Tempos de Crise: como treinar sem gastar.
21/01/2017 | 19h06

Em tempos de crise, é comum as empresas cortarem os gastos. Mas isso não implica em ficar parado. Quem faz acontecer, buscando soluções criativas, prepara-se para quando o mercado voltar a aquecer.

E quando isto acontecer, sua equipe de vendas tem que estar preparada para recuperar o tempo perdido, sendo que ela é considerada o motor da organização. Por isso, é fundamental seu constante treinamento e aprimoramento, e para isso, não é necessário gastar com palestras motivacionais ou treinamentos com celebridades para atingir este objetivo. Pelo contrário, abaixo segue algumas dicas de como preparar e treinar sua Força de Vendas sem gastar nada, apenas seu tempo.

1 - Prepare-se: como você pode treinar alguém, ou propor um treinamento, em algo que você mesmo não conhece? Seria como ensinar a pilotar, sem nunca ter entrado num avião. Busque conhecimento, aprenda. Hoje existem vários treinamentos, livros e cursos de expansão de graça na internet. Ou seja, em outras palavras, comece por você, seja exemplo.

2 - Reuniões programadas: não sou muito favorável a reuniões, mas acho que às vezes, e em alguns casos, são válidas. Neste caso específico, reuniões rápidas de até 30 minutos de preferência no fim do dia, voltadas as trocas de informações, dificuldades e questionamentos sobre abordagens e produtos, podem trazer resultados devido a troca de conhecimento. Por fim do dia, entenda-se "depois das cindo e antes das seis da tarde", assim o ambiente fica mais leve e mais propicio para suas análises.

3 - Crie jogos - pense sobre um jeito descontraído de cobrar e analisar sua equipe. Pode ser através de sorteios por exemplo, onde o vendedor sorteado falará sobre um produto. O intuito é que todos se preparem, estudem e conheçam os produtos, pois podem ser os sorteados.

4 - Incentive: nada melhor do que ser reconhecido. Premie quem se destaca nos treinamentos e reuniões. Não crie falsas expectativas com prêmios monstruosos, caros, e que conseguirá beneficiar somente uma pessoa. Lembre-se de que estamos economizando. Sabe aqueles quadrinhos de funcionário do mês? Funciona! Adapte-o a sua realidade. Mandar e-mail para todos parabenizando os que se destacaram, reservar um local privilegiado na hora do café, uma vaga no estacionamento, enfim, use a criatividade, mas não deixe de passar a mensagem: ei, eu treino e cobro, mas também reconheço!

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Experiência X Juventude: parceiros ou concorrentes?
21/01/2017 | 19h06

É comum nas empresas de todos os setores, funcionários com diferentes faixas etárias. Trabalhadores das famosas geração X (1960/70) e geração Y (1980/90) por exemplo, além de gerações mais velhas e mais novas.

E é comum também, o conflito destas gerações. Motivos óbvios não faltam, pois cresceram, estudaram e conviveram com diferentes tipos de informações, políticas e economias, além da própria criação em si.

Este conflito fica mais aparente em se tratando de um ambiente competitivo como o do trabalho. Jovens cheios de ideias, aptos por desafios, sem medo de arriscar e ansiosos de um lado, contra uma geração X por exemplo, conservadores, pragmáticos e que geralmente, estão em posição de gerencia, devido a sua bagagem. Cada qual com um ideal de vida, um valor diferente. Enquanto uns trabalham para poder consumir imediatamente o que desejam, sendo que no mundo de hoje, ter é status, outros são mais pragmáticos, preferem a segurança do investimento, desde que tenham as contas pagas por exemplo.

Isso causa um impasse. Os mais novos acham que são boicotados, que causam medo devido a sua formação atual e mais recente, enquanto os mais velhos, geralmente com salários mais altos e responsabilidades muitas vezes maiores, como filhos na faculdade por exemplo, têm a insegurança de serem descartados em troca de profissionais “sem experiências e inconsequentes”.

