Recria tua vida sempre...
22/01/2017 | 00h50

Recria tua vida, sempre, sempre.

Remove pedras e planta roseiras e faz doces.

Recomeça.

Com afeto,

Beth Landim

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O menos é mais...
22/01/2017 | 00h50

Conta-nos uma lenda que...

Mais uma vez a águia chega com uma presa para alimentar seus filhotes. São tempos difíceis, o clima inconstante está afastando a caça, os pequenos animais agora permanecem mais tempo em seus abrigos, fugindo não apenas dos predadores, mas também do calor sufocante que destrói boa parte dos alimentos. Dessa vez, a águia teve dificuldades para encontrar um bom lugar para montar seu ninho. Os penhascos mais altos e próximos dos alimentos foram ocupados rapidamente, obrigando-a a ser ainda mais estratégica e persistente para criar um abrigo que acomodasse seus três filhotes. No começo, o ninho estava bastante seguro e confortável, e até mesmo a águia encontrava ali um bom lugar para repousar. Contudo, com o crescimento dos filhotes, o ninho começou a ficar pequeno e tornou?se comum a águia encontrá?los brigando entre si, muitas vezes com feridas provocadas pelas  bicadas mútuas. O tempo já estava dando seus sinais, e a águia sabia que estava chegando o momento de submeter seus filhotes ao ritual que significaria a continuidade de sua família. Seria o momento do primeiro grande vôo.

Num dia ensolarado a águia novamente se prepara para caçar seu alimento, mas antes olha diretamente para cada um de seus filhotes e, em um rápido movimento, os expulsa do ninho atirando?os pelo penhasco. Os instantes seguintes são tomados por uma tempestade de sentimentos contraditórios e confusos. Os filhotes, que até aquele momento conheceram apenas a proteção e os cuidados da mãe, estão em uma queda vertiginosa, com o vento forte espancando seu corpo. Nada, até aquele momento, demonstrava que a águia tomaria uma atitude tão radical. Para os filhotes, a sensação de rejeição e perplexidade se confundia com o medo e a angústia. Era a primeira vez que cada um deles experimentava uma realidade diferente e, julgando pela violência do que estavam sentindo, a vida fora do ninho era absurdamente desconfortável e agressiva. Qualquer um dos filhotes, naquele momento, teria o direito de questionar por qual razão a águia os havia trazido ao mundo – afinal, não deixa de parecer sádico dar a vida a um ser e depois atirá?lo para a morte certa na queda de um penhasco.

Durante a queda cada um procura em si mesmo algum recurso que possa eliminar o desconforto absurdo por que está passando. Gritar chamando pela águia é a primeira alternativa, mas demonstra não ter efeito algum. Agitar as pequenas garras, que muitas vezes foram fundamentais na disputa do alimento com os irmãos, não parece ser eficaz contra o vento. Além disso, enquanto cada filhote rodopia sem controle, um breve pensamento de acusação culpava a águia pela atitude insana.

Após infinitos segundos, uma força instintiva faz que cada filhote abra suas asas – descobrindo, assim, que podem controlar aquela situação sustentando seu corpo com a ajuda da velocidade que alcançaram durante a queda. O momento é único, eles ainda estão um pouco assustados com a súbita parada no ar. Enquanto voam, procuram entender o que está acontecendo e logo percebem que sempre puderam voar, apenas não sabiam disto. Depois de alguns momentos de vôo, percebem a águia voando atrás deles. Ela estava totalmente vigilante, cuidando para que a experiência fosse boa e sem acidentes irreparáveis. Ela se mostrou exatamente no momento em que os filhotes já estavam dominando a técnica de vôo e, sem perder tempo, fez uma manobra no ar, mergulhando em direção a um pequeno roedor. Com as garras prendeu o pequeno animal e em seguida, diferentemente do que sempre fazia, comeu a presa. Tudo ficou claro. A partir de agora, cada filhote deveria caçar o próprio alimento. E não foi só isso que mudou…

Quando os filhotes começam a voar de volta ao ninho, percebem o enorme esforço necessário para chegar até ele, como nunca antes tinham feito. Ao chegar ao alto do penhasco, notam que estão diferentes – com a abertura das asas, os músculos ficaram maiores e mais fortes – e já não cabem no ninho, por isso terão também de procurar um novo abrigo.

