Aeroportos dos Jogos Olímpicos Rio 2016 são bem avaliados
21/01/2017 | 12h17

GRge43722Os passageiros estão mais satisfeitos com sete dos oito aeroportos que servirão aos Jogos Olímpicos Rio 2016. É o que indica a Pesquisa Trimestral de Satisfação do Passageiro realizada pela Secretaria de Aviação Civil (SAC).

O levantamento aponta que o índice de aprovação geral dos terminais de Brasília, Confins, Congonhas, Galeão, Guarulhos, Manaus e Santos Dumont está acima da nota 4, batendo a meta de desempenho definida pela Secretaria de Aviação Civil. A exceção foi Salvador, que obteve média 3,66. As avaliações consideram uma escala de 1 a 5.

Entre os serviços mais bem avaliados estão quatro indicadores que superaram a nota 4 em áreas ligadas à segurança: tempo de fila da inspeção, rigor da inspeção, cordialidade dos funcionários da segurança e sensação de proteção e segurança. Somente Guarulhos ficou abaixo de 4, alcançando a média de 3,87 nesse indicador.

Quando consultados sobre o serviço de check-in, a satisfação dos passageiros nesses oito aeroportos também supera a nota 4. O tempo de fila nos guichês e autoatendimento para check-in além da eficiência e cordialidade dos funcionários dessa área posicionam o serviço entre os de melhor desempenho.

Além disso, entre as cidades que serão sede de algumas competições, Congonhas apresentou o menor tempo de restituição de bagagem doméstica: 15 minutos. Em Salvador, os serviços melhor avaliados são os que estão sob operação de órgãos públicos, com nota 4,26. O terminal de Congonhas é o segundo do Brasil na categoria limpeza geral do aeroporto. Já o Galeão é o segundo melhor no índice “Informação nas Esteiras de Restituição de Bagagem”. Manaus emplacou a nota máxima do estudo (5) no quesito qualidade da sala VIP e evoluiu principalmente em três indicadores: satisfação geral – passou de 3,36 no 1º trimestre de 2013 para 4,16 no mesmo período de 2015 – tempo de fila no check-in (3,49 para 4,21) e tempo de fila na inspeção de segurança (3,46 para 4,29).

Ao todo, 48 índices de satisfação são medidos trimestralmente. Para a edição do 2º trimestre de 2015, foram consultados 12.701 passageiros em áreas de embarque e desembarque de 15 aeroportos brasileiros, que concentram 80% da movimentação no Brasil. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, com margem de erro de 5%.

Fonte: Secretaria de Aviação Civil

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Smartphones já representam forte alternativa para comércio online entre brasileiros
21/01/2017 | 12h17

GRge43705Os celulares do tipo smartphone já são uma alternativa também na hora das compras online. É o que mostra uma pesquisa divulgada pelo site de compras coletivas Groupon.  De acordo com o levantamento, que ouviu 6 mil pessoas no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México, a média de compras online por smartphone nesses cinco países em conjunto é de 15,6%.

Individualmente, o Brasil está acima da média e tem a maior proporção de compras por celular entre os países avaliados. O índice de compras feitas por smartphone entre os entrevistados brasileiros é 20,6%. No México, que ocupa o segundo lugar, a frequência das compras online pelo celular fica em 19,7%. Na Colômbia, é 17,2% e no Chile, 12,8%. A Argentina registrou o menor índice: 8%.

Mesmo se tornando populares, as compras por smartphone ainda perdem para as transações via computador pessoal. A média das compras por computador nos cinco países pesquisados é 78,7%. No Brasil, os usuários preferem o computador em 73,8% das ocasiões. O país fica atrás da Argentina, com 88,5% e do Chile, com 82,7%. Mas à frente de Colômbia, com 77,2% e México, com 71,4%.

