Macaé inicia formação de voluntários da Defesa Civil
A Prefeitura de Macaé iniciou, nessa quarta-feira (26), o Programa de Formação de Voluntários da Defesa Civil Municipal. A aula inaugural, realizada na Câmara Municipal, reuniu os participantes das 150 vagas oferecidas pelo programa e marcou o início de uma formação voltada à prevenção de riscos, à autoproteção e ao apoio à comunidade em situações de emergência. A aula contou com a presença de voluntários já formados por anos anteriores.
Os alunos conheceram os instrutores durante a aula inaugural. Para o secretário da Defesa Civil, Joseferson de Jesus, a capacitação amplia a participação da população nas ações de prevenção e fortalece a comunicação entre a comunidade e o poder público.
— Essa capacitação é importante porque amplia a participação da população nas ações de prevenção e fortalece a relação entre a comunidade e a Defesa Civil. Queremos que o morador esteja preparado para identificar situações de risco, saiba como agir com segurança e também possa contribuir com informações importantes para o trabalho das equipes. É uma forma de aproximar o poder público da comunidade e construir uma cidade cada vez mais preparada para situações de emergência — avaliou Joseferson de Jesus, secretário da Defesa Civil.
Durante o encontro, os participantes conheceram conceitos básicos sobre a atuação da Defesa Civil e receberam orientações sobre a utilização da plataforma de Educação a Distância (EAD) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que será utilizada durante a etapa teórica do curso. A formação será realizada de forma semipresencial, combinando conteúdos online com atividades práticas.
Mais do que preparar o morador para agir durante um desastre, a proposta é desenvolver uma cultura de prevenção. Ao longo da capacitação, os voluntários serão orientados a observar o território onde vivem e reconhecer situações que possam representar riscos, como sinais de instabilidade em encostas, áreas sujeitas a alagamentos e outras condições que possam ser comunicadas aos órgãos responsáveis.
“A ideia principal é mostrar que a gente não aprende só a trabalhar no momento do desastre. O curso prepara o cidadão justamente para o oposto: para olhar para o próprio bairro e saber identificar um risco, seja uma encosta que está cedendo ou uma rua que alaga com frequência, antes que o pior aconteça”, explicou o coordenador e instrutor do programa, Régis Lima.
Segundo ele, a formação também busca levar os conhecimentos adquiridos para a rotina dos participantes. A intenção é que o voluntário possa aplicar o aprendizado em casa, no trabalho e na vizinhança, contribuindo para a prevenção e para a orientação de familiares e moradores em situações adversas.
“Esse conhecimento não fica guardado só para o dia de uma grande emergência. O voluntário leva o que aprendeu para a rotina de casa, do trabalho e da vizinhança. Quando acontece um temporal forte ou qualquer outro perigo, ele passa a saber como se proteger, ajudar a família e orientar quem estiver por perto até a chegada do socorro oficial”, acrescentou Régis.
— Essa capacitação é importante porque amplia a participação da população nas ações de prevenção e fortalece a relação entre a comunidade e a Defesa Civil. Queremos que o morador esteja preparado para identificar situações de risco, saiba como agir com segurança e também possa contribuir com informações importantes para o trabalho das equipes. É uma forma de aproximar o poder público da comunidade e construir uma cidade cada vez mais preparada para situações de emergência — avaliou Joseferson de Jesus, secretário da Defesa Civil.
Durante o encontro, os participantes conheceram conceitos básicos sobre a atuação da Defesa Civil e receberam orientações sobre a utilização da plataforma de Educação a Distância (EAD) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que será utilizada durante a etapa teórica do curso. A formação será realizada de forma semipresencial, combinando conteúdos online com atividades práticas.
Mais do que preparar o morador para agir durante um desastre, a proposta é desenvolver uma cultura de prevenção. Ao longo da capacitação, os voluntários serão orientados a observar o território onde vivem e reconhecer situações que possam representar riscos, como sinais de instabilidade em encostas, áreas sujeitas a alagamentos e outras condições que possam ser comunicadas aos órgãos responsáveis.
“A ideia principal é mostrar que a gente não aprende só a trabalhar no momento do desastre. O curso prepara o cidadão justamente para o oposto: para olhar para o próprio bairro e saber identificar um risco, seja uma encosta que está cedendo ou uma rua que alaga com frequência, antes que o pior aconteça”, explicou o coordenador e instrutor do programa, Régis Lima.
Segundo ele, a formação também busca levar os conhecimentos adquiridos para a rotina dos participantes. A intenção é que o voluntário possa aplicar o aprendizado em casa, no trabalho e na vizinhança, contribuindo para a prevenção e para a orientação de familiares e moradores em situações adversas.
“Esse conhecimento não fica guardado só para o dia de uma grande emergência. O voluntário leva o que aprendeu para a rotina de casa, do trabalho e da vizinhança. Quando acontece um temporal forte ou qualquer outro perigo, ele passa a saber como se proteger, ajudar a família e orientar quem estiver por perto até a chegada do socorro oficial”, acrescentou Régis.
Fonte: Prefeitura de Macaé