Aquela queda foi a primeira, a única verdadeira e sem dúvida a mais importante na vida dos filhotes. Nada mais seria igual depois dessa experiência. As lembranças do ninho da águia estarão sempre presentes e serão uma referência constante para a construção de seus próprios ninhos.

E dessa forma, sendo mães e pais suficientemente bons é que fazemos nossos filhos crescerem. Passei por todas estas fases, como filha e como mãe. Porém, a firmeza de impulsionarmos nossos filhos para suas conquistas, sem oferecermos nada gratuitamente, é que nos torna pessoas melhores, capazes de enfrentar todos os desafios com equilíbrio emocional. Até porque, o sabor da conquista supera infinitamente o sabor do que recebemos gratuitamente, sem nos esforçarmos.

Pensemos nisso, muitas vezes o “menos é mais” na hora de educar...

Com afeto,

Beth Landim

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Sempre as flores...
22/01/2017 | 00h50

"No mesmo instante em que 

recebemos pedras em nosso caminho,

flores estão sendo plantadas mais longe...

...Quem desiste não as vê."

William Shakespeare

 

Com afeto,

Beth Landim

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Liberdade...
22/01/2017 | 00h50
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Com afeto,

Beth Landim

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E quando os ventos sopram...
22/01/2017 | 00h50

Com afeto,

Beth Landim

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Tempo de Recomeçar...
22/01/2017 | 00h50

  

É tempo de Páscoa!

Tempo de relembrar o símbolo da cruz e comemorar a ressurreição através de lições que despertam em nós o desejo de crescer como indivíduo, como profissional, como amigo, como cristão...            

Cada dia é um presente único e deve ser vivido intensamente, buscando uma vida melhor, de um Brasil de mais justiça, de um mundo mais humano! Mas isso depende de cada um de nós e de todos, cada um dando sua contribuição e não apenas estendendo as mãos...

Páscoa é renascimento, é recomeço, é uma nova chance para melhorarmos as coisas que não gostamos em nós, para sermos mais felizes por conhecermos a nós mesmos mais um pouquinho e vermos que hoje somos melhores do que fomos ontem. Páscoa é tempo de começar tudo de novo! Tempo de abandonar tudo o que é velho e antigo e olhar pra frente com coragem. Nos dedicarmos à vida como quem sorve o sumo de um fruto saboroso.

RENOVE-SE!!!

Marque sua presença com a vida que faz desabrochar coisas novas. Cante com  alegria a sua vida, faça da sua caminhada uma canção da esperança. Sorria e continue andando, porque é uma alegria poder caminhar. Sinta a felicidade de transformar-se em homem novo. Páscoa é tornar as coisas novas. É libertar-se..  É o encantamento do amanhecer. Páscoa é você deixando rastros de paz e salpicando sementes de esperança por onde passa. Jesus é o sentido pleno e magno de PÁSCOA. Procuremos, efetivamente, seguir a mensagem de amor, de retidão deixada pelo grande exemplo que Jesus nos deixou. Seu sacrifício de amor não foi em vão. Que em nossa imperfeição possamos melhorar a cada dia para superarmos os obstáculos e não esquecermos de transmitir às novas gerações os exemplos do bem viver e as palavras do nosso Mestre. Que as belas mensagens enviadas sejam fixadas em nossas mentes e em nossos corações para todo o sempre e não se esgotem no domingo de Páscoa.   

Desejo a todos uma Páscoa plena de renovação e de libertação!!!

Com afeto,

Beth Landim

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Verbos novos, novo mundo! Borboletar, Flor...
22/01/2017 | 00h50

943843_150244545368021_2654387619548546633_nCom afeto e flores ...

Beth Landim

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O meu partido é o Brasil
22/01/2017 | 00h50

Bandeira do Brasil estilizada com Gorse

“Primeiro vieram…” é um poema atribuído ao Pastor Martin Niemöller sobre a inatividade dos intelectuais alemães depois da subida ao poder dos Nazistas e da perseguição que se seguiu a determinados grupos que, uns após outros, foram alvo das suas atividades de limpeza: Judeus, Social-Democratas, Mulheres, Ciganos, Homossexuais, Negros e inclusivamente Católicos, mas também outras muitas vozes incômodas ao regime, como foi o caso do Pastor alemão Martin Niemöller. Inicialmente apoiante de Hitler, Niemöller veio, por volta de 1934, a opor-se totalmente ao Nazismo e graças às suas boas relações de amizade com influentes homens de negócios, conseguiu ser salvo da prisão até 1937, altura em que foi encarcerado, eventualmente, nos campos de concentração de Sachsenhausen e Dachau. O Pastor sobreviveu e depois da Segunda Guerra Mundial, tornou-se a principal voz de penitência e reconciliação do povo alemão. O seu poema é bastante conhecido e frequentemente citado tendo-se tornado um modelo popular para descrever os perigos de uma apatia política que, começando muitas vezes, com um alvo específico de medo e ódio, assume rapidamente proporções assustadoras e completamente fora de controle.