O levantamento mostrou também que os usuários estão se sentindo mais seguros para fazer compras online. No Brasil, um total de 37,8% se sente muito mais seguro do que há cinco anos, enquanto 39,45% se sentem um pouco mais seguros. Um percentual de 10,3% fazem de 71% a 80% de suas compras pela rede mundial de computadores. Só 2,4% fazem de 91% à totalidade de suas compras online. Por fim, 28,6% compram online uma vez por ano e 28,7% compram mensalmente.

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Pesquisa aponta sites e portais que promovem cidadania e economia
21/01/2017 | 12h17

GRge43665Os internautas brasileiros foram questionados sobre quais sites e portais de notícias mais estimulam a cidadania e os que mais ajudam na economia de dinheiro, mostrando dicas acessíveis nas cidades e na internet.

Pesquisa do Conecta mostrou que o G1 foi considerado o portal que mais estimula a cidadania, promovendo a defesa de causas da saúde, educação e direitos humanos, na opinião de 42% dos internautas entrevistados.

Quando questionados sobre quais sites e portais de notícias mais ajudam na economia de dinheiro, mostrando dicas acessíveis nas cidades e na internet, novamente o G1 (34%) liderou em âmbito nacional, empatado tecnicamente, com o UOL (31%).

Fonte: Ibope

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Internautas passam uma média de 5,3 horas diárias na frente do computador pessoal
21/01/2017 | 12h17

Uma recente pesquisa realizada pelo Conecta, a pedido da Dell mapeou os hábitos de uso e de compra de computadores e tablets no Brasil. O levantamento, realizado em junho de 2015, com mil internautas que possuem computador e/ou tablet de todo o país, identificou que os internautas brasileiros têm, em média, 1,9 computadores por domicílio e as pessoas gastam cerca de 5,3 horas diárias na frente do PC ou do tablet doméstico.

Quanto ao principal computador utilizado em casa, a maioria dos entrevistados cita o notebook, seguido pelo desktop, tablet, notebook 2 em 1, All-in-One, entre outros.

A pesquisa aponta ainda que Dell e Apple são as marcas preferidas de computadores, ambas citadas por 22% dos entrevistados. Entre os homens, a Dell desponta como líder de preferência, com 25% das citações. Os atributos que tornam a Dell a marca preferida de computadores entre os brasileiros são a qualidade superior dos equipamentos, para 81% dos respondentes da pesquisa, seguido pelo melhor custo-benefício (23%).

Quanto aos principais atributos buscados em um novo computador estão: processador (57%), marca (22%) e memória RAM (8%). Ainda segundo o estudo, 78% consideram o suporte em domicílio como um diferencial importante no momento de decisão de compra.

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69% dos consumidores já compraram réplicas ou produtos falsificados
21/01/2017 | 12h17

Esbanjar uma camisa ou celular com marca famosa é um hábito antigo de pessoas de todas as classes sociais e idades. Porém, quando o produto é falsificado ou uma réplica, a satisfação pode dar lugar ao constrangimento. É o que mostra um estudo inédito realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal Meu Bolso Feliz que buscou entender como funciona o mercado de réplicas e falsificados no Brasil e os motivos que levam o consumidor a esse tipo de compra.

A pesquisa revela que 69% dos brasileiros já compraram produtos não originais, principalmente roupas (39%), calçados (22%) e eletrônicos (17%). Em números absolutos, isso representa que 45,3 milhões de pessoas já adquiriram réplicas ou produtos falsificados. Os itens mais comercializados são roupas, acessórios e calçados, e o público que mais compra é jovem, pertence à classe C e possui menor escolaridade.

Foi identificado na pesquisa que praticamente metade (49%) dos usuários de produtos não originais esconde a realidade da compra – principalmente pessoas até 55 anos, pertencentes à classe C e de menor escolaridade. Desses, 24% ficariam muito constrangidas caso alguém descobrisse.

De acordo com os dados levantados, a principal justificativa para a compra é o preço mais baixo. Além disso, 48% dos compradores já foram enganados na hora da compra sobre a legitimidade dos produtos. Outros 40%  disseram não perceber as diferenças entre as réplicas e os produtos piratas, ainda que 43% acreditem que as réplicas têm qualidade superior.