Fato é que as empresas dependem justamente disso, desta diferença, desde que haja qualidade e honestidade de todos os profissionais. Os novos trazem pensamentos diferentes, que nunca ninguém até então se importou ou pesquisou. Atitudes e comportamentos novos, trazendo o feedback na hora, sendo que eles próprios são os consumidores atuais. Os mais velhos, somam com a qualidade e responsabilidade administrativa, de uma geração que teve que romper barreiras e construir algo de valor, num pais onde a inflação por exemplo, não permitia o imediatismo.

A quem administra tudo isso, cabe entender este conflito, somar forças, conhecer os profissionais e suas competências, propor e ser responsável pela troca de ideias e relações, sendo que muitas vezes, estas gerações mal se encontram no café.

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Personalização (ou customização) dos produtos
21/01/2017 | 19h06

Customização não é só uma brincadeira para agradar alguns consumidores com egos elevados. Ter ou oferecer estes produtos vem se consolidando cada vez mais como um diferencial nos dias atuais. Sim, por que antigamente, quanto maior fosse a escala de fabricação e menor a variedade, melhor seria. Comprava-se o que queriam que comprasse, ou seja, o que tinha disponível e igual para todos.

Empresas que oferecem a possibilidade do possível cliente personalizar os produtos de seu interesse possuem maior número de visitas, frequências e tempo dentro do seu site, em relação a empresas concorrentes que não disponibilizam este serviço. Isso é fato.

Marcas conhecidas como alguns fabricantes de bicicletas e de ternos, já permitem o consumidor construir, ou "criar" seus produtos por inteiro, tomando a frente neste serviço. Aqui no Brasil, uma grande fabricante de móveis do sul do país, já possui máquinas específicas para customização. Ou seja, não basta mais móveis planejados, agora são também personalizados.

A vantagem é que além de ajudarem as marcas a diferenciarem seus produtos, principalmente em uma época onde a qualidade nas grandes empresas é praticamente a mesma, permite que elas interajam mais com seus consumidores, conhecendo seus gostos e desejos, podendo usar estes "dados" ou esta espécie de "feedback" para moldar ou adaptar seus produtos, ao gosto do consumidor, mais rapidamente.

Outra vantagem é o aumento da receita, pois claro, toda customização tem seu valor. A Coca-Cola por exemplo, instalou recentemente em cinemas americanos, mais de 1.500 máquinas de refrigerantes que oferecem mais de 100 combinações de sabores diferentes. O custo? 30% a mais do que as normais.

Até no mercado de imóveis, considerado muitas vezes atrasado em relação a grandes inovações, a ideia de customização é a bola da vez. Já é comum construtoras disponibilizarem para clientes, várias opções de revestimentos (pisos, azulejos e etc) até acabamentos (cubas, bancadas, etc) além de oferecer os serviços de um arquiteto para auxiliar na escolha. Agora, a customização vai além, permitindo que o futuro proprietário escolha uma planta que mais se encaixe com seu estilo de vida, entre várias opções. Assim, permite que em um mesmo edifício, tenha plantas e acabamentos distintos, no ato da entrega das chaves, sendo difícil, muitas vezes, achar um apartamento igual ao outro, o que anos atrás, era inimaginável.

Então não existe crise neste novo serviço? Claro que existe. Opções de mais, interesse de menos, já diria o poeta. Infelizmente nosso tempo está curto e caro, fazendo com que muitos valorizem a praticidade e a rapidez. Além do fato do surgimento das impressoras 3D, onde futuramente ficará fácil seu manuseio, permitindo que você mesmo faça seus produtos no conforto da sua sala.

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A arte de negociar
21/01/2017 | 19h06

Estamos sempre negociando. E negócio não existe sem venda. E venda por sua vez, não é somente trocar dinheiro por mercadoria, afinal vendemos nossa imagem, nosso estilo de vida, quem somos e o que somos capazes de fazer.

