ÚItima Ceia. É o Sacrifício do Corpo e Sangue de Jesus Cristo.
Renovação do Calvário
É a Celebração do Mistério Pascal de Jesus: Morte e Ressurreição!
Na Missa, Nosso Senhor Jesus se imola novamente para a nossa salvação, como Ele fez na cruz por nós, embora agora, sem sofrimento físico. Na Missa, há uma proibição de palmas, danças e gritos. Não podemos fazer na Missa NADA que não se faria na frente da Cruz de Cristo, enquanto crucificado, sofrendo por amor a nós.
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Mês de abril, o que a Igreja ensina?
07/04/2025 | 09h35
Autismo 2 de Abril
Autismo 2 de Abril / Portal Divina Misericórdia
Todos são criados à imagem e semelhança de Deus. O catecismo da Igreja Católica enfatiza a importância da inclusão, do amor ao próximo e a valorização da vida de cada indivíduo, seja qual for suas limitações. No último dia 02 de abril, foi comemorado o Dia Mundial da Conscientização sobre o Autismo. Não é muito diferente a Igreja, ela acolhe a todos sem distinção.
É importante se atentar, em um trecho relevante sobre o tema, o parágrafo 2276 do catecismo, que trata da dignidade das pessoas em qualquer condição:
“§2276. Aqueles que têm uma vida deficiente ou enfraquecida reclamam um respeito especial. As pessoas doentes ou deficientes devem ser amparadas, para que possam levar uma vida tão normal quanto possível”.
Além do mais, a Igreja ensina que cada pessoa tem uma missão no plano de Deus aqui na Terra e, as limitações físicas ou intelectuais não diminuem o valor de nenhum ser humano. O Papa São João Paulo II e o Papa Francisco (atual Papa) reforçaram várias vezes a necessidade de acolhimento e inclusão das pessoas com deficiência na sociedade e na Igreja (o Corpo de Cristo).
“Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10).
O Centro de Controle de Doenças e Prevenção (CDC), localizado nos EUA, lançou um documento que atualizava a prevalência do Transtorno do Espectro Autista (TEA). E já podemos ver uma mudança no cenário, cresce cada vez mais o número de diagnóstico de TEA.
"A Síndrome pode afetar crianças de qualquer raça ou cultura e a expressão dos sintomas pode variar de leve a severo através dessas três áreas fundamentais. É um transtorno invasivo do desenvolvimento que persiste por toda vida, incurável e, não possui causas conhecidas, porém terapias que trabalham na redução dos comportamentos indesejados têm sido frutíferas e aberto caminho para convivência social do portador." (OMS 2014).
A Igreja Católica, como instituição divina e humana não deve excluir os Autistas, considerando, portanto, o exemplo do seu Fundador que chama para o meio um deficiente físico na passagem de Marcos 3, 1-5, por exemplo.
As pessoas humanas, são nossos irmãos. Precisamos sentir o amor e compreender além do contato físico com essas pessoas, os Autistas. O amor se revela na compreensão de suas limitações e habilidades.
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Sobre o autor

Pedro Henrique Figueiredo

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