Fonte: SPC Brasil

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Como melhorar o Wi-Fi em casa
21/01/2017 | 12h17

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Unidade Embrapii INT realiza worshop sobre oportunidades de inovação nas empresas
21/01/2017 | 12h16

Unidade credenciada da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), o Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCTI) realizará no dia 9 de junho, em sua sede, no Rio de Janeiro, um workshop destinado a mostrar às empresas as possibilidades de suporte tecnológico que oferece ao desenvolvimento de produtos e processos relacionados a tecnologia química industrial. As inscrições, gratuitas, são destinadas a empresários, executivos gerentes e equipes de tecnologia e inovação, estando limitadas à lotação do auditório do INT, com cem lugares.

O Workshop Unidade Embrapii INT conta com apoio da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) e da Fundação de Desenvolvimento e Pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (Fundep).

No período da manhã, de 9h às 12h, os participantes terão a oportunidade de conhecer as áreas de competência do INT relacionadas ao tema de atendimento na Embrapii, que incluem Catálise e Processos Químicos; Corrosão e Degradação; Química Analítica; Processamento e Caracterização de Materiais; Energia; e Ensaios em Materiais e Produtos. No período da tarde, a partir das 14h, terão ainda a possibilidade de interagir com os pesquisadores e visitar os laboratórios dessas áreas e o Centro de Caracterização em Nanotecnologia (Cenano).

As inscrições podem ser feitas pelo e-mail: [email protected].

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62% dos empresários consideram o grau de inovação no Brasil baixo ou muito baixo
21/01/2017 | 12h16

Seis em cada dez líderes empresariais que comandam negócios inovadores consideram que o grau de inovação no Brasil deixa a desejar. A conclusão está em uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), realizada com 100 executivos – responsáveis pela tomada de decisão nas companhias que realizam projetos inovadores.

Os empresários que consideram o grau de inovação “baixo” ou “muito baixo” justificaram as respostas. Para eles, o principal motivo é que o Brasil está atrasado em relação a outros países, reflexo de defasagem tecnológica acumulada ao longo dos anos. A consequência disso é que a indústria, muitas vezes, acaba por importar ou copiar o que é feito em outros países.

De acordo com os entrevistados, falta cultura de inovação nas empresas brasileiras em geral. Eles também elencaram como entraves a falta de políticas de incentivo, a dificuldade de interação entre empresas e universidades e o baixo nível de educação dos profissionais.

Fonte: CNI

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Grande parte dos jovens brasileiros têm distúrbios ligados ao sono
21/01/2017 | 12h16

Os jovens brasileiros estão dormindo mal e enfrentando distúrbios ligados ao sono. De acordo com a pesquisa do IPOM (Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente), realizada em parceria com o Instituto Sou + Jovem, 88% avalia seu sono como ruim ou insatisfatório, declarando que encara dificuldades para dormir.

Quase a maioria dos pesquisados, 47%, afirmou que acorda e dorme várias vezes ao longo da noite, enquanto 43% dormem de 3 a 5 horas por noite. Desse universo, 58% já acordam cansados e 94% declaram que sentem sonolência ou queda de rendimento ao longo do dia. Para compensar a fadiga pelas noites insones, 59% costumam dormir cerca de cinco horas a mais aos finais de semana.

A insônia é a campeã de queixas entre os 1.830 jovens de 14 à 18 anos que participaram de pesquisa, realizada pelo IPOM no último trimestre de 2014 nas principais cidades brasileiras. 53% dos pesquisados alegaram que têm perdido o sono em função de preocupações ligadas aos estudos, enquanto outros 53% apontaram que as preocupações financeiras têm levado o sono embora.

A pesquisa também revelou que 82% dos pesquisados dormem com o celular ligado ao lado da cama, 45% com a TV e 22% com o computador. Para a psicoterapeuta e presidente do IPOM, Myriam Durante, o resultado do estudo é preocupante e revela que as noites mal dormidas estão se tornando um problema crônico no país.

Fonte: Ipom

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Leandro Lopes

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