Assim, desde a hora de levantar até o momento de deitar, presenciamos ou participamos de várias negociações.

Nestes anos todos como profissional, sendo publicitário de formação e vendedor por profissão, observei e aprendi algumas informações que acredito serem úteis em relação a negociações e gostaria de compartilhar:

1 - esteja preparado: faça a lição de casa, planeje, busque informações. Da sua parte, conheça realmente seu produto e o que vai propor. Da parte do cliente, saiba quem é, seu histórico e as opções que ele tem. Sentirá mais confiante.

2 - comece a negociação: geralmente quem inicia, controla quando termina. Quando iniciamos uma conversa, aumentamos nossas chances de controlar qual o rumo ela seguirá e diminuímos a possibilidade de perdermos o controle.

3 - pergunte: para quê argumentar e ir oferecendo soluções, se não sabemos qual a real necessidade do cliente? A fonte mais confiável é ele mesmo. Dê crédito a isso, mostre empatia com suas necessidades, se coloque no lugar dele. Assim, poderá oferecer realmente, uma solução satisfatória para ambos.

4 - valorize: já escutou a frase "vender dificuldade para colher facilidade"? É mais ou menos assim. Peça alto, desde que tenha argumentos para isso. Lembre-se que ninguém vai oferecer a mais simplesmente por bondade. É uma negociação e saiba disso. Sempre é do que pedimos para baixo.. logo, se passar seu limite no início, não fará um bom negócio.

5 - troque "gentilezas": se for pedido mais prazo, por exemplo, também peça algo que seja bom para você. Ou seja, não dê, troque! O que é de graça, não tem valor.

6 - campo neutro: lógico, negociação não é uma guerra. Mas se for realmente importante e levar a sério sua profissão e o que você faz, haverá pressão. Negociações importantes nunca são calmas. Se for, desconfie.. alguém perdeu. Portanto, tenha mais vantagem possível, jogue no seu campo, onde sentirá mais a vontade. Se não for possível, tente pelo menos um campo neutro, as forças equivalerão.

7 - coloque no bendito papel: pode parecer básico, mais a grande maioria negocia de boca. Infelizmente o "fio do bigode" não existe mais. Você não esta lá para convencer e sim, para fechar negocio. E isto, acontece somente se tiver no papel. Não tenha vergonha de solicitar uma assinatura do que foi negociado, que seja num papel de pão. Muitos falarão que não há necessidade.. aí saia correndo, pegue o papel A4 e autentique no cartório.

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Significado de marcas famosas
21/01/2017 | 19h06
As marcas representam as empresas, e seus logos são simples de serem reconhecidos, mas poucas pessoas sabem , realmente, seus significados. Abaixo, alguns dos mais interessantes: 1 - Dove: criada exclusivamente para os militares, a marca traz uma pomba em seu logo, simbolizando a paz. 1DOVE 2 - Lacoste: o crocodilo era o apelido do tenista René Lacoste, criador da marca. 2logolacoste3 - Hering: sobrenome do fundador da marca, Hering significa "arenque" (o peixe) em alemão, por isso o símbolo. 3HERING 4 - Nestlé: marca francesa, significa "pequeno ninho". 4nestle 5 - Bacardi: diz a lenda que o local onde se fazia o famoso rum, era frequentado por morcegos.... 5BACCARDI 6 - Java: a marca famosa por seus jogos, tem o café no seu logo, ou seja, hora do descanso. 6java 7 - Bozzano: reparem no B, é o movimento de um homem se barbeando.. 7BOZZANO8 - Credicard: o logo trás um cartão de crédito no centro. 8REDICARD 9 - Mont Blanc: o logo representa um morro na França, visto de cima, coberto de neve. 9montblanc10 - Yamaha: devido a sua origem musical, o logo traz 3 instrumentos de afinações (diapasões). 10YAMAHA  
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Site: ferramenta indispensável
21/01/2017 | 19h06

Segundo pesquisas atuais, as empresas que não possuem página na internet, os chamados sites, correm o sério risco de perder mercado para a concorrência. Isto ocorre por que o site (sítio, em português) permite que sua empresa esteja "aberta" 24 horas, 7 dias na semana, e podendo ser visitada por clientes a quilômetros de distância, além de permitir trocar informações com um mercado altamente crescente de aproximadamente meio bilhão de internautas pertencentes a todas as classes sociais, a um custo baixíssimo. Possibilita ainda, a interação com seu público, conhecendo seus gostos e satisfazendo seus desejos.

