Vigilante terceirizado é encontrado morto em unidade acoplada à plataforma P-76
Um trabalhador terceirizado foi encontrado morto na Unidade de Manutenção acoplada à plataforma P-76, no Campo de Búzios, na Bacia de Santos. A vítima foi identificada como Luiz Fernando Silva Tavares, de 38 anos, que atuava como vigilante. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passou por avaliação.
Segundo o Sindipetro-RJ, Luiz Fernando não se apresentou para iniciar a jornada de trabalho e foi encontrado sem vida dentro do camarote por um inspetor de segurança, na manhã de quarta-feira (26).
A Petrobras confirmou a morte e informou que o trabalhador era funcionário de uma empresa terceirizada que presta serviços de vigilância na unidade.
Em nota, a companhia lamentou o falecimento e afirmou que não houve incidente operacional a bordo da unidade.
A estatal também informou que a Unidade de Manutenção segue em operação, com a integridade preservada e os demais trabalhadores atuando em segurança.
Segundo a Petrobras, não há indícios de que a morte esteja relacionada a qualquer ocorrência operacional na plataforma.
Empresa diz que morte foi por causas naturais
A empresa responsável pela contratação do trabalhador informou que, segundo o médico legista que avaliou o corpo no IML, a morte ocorreu por causas naturais. A empresa afirmou ainda que está prestando assistência e acompanhamento à família de Luiz Fernando.
Sindicato pede comissão de investigação
Durante a apuração do caso, a reportagem recebeu relatos de trabalhadores sobre um suposto cheiro forte de gás na região da plataforma.
O Sindipetro-NF informou que apurou o caso e que não houve vazamento de gás relacionado à morte do trabalhador.
Já o Sindipetro-RJ explicou que a Unidade de Manutenção não processa nem armazena esse tipo de fluido, o que descarta um vazamento originado na própria unidade.
O sindicato, no entanto, ressalta que, por a Unidade de Manutenção estar acoplada à plataforma P-76, existe a possibilidade de uma eventual nuvem de gás proveniente da plataforma atingir a unidade. Segundo a entidade, essa hipótese ainda precisa ser apurada.
Por isso, o Sindipetro-RJ solicitou a abertura de uma comissão de investigação, com participação da representação sindical, para acompanhar o caso e esclarecer todas as circunstâncias da ocorrência.
O sindicato também informou que aguarda detalhes sobre a assistência prestada à família do trabalhador e afirmou que continuará acompanhando o caso até a conclusão da apuração.
Segundo o Sindipetro-RJ, Luiz Fernando não se apresentou para iniciar a jornada de trabalho e foi encontrado sem vida dentro do camarote por um inspetor de segurança, na manhã de quarta-feira (26).
A Petrobras confirmou a morte e informou que o trabalhador era funcionário de uma empresa terceirizada que presta serviços de vigilância na unidade.
Em nota, a companhia lamentou o falecimento e afirmou que não houve incidente operacional a bordo da unidade.
A estatal também informou que a Unidade de Manutenção segue em operação, com a integridade preservada e os demais trabalhadores atuando em segurança.
Segundo a Petrobras, não há indícios de que a morte esteja relacionada a qualquer ocorrência operacional na plataforma.
Empresa diz que morte foi por causas naturais
A empresa responsável pela contratação do trabalhador informou que, segundo o médico legista que avaliou o corpo no IML, a morte ocorreu por causas naturais. A empresa afirmou ainda que está prestando assistência e acompanhamento à família de Luiz Fernando.
Sindicato pede comissão de investigação
Durante a apuração do caso, a reportagem recebeu relatos de trabalhadores sobre um suposto cheiro forte de gás na região da plataforma.
O Sindipetro-NF informou que apurou o caso e que não houve vazamento de gás relacionado à morte do trabalhador.
Já o Sindipetro-RJ explicou que a Unidade de Manutenção não processa nem armazena esse tipo de fluido, o que descarta um vazamento originado na própria unidade.
O sindicato, no entanto, ressalta que, por a Unidade de Manutenção estar acoplada à plataforma P-76, existe a possibilidade de uma eventual nuvem de gás proveniente da plataforma atingir a unidade. Segundo a entidade, essa hipótese ainda precisa ser apurada.
Por isso, o Sindipetro-RJ solicitou a abertura de uma comissão de investigação, com participação da representação sindical, para acompanhar o caso e esclarecer todas as circunstâncias da ocorrência.
O sindicato também informou que aguarda detalhes sobre a assistência prestada à família do trabalhador e afirmou que continuará acompanhando o caso até a conclusão da apuração.
Com informações do G1