Morre, aos 78 anos, Délio Santana Soares, ex-diretor do jornal Folha da Manhã
Júlia Alves 12/09/2026 12:24 - Atualizado em 12/09/2026 13:41
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Morreu nessa sexta-feira (11), aos 78 anos, Délio Santana Soares. Ele foi diretor do jornal Folha da Manhã entre as décadas de 80 e 90, antes da formação do Grupo Folha. A causa da morte não foi revelada. O velório acontece neste sábado (12) no Cemitério Campo da Paz, em Campos. Já o sepultamento está previsto para acontecer entre 13h30 e 14h, também neste sábado.
Velório de Délio Santana Soares neste sábado (12)
Velório de Délio Santana Soares neste sábado (12) / Rodrigo Silveira
Délio deixa dois filhos, Márcio e Mariana, além de dois netos Beatriz e Matheus. Profissionalmente, Délio era formado em Ciências Contábeis pela Candido Mendes. Já atuou na indústria sucroalcooleira da região e também como comerciante.
Em comunicado divulgado, a família destaca as lembranças e ensinamentos de Délio que ficarão marcadas.
"Hoje nos despedimos de uma presença que foi parte essencial de nossas vidas. Um pai amoroso, forte, generoso e exemplo para todos nós. Sua história, seus ensinamentos e seu jeito tão único de ver a vida deixam marcas que jamais serão apagadas.
Agradecemos a Deus por todo o tempo que tivemos ao seu lado e por tudo o que ele nos ensinou. Sua memória seguirá viva em nossos corações", diz.
A família de Délio ainda agradeceu as mensagens, as orações e o carinho que tem recebido neste momento.
Filho de Délio, Márcio prestou uma homenagem ao pai e destacou a alegria, o bom humor e a proximidade dele com a família, amigos e pessoas próximas. Márcio destaca ainda  que o pai era torcedor do Fluminense e estava invicto nas partidas em que esteve no Maracanã.
"Um pai e um homem alegre, brincalhão, cheio de piadas e sempre de bem com a vida. Daqueles que nos ensinavam, sem precisar dizer muito, a aproveitar a vida, rir dos momentos e fazer tudo valer a pena. 'Um parceirão' de todos. Dos filhos, dos irmãos, dos sobrinhos, dos vizinhos, dos amigos e inclusive de toda a equipe da UTI da Unimed (a quem faço meu agradecimento pessoal) até seus últimos momentos. Conosco ficam as risadas, as histórias, os momentos vividos principalmente, durante os cafés, que era o momento de confraternização do qual ele mais gostava," comentou.
"A gente sempre lembra dele com alegria, porque ele era o brincalhão da família, sempre presente. Nós dois temos um laço muito grande, tenho como se fosse também meu pai. Fez, muitas vezes, papel como pai também pra mim, ajudando ao longo da minha vida. E ele se foi no dia até do meu aniversário. E no horário que a gente se reunia, toda sexta-feira, cinco e pouca, era o horário do nosso café. Então, acho que é isso que a gente tem que guardar, essa questão que ele tem de família, de alegria, de reunião, de estarmos sempre juntos," destacou a sobrinha Maria Eugênia.
Já o primo Guilherme também contou sobre o alto astral de Délio. "A imagem que eu guardo dele é de uma pessoa sempre brincalhona, sempre sorridente. Nunca via ele com a cara fechada, nunca triste. Sempre alegre, sempre foi uma pessoa desse jeito", finalizou.

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