Mas lembre-se: Possuir uma página na internet requer cuidados e principalmente, capricho. Não só estético, pois muitos preocupam-se somente com isto, e sim, capricho em respeitar seu público-alvo. Ou seja, o site acima de tudo, tem que ser funcional e voltado a quem realmente interessa. Estima-se que 95% das empresas que possuem um site não têm o sucesso esperado, justamente por este motivo. Esquece de seu público e preocupa-se apenas com o "design".

Existem alguns segredos para um site de sucesso. Um deles é usar bastante branco, mudando apenas os tons de fundo, e nos textos usar somente uma família de cores, destacando-se com negrito os títulos. Utilizar o mínimo de banners possível, sendo que este é um recurso utilizado para destacar algo importante tanto para a empresa como para seus clientes. Um bom exemplo é imaginar um grupo com 10 pessoas. Se somente uma estiver com uma melancia na cabeça, ela se destacará, diferentemente se todos estiverem. Aí, será apenas um grupo de pessoas com adereços. Outro truque é respeitar a hierarquia visual, utilizando uma imagem grande no destaque, e ir diminuindo as imagens conforme vai chegando ao fim da página. Isso tudo nunca esquecendo o conteúdo.

Possuir um site na internet é de fundamental importância para as empresas que querem sobreviver nos dias atuais, com o mercado cada vez mais competitivo e implacável com "amadores", e não mais um luxo para poucos. Mesmo por que, hoje existem vários profissionais competentes no mercado, disponibilizando várias faixas de preços e tipos de sites. Faça uma cotação, e verá que o valor não é tão caro quanto se imagina, é o retorno será satisfatório.

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Novas tendências em vendas.
21/01/2017 | 19h06

Vendas. Esta simples palavra é fundamental para definir se seu negócio vai prosperar ou afundar. Não só um negócio, mas também uma carreira, partindo do princípio que devemos "vender" bem nossa imagem.

O problema é que todo mundo se considera um bom vendedor, ou acha que vender algo não necessita de estudo ou estratégia. Perdi meu emprego de origem ou formação? vou vender algo.

Abaixo, listamos algumas novas visões sobre estratégias de vendas, que pode abrir caminho para uma carreira promissora ou auxiliar em uma reciclagem profissional:

Quem decide? Geralmente queremos falar com quem decide, principalmente se você quiser vender algo, correto? Não, errado! Procure quem influencia, é não quem decide. Hoje em dia, decide-se em grupo, mas quem tem o poder de influenciar, geralmente são poucos.

Como vender? os produtos são todos parecidos, com os mesmos princípios e poucos diferenciais. Por tanto, o diferencial não é o produto em si, mas como se vende este produto, de que maneira você ou seus funcionários estão vendendo.

Ações de marketing? Internet, sites, emails e afins abrem portas, buscam seus futuros clientes, mas não fecham as propostas. Fique atento a isso, entenda que o estes canais são uma parte do processo, que lhe trouxe o possível cliente, agora cabe a você transformar o interesse em venda concreta.

Você é ágil? Facilite seu processo. Hoje há inúmeras opções de celulares, por exemplo, onde você lê seus emails ou troca mensagens com seus consumidores em tempo real. Existem também impressoras portáteis, scanners e demais equipamentos que estão a nosso favor. Em outras palavras, transforme-se num escritório ambulante.

