Rubens Bomtempo e Anderson Cruzick em praia de Búzios[/caption]
Nas redes sociais o assunto logo veio à tona.
— Difícil engolir que nós estamos pagando essa conta! Oito dias sem energia elétrica por queda de barreira, estrada interrompida, trabalhadores tendo que andar quilômetros porque o ônibus não passa... E eles descansando? — questionou Cecília Nussenbaum, moradora da cidade.
Em nota, Bomtempo disse que decidiu viajar na sexta-feira, porque a situação da cidade já estava bem encaminhada e chamou as críticas de maledicências. “Eu e Luciane nos permitimos um fim de semana de descanso."
- Ele (o prefeito) tem todo o direito de viajar, assim como todo mundo. O problema é a situação na qual a cidade se encontra. Ele mesmo decretou que não haveria carnaval nem qualquer comemoração em solidariedade às pessoas que tiveram perdas com as chuvas. Isso deixou as pessoas que não tem dinheiro para ir a Búzios se divertir, revoltadas. Então o prefeito não precisa ser solidário e pode ir se divertir? - disse o vereador Anderson Juliano (PT), oposição ao governo.
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Mulher e chefe de gabinete da prefeitura de Petrópolis, Luciane Bomtempo (de biquíni), ao lado Rubens Bomtempo[/caption]
Há uma semana, conforme boletim da Defesa Civil da cidade, a situação de Petrópolis ainda sofria com as chuvas que castigaram a região. Segundo a Secretaria de Proteção e Defesa Civil eram 904 ocorrências registradas pelo telefone 199, entre deslizamentos, inundações, alagamentos e pedidos de vistoria preventiva. Não houve vítimas ou feridos. Ao todo, 161 imóveis foram interditados por técnicos da Defesa Civil, por não oferecerem segurança para os moradores e 181 famílias ficaram desalojadas.
Em 2014, o nome de Rubens Bomtempo apareceu entre os políticos do Rio considerados ficha-suja. Bomtempo teve o registro de candidatura negado pelo Tribunal Regional Eleitoral na eleição de 2012, mas recorreu da decisão e foi liberado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para assumir a prefeitura. O prefeito está em seu terceiro mandato.
fonte. O Globo
"Eles têm armas. Eles que se f..., nós temos champagne!"[/caption]
O jornal satírico "Charlie Hebdo", alvo do ataque terrorista que dizimou a redação em 7 de janeiro de 2015, vai às bancas hoje, quarta-feira (18) e faz uma provocação direta aos terroristas na capa do especial sobre os atentados que mataram 129 pessoas em Paris, na última sexta-feira (13).
A capa, assinada pela desenhista Coco, mostra um homem em atitude festiva, garrafa e taça de champanhe na mão, com o corpo repleto de buracos de bala por onde escapa o vinho espumoso, sobre o fundo vermelho.
"Sem perceber, os parisienses em 2015 se transformaram nos londrinos dos anos 1940, determinados a não se render ao medo, não importa o que seja. É a única resposta que nós podemos mostrar aos terroristas", disse o cartunista Riss, atual editor-chefe da publicação.
O desenho é uma referência direta aos ataques terroristas da semana passada: todos em lugares vinculados ao lazer, como a casa de shows Bataclan, o Stade de France e bares e restaurantes, que deixaram 129 mortos e 400 e tantos feridos.
"Imaginávamos que aos atentados de janeiro se seguiriam outros. Esperávamos, resignados, que nos caísse sobre a cabeça, como um espada de Damocles", indica o desenhista e atual diretor da publicação, Riss, no editorial da revista que estará nas bancas.
O diretor da publicação pediu que "não cedam, nem ao medo nem à resignação. É a única resposta possível".
Em outra charge publicada no site da revista, Charlie Hebdo mostra três fantasmas com boinas pretas e baguetes, uma alusão ao modo de vida francês, com a frase: "Os franceses retornam à vida normal".
A publicação se distingue por críticas aos extremismos religiosos de todo tipo e foi alvo dos ataques terroristas por ironizar em diversas edições o profeta Maomé.
Após o atentado de janeiro, Charlie Hebdo retornou às bancas com uma capa em que Maomé aparecia chorando e a manchete "Tudo está perdoado".
Na imagem, o profeta segurava um cartaz que reproduzia o slogan popularizado após essas ações, "Je suis Charlie". 

Os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e da Rússia, Vladimir Putin, durante a cúpula do G20 neste domingo (15) (Foto: RIA-Novosti, Kremlin Pool Photo via AP)[/caption]


Rompimento da barragem de Fundão, em Bento Rodrigues, distrito de Mariana (Foto: Luis Eduardo Franco/TV Globo)[/caption]
Quem em Campos não se lembra do rastro do outro rompimento de um dique da mineradora Rio Pomba Cataguases Ltda, em Miraí (MG)? Há pouco mais de oito anos, em janeiro de 2007, provocou o vazamento de mais ou menos dois milhões de metros cúbicos (dois bilhões de litros) de lama misturada com bauxita e sulfato de alumínio no Rio Muriaé, um dos afluentes do Paraíba do Sul. Aquela lama tóxica chegou até nós também atingindo os municípios de Laje do Muriaé, Itaperuna, Italva e Cardoso Moreira.
Quem em Campos não se lembra de tantos outros lamentáveis desastres ambientais anteriores a este último? Foi depois daquele vazamento de resíduos de metais pesados (cromo, cádmio, mercúrio e outras substâncias tóxicas) da Cia. Paraibuna de Metais, lá no início da década de 80 e que colocou o município de Campos como o de maior consumidor per capita de água mineral do país.