O poema tem apresentado diversas variantes ao longo dos tempos.

“Primeiro vieram prender os judeus, e eu não levantei minha voz, porque não era judeu. Depois vieram prender os democratas e eu não levantei minha voz porque não era democrata. Depois vieram prender os homossexuais e eu não levantei minha voz porque não era homossexual. Depois vieram prender as mulheres e eu não levantei minha voz porque não era mulher. Depois vieram prender os negros e eu não levantei minha voz porque não era negro... Depois vieram prender-me e já não havia mais ninguém que levantasse a voz por mim...”

Ao longo da história, aspectos como a busca pelo poder, muitas vezes desenfreada, a corrupção, as desigualdades sociais e os privilégios para os políticos fazem com que o processo político ganhe descrédito e antipatia. Não raramente, jovens, adultos, homens e mulheres afirmam que não se interessam, nem gostam de política. Contudo, a questão é: para viver em sociedade, de forma consciente e livre, como é possível se renegar e não buscar compreender a política?

Para entender a dinâmica da sociedade, estar consciente de seus direitos, deveres, bem como dos espaços a conquistar, por quais caminhos transitar, perpassa-se pela importância de mínima consciência política. Entender de política ou saber para onde esta caminha não significa estar vinculado a partidos ou tornar-se um estudioso desta ciência. Mas, na verdade, consiste em exercitar, minimamente, a vida em sociedade, de uma forma consciente e amadurecida. Somos agentes co-participantes desse processo de consciência e atuação política.

Numa democracia, como ocorre no Brasil a escolha de um péssimo governante pode representar uma queda na qualidade de vida. Sem contar que são os políticos os gerenciadores dos encargos que nós tanto pagamos.

 Aprimorar o processo eleitoral e as nossas leis deve ser objetivo de nossos representantes políticos, e a nós cidadãos, de forma organizada, cabe cobrar os resultados, além de participar efetivamente.

Devemos escolher políticos com propostas voltadas para a melhoria de vida da coletividade. Para escolhermos bem, em primeiro lugar, temos que eliminar candidatos que visam poder, ações imediatistas e assistencialistas, ascenção, seja financeira ou para outros cargos, como trampolim eleitoral.

Nossa escolha não pode ser direcionada para políticos que usam a miséria da população contra ela própria. Não podemos permitir que o candidato que se utiliza da necessidade do outro para se beneficiar politicamente, seja eleito. O critério equivocado de distribuição não favorece a melhoria de vida da população, mas contribui para o aumento da miséria financeira, afetiva e social. Quando falo de miséria afetiva e social, quero falar da baixa-estima criada pelo assistencialismo barato, que não contribui para suscitar, nas mentes dos cidadãos, a idéia de que todos são capazes de lutar e conseguir uma vida melhor através do trabalho e da luta diária! Escolha conscientemente é prover resultados positivos...

Como nos diz o juiz federal Sérgio Moro: “Perdemos a dignidade, temos dificuldade de encarar a nós mesmos no espelho ou a comunidade internacional num cenário de corrupção sistêmica. Minha crença maior é que temos um governo de leis e as regras tem que ser aplicadas a todos. É dever de ofício.”

Nossas ruas estão pintadas de verde e amarelo e milhões de pessoas clamam pela moralidade, pela justiça, pela liberdade, por um Brasil passado a limpo...

A moralidade dos nossos atos tem que estar de acordo com a nossa fala.

Não deixemos que o poema se repita na apatia de nossa vida política...

Cabe a cada um de nós fazer a sua parte.

Liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós!

Com afeto,

Beth Landim

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Meu Partido ...
22/01/2017 | 00h50

Transparente...livre ...

bandeira-do-brasil-sil-silCom afeto,

Beth Landim

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Caminhada Luminosa
22/01/2017 | 00h50
  CONVITE 15 ANOS

Com afeto,

Beth Landim

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Sobre o autor

Elizabeth Landim

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