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Marketing nos Food Trucks: novas tendências.
21/01/2017 | 19h06

O marketing não pode ficar parado. Deve acompanhar todos os movimentos do mercado e as novas tendências, procurando qualquer oportunidade crescente para associar-se e ganhar com isso, projeção do que pretende.

Vemos isso por exemplo, na nova tendência do mercado gastronômico, os chamados Food Trucks. Mania nacional, mas já consolidado no exterior, as comidas de rua servidas em caminhões, na tradução ao pé da letra, estão atraindo os olhares das grandes empresas.

O motivo? Além de estarem em foco, com programas de televisões sobre o tema, revistas e muito mais, eles são itinerantes. Assim, uma empresa, como o caso da Friboi, queijos Tirolez e maionese Hellmanns (Unilever), que já estão fazendo este tipo de marketing, consegue atingir diretamente o consumidor final, através de ações específicas, preparadas para este fim.

Estas ações são muito bem sacadas, sendo que os consumidores de Food Trucks muitas vezes enfrentam filas, sendo por tanto, bons "alvos" das propagandas, além das marcar ou empresas, estarem em constante rotatividade pela cidade, devido à itinerância do serviço.

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Planeje suas metas e vendas
21/01/2017 | 19h06

Em tempos de crise, é normal as empresas e por consequente as pessoas que as comandam, perguntarem-se o que fazer para aumentar suas vendas, ou até mesmo mantê-las em um volume aceitável.

Abaixo, listaremos 5 dicas simples, mas extremamente úteis que podem facilitar seu trabalho:

1 - Mantenha a calma: nesta crise, é normal sair tomando atitudes mal pensadas ou até mesmo que não foram planejadas, achando por exemplo, que o preço do produto é o único fator que atrairá vendas. Tenha calma, arrume a casa e mantenha o planejado, estude o mercado e seus clientes. Esta é a hora que muitos tomarão atitudes desastrosas.

2 - Foco nas suas qualidades: dê atenção especial a seus diferenciais, pois muitas empresas focarão apenas no preço, e é esta hora que você fideliza ou adquire novos clientes exigentes, que ficarão com você pelo "valor" do seu produto e não somente pelo preço.

3 - Foco no cliente: entenda as necessidades dele, conheça-os realmente, faça um trabalho de CRM (gestão especial de clientes, do inglês: Customer Relationship Management). Entenda que cliente não é apenas o consumidor final, mas toda o elo da cadeia (produtores, distribuidores, atacadistas...).

4 - Estude os concorrentes: se seus concorrentes vão bem e só você esta mal, a culpa não é do mercado. Veja ao redor, estude o que eles fazem bem (benchmark) e molde a sua realidade.

5 - Qualidade: sem isso, você nada, mas morre afogado. Não adianta fazer planejamento, estudos, ter reservas, se não tem qualidade, tanto do produto/serviço que oferece quantos dos profissionais que são resposáveis em vendê-los. Invista na capacitação deles, ofereça um ambiente de trabalho com estrutura, mesmo que aumente seus custos, que já são altos. Isto é investimento e não gasto.

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Coca-Cola: exposição comemora 100 anos da garrafa
21/01/2017 | 19h06
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Mundialmente conhecida, a garrafa da Coca-Cola completa 100 anos em 2015. Criada por Earl Dean em 1915, em um dos maiores enganos que se tornaram sucesso da história, pois ao pesquisar um formato para a palavra "coca", achou o "cacau", e dai a garrafa no formato que conhecemos (a terceira da esquerda para a direita), a garrafa virou ícone da cultura pop.

Para celebrar seu centenário, a marca trouxe ao Brasil a "Exposição da garrafa da Coca-Cola: inspirando a cultura pop há 100 anos",  que ficou aberto ao público em São Paulo, de 4 a 7 de junho.

A exposição que conta com obras de Andy Warhol e Steve Kaufman usando a garrafa como tema, passará por 15 países, fazendo a alegria dos apaixonados pela bebida.

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Sobre o autor

Fábio Pexe

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